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:. T1
Linha de alta velocidade que pode ser alugada nos EUA, oferece acesso bidirecional a 1.5 Mbps. Estas linhas s�o relativamente acess�veis por l�, sendo por isso alugadas por pequenos servidores de p�ginas Web, pequenos provedores, empresas, e at� mesmo alguns usu�rios dom�sticos.

:. T3
As T3 s�o conex�es de alta velocidade, que oferecem uma banda de 45 megabits, o suficiente para um portal ou um grande provedor de acesso. Tanto as linhas T1 quanto as T3 s�o divididas em canais de 64 kbits cada, o suficiente para uma transmiss�o de voz. As linhas T1 (de 1.5 Mbps) s�o compostas por 24 destes canais, enquanto as poderosas conex�es T3 englobam 672 canais. Naturalmente existe tamb�m uma grande diferen�a de pre�o entre as duas :-)
Antigamente estes links eram compostos por cabos de par tran�ado (com v�rios repetidores pelo caminho), mas atualmente s�o utilizadas fibras �pticas, que s�o muito mais eficientes.

:. Tag RAM
� uma pequena �rea de mem�ria que faz parte do controlador de cache. Sua fun��o � armazenar os endere�os da mem�ria RAM cobertos pelo cache. Sem mem�ria TAG suficiente, n�o � poss�vel que o cache cubra toda a mem�ria RAM. Felizmente, a partir do Pentium II 350 e do Athlon, todos os processadores incluem mem�ria TAG suficiente para cachear at� 4 GB de mem�ria RAM.

:. TAPI
Interface de programa��o que permite que programas Windows utilizem dispositivos de telefonia, como modems utilizando comandos padr�o, oferecidos pela Interface, sem necessidade de acessar diretamente o dispositivo ou conhecer seu set de comandos.

:. Taxa de amostragem
O n�mero de amostras por segundo de um som digitalizado. Para ter qualidade de CD, s�o necess�rias 44.000 amostras por segundo (44 kHz), com 16 bits de resolu��o por amostra. Para obter som de r�dio, s�o necess�rias 11.000 amostras por segundo (11kHz), com 16 bits de resolu��o, enquanto para ter qualidade de telefone s�o necess�rias 8.000 amostras (kHz), com 8 bits de resolu��o.

:. TCP/IP
Transmission Control Protocol / Internet Protocol. Desenvolvido na d�cada de 60 pelo departamento de defesa dos EUA, para ser usado na Arpanet, rede militar que foi o embri�o da Internet atual. A principal virtude do TCP/IP � permitir que os outros computadores da rede continuem conectados mesmo caso um ou v�rios computadores caiam. No caso de uma guerra, o que sobrasse da rede continuaria funcionando. Todas estas virtudes, tornaram o TCP/IP o protocolo ideal para ser utilizado na Internet.
Al�m da grande toler�ncia � falhas, o protocolo TCP/IP � rote�vel, ou seja, pode ser utilizado para interligar v�rias redes distintas e o sistema de endere�amento IP suporta um n�mero surpreendentemente grande de redes e hosts, gra�as � divis�o dos endere�os em categorias.
Um endere�o IP � composto de uma seq��ncia de 32 bits, divididos em 4 grupos de 8 bits cada. Cada grupo de 8 bits recebe o nome de octeto. Para facilitar, cada um destes octetos � representado por um n�mero entre 0 e 255, permitindo endere�os mais amig�veis como 168.34.219.56.
O endere�o IP � dividido em duas partes. A primeira identifica a rede � qual o computador est� conectado (necess�rio, pois numa rede TCP/IP podemos ter v�rias redes conectadas entre s�, veja o caso da Internet) e a segunda identifica o computador (chamado de host) dentro da rede. Obrigatoriamente, os primeiros octetos servir�o para identificar a rede e os �ltimos servir�o para identificar o host.
Para permitir uma gama maior de endere�os, os desenvolvedores do TPC/IP dividiram o endere�amento IP em cinco classes, denominadas A, B, C, D, e E, sendo que as classes D e E est�o reservadas para expans�es futuras. Cada classe reserva um n�mero diferente de octetos para o endere�amento da rede: Na classe A, apenas o primeiro octeto identifica a rede, na classe B s�o usados os dois primeiros octetos e na classe C temos os tr�s primeiros octetos reservados para a rede e apenas o �ltimo reservado para a identifica��o dos hosts. O que diferencia uma classe de endere�os da outra, � o valor do primeiro octeto. Se for um n�mero entre 1 e 126 (como em 113.221.34.57) temos um endere�o de classe A. Se o valor do primeiro octeto for um n�mero entre 128 e 191, ent�o temos um endere�o de classe B (como em 167.27.135.203) e, finalmente, caso o primeiro octeto seja um n�mero entre 192 e 223 teremos um endere�o de classe C, que s�o de longe os mais comuns.

:. Telnet
O bom e velho Telnet permite acesso remoto � qualquer m�quina que esteja rodando o m�dulo servidor, assim como o SSH, mas � mais inseguro, pois os dados n�o s�o criptografados. Manter o servidor Telnet ativo representa um grande risco numa m�quina conectada � Internet, pois qualquer um que descubra uma das senhas de usu�rio, ou pior, a senha de root, ter� acesso � sua m�quina, o que n�o � nada bom. E com o Telnet isso � muito f�cil, pois bastaria snifar a sua conex�o e pegar sua senha quando usasse o servi�o...
Se mesmo assim voc� quiser arriscar, basta ativar o servi�o "telnet", que existe tanto no Linux quanto no Windows NT/2000 e XP e, no cliente, digitar "telnet endere�o_ip" no prompt, como em "telnet 192.168.0.2" ou fazer o mesmo usando o nome da m�quina.
O comando existe tanto no Linux, quanto no Windows (no prompt do MS-DOS). Via Telnet voc� tem acesso via terminal como se estivesse sentado na frente da m�quina, pode at� mesmo abrir aplicativos de modo texto, como o Links, Vi, EMACs, etc. al�m de poder usar todos os comandos. Naturalmente, o que voc� poder� fazer estar� limitado � conta de usu�rio que utilizar. Por quest�es de seguran�a voc� n�o poder� logar-se como root, embora nada impe�a que voc� use um login de usu�rio para ter acesso ao sistema e depois use o comando "su" para virar root.

:. Terminal Burro
no in�cio da d�cada de 80, estavam em moda redes com um servidor poderoso (para a �poca) e terminais sem poder de processamento, que ligados ao servidor, apenas mostravam imagens na tela e enviavam os comandos digitados pelo usu�rio. Com o passar do tempo, este modelo foi tornando-se cada vez mais antiquado. Hoje em dia, a solu��o mais comum � uma rede composta por v�rios PCs completos e um servidor que centraliza apenas arquivos, conex�o com a Internet, etc.
Mas, os terminais burros ainda sobrevivem. Existe por exemplo o Windows NT terminal server, que permite usar PCs 386 ou 486 com apenas 4 MB de mem�ria e sem disco r�gido como terminais de um servidor NT. Os terminais apenas mostram imagens na tela, enquanto o servidor processa e envia tudo pela rede, limitando muito o desempenho das esta��es.

:. Texel
A quantidade de texturas que uma placa 3D � capaz de processar por segundo � medida em milh�es de texels por segundo (megatexels). "Texel" � um termo semelhante a "pixel" ou seja, um dos pontos que forma uma imagem, por�m, o termo "pixel" � usado para se referir � imagem mostrada no monitor, enquanto "texel" � usado para se referir aos pontos que comp�e as texturas que ser�o aplicadas nos pol�gonos que comp�e qualquer imagem 3D. � uma das medidas de desempenho bruto para placas 3D

:. TFT
Mesmo que Matriz ativa, tecnologia usada em monitores de cristal l�quido. Veja tamb�m: Matriz Ativa.

:. Thread
Um pequeno programa que trabalha como um sub-sistema independente de um programa maior, executando alguma tarefa espec�fica. Um programa dividido em v�rios threads pode rodar mais r�pido que um programa monol�tico, pois v�rias tarefas podem ser executadas simultaneamente. Os v�rios threads de um programa podem trocar dados entre s� e compartilhar o mesmo espa�o de mem�ria e os mesmos recursos do sistema. Para o programador, existem vantagens e desvantagens em dividir um programa em v�rios threads. Por um lado isso facilita o desenvolvimento, pois � poss�vel desenvolver o programa em m�dulos, testando-os isoladamente, ao inv�s de escrever um �nico bloco de c�digo. Mas, por outro lado, com v�rios threads o trabalho torna-se mais complexo, devido � intera��o entre eles.
Existem diferen�as na maneira como os sistemas operacionais executam processos e threads. Por exemplo, o Windows t�m mais facilidade para gerenciar programas com apenas um processo e v�rios threads, do que com v�rios processos e poucos threads, pois Windows o tempo para criar um processo e alternar entre eles � muito grande. O Linux e outros sistemas baseados no Unix por sua vez � capaz de criar novos processos muito r�pido, o que explica o fato de alguns aplicativos, como por exemplo o Apache, rodarem muito mais r�pido no Linux do que no Windows, ao serem portados para ele. Por�m, ao serem alterados, os mesmos programas podem apresentar um desempenho semelhante nos dois sistemas. � o que a equipe do apache vem procurando fazer nas vers�es atuais do programa. Veja tamb�m: Processo e Hyperthreading

:. Thoroughbred
O Thoroughbred ser� um Athlon produzido numa nova arquitetura de 0.13 m�cron. O Thoroughbred dever� ser lan�ado no in�cio de 2002, atingindo freq��ncias acima de 2 GHz. Especula��es falam em processadores de 3 GHz a partir do segundo semestre de 2002.

:. Throughput
Uma explica��o simples � que o Throughput � a velocidade com que dados s�o transmitidos de um lugar para outro. Quanto mais dados um dispositivo � capaz de transmitir, maior � seu Throughput. Por exemplo, um m�dulo de mem�ria SDRAM PC-100 trabalha a 100 MHz e � capaz de transmitir 64 bits de dados por ciclo, com isso o Throughput deste m�dulo de mem�ria � de 800 Megabytes por segundo (64 bits x 100 milh�es de ciclos / 8 bits por byte).
Este termo � utilizado tamb�m em rela��o � quantidade de dados que um processador � capaz de processar dentro de um determinado per�odo de tempo.

:. Thunderbird
� a gera��o atual do Athlon, que vem no formato soquete A e � equipado com 256 KB de cache on-die, operando na mesma freq��ncia do Processador. Assim que foi lan�ado, o Thunderbird substituiu imediatamente as linhas anteriores, pois � mais r�pido e mais barato de se produzir. O Athlon Thunderbird pode ser encontrado em vers�es de 700 MHz a 1.33 GHz.

:. TideWater
Este � um novo formato de placa m�e que est� sendo desenvolvido pela Intel. As placas que seguirem este padr�o ser�o ainda menores que as placas mini-ATX atuais, com componentes onboard, poucos slots de expans�o dispon�veis e processadores de baixo custo, que dissipem pouco calor. Ser� um padr�o �til para as empresas interessadas em desenvolver PCs compactos, com baixo n�vel de ru�do, de baixo custo, ou com algum tipo de design inovador.

:. Tillamook
Nome c�digo dos processadores Pentium MMX de 233, 266 e 300 MHz, produzidos numa arquitetura de 0.25 m�cron, originalmente destinados a notebooks. Estes processadores chegaram tamb�m a ser usados em alguns poucos micros de grife. Este mobile MMX existiu em vers�es de 200, 233, 266 e 300 MHz. N�o foi assim t�o usado pois era um processador relativamente caro e na �poca j� existia o Pentium II que era mais r�pido, mas chegou a equipar v�rios modelos de notebook e at� mesmo alguns PCs de grife (pelo que sei apenas modelos da Dell e Compaq).
� um caso semelhante ao K6-2+, que � uma vers�o do K6-2 com 128 KB de cache L2 full speed embutido, que tamb�m � destinado a notebooks. Voc� j� deve ter ouvido falar nesse processador, mas nunca o viu, e provavelmente nem vai ver a venda em uma loja, apenas em notebooks ou em um ou outro PC de grife.

:. Tinma
O Tinma, era para ser uma vers�o de baixo custo do Celeron, que j� viria com o chipset integrado no pr�prio processador, permitindo que fossem desenvolvidas placas m�es mais baratas para ele. O problema foi que o Tinma utilizaria uma vers�o do velho chipset i820, e por isso precisaria de um novo chip MTH, para permitir o uso de mem�rias SDRAM normais, ou inv�s das car�ssimas mem�rias Rambus, que seriam impens�veis num processador de baixo custo. A dificuldade em criar um chip MTH est�vel, combinada com os atrasos no desenvolvimento do projeto levou a Intel a abandon�-lo.

:. Tolerante a Falhas
� um sistema preparado para continuar funcionando caso haja alguma falha de hardware ou software. Existem v�rios n�veis de toler�ncia, como por exemplo usar dois HDs em RAID 1, onde o segundo HD armazena uma c�pia exata dos dados contidos no primeiro. Caso o HD principal falhe, a controladora mudar� imediatamente para o segundo, permitindo que tudo continue funcionando como se nada tivesse acontecido. Um n�vel mais alto seria usar dois ou mais servidores completos no mesmo sistema, onde caso o primeiro falhasse o segundo assumiria imediatamente. Um n�vel mais baixo seria fazer um simples backup para evitar perda de dados ou mesmo usar um no-break para se prevenir de falhas na corrente el�trica.

:. Tonga
Este � o nome c�digo do Mobile Pentium II, produzido em vers�es de 233 a 300 MHz, usando uma arquitetura de 0.25 m�cron e um encaixe especial, o MCC, Mini Cartridge Connector.

:. Topologia (de rede)
A topologia de rede diz respeito � forma como os micros s�o fisicamente ligados entre s�, ou seja, o tipo e a distribui��o dos cabos de rede. Existe ainda a topologia l�gica, que independentemente da topologia f�sica usada, dita a forma como os micros se comunicam. Por exemplo, as redes Ethernet podem utilizar topologias f�sicas de estrela ou barramento, mas a topologia l�gica � sempre de barramento, pois os PCs transmitem os sinais para toda a rede, como se todos estivessem ligados ao mesmo cabo.

:. Topologia de barramento
Esta � a topologia f�sica utilizada pelas redes Ethernet 10Base2, que utilizam cabos coaxiais. Neste tipo de rede um PC � ligado ao outro, usando v�rios segmentos de cabos e conectores T, que possuem o mesmo formato da letra, onde uma ponta � ligada na placa de rede e as outras duas s�o ligadas �s esta��es vizinhas. Nas duas extremidades da rede temos terminadores, que absorvem os sinais, evitando que eles retornem na forma de interfer�ncia.
Os dados s�o transmitidos para todos os PCs conectados, mas apenas o destinat�rio correto l� os pacotes dados. Tamb�m existem uma boa flexibilidade, j� que para adicionar mais PCs � necess�rio apenas liga-los aos j� existentes e o custo � baixo, j� que n�o � necess�rio utilizar hubs. Apesar disso, as redes 10Base2 entraram em desuso, pois a velocidade ficou estacionada nos 10 megabits e os conectores s�o muito suscept�veis a mal contatos e outros problemas dif�ceis de isolar.

:. Topologia de estrela
As redes em estrela, que s�o as mais comuns hoje em dia, utilizam cabos de par tran�ado e um hub como ponto central da rede. O hub se encarrega de retransmitir todos os dados para todas as esta��es, mas com a vantagem de tornar mais f�cil a localiza��o dos problemas, j� que se um dos cabos, uma das portas do hub ou uma das placas de rede estiver com problemas, apenas o PC ligado ao componente defeituoso ficar� fora da rede, ao contr�rio do que ocorre nas redes 10Base2, onde um mal contato em qualquer um dos conectores derruba a rede inteira.
Claro que esta topologia se aplica apenas a pequenas redes, j� que os hubs costumam ter apenas 8 ou 16 portas. Em redes maiores � utilizada a topologia de �rvore, onde temos v�rios hubs interligados entre s� por switches ou roteadores. Em ingl�s � usado tamb�m o termo Star Bus, ou estrela em barramento, j� que a topologia mistura caracter�sticas das topologias de estrela e barramento.

:. Touch Pad
Um sistema apontador, que � usado predominantemente em notebooks, onde ao inv�s da bolinha, � usada uma tela sens�vel ao toque, um quadradinho cinza, com uma superf�cie sens�vel ao toque. Ao inv�s de movimentar o mouse, basta deslizar os dedos sobre a superf�cie para mover o cursor.
A vantagem deste sistema � que � menor, mais fino e n�o possui partes m�veis, apesar de tamb�m n�o ser t�o confort�vel de se usar quanto um mouse "de verdade".

:. Touch Screen (Monitores)
Os monitores sens�veis ao toque s�o muito usados em caixas de banco, quiosques multim�dia, computadores de m�o, e v�rios outros equipamentos. Estes monitores s�o compostos de um monitor CRT ou LCD comum e de uma pel�cula sens�vel ao toque. Al�m de serem ligados na placa de v�deo, estes monitores s�o ligados tamb�m em uma das portas seriais do micro, bastando instalar o software adequado para que os toques na tela substituam os cliques do mouse. O funcionamento da camada sens�vel ao toque � bem interessante, baseando-se no uso do infravermelho. A tela � formado por v�rios emissores e receptores, que comunicam-se continuamente, tanto na horizontal quanto na vertical. Ao tocar a tela, interrompe-se a comunica��o entre alguns, fazendo com que a posi��o do toque seja percebida.

:. TPI
True Performance Initiative, um padr�o que a AMD vem tentando estabelecer com a ajuda de outros fabricantes que visa criar um conjunto de testes e benchmarks de v�rios fabricantes e levando em considera��o o desempenho do processador em v�rias aplica��es, que possa servir como uma medida confi�vel de desempenho para processadores.

:. Traffic
Tr�fego de dados na rede. Quando a quantidade de dados que trafega � muito grande, a rede torna-se congestionada e as transfer�ncias ficam cada vez mais lentas.

:. Transceptor
O mesmo que transceiver ou ainda (em redes Ethernet) "MAU". Este � o componente da placa de rede que conecta os circuitos da placa ao cabo de rede e � encarregado de transmitir e receber os dados.

:. Trans�stor
Apesar do trans�stor ser a base de praticamente qualquer tecnologia moderna, seu funcionamento � bastante simples, quase elementar. � como naquele velho ditado "as melhores inven��es s�o as mais simples". As v�lvulas, usadas durante as d�cadas de 40 e 50, eram muito mais complexas que os trans�stores e mesmo assim foram rapidamente substitu�das por eles. Um trans�stor � composto basicamente de tr�s filamentos, chamados de base, emissor e coletor. O emissor � o polo positivo, o coletor o polo negativo, enquanto a base � quem controla o estado do trans�stor, que pode estar ligado ou desligado.
Quando o trans�stor est� desligado, n�o existe carga el�trica na base, por isso, n�o existe corrente el�trica entre o emissor e o coletor (temos ent�o um bit 0). Quando � aplicada uma certa tens�o na base, o circuito � fechado e � estabelecida a corrente entre o emissor e o receptor (um bit 1).
Atualmente, os processadores cont�m milh�es de transistores. Um Pentium 4 possui 42 milh�es, um Athlon Thunderbird possui 37 milh�es e assim por diante. Apesar disso, tudo o que � processado baseia-se nestes dois estados: 1 e 0.
Existe um segundo tipo de trans�stor, que ainda � razoavelmente usado em situa��es onde � necess�rio lidar com uma grande tens�o el�trica, que tem a mesma fun��o, mas � composto de um bloco de germ�nio ao inv�s de sil�cio. O germ�nio tamb�m � um material semicondutor e foi a base dos primeiros trans�stores.

:. Transmeta
A Transmeta, � uma companhia nova no mercado, que conta com a ajuda de ningu�m menos que Linus Torvalds, idealizador e principal criador do Linux. Atualmente ela est� colocando no mercado seu primeiro processador, o Cruso�.
A dez anos atr�s t�nhamos uma grande discuss�o entorno de quais eram os melhores processadores, os RISC ou os CISC. Os processadores CISC eram mais vers�teis e complexos, enquanto os RISC eram mais simples e baratos. Atualmente esta discuss�o n�o faz muito sentido, pois mesmo os processadores supostamente RISC, como o G4 utilizam recursos t�o complexos quanto os usados nos processadores CISC, um G4 n�o � mais simples do que um Pentium II por exemplo.
O Cruso�, o novo chip da Transmeta aparece como uma nova alternativa de chip simples e barato. As principais caracter�sticas do Cruso� s�o: 1- Compat�vel com a plataforma PC; 2 - H�brido de Hardware e Software; 3 - Projeto desenvolvido com o objetivo de consumir um m�nimo de eletricidade. A id�ia � desenvolver um chip o mais simples poss�vel, mas que ao mesmo tempo mantenha uma performance compar�vel � dos processadores atuais. Para conseguir isto, a Transmeta desenvolveu o "Code Morphing Software", uma camada de software, que executa as tarefas de traduzir as instru��es x86 nas instru��es utilizadas pelo processador, ordenar as instru��es de forma que sejam executadas mais r�pido. etc. Executando estas tarefas via software, foi poss�vel criar um chip muito pequeno, que consome um m�nimo de eletricidade. O baixo consumo el�trico torna o Cruso� perfeito para a maioria dos micros port�teis, servindo como uma op��o muito mais poderosa em termos de processamento aos processadores utilizados atualmente em Handhelds e Palmtops, podendo tamb�m se aventurar no ramo de notebooks. Para mais informa��es sobre o Cruso�, visite: http://www.transmeta.com

:. Tracert
Tracerout ou rastreamento de rota. Um dos comandos do MS-DOS que permite verificar por quais roteadores os pacotes de dados passam antes de chegar a um endere�o determinado. Para usar este comando, basta digitar "tracert endere�o" no prompt do MS-DOS. O endere�o pode ser tanto um endere�o IP, quanto um dom�nio. Experimente por exemplo usar "tracert www.gomesinformatica.hpg.com.br"

:. Track at Once (TAO)
Este m�todo de grava��o permite criar CDs multisess�o, onde os dados s�o gravados uma trilha de cada vez, sem fechar o CD, permitindo gravar mais dados posteriormente, at� que o CD esteja totalmente preenchido. Uma desvantagem � que at� serem fechados, os CDs s� podem ser lidos em gravadores, n�o em drives de CD normais. Alguns drives antigos n�o conseguem ler CDs multisess�o, mesmo que fechados.

:. Trojan Horse
Cavalo de Tr�ia. Um programa malicioso, enviado como se fosse um jogo, ou outro arquivo qualquer que possa levar o usu�rio a executa-lo. Uma vez instalado, o trojan abre uma ou v�rias portas do micro para que quem o enviou possa ter acesso. A maioria permite ao "visitante" ter pleno controle sobre o PC, deletar ou criar arquivos, modificar configura��es, instalar programas, ou at� mesmo fazer coisas como mover o mouse ou abrir a bandeja do CD-ROM remotamente.
Em geral, cada trojan tem uma porta defaut, o que permite que pessoas mal intencionadas usem sniffers (programas farejadores) para localizar rapidamente v�rios PCs infectados. Os PCs com alguma forma de acesso r�pido s�o os mais visados, pois podem ser usados em ataques DoS, como servidores Warez, etc. Atualmente, os antiv�rus costumam ser capazes de detectar a grande maioria dos trojans.

:. True Black
"Preto verdadeiro", quando uma impressora possui um cartucho separado com tinta preta. O oposto � o "Composite Black", onde a impressora, por n�o possuir tinta preta, combina as tr�s (ou quatro) cores para form�-lo.

:. TSR
Terminate and Stay Resident, um comando suportado por alguns programas e sistemas operacionais, onde o programa permanece na mem�ria, em estado de lat�ncia, aguardando algum dado ou comando estabelecido, que o faz acordar e desempenhar suas fun��es.

:. TTL
Time To Live, � um termo que se aplica � Internet ou grandes redes. Especifica por quantos roteadores um pacote de dados pode passar at� que seja descartado. Evita que pacotes perdidos congestionem a rede. Quando um pacote � descartado, o host emissor recebe a notifica��o do erro e retransmite o pacote.

:. Tualatin
Esta � a arquitetura utilizada nos Celerons a partir de 1.2 GHz. O Celeron Tualatin � produzido numa t�cnica de 0.13 m�cron, assim como o Pentium 4 Northwood, e compartilha o mesmo projeto do Celeron Coppermine, com excess�o do cache L2, que no Tualatin � de 256 KB e da inclus�o de um novo recurso, chamado Data Prefetch Logic, capaz de melhorar mais um pouco o desempenho do processador.
Gra�as �s freq��ncias de opera��o mais altas e ao cache maior, os novos Celerons s�o bem mais r�pidos que os antigos, mas em compensa��o, algumas mudan�as na sinaliza��o do processador os tornaram incompat�veis com as placas m�e antigas. Na �poca do lan�amento, os Tualatins s�o suportados apenas pelas placas com chipsets i815 stepping B, i810 stepping B2, VIA Apollo Pro133T, VIA Apollo Pro266T e ALi Aladdin Pro 5T.

:. TWAIN
A instala��o de um Scanner, quase sempre se resume � instala��o de um driver TWAIN ou "Tecnology Without any Interesting Name" (por incr�vel que pare�a: "tecnologia sem nenhum nome interessante"). "Driver" neste caso, � apenas uma maneira de dizer, pois o "driver" TWAIN �, na verdade, apenas um pequeno programa encarregado de controlar o scanner. O uso de drivers TWAIN facilita bastante nossa vida, pois permite que o scanner seja usado a partir de qualquer aplicativo gr�fico, do parrudo Photoshop ao simpl�rio Imaging do Windows, pois quem escaneia a imagem � na verdade o driver TWAIN.
O programa gr�fico � usado apenas para abrir a imagem j� pronta. Para instalar o driver TWAIN, basta executar o programa de instala��o contido no CD, ou disquetes, fornecidos pelo fabricante.
Para usar o scanner, basta mandar que o programa gr�fico (Imaging, Photo Editor, Paint Shop Pro, Photoshop. etc.) escaneie a imagem, clicando no �cone correspondente.

:. Tweak

S�o "manhas" para otimizar o desempenho do sistema, alterar caracter�sticas dos programas, configurar op��es escondidas, desativar recursos desagrad�veis (as propagandas do ICQ por exemplo), etc.

:. Twit
Bobo, usando em rela��o a algu�m muito chato, "pegajoso", etc. � um termo pouco usado aqui no Brasil mas popular l� fora, comum nos grupos de discuss�o.

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