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ácido
orgânico etilênico de estrutura química mais simples é o conhecido como
ácido acrílico, de fórmula CH2CHCOOH. Esse produto, também denominado
ácido propenóico ou acroléico, é a matéria-prima utilizada numa série de
processos de química industrial destinados à obtenção de resinas sólidas,
tecidos e tintas. Acrílico é o nome genérico dos derivados do ácido
acrílico, líquido corrosivo, incolor e de cheiro penetrante, com acentuada
tendência à formação de polímeros. Quando aquecido em presença de uma
substância alcalina ele se decompõe para formar os ácidos acético e
fórmico. O ácido acrílico é a base para a fabricação de resinas sólidas,
como o plexiglas, produzidas industrialmente desde fins da década de 1920.
Dentre elas, tem larga aplicação o metilmetacrilato, éster metílico do
ácido metacrílico, polímero transparente, duro e de notável resistência,
usado comumente na fabricação de móveis e objetos
Acrílico e fios de Nylon decorativos,
lentes, jóias, próteses dentárias, adesivos etc. Destacam-se também as
fibras acrílicas, tais como o orlon e o acrilan. Lançados no mercado depois da
segunda guerra mundial, apresentam flexibilidade satisfatória e emprestam
grande leveza aos tecidos de que fazem parte. Os princípios químicos que se empregam na
fabricação dessas fibras têxteis, os chamados poliésteres acrílicos, são
os mesmos usados na produção das tintas acrílicas. Trata-se de emulsões
plásticas, solúveis em água e laváveis, que permitem a obtenção de um
produto no qual se combinam a transparência da aquarela e a densidade do óleo.
Essas tintas sintéticas, que começaram a se generalizar na década de 1960,
oferecem notáveis vantagens. São menos afetadas pelo calor e outras forças
destrutivas que a tinta a óleo e destacam-se por sua grande capacidade de
aderência a qualquer tipo de superfície. No início, seu uso se restringia a
artistas americanos da corrente op ou minimalista, mas em pouco tempo
tornaram-se de uso generalizado.
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