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10Base-2
Os cabos 10Base-2, também chamados de cabos coaxiais finos, ou cabos thinnet, são os cabos coaxiais usados em redes Ethernet de 10 Megabits. seu diâmetro é de apenas 0.18 polegadas, cerca de 4.7 milímetros, o que os torna rasoavelmente flexíveis. O "10" da sigla 10Base-2, significa que os cabos podem transmitir dados a uma velocidade de até 10 megabits por segundo, "Base" significa "banda base" e se refere a distância máxima para que o sinal pode percorrer através do cabo, no caso o "2" que teoricamente significaria 200 metros, mas que na prática é apenas um arrendodamento, pois nos cabos 10Base-2 a distância máxima utilizável é de 185 metros. Usando cabos coaxiais não é necessário utilizar um hub, mas em compesação a velocidade da rede fica limitada a apenas 10 megabitis. Outro problema é que esta topologia é muito sucepitível a problemas de mal contato, principalmente em redes com mais de 5 PCs. ::

10Base-T
Este é o padrão de redes Ethernet de 10 megabits, onde são utilizados cabos de par trançado. O 10 no nome indica justamente a velocidade máxima de transmissão de dados.
Apesar de 10 megabits corresponderem a 1.25 megabytes por segundo, na prática a velocidade de transmissão dificilmente ultrapassa os 800 kb/s, pois junto com os dados são transmitidos sinais de modulação, bits de correção de erros etc. As placas de 10 megabits já caíram em desuso a algum tempo, pois todas as placas PCI atuais transmitem a 100 megabits. Apesar disso, as placas de 100 megabits mantém compatibilidade com o padrão anterior.
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100Base-TX
Este é o padrão para redes Ethernet de 100 megabits. A topologia da rede é igual à do padrão 10 Base-T, com um hub central e cabos de par trançado. A grande vantagem é a maior velocidade de transmissão, que faz uma grande diferença ao transferir grandes arquivos. As placas 100 Base-TX também são capazes de operar a 10 megabits, caso sejam conectadas a um hub antigo, por isso também são chamadas de placas 10/100. ::

1 T-SRAM
É uma tecnologia que permite construir chips de memória cache com apenas um transístor por bit (como na memória RAM tradicional) em contraste com os vários transístores utilizados para construir cada bit da memória cache tradicional. Os transístores são organizados da mesma maneira que num chip de memória cache, permitindo que o sistema mantenha tempos de acesso bastante baixos, quase tão bons quanto num chip de memória cache "de verdade". Em compensação, continua existindo a necessidade de reescrever os dados periodicamente e a cada leitura, como na memória RAM. No final das contas temos um tipo de memória cache um pouco mais lento, que consome mais energia, mas que em compensação é muito mais barato de se produzir.
Esta tecnologia foi desenvolvida no início dos anos 80 e ficou esquecida durante muitos anos, até a HP ressuscitar a idéia no seu processador PA-8800 que traz nada menos que 32 MB de cache L2 embutidos no mesmo cartucho do processador (como no Pentium II), uma quantidade que só pôde ser obtida graças ao uso da tecnologia.
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2.5G
A primeira geração de celulares ou 1G, ainda composta por modelos analógicos, surgiu durante a década de 70, se popularizou durante a década de 80 e continuou sendo usada durante boa parte da década de 90. Os celulares analógicos são pouco mais sofisticados que os aparelhos de rádio amador e não são muito adequados para a transmissão de dados. No início da década de 90 surgiram os celulares digitais, a segunda geração, ou 2G, composta pelos padrões CDMA, TDMA e GSM. Apesar de já trabalharem com transmissões digitais, a velocidade de transmissão de dados é muito baixa. Que o digam os usuários do Wap.
Os celulares 2.5G representam uma grande evolução em termos de transmissão de dados, pois utilizam transmissão por pacotes, o que significa que os celulares ficam constantemente conectados à Web e o usuário paga apenas pelos dados transmitidos, ao contrário do Wap, onde é cobrado por minuto de conexão. Outra vantagem do 2.5G é a maior velocidade. O padrão que está sendo implantado no Brasil permite a transmissão de dados a 144 kbps.
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2U case
Este é o formato de gabinete mais usado por servidores, pois é bastante compacto, o que significa uma grande economia no custo de hospedagem em data centers, onde paga-se por espaço ocupado. Um gabinete 2U tem 16,8 cm de altura e mede 42,65 x 45,4 centímetros. Apesar de bem menor que um gabinete normal, ele acomoda um servidor com dois processadores, até três placas PCI (encaixadas na horizontal, com a ajuda de um Riser) e até quatro HDs. Por causa do pequeno espaço esta não é a melhor solução do ponto de vista da refrigeração, daí a necessidade dos data centers terem o ambiente refrigerado.
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32-bit RIMM
Os módulos de memória Rambus utilizados no Pentium III e no Pentium 4 são módulos de memória com um barramento de apenas 16 bits (contra os 64 bits de um módulo de memória SDRAM ou DDR), mas em compensação são capazes de operar a frequências muito altas, 800 MHz no padrão original e até 1066 MHz no mais recente, o que equilibra a balança. A partir do Pentium 4 (com o chipset i850) a Intel adotou uma arquitetura dual Rambus, onde os módulos são utilizados em pares, formando um barramento de 32 bits. Apesar da medida ter dobrado a velocidade de acesso à memória, trouxe a desvantagem de ter de utilizar dois módulos de memória ao invés de um, o que acaba saindo mais caro. Os módulos RIMM de 32 bits são um novo padrão que promete resolver este problema, trazendo de volta a flexibilidade de podermos utilizar os módulos de memória livremente.
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3Dfx
Fabricante das placas de vídeo Voodoo. Foi uma das primeiras companhias a lançar placas de vídeo 3D e dominou o mercado durante algum tempo., mas acabou sendo comprada pela Nvidia em Dezembro de 2000, depois de atrasar muito o lançamento das placas Voodoo 4 e Voodoo 5, que quando foram finalmente lançadas não eram mais páreo para a GeForce da nVidia. Entre as placas e chipsets lançados pela 3dfx estão o Voodoo e Voodoo 2, usados em placas de vários fabricantes (como por exemplo as placas Monster 1 e Monster 2), e as placas Voodoo 3, Voodoo 4 e Voodoo 5, fabricadas exclusivamente pela 3Dfx.
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3D-Now!
O processador K6 da AMD tinha um bom desempenho em números inteiros, mas ao mesmo tempo um coprocessador aritmético bastante fraco, que comprometia seu desempenho em jogos e aplicativos gráficos.
Desenvolver um projeto de coprocessador aritmético demora anos. Por isso, a AMD optou por uma solução elegante para tentar corrigir este problema no K6-2. Seguiu o exemplo da Intel e incorporou novas instruções ao seu processador, o conjunto 3D-Now!, formado por 27 novas instruções que têm como objetivo agilizar o processamento de imagens tridimensionais, funcionando em conjunto com uma placa aceleradora 3D. Como acontece com as instruções MMX, é necessário que o software usado faça uso do 3D-Now!, caso contrário não existe ganho algum.
O conjunto 3D-Now! Foi aperfeiçoado no Athlon e a partir do Athlon XP ganhou mais instruções, tornando-se compatível também com as instruções SSE do Pentium III. Com o reforço, o 3D-Now! passou a ser chamado de 3D-Now! Professional.
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3G
Os celulares de terceira geração, ou 3G estão começando a serem implantados no Japão e devem ainda demorar mais alguns anos para chegarem ao Brasil, onde ainda estamos vendo a transição do 2G para o 2.5G.
O principal atrativo deste novo padrão é a maior velocidade de transmissão de dados. Estamos falando de 2 megabits, contra apenas 14.4 k do Wap e 144 k dos celulares 2.5G.
Além de oferecerem acesso rápido à Web, os celulares 3G poderão ser utilizados para realizar videoconferência e para streaming de vídeo (clipes, seriados, etc.). De fato, vários protótipos de celulares 3G trazem chips decodificadores de vídeo em MPEG 2 ou MPEG 4, telas coloridas de alta resolução e câmeras de videoconferência.
Assim como no 2.5G a transmissão de dados é feita através de pacotes, o que significa que o celular fica continuamente conectado à Web e o usuário paga apenas pelos dados transmitidos.
Um detalhe importante é que os 2 megabits são compartilhados entre todos os celulares cobertos por cada torre, o que significa uma velocidade muito mais baixa na prática, principalmente nos horários de maior movimento.
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