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Entre a fé e a pós-modernidade 

Entrevista
exclusiva de Karl Marx para Limite XXI

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FSS/UERJ: Faleiros
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Stalinismo e violência

A "corrente hegemônica"
e Nelson Rodrigues

Falácia banal e
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Social y crisis de las ciencias sociales

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Fundamentos
Ontológicos, Fé e Pós-Modernidade:
Problematizando o Natural
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Emilio Enrique Dellasoppa /UERJ
Conclusões
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Como estrangeiro, uma das colocações relacionadas
aos sistemas de poder que mais chamou minha atenção
foi “precisamos montar um esquema”. Contra a naturalização,
colocando-se no lugar do não-saber, a pesquisa procura
explorar numa manifestação local do campo acadêmicosindical
a produção de verdade que não pode ser
dissociada do poder e seus mecanismos, que interagem numa
complexa relação em camadas. O próprio
Foucault declarou que o seu trabalho poderia ser considerado
o produto de um “empirismo cego”. O mesmo poderia
ser dito aqui. As ferramentas utilizadas para apreender a
complexa relação são básicas,
e estamos longe de entender a construção/formação
de inúmeras subjetividades. Um ponto de partida necessário
é mapear os pontos de resistência. Outro, levar
em conta que, em cada momento histórico, a episteme
dominante coloca as condições para o saber/poder.
A Adchss apostou numa episteme superada, por não ter
outra opção disponível. Também
o problema da representação exige ser repensado.
Até em termos “marxianos”. Como disse o
último Foucault, tal vez repensar a Aufklärung
em termos de “saída da minoridade”. Em
todo caso, como Melucci lembra, o abandono dos “mitos
de totalidade” deverá fazer parte desse processo.
Concluo com uma reivindicação do espírito
destrutivo, na trilha de W. Benjamin: é imprescindível
para abrir espaço para o novo. Imprescindível
mas insuficiente: no interior do poder, desde os pontos de
resistência, o novo também deverá foucaultianamente,
“montar um esquema”. Mas essa é uma tarefa
para assistentes sociais. |
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