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RAID
Redundant Array of Inexpensive Disks, ou disposi��o redundante de discos baratos. A id�ia � um sistema "unidos venceremos", onde v�rios HDs s�o combinados para aumentar a performance. Num n�vel mais complexo, o RAID pode ser usado tamb�m para melhorar a confiabilidade do equipamento, atrav�s de espelhamento ou paridade. Num sistema RAID 1, onde temos dois HDs, sendo que o segundo armazena uma c�pia fiel dos dados do primeiro, mesmo que um dos HDs pife de uma hora pra outra, o sistema continua intacto, funcionando como se nada tivesse acontecido.

RAID 0 (Striping)
Este � o modo RAID que permite obter a melhor performance poss�vel, sacrificando parte da confiabilidade. Todos os HDs passam a ser acessados como se fossem um �nico drive. Ao serem gravados, os arquivos s�o fragmentados nos v�rios discos, permitindo que os fragmentos possam ser lidos/gravados ao mesmo tempo. Usando RAID 0 a performance um patamar pr�ximo da velocidade de todos os HDs somada. Ao usar 4 HDs com taxa de transfer�ncia de 20 MB/s cada em RAID 0, voc� teria uma taxa de transfer�ncia total em torno de 75 MB/s. O problema � que caso qualquer um dos HDs apresente problemas, ser�o perdidos os dados armazenados em todos os HDs, j� que qualquer arquivo torna-se in�til caso uma parte do c�digo seja perdida. Este modo RAID � suportado tanto por controladores RAID IDE, quanto controladores SCSIRAID 1 (Mirroring)
Mirroring significa espelhamento. Este modo RAID � obtido usando dois quatro ou mais HDs, desde que um n�mero par. Um dos HDs em cada par armazena dados, enquanto o segundo armazena uma c�pia fiel dos mesmos dados. Caso qualquer um dos HDs pare, ele � automaticamente substitu�do pelo seu "clone" e o sistema continua intacto. Na maioria das controladoras RAID SCSI � poss�vel realizar a troca do HD defeituoso "a quente", com o micro ligado, recurso ainda n�o dispon�vel nas controladoras RAID IDE que tamb�m possuem a limita��o de suportar no m�ximo 4 HDs simult�neamente.

Esta troca � quente n�o � t�o importante nos PCs dom�sticos j� que depois de tantos paus do Windows 95/98/ME ningu�m mais se importa em reiniciar o micro de vez em quanto. Mas, num servidor de alta disponibilidade este recurso � essencial para evitar uma pane na rede.

RAID 10
Este sistema combina caracter�sticas do RAID 0 e RAID 1, da� o nome. O RAID 10 pode ser implementando em sistemas com 4 discos ou mais, sendo obrigat�rio um n�mero par (6, 8, etc.). Metade dos discos armazena dados e a outra metade armazena uma c�pia. A metade que armazena dados � combinada, formando um sistema RAID 0, aumentando a performance, por�m mantendo a confiabilidade, j� que temos c�pias de todos os dados. Usando 4 HDs de 20 GB em modo 10, teremos 40 GB de dados e o dobro de desempenho que em um HD sozinho, mas sem abrir m�o da seguran�a.

:. RAID 3
O RAID 3 usa um sistema de paridade para manter a integridade dos dados. Num sistema com 5 HDs, o 4 primeiros servir�o para armazenar dados, enquanto o �ltimo armazenar� os c�digos de paridade.
Nos 4 primeiros drives temos na verdade um sistema RAID 0, onde os dados s�o distribu�dos entre os 4 HDs e a performance � multiplicada por 4. Por�m, os c�digos armazenados no 5� HD permitem recuperar os dados caso qualquer um dos 4 HDs pare. A recupera��o � feita usando os c�digos de corre��o de erros combinados com os dados distribu�dos nos outros HDs.
� poss�vel aplicar o RAID 3 a sistemas com mais HDs, sendo que sempre um armazenar� os c�digos de corre��o. Claro que este sistema funciona apenas caso apenas um HD apresente problemas, caso d�-se o azar de dois ou mais HDs apresentarem problemas ao mesmo tempo, ou antes da controladora terminar a reconstru��o dos dados, perdem-se todos os dados de todos os HDs. Os modos RAID 3, RAID 4, RAID 5 e RAID 53 est�o dispon�veis apenas em controladoras SCSI

:. RAID 4
Este modo � parecido com o RAID 3, novamente um dos discos � dedicado � tarefa de armazenar os c�digos de paridade, mas a forma como os dados s�o gravados nos demais discos � diferente. No RAID 3 os dados s�o divididos, sendo cada fragmento salvo em um disco diferente. Isto permite ganhar velocidade tanto na grava��o quanto na leitura dos dados.
No RAID 4 os dados s�o divididos em blocos, peda�os bem maiores do que no RAID 3. Com isto, � poss�vel ler v�rios arquivos ao mesmo tempo, o que � �til em algumas aplica��es, por�m o processo de grava��o � bem mais lento que no RAID 3. O RAID 4 apresenta um bom desempenho em aplica��es onde seja preciso ler uma grande quantidade de arquivos pequenos. Uma desvantagem � que no RAID 4 o tempo de reconstru��o dos dados caso um dos HDs falhe � bem maior do que no RAID 3.

:. RAID 5
Este � mais um sistema baseado no uso de paridade para garantir a integridade dos dados caso um HD falhe. A diferen�a sobre o RAID 3 � que ao inv�s de dedicar um HD a esta tarefa, os dados de corre��o s�o espalhados entre os discos. A vantagem sobre o RAID 3 � alcan�ar taxas de leitura um pouco mais altas, pois ser� poss�vel ler dados a partir de todos os HDs simultaneamente, entretanto as grava��es de dados s�o um pouco mais lentas.
O RAID 5 pode ser implementado com a partir de 3 discos. Apesar dos dados de paridade serem espalhados pelos discos, o espa�o esquivamente � um dos HDs � consumido por eles. Usando 4 HDs de 20 GB cada um, teremos 60 GB para dados e 20 GB para os c�digos de paridade. Usando 8 HDs teremos 140 GB para dados e os mesmos 20 GB para paridade, e assim por diante.

:. RAID 53 (ou 5+3)
Ao contr�rio do que o nome sugere, este modo � uma combina��o dos modos 3 e 1. O RAID 53 pode ser implementado em sistemas com pelo menos 5 HDs. Os dois primeiros HDs formam um sistema RAID 3, com os dados distribu�dos entre eles. Os dois HDs seguintes formam um sistema RAID 0, enquanto o �ltimo armazena c�digos de paridade de todos. Este sistema apresenta um balan�o entre as boas taxas de transfer�ncia do RAID 3 e a boa performance ao ler v�rios arquivos pequenos do RAID 0. Por�m, n�o existe 100% de garantia de recuperar todos os dados caso um dos HDs falhe. Justamente por isso este � um modo pouco usado.

:. RAID 6
� um padr�o RAID relativamente novo, suportado por apenas algumas controladoras. � semelhante ao RAID 5, por�m usa o dobro de bits de paridade, garantindo a integridade dos dados caso at� 2 dos HDs falhem ao mesmo tempo. Ao usar 8 HDs de 20 GB cada um em RAID 6, teremos 120 GB de dados e 40 GB de paridade.

:. RAM
Ramdom Access Memory. Mem�ria de acesso aleat�rio, � a mem�ria mais usada n�o apenas em micros PCs, mas na maioria dos computadores. � a tecnologia de mem�ria mais barata, mas tem a desvantagem de ser vol�til.

:. RAMAC 350
Este foi o primeiro disco r�gido da hist�ria, lan�ado pela IBM em 1956. O RAMAC 370 era um projeto realmente primitivo para os padr�es atuais, por era composto por 50 discos de 24 polegadas de di�metro cada um e era realmente gigantesco, aproximadamente do tamanho de 4 geladeiras.
Apesar do tamanh�o, ele tinha uma capacidade total de apenas 5 megabytes. Comparar este pioneiro com qualquer tecnologia mais atual seria covardia, mas para a �poca foi uma verdadeira revolu��o, imagine quantos cart�es perfurados "cabem" em 5 MB.

:. RAM Disk
Alguns utilit�rios, entre eles o pr�prio "ramdisk" do DOS, permitem reservar parte da mem�ria RAM, que passa a ser acessada como se fosse um disco r�gido. Naturalmente, o acesso a este disco "fantasma" � extremamente r�pido, mas todos os dados s�o perdidos ao desligar o micro.
Este recurso era muito usado na �poca do XT, onde eram comuns PCs sem HD e com apenas um drive de disquetes. Os RAM Disks eram usados para copiar disquetes. O disquete de boot do Windows 98 tamb�m cria um RAM Disk, de 2 MB, onde s�o armazenados alguns utilit�rios de sistema usados durante o boot.

:. Rambus
As mem�rias Direct Rambus ou simplesmente Rambus, permitem um barramento de dados de apenas 16 bits de largura, em oposi��o aos 64 bits utilizados pelos m�dulos de mem�ria SDRAM, suportando em compensa��o, velocidades de barramento de at� 400 MHz com duas transfer�ncias por ciclo (como o AGP 2x), o que na pr�tica eq�ivale a uma freq��ncia de 800 MHz. Em outras palavras, usando mem�rias Rambus o processador pode ler menos dados de cada vez, mas em compensa��o tem que esperar menos tempo entre cada leitura. Trabalhando a 400 MHz com duas transfer�ncias por ciclo, sua velocidade m�xima, as mem�rias Rambus permitem uma banda total de 1.6 Gigabytes por segundo, as mesmas taxas alcan�adas por mem�rias DDR de 100 MHz.
Diferentemente das mem�rias DDR, que s�o apenas evolu��es das mem�rias SDRAM, as mem�rias Direct Rambus trazem uma arquitetura completamente nova, que exige modifica��es muito maiores nos chipsets destinados a suport�-la, significando maiores custos de desenvolvimento e produ��o.

:. RapidIO
Este � mais um novo barramento de dados ultra-r�pido, que visa preencher as lacunas deixadas pelo barramento PCI utilizado atualmente, que apesar de barato e flex�vel, n�o oferece uma velocidade suficiente para muitos perif�ricos atuais.
Ao contr�rio do HyperTransport, o RapidIO se destina a uma mercado espec�fico, para ser mais exato, o mercado de dispositivos integrados e pequenos dispositivos de rede. A principal vantagem � o baixo custo, que surge devido � simplicidade do padr�o.
O RapidIO pode ser usado tanto para interligar os componentes da placa m�e e placas de expans�o quanto para interligar dispositivos pr�ximos. Esta � uma possibilidade que tamb�m existe no HyperTransport e, em teoria, tamb�m no 3GIO.
Existem dois padr�es de RapidIO, com barramentos de 8 ou 16 bits de largura. Em ambos os casos a frequ�ncia de opera��o � 1 GHz, que resulta num barramento de dados de respectivamente 4 e 8 GB/s, uma velocidade impressionante, que chega a rivalizar com os padr�es mais r�pidos do HyperTransport. O RapidIO tamb�m peculiar no protocolo de comunica��o usado, que se baseia em camadas e no envio de pacotes, com um bom sistema de retransmiss�o de pacotes e corre��o de erros, um sistema que lembra muito o sistema utilizado nas redes Ethernet.

:. RAS
Leia: CAS.

:. Raw Sockets
S�o a parte "de baixo n�vel" do protocolo TCP/IP. Enquanto as portas TCP e UDP permitem transmitir apenas dados e requisi��es padronizadas, atrav�s dos raw sockets � poss�vel ter acesso de baixo n�vel � rede. Claro, existem muitas aplica��es leg�timas para este tipo de acesso, mas este poder tamb�m pode ser usado para lan�ar ataques DoS mais dif�ceis de barrar, falsificar endere�os IP, e outros tipos de vandalismo. Nem todos os sistemas operacionais oferecem suporte a raw soquetes, entre eles o Windows 3.x/95/98/SE/ME. Sistemas como o Linux, quase todos os Unix, Free BSD, Windows NT/2000 e XP j� oferecem suporte completo.

:. Real-time
Em tempo real, um aplicativo que � capaz de lidar com novos dados t�o r�pido que tudo pare�a instant�neo. Hoje em dia a dificuldade � criar sistemas capazes de processar v�deo, gerar estat�sticas complexas, e outros tipos de tarefas intensivas, in real-time :-)

:. Read After Write
"Leia depois de escrever". Este � um recurso suportado por algumas controladoras de HDs, que ao ser ativado, faz com que o HD leia os dados logo depois de escrev�-los. Qualquer erro ser� ent�o automaticamente detectado, evitando que isto aconte�a apenas ao ser tarde demais. A desvantagem � que o modo diminui muito a velocidade de escrita no HD, j� que a cada trilha gravada � necess�rio fazer a confer�ncia.

:. Red Book
Este foi o padr�o original para CDs de �udio, desenvolvido em uma parceria entre a Philips e a Sony, publicado em 1980. Conhecido como "Compact Disk digital Audio" ou CD-DA. Al�m do formato de grava��o de �udio, o Red Book trouxe as especifica��es f�sicas do CD-ROM (n�mero de trilhas e setores, capacidade m�xima, etc.) que s�o usadas at� hoje.

:. Rede Ponto a Ponto
Uma arquitetura de rede onde n�o existe um servidor central. Todos os computadores est�o no mesmo n�vel hier�rquico e podem tanto compartilhar recursos (impressoras, arquivos, etc.) quanto acessar recursos compartilhados por outros computadores da rede. Um exemplo de rede ponto a ponto � uma pequena rede ligada atrav�s de cabos de par tran�ado e hub onde todos os PCs rodam o Windows 98.

:. Refurbished
Muitos fabricantes oferecem garantias zero hour, onde ao inv�s de consertar o defeito, simplesmente trocam os aparelhos. � um bom diferencial, pois ao inv�s de esperar semanas ou at� meses, o consumidor sai da assist�ncia com um aparelho novo. O fabricante ent�o repara os aparelhos defeituosos e os vende como aparelhos de segunda linha, os refurbished. Este termo pode ser traduzido para "lustrado", enfatizando que o aparelho simplesmente foi consertado (algumas vezes a caixa externa tamb�m � trocada para dar uma apar�ncia de novo), ou seja, ganhou um polimento e cristaliza��o, mas continua sendo um carro usado. Estes aparelhos s�o vendidos com desconto, de 10 a 50% dependendo do produto e fabricante e geralmente tamb�m t�m garantia, embora menor que a dos produtos novos.

:. Registered DIMM

Os m�dulos de mem�ria registrados s�o m�dulos de mem�ria SDRAM ou DDR que incluem um conjunto adicional de registradores que ajudam a estabilizar os sinais, garantindo a estabilidade em sistemas onde s�o utilizados v�rios m�dulos de mem�ria simult�neamente. A maioria das placas m�e atuais que trazem encaixes para quatro m�dulos de mem�ria trazem o uso de m�dulos registrados como pr�-requisito para usar quatro m�dulos simultaneamente. Do contr�rio, os fabricantes garantem a estabilidade ao serem utilizados apenas dois ou tr�s m�dulos, dependendo da placa.
Os m�dulos registrados ainda s�o uma minoria de uso quase t�o restrito quanto os m�dulos ECC, pois s�o consideravelmente mais caros. Apesar disso, � prov�vel que no futuro este tipo de m�dulo torne-se padr�o, pois com o aumento da frequ�ncia de opera��o dos m�dulos de mem�ria, os registradores tornam-se cada vez mais necess�rios.

:. ReiserFS
Este � um dos sistemas de arquivos com suporte a journaling que passaram a ser suportados pelo Linux a partir do Kernel 2.4. Al�m do suporte a journaling, o ReiserFS apresenta dois recursos interessantes que n�o n�o existem o antigo EXT2 nem em outros sistemas de arquivos atuais.
Em primeiro lugar, o sistema n�o utiliza mais clusters de tamanho fixo (o NTFS do Windows XP por exemplo, utiliza clusters de 4 KB em parti��es com mais de 2 GB), mas ajusta o tamanho de acordo com o tipo de arquivos utilizados em cada parte do disco. Arquivos muito pequenos resultam em clusters menores e em uma economia consider�vel de espa�o. Como conseq��ncia do tamanho de cluster din�mico, o sistema tamb�m � muito mais r�pido ao ler arquivos muito pequenos, principalmente os com menos de 2 KB, j� que com o fim dos clusters de 4 KB os arquivos podem ficar muito mais pr�ximos.

:. Rel� (Relay)
Um dispositivo eletromec�nico, formado por um magneto m�vel, que se desloca unindo dois contatos met�licos. O Rel� foi muito usado no sistema telef�nico, ali�s algumas centrais anal�gicas ainda utilizam estes dispositivos at� hoje. Os rel�s podem ser considerados uma esp�cie de antepassados dos trans�stores. Suas limita��es s�o o fato de serem relativamente caros, grandes demais e ao mesmo tempo muito lentos: um rel� demora mais de um mil�simo de segundo para fechar um circuito, mais de dez milh�es de vezes mais lento que um trans�stor atual.

:. Removable Disk
Disco remov�vel, como por exemplo disquetes, discos Zip, Jazz, LS-120, etc. Outro exemplos s�o as gavetas de HD, que permitem remover, instalar e transportar HDs facilmente.

:. Resident Font
Fonte residente, ou fonte interna, � uma fonte que j� vem pr�-gravada na impressora. Todas as impressoras, matriciais, jato de tinta e laser vem com uma ou algumas fontes residentes, que s�o usadas quando � impresso algo em modo somente texto, como no Edit do DOS. Dentro do Word e outros aplicativos gr�ficos, s�o usadas fonte true type, que ficam instaladas no micro e s�o transmitidas � impressora na hora de imprimir.

:. Resist�ncia el�trica
Por melhor condutor que um material qualquer seja, ele sempre ter� alguma resist�ncia � passagem da corrente el�trica, sempre haver� alguma perda. Se pud�ssemos olhar este condutor num super-microsc�pio, ver�amos um n�mero muito grande de el�trons livres deslocando-se.
Alguns destes el�trons colidem com os �tomos do condutor, transformando-se em calor. Este fen�meno � intencionalmente usado em v�rios eletrodom�sticos, como por exemplo no ferro de passar e no secador, que transformam a eletricidade em calor.
A resist�ncia el�trica de um condutor depende do material de que � feito, do seu comprimento e da sua espessura. Quanto mais fino e mais longo � o fio, maior � a resist�ncia.

:. Resistor
Os resistores s�o usados para limitar ou regular a corrente el�trica. Eles s�o o componente mais numeroso na maioria das placas m�e modernas, onde aparecem como pequenos ret�ngulos coloridos, medindo 2 x 1 mil�metro. O tipo mais comum de resistor � feito atrav�s de uma mistura de grafite e cer�mica. Quanto menor for a porcentagem de grafite, maior ser� a resist�ncia el�trica do resistor.
Os resistores s�o usados por exemplo para permitir que um componente que use sinais de 5 V (placas PCI por exemplo) possa transmitir dados a componentes que utilizem sinais de tens�o mais baixa, a mem�ria RAM por exemplo (m�dulos DIMM usam 3.3 V). A eletricidade excedente � transformada em calor.

:. Retail
Componentes destinados � venda no varejo, que v�m com caixa, manual, programas, garantia maior, etc. Em oposi��o temos os componentes OEM, que s�o destinados a integradores de PCs. Os OEM s�o vendidos em quantidade e, para cortar custos, s�o vendidos apenas com um CD de drivers (muitas vezes nem isso) e um manual simplificado, tudo embalado no saco pl�stico ou outra embalagem barata.
Como a diferen�a de pre�o � muito grande, n�o � dif�cil encontrar componentes OEM � venda em lojas, na verdade, no Brasil eles s�o a maioria.

:. RGB
Veja: CMYK

:. RIMM
Rambus Inline Memory Mode. M�dulos de mem�ria Rambus. Os m�dulos RIMM s�o semelhantes aos m�dulos DIMM, mas em geral trazem uma prote��o de metal sobre os chips de mem�ria, que tamb�m serve para facilitar a dissipa��o de calor, j� que os m�dulos RIMM aquecem bastante devido � alta frequ�ncia de opera��o. Naturalmente, os m�dulos RIMM s�o incompat�veis com os m�dulos de mem�rias SDRAM e DDR. Veja tamb�m: Rambus.

:. Ripper
Programa usado para extrair as faixas de �udio de um CD de m�sica, ou v�deo de um DVD, gravando-as no HD na forma de arquivos. Na g�ria, usa-se os termos "rippar CDs" ou "rippar DVDs".

:. RISC
Reduced Instruction Set Computer. No come�o da d�cada de 80, a tend�ncia era construir chips com conjuntos de instru��es cada vez mais complexos, os famosos processadores CISC. Alguns fabricantes por�m, resolveram seguir o caminho oposto, criando o padr�o RISC (Reduced Instruction Set Computer, ou "computador com um conjunto reduzido de instru��es").
Ao contr�rio dos complexos CISC, os processadores RISC s�o capazes de executar apenas algumas poucas instru��es simples. Justamente por isso, os chips baseados nesta arquitetura s�o mais simples e muito mais baratos. Outra vantagem dos processadores RISC, � que, por terem um menor n�mero de circuitos internos, podem trabalhar com clocks mais altos. Um exemplo s�o os processadores Alpha, que em 97 j� operavam a 600 MHz. Tanto a Intel quanto a AMD, perceberam que usar alguns conceitos da arquitetura RISC em seus processadores poderia ajud�-las a criar processadores mais r�pidos. Por�m, ao mesmo tempo, existia a necessidade de continuar criando processadores compat�veis com os antigos. N�o adiantaria muito lan�ar um Pentium II ou Athlon extremamente r�pidos, se estes n�o fossem compat�veis com os programas que utilizamos.
A id�ia ent�o passou a ser construir chips h�bridos, que fossem capazes de executar as instru��es x86, sendo compat�veis com todos os programas, mas ao mesmo tempo comportando-se internamente como chips RISC, quebrando estas instru��es complexas em instru��es simples, que podem ser processadas por seu n�cleo RISC. Tanto o Pentium II e III, quanto o Athlon, Duron e Celeron, utilizam este sistema.
Do lado dos chips supostamente RISC, como por exemplo o G4 usados nos Macs, temos esta mesma tend�ncia de construir chips cada vez mais complexos, abandonando a id�ia dos chips RISC simples e baratos em favor da complexidade t�pica dos processadores CISC. Atualmente pode-se dizer que n�o existem mais chips CISC ou RISC, mas sim chips h�bridos, que misturam caracter�sticas das duas arquiteturas, a fim de obter o melhor desempenho poss�vel.

:. Riser

� um tipo especial de placa de expans�o, que permite encaixar placas ISA, PCI ou AGP na horizontal, paralelas � placa m�e, ao inv�s dos 90 graus tradicionais. Estas placas s�o utilizadas em alguns PCs de arquitetura propriet�ria, onde exista a necessidade de um gabinete mais fino que o habitual, ou em servidores montados em hacks, onde novamente existe a necessidade de acomodar o equipamento em um gabinete muito fino.

:. RJ-11
O conector de 4 pinos utilizado em cabos telef�nicos.

:. RJ-45
O Conector de 8 pinos usado em cabos de rede de par tran�ado. O conector RJ-45 � muito maior que o RJ-11 e os cabos podem ser crimpados no tamanho desejado utilizando um alicate especial.

:. Rock Solid
"S�lido como uma rocha". G�ria geralmente usada em rela��o a processadores operando em overclock que se mant�m perfeitamente est�veis.

:. ROM
Read Only Memory, mem�ria apenas para leitura. Existem v�rios tipos, usada para guardar dados que n�o precisar�o ser alterados. Exemplos de mem�ria ROM as EPROM. As mem�rias Flash s�o atualmente muito usadas para substituir chips de mem�ria ROM, como por exemplo para armazenar o BIOS da placa m�e. Entretanto, mem�ria Flash pode ser regravada, por isso n�o pode ser considerada mem�ria ROM, apesar de substitu�-la com vantagens.

:. Roteador
Um dispositivo de rede que permite interligar redes distintas. A Internet � composta por in�meros roteadores interligados entre s�. Ao acessar um site qualquer, a requisi��o trafega por v�rios roteadores, at� chegar ao destinat�rio e os dados enviados por ele fazem o caminho inverso para chegar ao seu micro. O nome "roteador" � bastante sugestivo, pois os roteadores s�o capazes de definir a melhor rota para os pacotes de dados, evitando roteadores que estejam sobrecarregados ou que n�o estejam funcionando. Um roteador pode ser tanto um dispositivo dedicado (no caso dos roteadores de maior porte) quanto um PC com duas ou mais placas de rede rodando um sistema operacional com suporte a esta fun��o.
Um roteador tamb�m pode ser utilizado para unir duas redes que utilizem protocolos de rede distintos, j� que estes aparelhos operam na camada de protocolo do modelo OSI, eles s�o capazes de entender os pacotes de dados e alter�-los caso necess�rio, eles podem endere�ar os pacotes tanto baseados no endere�o TCP/IP quando no endere�o f�sico (MAC) das placas de rede. Os bridges e switches por sua vez operam na camada f�sica da rede, ou seja, s�o capazes de reconhecer apenas o endere�o MAC das placas, mas n�o os endere�os ou dados transmitidos. � por isso que ao contr�rio dos roteadores eles n�o s�o capazes trabalhar com duas redes distintas, ao unir duas redes atrav�s de um switch elas passam a formar uma �nica rede.
Os roteadores v�o desde PCs comuns com duas ou mais placas de redes compartilhando a conex�o com a Web atrav�s do ICS do Windows ou outro proxy qualquer a at� grandes (e car�ssimos) roteadores dedicados, capazes de unir os backbones da Internet e encaminhar milh�es de pacotes de dados por segundo.

:. ROW
Linha. Este termo � usado em programas de planilha e tamb�m com rela��o ao endere�amento da mem�ria RAM. Veja tamb�m: CAS, RAS.

:. RPM
Revolutions (ou Rotations) Per Minute, o n�mero de rota��es por minuto de um disco r�gido ou outro tipo de disco. Quanto maior for o n�mero de rota��es, mais r�pido os dados armazenados poder�o ser lidos.

:. RPM (2)
Este � o formato de pacote originalmente utilizado pelo Red Hat Linux, mas que vem tornando-se um padr�o para um n�mero cada vez maior de distribui��es. Os pacotes RPM cont�m programas ou arquivos, que podem ser facilmente instalados atrav�s de um gerenciador de pacotes fornecido junto com a distribui��o. Em geral basta apenas clicar sobre o pacote para chamar o gerenciador de pacotes e iniciar a instala��o.

:. RTFM
Esta � uma frase n�o muito educada usada em grupos de discuss�o em afins como um protesto contra quem n�o se disp�e sequer a dar uma olhada no manual ou na documenta��o dispon�vel sobre um determinado assunto antes de fazer uma pergunta b�sica. RTFM significa �Read the Fu***ng Manual�, equivale ao LPDM (�Leia a p*** do manual�) que � a vers�o aportuguesada do protesto.

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