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RAID 10
Este sistema combina caracter�sticas
do RAID 0 e RAID 1, da� o nome. O RAID 10 pode ser implementando em sistemas
com 4 discos ou mais, sendo obrigat�rio um n�mero par (6, 8, etc.). Metade dos discos armazena
dados e a outra metade armazena uma c�pia. A metade que armazena dados � combinada,
formando um sistema RAID 0, aumentando a performance, por�m mantendo a confiabilidade,
j� que temos c�pias de todos os dados. Usando 4 HDs de 20 GB em modo 10, teremos 40 GB
de dados e o dobro de desempenho que em um HD sozinho, mas sem abrir m�o da seguran�a.
:. RAID 3
O RAID 3 usa um sistema
de paridade para manter a integridade dos dados. Num sistema com 5 HDs, o 4 primeiros servir�o
para armazenar dados, enquanto o �ltimo armazenar� os c�digos de paridade.
Nos 4 primeiros drives
temos na verdade um sistema RAID 0, onde os dados s�o distribu�dos entre os 4 HDs e a performance
� multiplicada por 4. Por�m, os c�digos armazenados no 5� HD permitem recuperar os dados
caso qualquer um dos 4 HDs pare. A recupera��o � feita usando os c�digos de corre��o de
erros combinados com os dados distribu�dos nos outros HDs.
� poss�vel aplicar o RAID
3 a sistemas com mais HDs, sendo que sempre um armazenar� os c�digos de corre��o. Claro
que este sistema funciona apenas caso apenas um HD apresente problemas, caso d�-se o
azar de dois ou mais HDs apresentarem problemas ao mesmo tempo, ou antes da controladora terminar
a reconstru��o dos dados, perdem-se todos os dados de todos os HDs. Os modos RAID 3, RAID
4, RAID 5 e RAID 53 est�o dispon�veis apenas em controladoras SCSI
:. RAID 4
Este modo � parecido com
o RAID 3, novamente um dos discos � dedicado � tarefa de armazenar os c�digos de paridade,
mas a forma como os dados s�o gravados nos demais discos � diferente. No RAID 3 os dados s�o
divididos, sendo cada fragmento salvo em um disco diferente. Isto permite ganhar velocidade
tanto na grava��o quanto na leitura dos dados.
No RAID 4 os dados s�o
divididos em blocos, peda�os bem maiores do que no RAID 3. Com isto, � poss�vel ler v�rios arquivos
ao mesmo tempo, o que � �til em algumas aplica��es, por�m o processo de grava��o �
bem mais lento que no RAID 3. O RAID 4 apresenta um bom desempenho em aplica��es onde seja
preciso ler uma grande quantidade de arquivos pequenos. Uma desvantagem � que no RAID
4 o tempo de reconstru��o dos dados caso um dos HDs falhe � bem maior do que no RAID 3.
:. RAID 5
Este � mais um sistema
baseado no uso de paridade para garantir a integridade dos dados caso um HD falhe. A diferen�a
sobre o RAID 3 � que ao inv�s de dedicar um HD a esta tarefa, os dados de corre��o s�o espalhados
entre os discos. A vantagem sobre o RAID 3 � alcan�ar taxas de leitura um pouco mais altas,
pois ser� poss�vel ler dados a partir de todos os HDs simultaneamente, entretanto
as grava��es de dados s�o um pouco mais lentas.
O RAID 5 pode ser implementado
com a partir de 3 discos. Apesar dos dados de paridade serem espalhados pelos discos,
o espa�o esquivamente � um dos HDs � consumido por eles. Usando 4 HDs de 20 GB cada um, teremos
60 GB para dados e 20 GB para os c�digos de paridade. Usando 8 HDs teremos 140 GB para
dados e os mesmos 20 GB para paridade, e assim por diante.
:. RAID 53 (ou 5+3)
Ao contr�rio do que o nome
sugere, este modo � uma combina��o dos modos 3 e 1. O RAID 53 pode ser implementado em
sistemas com pelo menos 5 HDs. Os dois primeiros HDs formam um sistema RAID 3, com os
dados distribu�dos entre eles. Os dois HDs seguintes formam um sistema RAID 0, enquanto o �ltimo
armazena c�digos de paridade de todos. Este sistema apresenta um balan�o entre as boas taxas
de transfer�ncia do RAID 3 e a boa performance ao ler v�rios arquivos pequenos do RAID 0. Por�m,
n�o existe 100% de garantia de recuperar todos os dados caso um dos HDs falhe. Justamente
por isso este � um modo pouco usado.
:. RAID 6
� um padr�o RAID relativamente
novo, suportado por apenas algumas controladoras. � semelhante ao RAID 5, por�m
usa o dobro de bits de paridade, garantindo a integridade dos dados caso at� 2 dos HDs
falhem ao mesmo tempo. Ao usar 8 HDs de 20 GB cada um em RAID 6, teremos 120 GB de dados
e 40 GB de paridade.
:. RAM
Ramdom Access Memory. Mem�ria
de acesso aleat�rio, � a mem�ria mais usada n�o apenas em micros PCs, mas na maioria
dos computadores. � a tecnologia de mem�ria mais barata, mas tem a desvantagem de ser vol�til.
:. RAMAC 350
Este foi o primeiro disco
r�gido da hist�ria, lan�ado pela IBM em 1956. O RAMAC 370 era um projeto realmente primitivo
para os padr�es atuais, por era composto por 50 discos de 24 polegadas de di�metro cada
um e era realmente gigantesco, aproximadamente do tamanho de 4 geladeiras.
Apesar do tamanh�o, ele
tinha uma capacidade total de apenas 5 megabytes. Comparar este pioneiro com qualquer tecnologia
mais atual seria covardia, mas para a �poca foi uma verdadeira revolu��o, imagine quantos
cart�es perfurados "cabem" em 5 MB.
:. RAM Disk
Alguns utilit�rios, entre
eles o pr�prio "ramdisk" do DOS, permitem reservar parte da mem�ria
RAM, que passa a ser acessada
como se fosse um disco r�gido. Naturalmente, o acesso a este disco "fantasma"
� extremamente r�pido, mas todos os dados s�o perdidos ao desligar o micro.
Este recurso era muito
usado na �poca do XT, onde eram comuns PCs sem HD e com apenas um drive de disquetes. Os
RAM Disks eram usados para copiar disquetes. O disquete de boot do Windows 98 tamb�m cria
um RAM Disk, de 2 MB, onde s�o armazenados alguns utilit�rios de sistema usados durante
o boot.
:. Rambus
As mem�rias Direct Rambus
ou simplesmente Rambus, permitem um barramento de dados de apenas 16 bits de largura,
em oposi��o aos 64 bits utilizados pelos m�dulos de mem�ria SDRAM, suportando em compensa��o,
velocidades de barramento de at� 400 MHz com duas transfer�ncias por ciclo (como o AGP 2x),
o que na pr�tica eq�ivale a uma freq��ncia de 800 MHz. Em outras palavras, usando
mem�rias Rambus o processador pode ler menos dados de cada vez, mas em compensa��o tem
que esperar menos tempo entre cada leitura. Trabalhando a 400 MHz com duas transfer�ncias
por ciclo, sua velocidade m�xima, as mem�rias Rambus permitem uma banda total de 1.6 Gigabytes
por segundo, as mesmas taxas alcan�adas por mem�rias DDR de 100 MHz.
Diferentemente das mem�rias
DDR, que s�o apenas evolu��es das mem�rias SDRAM, as mem�rias Direct Rambus
trazem uma arquitetura completamente nova, que exige modifica��es muito maiores nos chipsets
destinados a suport�-la, significando maiores custos de desenvolvimento e produ��o.
:. RapidIO
Este � mais um novo barramento
de dados ultra-r�pido, que visa preencher as lacunas deixadas pelo barramento PCI utilizado
atualmente, que apesar de barato e flex�vel, n�o oferece uma velocidade suficiente para
muitos perif�ricos atuais.
Ao contr�rio do HyperTransport,
o RapidIO se destina a uma mercado espec�fico, para ser mais exato, o mercado de dispositivos
integrados e pequenos dispositivos de rede. A principal vantagem � o baixo custo,
que surge devido � simplicidade do padr�o.
O RapidIO pode ser usado
tanto para interligar os componentes da placa m�e e placas de expans�o quanto para interligar
dispositivos pr�ximos. Esta � uma possibilidade que tamb�m existe no HyperTransport
e, em teoria, tamb�m no 3GIO.
Existem dois padr�es de
RapidIO, com barramentos de 8 ou 16 bits de largura. Em ambos os casos a frequ�ncia de opera��o
� 1 GHz, que resulta num barramento de dados de respectivamente 4 e 8 GB/s,
uma velocidade impressionante, que chega a rivalizar com os padr�es mais r�pidos do
HyperTransport. O RapidIO tamb�m peculiar no protocolo de comunica��o usado, que
se baseia em camadas e no envio de pacotes, com um bom sistema de retransmiss�o de pacotes
e corre��o de erros, um sistema que lembra muito o sistema utilizado nas redes Ethernet.
:. RAS
Leia: CAS.
:. Raw Sockets
S�o a parte "de baixo
n�vel" do protocolo TCP/IP. Enquanto as portas TCP e UDP permitem transmitir apenas dados
e requisi��es padronizadas, atrav�s dos raw sockets � poss�vel ter acesso de baixo n�vel � rede.
Claro, existem muitas aplica��es
leg�timas para este tipo de acesso, mas este poder tamb�m pode ser usado para lan�ar ataques
DoS mais dif�ceis de barrar, falsificar endere�os IP, e outros tipos de vandalismo. Nem todos
os sistemas operacionais oferecem suporte a raw soquetes, entre eles o Windows 3.x/95/98/SE/ME.
Sistemas como o Linux, quase todos os Unix, Free BSD, Windows NT/2000 e XP j� oferecem
suporte completo.
:. Real-time
Em tempo real, um aplicativo
que � capaz de lidar com novos dados t�o r�pido que tudo pare�a instant�neo. Hoje em dia
a dificuldade � criar sistemas capazes de processar v�deo, gerar estat�sticas
complexas, e outros tipos de tarefas intensivas, in real-time :-)
:. Read After Write
"Leia depois de escrever".
Este � um recurso suportado por algumas controladoras de HDs, que ao ser ativado, faz com que
o HD leia os dados logo depois de escrev�-los. Qualquer erro ser� ent�o automaticamente detectado,
evitando que isto aconte�a apenas ao ser tarde demais. A desvantagem � que o modo
diminui muito a velocidade de escrita no HD, j� que a cada trilha gravada � necess�rio fazer
a confer�ncia.
:. Red Book
Este foi o padr�o original
para CDs de �udio, desenvolvido em uma parceria entre a Philips e a Sony, publicado em 1980.
Conhecido como "Compact Disk digital Audio" ou CD-DA. Al�m do formato de grava��o de
�udio, o Red Book trouxe as especifica��es f�sicas do CD-ROM (n�mero de trilhas e setores, capacidade
m�xima, etc.) que s�o usadas at� hoje.
:. Rede Ponto a Ponto
Uma arquitetura de rede
onde n�o existe um servidor central. Todos os computadores est�o no mesmo n�vel hier�rquico
e podem tanto compartilhar recursos (impressoras, arquivos, etc.) quanto acessar recursos
compartilhados por outros computadores da rede. Um exemplo de rede ponto a ponto � uma pequena
rede ligada atrav�s de cabos de par tran�ado e hub onde todos os PCs rodam o Windows 98.
:. Refurbished
Muitos fabricantes oferecem
garantias zero hour, onde ao inv�s de consertar o defeito, simplesmente trocam os
aparelhos. � um bom diferencial, pois ao inv�s de esperar semanas ou at� meses, o consumidor
sai da assist�ncia com um aparelho novo. O fabricante ent�o repara os aparelhos defeituosos e
os vende como aparelhos de segunda linha, os refurbished. Este termo pode ser traduzido para
"lustrado", enfatizando que o aparelho simplesmente foi consertado
(algumas vezes a caixa
externa tamb�m � trocada para dar uma apar�ncia de novo), ou seja, ganhou um polimento e cristaliza��o,
mas continua sendo um carro usado. Estes aparelhos s�o vendidos com desconto,
de 10 a 50% dependendo do produto e fabricante e geralmente tamb�m t�m garantia, embora menor
que a dos produtos novos.
:. Registered DIMM
Os m�dulos de mem�ria registrados
s�o m�dulos de mem�ria SDRAM ou DDR que incluem um conjunto adicional de registradores
que ajudam a estabilizar os sinais, garantindo a estabilidade em sistemas onde s�o utilizados
v�rios m�dulos de mem�ria simult�neamente. A maioria das placas m�e atuais que trazem
encaixes para quatro m�dulos de mem�ria trazem o uso de m�dulos registrados como
pr�-requisito para usar quatro m�dulos simultaneamente. Do contr�rio, os fabricantes garantem
a estabilidade ao serem utilizados apenas dois ou tr�s m�dulos, dependendo da placa.
Os m�dulos registrados
ainda s�o uma minoria de uso quase t�o restrito quanto os m�dulos ECC, pois s�o consideravelmente
mais caros. Apesar disso, � prov�vel que no futuro este tipo de m�dulo torne-se padr�o,
pois com o aumento da frequ�ncia de opera��o dos m�dulos de mem�ria, os registradores
tornam-se cada vez mais necess�rios.
:. ReiserFS
Este � um dos sistemas
de arquivos com suporte a journaling que passaram a ser suportados pelo Linux a partir do Kernel
2.4. Al�m do suporte a journaling, o ReiserFS apresenta dois recursos interessantes que n�o n�o
existem o antigo EXT2 nem em outros sistemas de arquivos atuais.
Em primeiro lugar, o sistema
n�o utiliza mais clusters de tamanho fixo (o NTFS do Windows XP por exemplo, utiliza clusters
de 4 KB em parti��es com mais de 2 GB), mas ajusta o tamanho de acordo com o tipo de arquivos
utilizados em cada parte do disco. Arquivos muito pequenos resultam em clusters menores
e em uma economia consider�vel de espa�o. Como conseq��ncia do tamanho de cluster din�mico,
o sistema tamb�m � muito mais r�pido ao ler arquivos muito pequenos, principalmente
os com menos de 2 KB, j� que com o fim dos clusters de 4 KB os arquivos podem ficar muito
mais pr�ximos.
:. Rel� (Relay)
Um dispositivo eletromec�nico,
formado por um magneto m�vel, que se desloca unindo dois contatos met�licos. O Rel�
foi muito usado no sistema telef�nico, ali�s algumas centrais anal�gicas ainda utilizam
estes dispositivos at� hoje. Os rel�s podem ser considerados uma esp�cie de antepassados
dos trans�stores. Suas limita��es s�o o fato de serem relativamente caros, grandes demais e
ao mesmo tempo muito lentos: um rel� demora mais de um mil�simo de segundo para fechar um
circuito, mais de dez milh�es de vezes mais lento que um trans�stor atual.
:. Removable Disk
Disco remov�vel, como por
exemplo disquetes, discos Zip, Jazz, LS-120, etc. Outro exemplos s�o as gavetas de HD, que permitem
remover, instalar e transportar HDs facilmente.
:. Resident Font
Fonte residente, ou fonte
interna, � uma fonte que j� vem pr�-gravada na impressora. Todas as impressoras, matriciais,
jato de tinta e laser vem com uma ou algumas fontes residentes, que s�o usadas quando � impresso
algo em modo somente texto, como no Edit do DOS. Dentro do Word e outros aplicativos gr�ficos,
s�o usadas fonte true type, que ficam instaladas no micro e s�o transmitidas � impressora
na hora de imprimir.
:. Resist�ncia el�trica
Por melhor condutor que
um material qualquer seja, ele sempre ter� alguma resist�ncia � passagem da corrente el�trica,
sempre haver� alguma perda. Se pud�ssemos olhar este condutor num super-microsc�pio,
ver�amos um n�mero muito grande de el�trons livres deslocando-se.
Alguns destes el�trons
colidem com os �tomos do condutor, transformando-se em calor. Este fen�meno � intencionalmente
usado em v�rios eletrodom�sticos, como por exemplo no ferro de passar e no secador, que
transformam a eletricidade em calor.
A resist�ncia el�trica
de um condutor depende do material de que � feito, do seu comprimento e da sua espessura. Quanto
mais fino e mais longo � o fio, maior � a resist�ncia.
:. Resistor
Os resistores s�o usados
para limitar ou regular a corrente el�trica. Eles s�o o componente mais numeroso na maioria das
placas m�e modernas, onde aparecem como pequenos ret�ngulos coloridos, medindo
2 x 1 mil�metro. O tipo mais comum de resistor � feito atrav�s de uma mistura
de grafite e cer�mica.
Quanto menor for a porcentagem de grafite, maior ser� a resist�ncia el�trica do resistor.
Os resistores s�o usados
por exemplo para permitir que um componente que use sinais de 5 V (placas PCI por exemplo)
possa transmitir dados a componentes que utilizem sinais de tens�o mais baixa, a mem�ria RAM
por exemplo (m�dulos DIMM usam 3.3 V). A eletricidade excedente � transformada em calor.
:. Retail
Componentes destinados
� venda no varejo, que v�m com caixa, manual, programas, garantia maior, etc.
Em oposi��o temos os componentes
OEM, que s�o destinados a integradores de PCs. Os OEM s�o vendidos em quantidade
e, para cortar custos, s�o vendidos apenas com um CD de drivers (muitas vezes nem isso)
e um manual simplificado, tudo embalado no saco pl�stico ou outra embalagem barata.
Como a diferen�a de pre�o
� muito grande, n�o � dif�cil encontrar componentes OEM � venda em lojas, na verdade, no Brasil
eles s�o a maioria.
:. RGB
Veja: CMYK
:. RIMM
Rambus Inline Memory Mode.
M�dulos de mem�ria Rambus. Os m�dulos RIMM s�o semelhantes aos m�dulos DIMM, mas em
geral trazem uma prote��o de metal sobre os chips de mem�ria, que tamb�m serve para facilitar
a dissipa��o de calor, j� que os m�dulos RIMM aquecem bastante devido � alta frequ�ncia
de opera��o. Naturalmente, os m�dulos RIMM s�o incompat�veis com os m�dulos de mem�rias SDRAM
e DDR. Veja tamb�m: Rambus.
:. Ripper
Programa usado para extrair
as faixas de �udio de um CD de m�sica, ou v�deo de um DVD, gravando-as no HD na forma
de arquivos. Na g�ria, usa-se os termos "rippar CDs" ou "rippar
DVDs".
:. RISC
Reduced Instruction Set
Computer. No come�o da d�cada de 80, a tend�ncia era construir chips com conjuntos de instru��es
cada vez mais complexos, os famosos processadores CISC. Alguns fabricantes por�m, resolveram
seguir o caminho oposto, criando o padr�o RISC (Reduced Instruction Set Computer,
ou "computador com um conjunto reduzido de instru��es").
Ao contr�rio dos complexos
CISC, os processadores RISC s�o capazes de executar apenas algumas poucas instru��es
simples. Justamente por isso, os chips baseados nesta arquitetura s�o mais simples e muito mais
baratos. Outra vantagem dos processadores RISC, � que, por terem um menor n�mero de circuitos
internos, podem trabalhar com clocks mais altos. Um exemplo s�o os processadores Alpha,
que em 97 j� operavam a 600 MHz. Tanto a Intel quanto a
AMD, perceberam que usar alguns conceitos da arquitetura RISC em seus processadores poderia ajud�-las
a criar processadores mais r�pidos. Por�m, ao mesmo tempo, existia a necessidade de
continuar criando processadores compat�veis com os antigos. N�o adiantaria muito lan�ar
um Pentium II ou Athlon extremamente r�pidos, se estes n�o fossem compat�veis com os programas
que utilizamos.
A id�ia ent�o passou a
ser construir chips h�bridos, que fossem capazes de executar as instru��es x86, sendo compat�veis
com todos os programas, mas ao mesmo tempo comportando-se internamente como chips
RISC, quebrando estas instru��es complexas em instru��es simples, que podem ser processadas por
seu n�cleo RISC. Tanto o Pentium II e III, quanto o Athlon, Duron e Celeron, utilizam este
sistema.
Do lado dos chips supostamente
RISC, como por exemplo o G4 usados nos Macs, temos esta mesma tend�ncia de construir
chips cada vez mais complexos, abandonando a id�ia dos chips RISC simples e baratos
em favor da complexidade t�pica dos processadores CISC. Atualmente pode-se dizer que n�o existem
mais chips CISC ou RISC, mas sim chips h�bridos, que misturam caracter�sticas das duas
arquiteturas, a fim de obter o melhor desempenho poss�vel.
:. Riser
� um tipo especial de placa de expans�o, que permite encaixar placas ISA, PCI ou AGP na horizontal, paralelas � placa m�e, ao inv�s dos 90 graus tradicionais. Estas placas s�o utilizadas em alguns PCs de arquitetura propriet�ria, onde exista a necessidade de um gabinete mais fino que o habitual, ou em servidores montados em hacks, onde novamente existe a necessidade de acomodar o equipamento em um gabinete muito fino.
:. RJ-11
O conector de 4 pinos utilizado
em cabos telef�nicos.
:. RJ-45
O Conector de 8 pinos usado
em cabos de rede de par tran�ado. O conector RJ-45 � muito maior que o RJ-11 e os cabos
podem ser crimpados no tamanho desejado utilizando um alicate especial.
:. Rock Solid
"S�lido como uma rocha".
G�ria geralmente usada em rela��o a processadores operando em overclock que se mant�m
perfeitamente est�veis.
:. ROM
Read Only Memory, mem�ria
apenas para leitura. Existem v�rios tipos, usada para guardar dados que n�o precisar�o ser
alterados. Exemplos de mem�ria ROM as EPROM. As mem�rias Flash s�o atualmente muito usadas
para substituir chips de mem�ria ROM, como por exemplo para armazenar o BIOS da placa
m�e. Entretanto, mem�ria Flash pode ser regravada, por isso n�o pode ser considerada mem�ria
ROM, apesar de substitu�-la com vantagens.
:. Roteador
Um dispositivo de rede
que permite interligar redes distintas. A Internet � composta por in�meros roteadores interligados
entre s�. Ao acessar um site qualquer, a requisi��o trafega por v�rios roteadores, at� chegar
ao destinat�rio e os dados enviados por ele fazem o caminho inverso para chegar ao seu micro. O
nome "roteador" � bastante sugestivo, pois os roteadores s�o capazes
de definir a melhor rota para
os pacotes de dados, evitando roteadores que estejam sobrecarregados ou que n�o estejam funcionando.
Um roteador pode ser tanto um dispositivo dedicado (no caso dos roteadores de maior
porte) quanto um PC com duas ou mais placas de rede rodando um sistema operacional com
suporte a esta fun��o.
Um roteador tamb�m pode
ser utilizado para unir duas redes que utilizem protocolos de rede distintos, j� que estes
aparelhos operam na camada de protocolo do modelo OSI, eles s�o capazes de entender os pacotes
de dados e alter�-los caso necess�rio, eles podem endere�ar os pacotes tanto baseados no endere�o
TCP/IP quando no endere�o f�sico (MAC) das placas de rede. Os bridges e switches por
sua vez operam na camada f�sica da rede, ou seja, s�o capazes de reconhecer
apenas o endere�o MAC das placas, mas n�o os endere�os ou dados transmitidos.
� por isso que ao contr�rio
dos roteadores eles n�o s�o capazes trabalhar com duas redes distintas, ao unir duas redes atrav�s
de um switch elas passam a formar uma �nica rede.
Os roteadores v�o desde
PCs comuns com duas ou mais placas de redes compartilhando a conex�o com a Web atrav�s
do ICS do Windows ou outro proxy qualquer a at� grandes (e car�ssimos) roteadores
dedicados, capazes de unir os backbones da Internet e encaminhar milh�es de pacotes de dados por
segundo.
:. ROW
Linha. Este termo � usado
em programas de planilha e tamb�m com rela��o ao endere�amento da mem�ria RAM. Veja tamb�m:
CAS, RAS.
:. RPM
Revolutions (ou Rotations)
Per Minute, o n�mero de rota��es por minuto de um disco r�gido ou outro tipo de disco. Quanto
maior for o n�mero de rota��es, mais r�pido os dados armazenados poder�o ser lidos.
:. RPM (2)
Este � o formato de pacote
originalmente utilizado pelo Red Hat Linux, mas que vem tornando-se um padr�o para um n�mero
cada vez maior de distribui��es. Os pacotes RPM cont�m programas ou arquivos, que podem
ser facilmente instalados atrav�s de um gerenciador de pacotes fornecido junto com a distribui��o.
Em geral basta apenas clicar sobre o pacote para chamar o gerenciador de pacotes e iniciar a
instala��o.
:. RTFM
Esta � uma frase n�o muito
educada usada em grupos de discuss�o em afins como um protesto contra quem n�o se disp�e
sequer a dar uma olhada no manual ou na documenta��o dispon�vel sobre um determinado assunto
antes de fazer uma pergunta b�sica. RTFM significa �Read the Fu***ng Manual�, equivale
ao LPDM (�Leia a p*** do manual�) que � a vers�o aportuguesada do protesto.