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Das nossas teorias de origem, a mais difundida � bastante interessante porque tem bases completamente religiosas.
Ela diz que Caim, ao matar seu irm�o Abel, fora amaldi�oado por Deus, e condenado a caminhar eternamente por sobre a Terra, e disse tamb�m que Caim n�o poderia ser destru�do por ningu�m, e para isso carregaria um s�mbolo, o s�mbolo da imortalidade, revivido mais tarde pelo fara� eg�pcio Ankh que usava esse s�mbolo num cord�o. Esse s�mbolo, depois de Ankh, passou a ser constantemente empregado na literatura eg�pcia. Pois ent�o, Caim foi o primeiro Vampiro da humanidade, mas ele n�o precisava beber sangue, assim como n�s, isso veio depois. Caim, em sua solid�o, construiu uma cidade, batizada de "A Primeira Grande Cidade" e gerou tr�s prog�nies, dando parte de seu sangue para eles. Estes vampiros de Segunda gera��o (Caim foi a primeira) tiveram que beber sangue mortal de tempos em tempos para manter vivo o poder do sangue de Caim. Esses tr�s vampiros geraram mais sete vampiros, os de terceira gera��o, que precisaram beber sangue mortal com mais const�ncia que os de segunda. Caim ordenou a todos que se parassem as procria��es, pois realmente acreditava que isso era uma maldi��o. E assim foi, durante um grande tempo, at� que um dia veio o Dil�vio que acabou com grande parte da "Primeira Grande Cidade" e, sup�e-se, acabou tamb�m com os vampiros de segunda gera��o, j� que n�o se tem nenhum registro hist�rico deles, a partir desse dia. Caim, acreditando que esse era um castigo de Deus, abandonou completamente a sociedade mortal, deixando os vampiros de terceira entregues a pr�pria sorte. Estes, ent�o, come�aram a gerar outros vampiros, que consequentemente geraram outros, mas com mais dificuldade, uma vez que o sangue de Caim ia se afinando conforme as gera��es iam passando, at� que chegou a um ponto que o sangue vamp�rico n�o substitu�a mais o sangue mortal, e foi preciso retirar todo o sangue da pessoa que fosse pretendente a maldi��o, antes de dar-lhe o sangue Bestial. Hoje encontramos vampiros de at� d�cima quinta gera��o, que por terem o sangue distante demais de Caim n�o podem passar a maldi��o adiante.
Outra teoria, com uma aceita��o m�nima, principalmente porque quase ningu�m tem conhecimento dela, devido aos seus segredos terem se perdido no tempo. Eu s� tive conhecimento dela atrav�s de um vampiro chamado Lestat, que imigrou certa vez para o Egito e adquiriu tais conhecimentos , n�o sei como.
Essa teoria conta que um rei e uma rainha eg�pcios, Einkil e Akasha, estudavam apari��es de diabretes (Diabrete � o nome dado a almas m�s que permanecem na terra atentando-nos. No Egito, os eg�pcios acreditavam que as Diabretes eram almas de homens que foram enterrados sem o ritual de purifica��o.) em eg�pcios. Com os estudos, eles chegaram a conclus�o que as diabretes entravam nos corpos de mortais apenas para poder fazer coisas que n�o podiam em seu estado m�stico, como por exemplo a sensa��o de tocar, de andar, de fazer sexo, etc... At� que certo dia, num desses estudos, membros da oposi��o ao rei entraram no quarto onde estavam Einkil, Akasha e algumas pessoas com as diabretes; e esfaquearam os reis, desejando-lhes a morte. As diabretes, aproveitando-se das feridas abertas, entraram nos corpos dos reis, fundindo-se com o sangue, experimentando assim um prazer nunca antes experimentado. As diabretes passaram a viver eternamente no sangue de Einkil e Akasha, concedendo-lhes a vida eterna. Mais tarde, descobrindo isso, a oposi��o resolveu tentar possuir a vida eterna e aprisionaram os reis para beber-lhes o sangue. Com o tempo descobriram que precisavam retirar todo o sangue mortal de seus corpos antes, e foram Diabretizados tamb�m (a Diabrete passou para o seu sangue tamb�m). Essa hip�tese foi encontrada nos pergaminhos de Tut-Ka-Mon, um sacerdote do fara� Mikerinus. O pergaminho foi encontrado e traduzido para grego por Plat�o e Her�credes. Da�, a vers�o em grego foi levada a Fran�a e traduzida para o franc�s por Frances Desailly March�. Os vampiros eg�pcios tentaram destruir o segredo da imortalidade, e tiveram �xito. Os segredos morreriam junto com March�, por volta de 1712, em Londres, quando o mesmo foi encontrado estripado (por causa de um ritual de purifica��o do sangue eg�pcio) e sem sangue nenhum no corpo. O crime, na �poca, fora atribu�do a um homem conhecido por Jack, um famoso assassino conhecido pela pol�cia brit�nica.
Uma nota interessante que merece ser citada � que nas tradu��es Eg�pcio-Grego-Franc�s, o termo Diabretizar sofreu erros de tradu��o e foi Traduzido como Diablerizar, ato o qual ficou conhecido como o ato de beber sangue de outro vampiro, ou seja, passar o sangue com Diabrete, traduzido como Diablerie para outro.
Existem tamb�m teorias como a da Evolu��o, que diz que o vampiro � uma ra�a mutante, evolutiva do Homo Sapiens, classificada como Homo Sapiens Supremus; ou tamb�m a teoria de que o vampiro fora criado em laborat�rios, em experi�ncias envolvendo homens cobaias e morcegos, que acabou com a fus�o de suas mol�culas, este foi batizado de Homo Vampiricus.
Existem lendas de vampiros desde 125ac, quando ocoreu uma das principais est�rias conhecidas de vampiros. Foi uma est�ria grega. Lendas sobre vampiros se originaram no oriente e viajaram para o ocidente atrav�s das rotas de seda para o Mediterr�neo. De l�, elas se espalharam por terras eslavas e pelas montanhas Capath. Os eslavos t�m as lendas mais ricas sobre vampiros. Elas foram originariamente mais associadas com os iranianos e depois migraram para onde est�o agora, por volta do oitavo s�culo. Quase na mesma �poca em que chegaram, come�ou o processo de cristianiza��o, e as lendas de vampiros sobreviveram como mitos.
Mais tarde, os ciganos migraram para o oeste pelo norte da �ndia (onde tamb�m existem um certo n�mero de lendas sobre vampiros), e seus mitos se confundiram com os mitos dos eslavos que j� havia l�. Os ciganos chegaram na Transilv�nia pouco tempo depois de Vlad Dracula nascer em 1431. O vampiro aqui era um fantasma de uma pessoa morta, que na maioria dos casos fora uma bruxa, um mago, ou um suicida.
Vampiros eram criaturas temidas, porque matavam pessoas ao mesmo tempo em que se pareciam com elas. A �nica diferen�a era que eles n�o possu�am sombra, nem se refletiam em espelhos. Al�m disso podiam mudar sua forma para a de um morcego, o que fazia deles dif�ceis de se pegar. Durante a luz do dia dormiam em seus caix�es, para � noite beber sangue humano, j� que os raios eram letais para eles. O m�todo mais comum era, pela meia noite, voar por uma janela na forma de um morcego e morder a v�tima no pesco�o de forma que seu sangue fosse totalmente sugado. Os vampiros n�o podiam entrar numa casa se n�o fossem convidados. Mas uma vez que eram poderiam retornar quando quisessem. Os vampiros eslavos n�o eram perigosos somente porque matavam pessoas, (muitos seres humanos tamb�m faziam isso) mas tamb�m porque suas v�timas, depois de morrerem, tamb�m se transformavam em vampiros. O lado mais forte do vampiro era que eles eram quase imortais. Apenas alguns ritos podiam matar um vampiro como: Transpassar seu cora��o com uma estaca, decapt�-lo ou queimar seu sangue. Esse tipo de vampiro tamb�m � o tipo mais conhecido, especialmente o Conde Dr�cula, de Bram Stoker.
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