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Mac
Macintosh Computer. Desenvolvido pela Apple, foi em 84 o primeiro micro doméstico a usar interface gráfica e mouse. A arquitetura continua evoluindo até hoje, sendo a principal concorrente dos micros PC. O símbolo adotado pela Apple é a famosa maçã vermelha. Por sinal, Macintosh é mesmo o nome de uma espécie de maçã encontrada no Canadá. ::

Mac (endereço)
Media Access Control. É um endereço de 24 bits, diferente em cada placa de rede. O endereço Mac é gravado na própria placa, e (teoricamente) não pode ser alterado. Este endereço é diferente do endereço TCP/IP ou qualquer outro endereço utilizado pelo protocolo de rede. Além dos 24 bits que formam o endereço único da placa de rede, existem mais 24 bits destinados ao código do fabricante, totalizando 48 bits. ::

MacOS
O MacOS 1.0, lançado em Janeiro de 1984, era inovador vários pontos de vista. Ao contrário do MS-DOS ele já utiliza interface gráfica e mouse, o que o tornava muito mais fácil de ser operado.
O MacOS continuou evoluindo e incorporando novos recursos, mas sempre mantendo a mesma idéia de interface "user friendly".
Já estamos por sinal, na décima versão do MacOS, o MacOS X. Atualmente, é possível rodar as versões antigas do MacOS mesmo num PC, usando emuladores como o vMac (http://leb.net/vmac/) e o SoftMac (http://www.emulators.com/).
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MacOS X -
O MAC OS X foi provavelmente a versão do MAC OS mais aguardada da história. A principal vantagem do OS X sobre as versões anteriores é ser o primeiro MAC OS trazer multitarefa preemptiva.
A multitarefa preemptiva, que existe no mundo PC desde o Windows 95 e OS/2, permite o próprio sistema operacional controle as área de memória ocupadas pelos aplicativos e gerencie o tempo de processamento que cada um poderá utilizar. Isto torna o sistema mais estável, evitando que um aplicativo mal escrito possa travar o sistema, melhora perceptivelmente o desempenho ao se usar mais de um aplicativo e evita que o sistema pare ao salvar um arquivo ou formatar um disquete por exemplo. Além da multitarefa preemptiva, o OS X traz uma nova Interface, a Aqua, e é capaz de os softwares escritos para os sistemas operacionais anteriores numa área protegida da memória RAM.
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Madison
Este é o nome da terceira geração do Intel Itanium, sucessor do McKinley, que trará como principal novidade o uso de uma arquitetura de 0.13 mícron, que permitirá ao chip superar a barreira dos 2.0 GHz e ao mesmo tempo incorporar um cache L3 de nada menos que 6 MB, integrado ao próprio waffer do processador. O Madison será lançado em algum ponto de 2003 e utilizará o mesmo encaixe que o McKinley, embora a compatibilidade com as antigas placas mãe não esteja garantida devido à mudanças na sinalização do processador.
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Magneto óptico
Atualmente, a maioria das mídias de armazenamento de dados utilizam magnetismo (como os HDs e disquetes) ou Laser (CD-ROMs e DVD) para armazenar os dados. Os drives magneto ópticos por sua vez, combinam as duas tecnologias. O laser é usado para aumentar a precisão da leitura e gravação, permitindo aumentar a densidade, ao mesmo tempo que esquenta a superfície a ser gravada, mas a gravação de dados propriamente dita é feita usando magnetismo. Os primeiros drives magneto ópticos surgiram no início da década de 90, armazenando 25 MB por disco, enquanto os atuais armazenam entre 100 MB e alguns gigabytes. Existem por enquanto várias aplicações isoladas, mas esta tecnologia pode vir a tornar-se mais popular quando for estabelecido um padrão para a indústria.
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Mainframe
Este termo foi usado durante muito tempo em relação a grandes servidores, que controlavam centenas ou milhares de terminais burros. Mesmo atualmente, os mainframes continuam em moda, com vários processadores vários gigabytes de memória RAM, etc. Mas, ao invés de servirem terminais burros, estes mainframes são usados como servidores Web, ou em tarefas que demandam muito processamento.
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Malware
Malicious Software, software malicioso. Corresponde a programas criados com a intenção de invadir sistemas, ou causar algum tipo de dano. Exemplos são trojans, vírus, backdoors, etc.
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MAN
Metropolitan Area Network. Uma rede que abrange uma cidade inteira. Veja também LAN e WAN  
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Man Pages
Estas são as páginas de ajuda, encontradas na maior parte das distribuições do Linux. Se você tiver dúvida sobre como usar o comando "mount" por exemplo, basta digitar, "man mount". O mesmo recurso pode ser usado com relação à qualquer outro comando, sempre que precisar de ajuda.
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Mapear
Numa rede é o processo de selecionar manualmente uma unidade de disco, impressora ou outro recurso de rede compartilhado que será acessado pelo sistema. Ao selecionar a função "mapear uma unidade de rede" dentro do Windows por exemplo você deverá indicar uma unidade de disco compartilhada por outra máquina que passará a ser acessada como um disco local.
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Máscara de sub-rede
Este é um parâmetro na configuração do protocolo TCP/IP (independentemente do sistema operacional usado). Ao contrário do endereço IP, que é formado por valores entre 0 e 255, a máscara de sub-rede é formada por apenas dois valores: 0 e 255, como em 255.255.0.0 ou 255.0.0.0. onde um valor 255 indica a parte endereço IP referente à rede, e um valor 0 indica a parte endereço IP referente ao host.
A máscara de rede padrão acompanha a classe do endereço IP: num endereço de classe A, a máscara será 255.0.0.0, indicando que o primeiro octeto se refere à rede e os três últimos ao host. Num endereço classe B, a máscara padrão será 255.255.0.0, onde os dois primeiros octetos referem-se à rede e os dois últimos ao host, e num endereço classe C, a máscara padrão será 255.255.255.0 onde apenas o último octeto refere-se ao host. Mas, afinal, para que servem as máscaras de sub-rede então? Apesar das máscaras padrão acompanharem a classe do endereço IP, é possível "mascarar" um endereço IP, mudando as faixas do endereço que serão usadas para endereçar a rede e o host. O termo "máscara de sub-rede" é muito apropriado neste caso, pois a "máscara" é usada apenas dentro da sub-rede. Veja por exemplo o endereço 208.137.106.103. Por ser um endereço de classe C, sua máscara padrão seria 255.255.255.0, indicando que o último octeto refere-se ao host, e os demais à rede.
Porém, se mantivéssemos o mesmo endereço, mas alterássemos a máscara para 255.255.0.0 apenas os dois primeiros octetos (208.137) continuariam representando a rede, enquanto o host passaria a ser representado pelos dois últimos (e não apenas pelo último).
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