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- V -
V.22
Padr�o da ITU para modula��o de dados, usado por modems anal�gicos na
transmiss�o a 1.200 bps. Equivale ao padr�o Bell 212 A, por�m n�o s�o
compat�veis.
V.32
Padr�o da ITU para modula��o de dados, usado por modems anal�gicos nas
transmiss�es a 4.800 bps e a 9.600 bps.
V.34
Padr�o da ITU para modula��o de dados, usado por modems anal�gicos nas
transmiss�es a 28.800 bps, 24.000bps e 19.200 bps. Possui compatibilidade com
modems V.32 e V.32 Bis.
V.34+
Padr�o da ITU para modula��o de dados, usado por modems anal�gicos nas
transmiss�es a 33,600 bps, 28.800 bps, 24.000bps e 19.200 bps. Possui
compatibilidade com modems V.32 e V.32 Bis.
V.90
Padr�o da ITU para modula��o de dados, usado por modems anal�gicos nas
transmiss�es a 56 Kbps. Um detalhe importante � que os modems de 56 Kbps
(V.90) s� atingem, no m�ximo, 53 Kbps, pois esta � a velocidade m�xima com
que os circuitos comutadores das centrais telef�nicas trabalham. Al�m disto,
esta taxa s� � obtida no sentido de recep��o (donwload). No sentido de
transmiss�o (upload) a velocidade m�xima � de 33.600 bps.
V.92
Padr�o da ITU mais recente para modula��o de dados, usado pelos modelos mais
recentes de modems anal�gicos nas transmiss�es a 56 Kbps. Um detalhe
importante � que os modems de 56 Kbps (tanto V.90 quanto V.92) s� atingem, no
m�ximo, 53 Kbps, pois esta � a velocidade m�xima com que os circuitos
comutadores das centrais telef�nicas trabalham. Al�m disto, esta taxa s� �
obtida no sentido de recep��o (donwload). No sentido de transmiss�o (upload)
a velocidade m�xima � de 48 Kbps, sendo esta a diferen�a do padr�o V.92 para
o V.90 (no V.90 a taxa m�xima de upload � de 33.600 bps). Mas o provedor de
acesso tem que ser compat�vel com o padr�o V.92 para esta taxa maior poder ser
usada, caso contr�rio o modem funcionar� como se fosse um modem V.90 comum.
VAR
Value-Added Reseller - Revendedor com Valor Agregado
Uma empresa que pega produtos de outras empresas e os modificam para uma
determinada aplica��o e vendem o produto como sendo uma aplica��o sua.
VDSL
Very High Bit Rate Digital Subscriber Line - Linha Digital Com Taxa de Transfer�ncia
Muito Alta
Padr�o de tecnologia de linha telef�nica digital da fam�lia xDSL.
Considerada a mais r�pidas de todas as tecnologias xDSL, pode atingir taxas m�ximas
te�ricas entre 13 e 52 Mbps para downloads (recep��o) e de 1,5 a 2,3 Mbps
para uploads (transmiss�o).
Fisicamente � formada por apenas um par de fio de cobre, que deve ter entre 300
e 1.370 metros de distancia do ponto de instala��o da linha at� a central
telef�nica.
VEPD
VIA Embedded Plataform Division - Divis�o de Plataformas Integradas da VIA
Divis�o da empresa VIA Technologies que lida com sistemas altamente integrados
("tudo on-board") para diversas aplica��es.
VESA
Video Electronics Standards Association - Associa��o de Padr�es de V�deo
Eletr�nico
Associa��o entre fabricantes de placas de v�deo e de monitores para
desenvolver padr�es de v�deo.
A VESA j� desenvolveu uma fam�lia de padr�es que oferecem mais resolu��o e
cores que a VGA. O conjunto � conhecido como Super VGA. A VESA tamb�m
desenvolveu um tipo de barramento chamado VESA Local Bus ou simplesmente VLB,
que foi usado na �poca do 486.
VGA
Video Graphics Array ou Video Graphics Adapter - Arranjo de V�deo Gr�fico ou
Adaptador de V�deo
(1) Padr�o de v�deo lan�ado pela IBM em conjunto com o seu computador PS/2. O
padr�o VGA tem resolu��o m�xima de 640 x 480 pixels com 16 cores simult�neas,
de uma palheta de 262.144 cores poss�veis. Em modo texto seus caracteres s�o
apresentados em uma matriz de 9x16 pixels. As placas VGA usam um conector de 15
pinos f�mea. Para funcionar, precisar ser ligadas a um monitor VGA ou Super
VGA. Monitores de outros padr�es (MDA, CGA, EGA, etc) n�o funcionam em
conjunto com este padr�o.
(2) Sin�nimo de placa de v�deo.
VIVO
Video In, Video Out - Entrada e Sa�da de V�deo
VIVO � sin�nimo para captura de v�deo, sendo um recurso presente em alguns
modelos de placas de v�deo. Atrav�s da captura de v�deo � poss�vel
transferir para o PC e converter para arquivo no formato digital (AVI, MPEG,
etc) v�deos originalmente gravados analogicamente (VHS, TV, c�meras anal�gicas,
etc).
VLB
VESA Local Bus - Barramento Local VESA
Tipo de slot de alto desempenho criado pela VESA (Video Electronics Standards
Association), antes dos slots PCI terem sido criados.
Na �poca, o tipo de slot mais usado no PC era o ISA, que tinha uma taxa m�xima
de transfer�ncia de apenas 8 MB/s. A VESA queria que os PCs tivessem uma conex�o
com a placa de v�deo mais r�pida. O slot VLB era uma extens�o de alta
velocidade do barramento ISA.
O slot VLB � conectado diretamente ao barramento externo do processador. Com
isto, seu desempenho � o mesmo do barramento local do processador. Por exemplo,
em um 486DX-33, 486DX2-66 ou 486DX4-100, onde o barramento local roda a 33 MHz x
32 bits (132 MB/s), o slot VLB ter� estas mesmas caracter�sticas. J� em um
486DX-25, 486DX2-50 ou 486DX4-75, o barramento local rodar� a 25 MHz x 32 bits
(100 MB/s), j� que estas s�o as caracter�sticas do barramento externo destes
processadores.
O slot VLB teve vida curta justamente por ser conectado diretamente ao
barramento externo do processador: caso um novo padr�o de barramento fosse lan�ado,
o VLB teria de ser redesenhado. Foi o que ocorreu quando o processador Pentium
foi lan�ado, pois este processador ter um barramento externo de 64 bits e n�o
mais 32 bits como ocorria com o 386 e com o 486.
Foram lan�ados basicamente tr�s tipos de placas perif�ricas VLB: placas de v�deo,
placas de rede e placas para conex�o de discos r�gidos (IDE e SCSI).
Este barramento acabou sendo substitu�do pelo PCI, quando este foi lan�ado.
VPSD
Divis�o criada pela empresa VIA Technologies para a fabrica��o de
placas-m�e. Aparentemente a VIA desistiu de fabricar placas-m�e, e voltou sua
aten��o para a produ��o de placas altamente integradas para solu��es como
quiosques de atendimento. Com isto, a sua divis�o VPSD foi renomeada para VEPD.
VRAM
(1) Tipo de mem�ria criada especialmente para placas de v�deo que tem duas
portas. Com isto, o processador da m�quina pode gravar dados na mem�ria de
v�deo ao mesmo tempo em que o processador de v�deo pode ler dados da mem�ria
de v�deo. Normalmente as mem�rias s� t�m uma porta, o que faz com que apenas
um dispositivo possa ler ou escrever dados por vez.
(2) Sin�nimo de mem�ria de v�deo, mem�ria RAM que est� fisicamente
localizada na placa de v�deo.
VRM
Voltage Regulator Module - M�dulo Regulador de Voltagem
As placas-m�e possuem um regulador de voltagem, de forma a converterem a tens�o
de alimenta��o fornecida pela fonte (5 V ou 3,3 V) para a tens�o requerida
pelo processador, que normalmente � menor que a tens�o fornecida pela fonte.
Na �poca das placas-m�e soquete 7 e slot 1, os fabricantes decidiram colocar
um conector chamado VRM na placa-m�e, para que, caso no futuro fosse lan�ado
um processador cuja tens�o de alimenta��o o circuito regulador da placa-m�e
n�o conseguisse fornecer, um m�dulo regulador de tens�o instalado neste
conector passaria a ser respons�vel por converter a tens�o da fonte na tens�o
requerida pelo processador, desabilitando o circuito regulador da placa-m�e.