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Directorium Inquisitorum, o Manual dos Inquisidores.

Parte I – Jurisdição do Inquisidor

Ir para Parte II - Prática Inquisitorial

Ir para Parte III - Questões referentes à prática do Santo Ofício da Inqusição

 

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Sobre o herege

Agravantes, atenuantes, excludentes de ilicitude

Curiosidades

Igreja e Monarquia

Origem da execução pela fogueira

Distinção entre os foros

Papas e reis citados no Manual

Concílios citados no Manual

Bulas, instruções, legislação, citados no Manual

Blasfêmia nem sempre é heresia

A condição do suspeito influencia no estabelecimento da pena e no tratamento dispensado a ele

Os videntes e adivinhos, tal como acontece com os blasfemadores, nem sempre são da alçada da Inquisição

Invocar o diabo nem sempre é considerado uma heresia

Cabe ao bispo e ao inquisidor perseguir a heresia

O Manual dá a entender que, embora fosse um desejo de seus autores,  a jurisdição da Inquisição não alcançava os judeus

O escândalo, um entrave a aplicação das penas

Justiça da Igreja, a Inquisição julga o foro externo do pecado

A excomunhão por um ano torna o excomungado suspeito de heresia

Os cismáticos não são considerados hereges

O que querem os inquisidores com o seu santo ofício

Precauções que o inquisidor deve ter no cumprimento de suas funções

Os suspeitos de heresia

Divergências entre os autores do Manual, Eymerich e La Peña

A validade do testemunho de pessoas sórdidas e indignas

 

Este site é parte de uma pesquisa sobre o Manual dos Inquisidores e os Regimentos da Inquisição portuguesa

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