Krishnamurti - O Libertador da Mente
Página Inicial
5.º Evangelho
A Abelha
Agostinho
Bhagavad Gita
Caminho Infinito
Ciência x Milagre
Como meditar
Crear ou Criar?
Credo da Ciência
Dr. Bhaumik
Einstein
Gandhi
J. Goldsmith
Kahlil Gibran
Krishnamurti
M. Taniguchi
Meditação
Mouni Sadhu
Prova de Fé
Retrato de Jesus
Sermão do Monte
Tao Te Ching
Atualizações
Colaboradores
Fale conosco
Links Indicados

Seja ético: ao copiar, cite a fonte.

Ricardo B. Ivanov 2007

Página melhor visualizada em 1024x768 pixels

 

Jiddu Krishnamurti

Os textos de Jiddu Krishnamurti são, talvez, os mais enigmáticos e de mais difícil compreensão. Os poucos fragmentos aqui presentes procuram encerrar as conclusões do autor, porém vale lembrar que só se consegue entendê-los por inteiros se se ler os capítulos completos escritos pelo autor.

Aquele que compreendeu sua mensagem, este já vive na felicidade verdadeira, sem sombra de dúvidas.

 

Fala Krishnamurti:

1. Para conhecer-vos -- e deveis conhecer a vós mesmos completamente, de ponta a ponta -- o processo de acumulação de conhecimento a respeito de vós mesmos deve terminar; e esse término pode verificar-se quando deixardes de julgar, de avaliar, de condenar, de justificar. Isso parece muito simples, mas para a maioria de nós não o é (...)

2. Lançar a base (da meditação verdadeira) é ficar livre do medo, da aflição, do esforço, da inveja, da avidez, da ambição; livre de toda a estrutura psicológica da sociedade. Quando, graças ao autoconhecimento, o cérebro já não é uma máquina acumuladora, ele está quieto, tranqüilo, silencioso. Deveis alcançar esse estado de silêncio, porque, do contrário, não sereis realmente uma pessoa religiosa. Estareis apenas brincando com as coisas que nada significam.

3. A casual observação de um pensamento não conduz a parte alguma. Mas, se observardes o processo de pensar, sem vos tornar um observador separado da coisa observada; se perceberdes o inteiro movimento do pensamento, sem aceitá-lo nem condená-lo -- então, essa própria observação dará fim imediato ao pensamento -- e a mente, por conseguinte, se tornará compassiva, se achará num estado de constante mutação.

4. O saber escutar é algo muito importante; mas, em geral, temos inúmeras opiniões, idéias, experiências e conclusões antecipadas, através das quais filtramos tudo o que ouvimos, e por essa razão nunca ouvimos nada de maneira nova; traduzimos sempre o que vimos de acordo com uma determinada tendência. Assim, é de real importância saber ouvir sem interpretar; porém, isto é, sem dúvida, um problema dificílimo.

5. Só somos indivíduos quando cessa completamente o temor: o temor da morte, da opinião alheia, o temor que resulta de nossos próprios desejos e ambições, o temor da frustração, o temor do não-ser. (...) Ser livre de temor significa, com efeito, estar isento de todo desejo de segurança econômica ou social, ou do desejo de encontrar segurança em nossa experiência pessoal. (...) Porque só quando não existe temor pode existir amor. (...) E para ser livre de temor não se requer presteza de raciocínio, mas vigilância constante, e um considerável percebimento, paciente, persistente, do inteiro processo do pensamento, o qual pode ser observado apenas nas relações, em nossas atividades de cada dia.

Extraído de: "Krishnamurti, o Libertador da Mente", Krishnamurti, Editora Martin Claret. (Livro clipping).

 

Hosted by www.Geocities.ws

1