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:. Sala Limpa
Veja: Clean Room

:. Samba
Um software livre bastante popular que permite compartilhar recursos, como impressoras,arquivos, etc. de um servidor Linux (entre outras plataformas suportadas) com clientes rodando Windows. Permite substituir um servidor Windows em muitas situa��es, uma economia consider�vel. http://www.samba.org/
A primeira vers�o do Samba, disponibilizada em 1992 foi escrita por Andrew Tridgell, um Australiano que na �poca era estudante de ci�ncias da computa��o. Como na �poca a especifica��o do SMB utilizada pela Microsoft ainda era fechada, o Andrew desenvolveu um pequeno programa, batizado de clockspy, para examinar os pacotes de dados enviados por uma m�quina Windows e assim ir implementando uma a uma as chamadas de sistema utilizadas, um trabalho extremamente complexo para ser feito por uma �nica pessoa.
O resultado foi um programa que rodava no Solaris e era capaz de responder �s chamadas SMB como se fosse um servidor Windows. Este arquivo ainda pode ser encontrado em alguns dos FTPs do Samba.org, com o nome �server-0.5�.
O objetivo desta primeira vers�o era apenas resolver um problema dom�stico, interligar um PC rodando o Windows 3.1 ao servidor Solaris. Na �poca isso j� era poss�vel utilizando um dos clientes NFS comerciais para DOS, mas Andrew precisava de suporte a NetBIOS para o um dos aplicativos que pretendia utilizar, o WindX, um servidor X para Windows, que permitia rodar aplicativos via rede a partir do servidor Unix. At� a� o objetivo era apenas fazer o programa funcionar, n�o criar um sistema de compartilhamento de arquivos.
Depois de algum tempo Andrew recebeu um e-mail contando que o programa tamb�m funcionava com o LanManager da Microsoft, permitindo compartilhar arquivos de um servidor Unix com m�quinas rodando o DOS. Andrew s� acreditou depois de testar, mas ficou t�o maravilhado com o que havia conseguido que criou o projeto �NetBios for Unix�, e come�ou a recrutar volunt�rios atrav�s da usenet. Mais tarde o projeto passou a usar o nome Samba, que foi adotado n�o em apologia ao Carnaval, mas apenas por que � uma das poucas palavras que possui as letras SMB.
Em 94 a Microsoft liberou as especifica��es do SMB e do NetBios, o que permitiu que o desenvolvimento do Samba desse um grande salto tanto em recursos quanto em compatibilidade, passando a acompanhar os novos recursos adicionados no protocolo da Microsoft, que novamente deixaram de ser abertos.
Hoje al�m de ser quase 100% compat�vel com os recursos de rede do Windows 98 e 2000 o Samba � reconhecido por ser mais r�pido que o pr�prio Windows na tarefa de servidor de arquivos.

:. Sampling
Amostragem, processo de convers�o de um som anal�gico para digital. S�o extra�das amostras do som. Quanto mais amostras por segundo, mais fiel ser� o som digitalizado, por�m maior ser� o arquivo gerado.

:. Sampling Rate
Veja: Taxa de Amostragem

:. Samuel 1
Processador desenvolvido pela Cyrix. No come�o, o projeto chamava-se Jedi, at� que a Lucas Film advertiu a Cyrix sobre o fato do nome ser uma marca registrada. Resolveram ent�o mudar o nome do chip para Gobi, que logo depois foi novamente mudado para Cayenne.
A indecis�o durou at� que a Via comprou a Cyrix, foi quando o projeto ganhou seu nome definitivo, Joshua. Apesar da hist�ria conturbada, o Joshua n�o passou de um mero coadjuvante, pois nem chegou a ser lan�ado. O Joshua tinha 64 KB de cache L1 e 256 KB de cache L2, ambos operando na mesma freq��ncia do processador. O problema era que esta combina��o resultou num processador caro de se produzir, que n�o podia concorrer com o Celeron e Duron, que al�m de serem mais r�pidos, seriam mais baratos. O Samuel 1 foi a primeira tentativa da Cyrix de produzir um processador mais barato, vinha com 128 KB de cache L1, mas 0 de cache L2, era mais barato mas era ainda mais lento que o Joshua.... mais um que voltou para a prancheta.

:. Samuel 2
Outro processador desenvolvido pela Cyrix. Este chegou a ser lan�ado com o nome de "Cyrix III", apesar de novamente ter feito pouco sucesso. Tem 128 KB de cache L1 e 64 KB de cache L2. Custava mais que um Duron, por�m era um pouco mais barato que um Celeron, existiu em vers�o �nica de 700 MHz.
Mantendo a tradi��o da confus�o de nomes, este projeto tamb�m foi chamado de Jalapeno e Mojave durante os est�gios iniciais. No in�cio de 2001 a Cyrix mudou o nome comercial do processador para C3, manteve a t�cnica de produ��o de 0.15 m�cron e o relan�ou em vers�es de 650 a 800 MHz. O processador continua tendo um desempenho inferior tanto ao Duron quanto ao Celeron, mas traz a vantagem de consumir menos eletricidade e custar mais barato.

:. Scanner
Dispositivo usado para digitalizar imagens. existem v�rios tipos de scanners: scanners de m�o, de mesa, de p�gina, etc. Os scanners tamb�m diferenciam-se pela resolu��o, medida em DPI. Alguns modelos escaneiam a 300 DPI, outros a 600, alguns scanners topo de linha atingem 1200 ou at� 2400 DPI. Al�m da resolu��o "real" existe tamb�m a resolu��o interpolada, que pode ser de 4800 DPI, 9600 ou at� 19600 DPI.

:. Scatternet
Veja: Piconet

:. Script Kit � um termo pejorativo, usado em rela��o a "hackers" que por n�o terem grande conhecimento t�cnico, usam scripts prontos, "receitas de bolo", para invadir sistemas ou fazer baderna.

:. SCSI
Small Computer System Interface. Um padr�o de barramento para a conex�o de discos r�gidos, CD-ROMs, scanners, impressoras e v�rios outros dispositivos. As controladoras e discos SCSI s�o superiores �s IDE em v�rios aspectos, por�m n�o s�o t�o populares devido ao pre�o. Uma Ferrari � muito melhor que um Gol, mas n�o � t�o vendida, justamente por ser mais cara e pelas pessoas normalmente n�o precisarem de um carro t�o r�pido. Similarmente, do ponto de vista de um usu�rio dom�stico, as vantagens do SCSI n�o justificam seu alto pre�o. Mas em micros de alto desempenho, como servidores de rede, o uso do SCSI � quase obrigat�rio.
Numa controladora SCSI, podemos usar at� 15 dispositivos simultaneamente (j� que um ID � usado pela pr�pria controladora) sem que haja degrada��o de performance, como acontece quando usamos mais de um dispositivo IDE numa mesma controladora. Outra grande vantagem do SCSI, � uma menor utiliza��o do processador quando o HD � acessado, justamente porque praticamente todo trabalho � executado pelos pr�prios discos (sob orienta��o da controladora), e n�o pelo processador. Basicamente, o processador precisa apenas informar � controladora, quais dados devem ser transferidos, onde estes dados est�o gravados e para onde eles ser�o transferidos, para que a controladora possa fazer o restante do trabalho, avisando ao processador quando tiver terminado. Durante este tempo, o processador ficar� livre para executar outras tarefas. Embora as interfaces IDE UDMA tamb�m ofere�am este recurso, ele � implementado de maneira muito mais transparente e eficiente nas controladoras SCSI.

:. SDRAM
Synchronous DRAM, o tipo de mem�ria mais utilizada atualmente, encontrada na forma de m�dulos DIMM. As mem�rias SDRAM operam sempre sincronizadas com a freq��ncia da placa m�e, o que explica a exist�ncia de m�dulos PC-66, PC-100 e PC-133, que indicam a freq��ncia m�xima suportada por cada um.

:. Segmento (de rede)
Os hubs apenas retransmitem todos os dados que chegam para todas as esta��es. Com isto, apenas uma esta��o pode transmitir de cada vez. Isto n�o chega a ser um problema em redes pequenas ou onde o tr�fego de dados � pequeno, mas passa a ser um inc�modo cada vez maior conforme a rede cresce. Para melhorar a velocidade da rede, diminuindo o n�mero de colis�es e permitindo que v�rias esta��es possam transmitir dados (desde que n�o para o mesmo destinat�rio) podemos utilizar switches ou roteadores, que dividem a rede em v�rios segmentos e s�o capazes de ler os pacotes de dados e envi�-los apenas ao destinat�rio correto.
Se por exemplo temos uma rede de 48 PCs, onde temos um Hub para cada 6 PCs e um switch interligando os Hubs, temos uma rede dividida em 6 segmentos. Dentro de cada segmento, controlado por um Hub, apenas uma esta��o pode transmitir de cada vez, mas nada impede que uma esta��o no segmento 1 possa transmitir dados para outra no segmento 2 ao mesmo tempo em que uma esta��o do segmento 3 transmite dados para outra no segmento 6, pois o Switch se encarrega de isolar o tr�fego entre os segmentos. Tamb�m seria poss�vel substituir todos os hubs por switchs, o que acabaria com o problema de tr�fego, mas em compensa��o custaria bem mais caro.

:. Serial
Uma comunica��o serial � feita quando os bits s�o enviados um por vez. � o que acontece por exemplo nas portas seriais, que utilizamos para conectar mouses e outros perif�ricos. Em contraste, existem os barramentos que transmitem v�rios bits de cada vez, como a porta paralela, usada pela impressora, que transmite 8 bits por vez. Gra�as a isto a porta paralela transmite at� 1.5 Megabytes por segundo (ECP) contra apenas 115 kbits de uma porta serial. Outro exemplo s�o as interfaces IDE, usadas por HDs, CD-ROMs e outros perif�ricos, que utilizam 40 vias de dados e transmitem at� 100 megabytes por segundo (ATA 100). Mas, as interfaces seriais tem a vantagem de serem mais simples e justamente por isso bem mais baratas. Al�m disso, novas tecnologias est�o possibilitando o desenvolvimento de interfaces seriais mais r�pidas. Um exemplo � o padr�o Serial ATA que vem sendo desenvolvido pela Intel, que promete transmiss�es de dados a 150 Megabytes por segundo.

:. Serial ATA
Este novo padr�o t�m tudo para substituir as interfaces IDE atuais como meio de conex�o de HDs de CD-ROMs. O Serial ATA � um barramento serial que utiliza cabos de 4 vias, com conectores min�sculos, ao contr�rio dos cabos de 80 vias utilizados pelas interfaces ATA 66 ou ATA 100 atuais. A primeira gera��o de interfaces serial ATA � capaz de transmitir dados a 150 MB/s, mas em breve devem surgir padr�es ainda mais r�pidos. Este padr�o v�m sendo impulsionado gra�as � ajuda da Intel, que v�m mobilizando os fabricantes a abandonar o uso de interfaces de legado, que incluem n�o apenas as antigas interfaces IDE, mas tamb�m os drives de disquetes, portas seriais e paralelas, etc. Os substitutos s�o as interfaces Serial ATA, portas USB 2.0 (para a conex�o de gravadores de CD e outros perif�ricos externos r�pidos), USB (para a conex�o de perif�ricos lentos), Bluetooth (conex�o sem fio com teclados, mouses, e outros perif�ricos externos), IEEE 802.11b (rede sem fio), etc.

:. Server Farm

Fazenda de servidores. Um conjunto de servidores ligados em rede que dividem tarefas, atuando como se fossem um �nico grande servidor. Existem v�rios m�todos para conseguir esta fa�anha, um � o balanceamento de carga, onde alguns servidores ficam encarregados de distribuir as solicita��es entre os demais, fazendo com que cada um receba apenas um pequeno n�mero de solicita��es, dentro de sua capacidade. Este � um procedimento muito comum em fazendas de servidores Web.
Outra possibilidade � montar um cluster beowulf, onde os v�rios servidores dividem processamento relacionado a uma �nica grande tarefa. Esta solu��o � muito usada em institui��es de pesquisa, previs�o do tempo, simula��es, etc.

:. Service Pack
Um upgrade que corrige bugs ou defici�ncias do programa e em alguns casos tamb�m adiciona novos recursos. A maioria dos softwares recebe atualiza��es, mas nem todas as empresas usam este termo para descreve-las. O exemplo mais comum � a Microsoft, com seus services packs para o Windows NT, Windows 2000, Office, etc. Outro exemplo famoso � a IBM. Os services packs podem ser baixados via web ou comprados em CD por um pre�o m�dico, j� que a rigor s�o atualiza��es gratu�tas.

:. Servidor
Veja: Host

:. Servidor de alta densidade
Hoje em dia, uma boa parte dos servidores do mundo ficam hospedados em data centers, locais com uma infra estrutura pr�xima do perfeito, onde paga-se pelo espa�o ocupado. Para economizar dinheiro, muitas empresas optam por servidores de alta densidade, m�quinas com v�rios processadores, muita mem�ria, etc. tudo dentro de um pequeno gabinete. Neste tipo de servidor s�o usados processadores que dissipam pouco calor, como os Cruso� da Transmeta, ou mesmo processadores Pentium III. Os processadores Athlon e Pentium 4 ainda s�o raros, pois sua dissipa��o de calor � muito alta, dificultando o resfriamento do equipamento.

:. Servidor de arquivos
Computador de disponibiliza arquivos atrav�s da rede. Existem dois tipos de servidores de arquivos, o servidor dedicado, que executa apenas esta tarefa, e o n�o dedicado, que al�m de disponibilizar arquivos executa outras fun��es. Um micro usado pela secret�ria, mas que ao mesmo tempo compartilha arquivos na rede � um exemplo de servidor n�o dedicado.

:. Setor de boot
Veja: Boot Sector

:. SGRAM
Synchronous Graphics Ramdom Access Memory. A SGRAM � um tipo de mem�ria SDRAM otimizada para o uso em placas de v�deo, que apesar de possuir apenas uma entrada de dados, pode ser dividida em duas p�ginas de mem�ria.
Como ambas as p�ginas podem ser acessadas ao mesmo tempo, simulamos uma dupla entrada de dados. O maior problema com as mem�rias SGRAM � o fato de n�o suportarem freq��ncias de opera��o muito altas o que dificulta seu uso nas placas de v�deo 3D mais r�pidas. O mais comum atualmente em placas de v�deo � o uso de mem�rias SDRAM comuns, ou ent�o de mem�rias DDRSDRAM, em teoria duas vezes mais r�pidas.

:. Shadow Mask
Este � um componente usado para melhorar a qualidade de imagem de monitores CRT. A Shadow Mask nada mais � do que uma fina folha met�lica, instalada dentro do tubo de imagem, que possui pequenos furos, que coincidem com as c�lulas de f�sforo do monitor. A m�scara isola cada uma das c�lulas, permitindo que o feixe de el�trons atinja apenas a c�lula correta, sem que nenhum resqu�cio da carga chegue at� as vizinhas. Sem esta folha, as imagens dos nossos monitores seriam bem menos n�tidas. Atualmente existem duas tecnologias alternativas para a constru��o desta folha, chamadas de Aperture Grill e Slotted Mask.

:. Shareware
Programa que tem todas as fun��es da vers�o completa, mas s� funciona por um certo tempo. Serve para que os interessados possam testar o programa antes de compr�-lo.

:. ShareWare (2)
Uma tecnologia de redes sem fio, baseada no padr�o IEEE 802.11b que � otimizada para o tr�fego de conte�do multim�dia. Os dispositivos desta arquitetura de rede s�o capazes de identificar pacotes de dados de arquivos de �udio e v�deo e dar a eles prioridade de transmiss�o sobre os demais, evitando qualquer falha na reprodu��o. A id�ia � que o fato de uma p�gina web demorar um pouco mais para carregar ou a transfer�ncia de um arquivo demorar um pouco mais para terminar, incomodar� menos do que interrup��es no meio de um filme interessante ou no meio da sua m�sica preferida.

:. Sharptooth
Esta nada mais � do que o extinto K6-3, que existiu em vers�es de 400 e 450 MHz. O K6-3 nada mais era que um K6-2 turbinado, que vinha com 256 KB de cache L2 on-die, aproveitando o cache da placa m�e como cache L3. Al�m de caro, o K6-3 conservava os problemas de desempenho em jogos do K6-2, aplicativos em que o cache mais r�pido ajudava muito pouco. O K6-3 saiu de linha pouco depois do lan�amento do Athlon.

:. Shell
Em sistemas derivados do Unix, o Shell � o componente do sistema que fornece a interface em modo texto, convertendo os comandos dados pelo usu�rio nas instru��es entendidas pelo kernel do sistema.

:. Shell Script
� poss�vel fazer uma analogia tosca entre os shell scripts do Linux e os arquivos de lote do MSDOS, j� que ambos permitem executar um conjunto de comandos. Mas, as semelhan�as param por a�, j� que ao criar um shell script voc� ter� muito mais recursos do que num simples arquivo .bat. Os shell scripts podem ser usados para automatizar qualquer tipo de tarefa feita atrav�s do terminal do Linux e podem ser executados sempre que for aberto um terminal, ou serem disparados com algum comando espec�fico.

:. Silicon-on-insulator (SOI)
Uma tecnologia desenvolvida pela IBM, que permite usar uma camada mais fina de sil�cio na produ��o dos trans�stores do processador, com isso, o sinal el�trico passa a ter um isolamento bem melhor, melhorando sua estabilidade e diminuindo o n�vel de interfer�ncias. Basicamente, ao inv�s do Waffer de sil�cio tradicional, temos um Waffer de material isolante, coberto por uma fin�ssima camada de sil�cio, com menos de um m�cron de espessura. O processador � constru�do normalmente sobre esta camada de sil�cio, mas, gra�as ao material isolante, passa a ter uma enorme vantagem do ponto de vista do consumo el�trico e da dissipa��o t�rmica. O material isolante impede que os impulsos el�tricos usados para mudar o estado dos trans�stores e fazer o processador funcionar, sejam absorvidos pelo sil�cio, como acontece nos processadores atuais. Com o isolamento, os sinais el�tricos podem ser bem mais fracos, o que economiza energia, que fatalmente seria transformada em calor. Convenhamos, com alguns modelos do Athlon consumindo acima de 70 Watts, ser� um avan�o importante.
O AMD Barton, que dever� ser lan�ado no final de 2002 ser� um Athlon Turbinado, que gra�as ao uso desta tecnologia provavelmente chegar� perto da casa dos 3.5 GHz, sendo produzido numa t�cnica de 0.13 m�cron.

:. SimCity
� provavelmente o jogo mais popular da hist�ria :-) A id�ia � sempre administrar algo. Nas primeiras vers�es o jogador era o prefeito de uma cidade, com a miss�o de desenvolve-la. Depois, surgiram v�rias vers�es, como o SimAnt, onde ao inv�s de uma cidade, administra-se um formigueiro, entre in�meros outros. Outra vers�o que fez um estrondoso sucesso foi o The Sims, onde o jogador pode controlar pessoas, numa simula��o muito interessante e divertida.

:. SIMM
Single Inline Memory Mode, os m�dulos de 30 e em seguida, de 72 vias usados em micros 386, 486 e Pentium. Veja tamb�m: DIMM.

:. Simputer
Um "Handheld Popular", desenvolvido por um grupo de pesquisadores Indianos. O aparelho tem 32 MB de RAM, processador Arm de 200 MHz e tela monocrom�tica. O mais interessante � a id�ia de uma plataforma de Hardware com um contrato de licen�a semelhante � GNU do Linux.
Qualquer empresa pode produzir o aparelho, sem custos, usando o projeto j� desenvolvido pela Simputer Trust. Para completar, o Simputer roda uma vers�o do Linux, o que al�m de baratear o projeto, garante uma boa safra de programas gratu�tos. http://www.simputer.org/

:. Sistema de arquivos
Um sistema de arquivos � um conjunto de estruturas l�gicas e de rotinas, que permitem ao sistema operacional controlar o acesso ao disco r�gido. Diferentes sistemas operacionais usam diferentes sistemas de arquivos. O Windows 98 por exemplo suporta apenas os sistemas FAT 16 e FAT 32, o Windows 2000 suporta tamb�m o NTFS, que � seu sistema de arquivos nativo. O Linux utiliza o EXT2 como sistema nativo, mas tamb�m tamb�m suporta outros sistemas.
Assim como os sistemas operacionais, os sistemas de arquivos est�o em constante evolu��o. O NTFS do Windows 2000 traz recursos que n�o existem no NTFS do Windows NT 4, enquanto o EXT2 do Linux em breve dar� lugar ao EXT3, que traz v�rios recursos novos al�m de ter um melhor desempenho.

:. SLA
Service Level Agreement, � um contrato feito entre um ASP, um provedor de solu��es e o cliente. Este tipo de contrato estipula os termos de uso dos softwares ou equipamentos comprados ou alugados, limita��es do suporte t�cnico, garantias de desempenho ou estabilidade, garantia, entre outros.

:. Slave
Escravo. Sempre que conectamos dois HDs na mesma porta IDE, um dever� ser configurado como master (mestre) e outro como slave. O HD configurado como master ser� o usado para dar o boot e receber� a letra C: dentro do Dos/Windows. O slave receber� uma das letras seq�enciais, D:, E:, etc.

:. SledgeHammer
Ser� um processador de 64 bits, destinado ao mercado de servidores, baseado na arquitetura K8, que a AMD vem desenvolvendo. O SledgeHammer se baseia num conceito bem diferente do Itanium da Intel: Se os processadores atuais, todos processadores de 32 bits s�o compat�veis com o DOS e outros sistemas projetados para rodar em processadores de 16 bits, por que n�o criar um processador de 64 bits que continue sendo compat�vel com os programas de 32 bits que temos hoje? O SledgeHammer ter� dois modos de opera��o, no "Legacy Mode" ele ser� compat�vel com todos os programas que temos atualmente, se quiser poder� instalar o Windows 98 e jogar Quake 3 nele.
J� no "Long Mode" o processador assume sua verdadeira identidade como um processador de 64 bits, rodando os novos aplicativos de 64 bits que utilizar�o todos os seus recursos. O SledgeHammer ter� um irm�o menor, o ClawHammer, que ser� baseado na mesma arquitetura, mas ser� um modelo mais barato, destinado ao mercado dom�stico.

:. SLI
Scan Line Interface. Este � um recurso at� hoje in�dito, permitido pelas placas de v�deo Voodoo 2. Existe a possibilidade de instalar duas placas no mesmo micro, que ligadas atrav�s de um cabo passam a trabalhar em conjunto, dividindo o processamento da imagem, e renderizando em paralelo, cada uma cuidando de metade da imagem (uma trabalhando nas linhas pares e a outra nas linhas �mpares).
Na pr�tica, o desempenho quase que dobra. Infelizmente, atualmente as placas 3D evolu�ram tanto, que mesmo duas placas Voodoo 2 em SLI n�o s�o p�reo para uma �nica placa GeForce MX, ATI Radeon ou mesmo uma Matrox G450.

:. SLIP
Serial Line Internet Protocol. Este � um protocolo usado para permitir a comunica��o em rede entre dois computadores, usando uma conex�o via modem. O principal objetivo � fornecer acesso � Internet: seu PC disca para o provedor, estabelece uma conex�o e gra�as ao SLIP o servidor passa a ver seu PC como um n� da rede, fornecendo a conex�o. Apesar de tudo, o protocolo P P P � mais usado, por ser mais vers�til e incluir um algoritmo de corre��o de erros. Em muitos sistemas, � poss�vel escolher qual protocolo usar ao configurar a conex�o via modem, escolhendo entre o P P P e o SLIP. A maioria dos provedores suporta os dois protocolos, mas o P P P garante uma conex�o mais est�vel. Veja tamb�m: P P P

:. Slotted Mask
A Slot Mask t�m a mesma fun��o da Shadow Mask, ou seja, isolar as c�lulas de f�sforo do monitor, evitando que resqu�cios da carga de el�trons destinada a uma c�lula atinjam as vizinhas. Esta folha met�lica � um dos componentes b�sicos de qualquer monitor CRT, uma das grandes respons�veis pela nitidez da imagem. Enquanto na shadow mask temos uma folha met�lica com v�rios orif�cios que coincidem com as c�lulas de f�sforo do monitor, na slotted mask temos orif�cios alongados, que englobam v�rias c�lulas. Esta tecnologia � usada por exemplo nos monitores LG Flatron, e, segundo a LG, permite que os monitores sejam capazes de atingir resolu��es maiores.

:.SmartMedia Este � um formato de cart�o de mem�ria Flash ultra-compacto, desenvolvido pela Toshiba. Os cart�es SmartMedia tem pouco mais da metade do tamanho de um cart�o PCMCIA, mas s�o bem mais finos, da espessura de um cart�o de cr�dito. Os cart�es podem ser instalados em slots SmartMedia, encontrados em algumas c�meras e handhelds, ou num slot PCMCIA tipo II convencional, com a ajuda de um adaptador.

:. SmootVision
Esta � uma tecnologia desenvolvida pela ATI em resposta ao FSAA , encontrado em placas da nVidia. Ambas as tecnologias fazem basicamente a mesma coisa: melhorar a qualidade das imagens atrav�s do uso do Antialising, que suaviza os contornos dos objetos e melhora o aspecto das texturas.
Ao ser ativado o recurso, a placa gera uma imagem 2x, 4x, 6x ou at� 8 vezes maior que a que ser� exibida no monitor (configur�vel atrav�s das propriedades de v�deo) e usa um algoritmo de Antialising para diminuir a imagem aproveitando para substituir os pontos em excesso por pontos com tonalidades aproximadas, que os representem da forma o mais perfeita poss�vel, gerando a imagem que finalmente ser� exibida no monitor.
O por�m de usar este recurso � que o trabalho da placa cresce na mesma propor��o, diminuindo o FPS. A id�ia � utilizar este recurso apenas nos jogos onde o desempenho da placa � muito maior do que o necess�rio para ter um FPS adequado. Por exemplo, uma ATI Radeon 8500 em conjunto com um processador adequado, consegue gerar quase 200 quadros por segundo no Quake 3 a 1024 x 768, um desperd�cio j� que nenhum monitor � capaz de atualizar a imagem nesta velocidade. Ao ativar o SmootVision o n�mero de quadros cai para pouco menos de 80 (2X) ou cerca de 40 (4X), mas em compensa��o nota-se uma grande melhora na qualidade da imagem.

:. SMP
Symmetric Multiprocessing. � um recursos suportado por v�rios processadores, entre eles toda a fam�lia Pentium (I, II e III), o Intel Xeon, Athlon MP, entre muitos outros, que permite usar dois ou mais processadores na mesma placa m�e.
Todos os processadores compartilham a mesma mem�ria RAM e todos os demais perif�ricos do PC, comandados pelo sistema operacional. A vantagem � que a carga de trabalho pode ser distribu�da entre os v�rios processadores, melhorando muito o desempenho em aplicativos intensivos. Para usar este recurso, al�m de uma placa m�e adequada � preciso tamb�m que o pr�prio sistema operacional ofere�a suporte a esta tecnologia. Exemplos de sistemas com suporte a SMP s�o o Linux, Windows 2000, Solaris, Free BSD e Windows NT. Exemplos de sistema sem suporte s�o o Windows 95, 98 e ME.

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