# | A | B | C | D | E | F | G | H | I | J | K | L | M | N | O | P | Q | R | S | T | U | V | X | W | Y | Z :.
- K - Página Inicial
K5
Até o 486 a AMD
licenciava os projetos de processadores da Intel, os produzia e os vendia sob
sua própria marca, mediante o pagamento de royalties. Mas, a partir do Pentium,
a Intel parou delicenciar seus processadores e, para manter-se no mercado a
AMD desenvolveu um projeto próprio, o K5. O K vem de "Kryptonite",
fazendo uma analogia entre o Super Homem (encarnado pela Intel) e a arma secreta
da AMD que prometia derrota-lo. O 5 por sua vez indica que o processador é de
quinta geração, como o Pentium.
Na verdade, o K5 tinha um desempenho em inteiros
superior ao do Pentium, mas era muito caro e ao mesmo tempo não era capaz de
operar a frequências muito altas. Para tentar tornar seu processador mais atrativo,
a AMD passou a vendê-lo segundo um índice Pr, que comparava seu desempenho ao
do Pentium.
O K5-Pr 120 operava a apenas 90 MHz, o K5-Pr 133 operava a 100
MHz, enquanto o K5-Pr 166, o modelo mais rápido, operava na realidade a 116
MHz. Estes números não correspondiam bem à realidade e não resolveram o problema
do preço. No final das contas o K5 foi um grande fracasso de vendas.
K6
Depois do fiasco
do K5, a AMD desenvolveu um novo projeto, baseado no trabalho da Nex-Gen, uma
pequena companhia que havia sido estrategicamente adquirida pela AMD pouco antes.
O K6 já é considerado um processador de sexta geração, com uma arquitetura semelhante
à do Pentium II e Pentium III. O K6 chegou a ser produzido em versão de até
266 MHz e fez um certo sucesso.
K6-2
O K6-2 manteve
a mesma arquitetura do K6, mas incorporou as instruções 3D-Now!, que melhoram
o desempenho do processador nos jogos otimizados, ajudando a disfarçar o fraco
coprocessador aritmético.
O K6-2 foi o processador da AMD que foi produzido
durante mais tempo. Ele foi lançado em 97 e foi produzido até o início de 2001,
atingindo a marca dos 550 MHz. Era uma opção de baixo custo, já que apesar do
desempenho relativamente fraco (principalmente em jogos) tanto os processadores
quanto as placas mãe eram baratos.
K6-3
O K6-3 foi uma
versão anabolizada do K6-2, que trazia 256 KB de cache L2 integrados ao processador.
O cache garantia um desempenho superior ao do K6-2, mas tornou o processador
muito mais caro, tanto que o K6-3 acabou saindo de linha muito antes do K6-2,
quando ainda estava nos 450 MHz.
K6-2+
Este é um K6-2
produzido numa arquitetura de 0.18 mícron, que incorpora um pequeno cache L2
de 128 KB. Apesar de ser compatível com as placas para K6-2, o K6-2+ era destinado
a notebooks, por isso não chegou a ser vendido em quantidade diretamente ao
consumidor final.
K6-3+
Esta é uma
versão do K6-3 produzida numa técnica de 0.18 mícron, que mantém os mesmos 256
KB de cache L2. Assim como o K6-2+, este foi um processador destinado a notebooks,
onde ambos levavam vantagem sobre os processadores Intel por causa do baixo
consumo elétrico.
K7
Esta foi a arquitetura
usada na primeira geração do Athlon, ainda usando o antigo formato Slot A e
com 512 KB de cache externo operando à metade da freqüência do processador.
Estes pioneiros foram produzidos ainda na antiquada arquitetura de 0.25 mícron
e existiram em versões de 500 a 700 MHz.
K75
Foi a segunda
geração do Athlon, ainda no formato slot A, ainda com os 512 KB de cache externo,
mas já produzidos numa arquitetura de 0.18 mícron. Esta segunda leva existiu
em versões de 600 a 1 GHz.
Katmai
Nome código
da primeira geração de processadores Pentium III, lançados em versão de 450
a 600 MHz, todos em formato slot 1 (cartucho). Os Pentium III Katmai diferenciam-se
dos atuais (que utilizam o core Coppermine ou Tualatin) por ainda utilizarem
cache L2 externo, operando à metade da freqüência do processador, o que os torna
perceptivelmente mais lentos.
KB/s
Kbytes por segundo.
Medida de velocidade de transferência de dados. É muito importante lembrar que
a maioria dos dispositivos de rede, incluindo modems e placas de rede têm sua
velocidade medida em bits, não em bytes. Um modem de 56k transmite a apenas
7 KB/s.
Kbps
Kbits por segundo,
lembrando que 8 bits equivalem a 1 byte.
KDE
Uma interface
gráfica muito popular atualmente, disponível para Linux, Free BSD e várias versões
do Unix. Oferece uma interface semelhante à do Windows 98, incluindo um Browser
integrado (o Konqueror) e uma suíte de escritórios (o Koffice) mas com algumas
particularidades. http://www.kde.org
Kerberos
Este é um
sistema de autenticação proprietário, desenvolvido pelo MIT (Massachusetts Institute
of Technology) para permitir o tráfego de dados sigilosos através de redes sem
segurança. O Kerberos é dividido num módulo servidor e um módulo cliente, que
deve ser instalado nas estações.
Cada usuário tem um login e uma senha que
também ficam armazenadas no servidor. Ao requisitar qualquer serviço de rede,
a estação envia apenas o nome de usuário através da rede e o servidor gera uma
session key (ou chave de sessão), baseada no nome do usuário e no serviço requisitado,
que funciona ao mesmo tempo como uma chave de encriptação e autenticação, já
que para ser decifrada e usada o cliente precisa ter a senha do usuário. É como
se o servidor enviasse um enigma, cuja resposta só pudesse ser descoberta através
da senha.
Depois de decifrada a chave, o cliente envia de volta um pacote
encriptado através dela e recebe de volta um "tíquete", que garante
o acesso ao servidor. Todas as informações enviadas a partir daí são feitas
de forma encriptada, o que garante a segurança dos dados.
Para aumentar
a segurança, o tíquete é válido durante um pequeno espaço de tempo, geralmente
oito horas, depois do qual o processo se repete.
Kermit
Um protocolo
de transferência de arquivos e emulação de terminal muito usado na época dos
BBS´s. Porém é pouco usado atualmente, já que o protocolo de transferência de
arquivos mais usado na Internet é o FTP.
Kernel
Em qualquer
sistema operacional, o Kernel é o núcleo, encarregado de controlar o acesso
à memória de demais componentes de Hardware, gerenciar os programas abertos,
dividir o tempo de processador entre eles, etc. É a base, sobre a qual rodam
as demais partes do sistema operacional, drives de dispositivo e programas.
Killer App
Este é
um jargão usado em relação a aplicativos atrativos o suficientes para convencer
um grande número de consumidores a adquirir um novo produto. Na década de 80,
um bom exemplo era a planilha Lotus 1-2-3 que foi responsável pela venda de
muitos PCs. Depois veio o Office, Corel Draw!, etc. Um único Killer App é suficiente
para alavancar de forma formidável a popularização de uma nova plataforma.
Klamath
Foi a primeira
geração de processadores Pentium II, ainda fabricados usando a antiga arquitetura
de 0.35 mícron, também usada nos processadores MMX. Esta primeira leva de processadores
Pentium II inclui as versões de 233, 266 e os primeiros processadores de 300
MHz.
KM-133
Este foi um
chipset desenvolvido pela Via, usado em muitas placas mãe soquete A (para Athlon
e Duron). O KM-133 utiliza bus de 100 (200 MHz, considerando as duas transferências
por ciclo do bus EV6 do Athlon), mas permitem que a memória RAM opere de forma
assíncrona a 133 MHz, daí muita gente fazer confusão e pensar que as placas
suportam os Athlons que utilizam bus de 133 MHz. O KM-133 traz também um chipset
de vídeo Savage Pro integrado.
Knowledge Base
Reservatório
de conhecimento. Concentra informações sobre um determinado programa ou sistema,
de forma que os usuários possam encontrar as informações que necessitem para
instalar, configurar ou fazer os reparos necessários em caso de necessidade.
Em geral, todos os principais desenvolvedores e fabricantes mantém o Knowledge
base como uma sessão dos seus sites de suporte.
Kryotech
Imagine
um cooler capaz de resfriar seu processador até 40 graus negativos. Seria o
suficiente para congelar o seu dedo em segundos. Este tipo de cooler utiliza
uma tecnologia chamada Vapor Phase Refrigeration, que garante overclocks que
seriam impossíveis usando um cooler comum.
A Kryotech é provavelmente a
única empresa que atualmente se dedica a produzir este tipo de cooler em escala
comercial. O sistema baseia-se no mesmo princípio da geladeira, mas com vários
aperfeiçoamentos. Veja, uma geladeira retira o calor do compartimento interno
comprimindo e descomprimindo um gás, que pode ser o CFC (aquele que conhecemos
tão bem...) ou o HFC (o mais ecologicamente correto). O gás passa por um compressor
e sob-pressão, passa pela serpentina atrás da geladeira. A pressão faz
com que o gás perca calor e volte ao compartimento interno a temperaturas abaixo
de zero.
A grande diferença entre os coolers da Kryotech e uma geladeira
comum, é a potência do compressor. Ao invés de simplesmente comprimir o gás,
a pressão exercida é suficiente para fazer com que o gás se aproxime do estado
de condensação. Este quase líquido vai para um condensador, uma grande serpentina
de cobre, com vários exaustores. Ao passar pelo condensador, o gás perde calor
e finalmente passa para o estado líquido. Como estes gases têm um ponto de condensação
muito baixo obtemos um líquido com temperatura abaixo de 40 graus negativos.
Este líquido super frio passa então pelo componente que é instalado sobre o
processador (chamado KryoCavity) baixando gritantemente a sua temperatura, até
a marca dos 40 graus negativos, prometidos pela Kryotech. Ao absorver o calor
do processador, o líquido passa novamente para o estado gasoso, recomeçando
o ciclo.
Kylix
Uma versão
Linux do Delphi, desenvolvido pela própria Borland. O Kylix tem uma interface
quase idêntica à do Delphi para Windows e é compatível com os códigos fonte
dos programas gerados no Delphi 6 (ou superior), com isto, é possível criar
uma versão Linux de um programa originalmente desenvolvido para Windows simplesmente
recompilando o código-fonte do programa no Kylix, e vice-versa. Existem três
versões do Kylix, Server Developer, Desktop developer e Open Edition. As duas
primeiras são destinadas ao desenvolvimento de softwares comerciais e são pagas.
A Open Edition é gratuíta, mas pode ser usada apenas para desenvolver programas
de código aberto.