PROFECIAS DE NOSTRADAMUS

  PAGINA INICIAL
  CARROS EX�TICOS
  MUSEU BOSTON

  TELEPORTAC�O
  ALQUIMIA
  ALBERT EINSTEIN
  ARCA DA ALIANCA
  AREA 51
  ASTECAS
  ASTROLOGIA
  TORRE DE BABEL
  BIG BANG
  BERMUDAS
  BOMBA ATOMICA
  QUEM FOI BUDA
  BURACO NEGRO
  CHUPA CABRA
  CAMELOT
  CRANIOS DE CRISTAL
  DINOSSAUROS
  EGITO
  ESFINGE
  ESPACO
  EXTRATERRESTRES
  EXORCISTA
  ALMAS GEMEAS
  SANTO GRAAL
  HALLOWEEN
  HAPA NUI
  LEMURIA
  NEIL ARMSTRONG
  MAIAS
  A CIDADE INCA
  MITOLOGIA
  MURALHA DA CHINA
  LAGO NESS
  NIAGARA
  A ARCA DE NOE
  MARAVILHAS
  PLATAO
  ROSWELL
  SALEM
  SANTOS DUMONT
  SOCRATES
  STONEHENGE
  U.S.A
  VIKINGS
  TEMPL�RIOS
  XADRES
  VAMPIROS

Entre todos os homens ilustres do s�culo XVI, Michel de Nostredame, conhecido como Nostradamus, � incontestavelmente o que, depois de sua morte, deu origem ao maior n�mero de obras liter�rias, com incid�ncia no s�culo XX, objeto essencial de sua vis�o prof�tica.

Nasceu a 14 de dezembro de 1503, em Saint-R�my, Fran�a, e morreu a 2 de julho de 1566, em Salon, Fran�a.

Astr�logo e um respeit�vel m�dico franc�s de origem judaico-proven�al, Nostradamus aprendeu latim, grego, hebraico, matem�tica e astrologia com seu av�, Jacques de Nostredame, m�dico da corte do rei Ren� de Proven�a.

Estudou humanidades e filosofia em Avignon, e medicina em Mont-pellier, graduando-se em 1529. Serviu como cl�nico na peste de 1525; descobriu o modo de transmiss�o dessa peste, e inventou, quase quatro s�culos antes de Pasteur, "um m�todo de assepsia"; uma assepsia muito poderosa; usando um p� de sua fabrica��o, para disfar�ar a descoberta cient�fica, pois se esta fosse conhecida poderia lev�-lo � pena capital, sob a acusa��o de "bruxaria"; Curou v�rias v�timas e sua fama de curandeiro se espalhou. A convite de Escal�gero, radicou-se em Agen, l� latinizando seu nome e exercendo a profiss�o de m�dico.

Abandonou a cidade, quando em 1533 uma outra peste, matou sua mulher e filhos. Viveu isolado e tornou-se introvertido, passando dez anos numa vida errante e misteriosa. Casou-se novamente e se estabeleceu em Salon, voltando a exercer a profiss�o de m�dico.

Por volta de 1547, come�ou a fazer predi��es. "Sentado � noite, estudando sozinho em lugar retirado, numa cadeira de bronze, uma pequena chama sai da solid�o e faz surgir coisas (predi��es) das quais n�o se pode duvidar". Suas profecias baseavam-se em estudos de astrologia, e em inspira��es divinas.

Publicou em 1555 um livro de profecias em rima, de t�tulo Les Centuries de Michel Nostradamus. Republicou a obra em 1558, aumentando-a e dedicando-a � Henrique II, cuja morte predisse acertadamente, trazendo-lhe fama e fortuna. " O jovem Le�o vencer� o velho num torneio na li�a. Ele lhe perfurar� o olho numa armadura dourada, num dos dois combates, e depois morrer� de morte cruel." (Em um torneio, num combate contra o conde de Montgomery, comandante da guarda escocesa , o Rei Henrique II teve seu olho direito perfurado pela lan�a do advers�rio, que ap�s resvalar em sua armadura, levantou a viseira de seu capacete dourado perfurando-lhe o olho. O rei agonizou durante algumas horas antes de morrer).

A fama de Nostradamus atingiu tal eleva��o que passou a ser requestado por reis e pr�ncipes europeus. Foi conselheiro dos Reis Henrique II e Francisco II; o Rei Carlos IX nomeou-o m�dico particular da corte, tendo sido tamb�m m�dico, conselheiro e protegido da Rainha Catarina de M�dici, para quem elaborava hor�scopos e fazia previs�es astrais.

As Cent�rias de Michel Nostradamus foram escritas sob um hermetismo codificado, um manto filol�gico e mesmo astrol�gico, por causa da Inquisi��o.

Ele usou constru��es latinas e gregas, sentido etimol�gico das palavras, anagramas, figuras de sintaxe, lugares geogr�ficos pouco conhecidos, e queimou todos os livros nos quais se baseou para proteger suas profecias, tornando-as acess�vel somente a poucas pessoas, porque se as descrevesse claramente, seria perseguido e sua vis�o do futuro n�o teria chegado � posteridade. Sua obra teria sido condenada e destru�da pelas autoridades governamentais e religiosas da �poca, que a teriam como uma obra completamente adversa aos seus desejos e anseios.

"Temendo tamb�m que v�rios livros ocultos durante s�culos longos viessem a ser conhecidos, e prevendo o que aconteceria se fossem lidos, eu os dei de presente a vulc�o (isto �, eu os queimei)".

Os livros usados por Nostradamus constituem, portanto, a chave das cent�rias; e sabendo o que aconteceria � sua mensagem, se fosse logo decifrada, ele destruiu esses livros, atirando-os ao fogo, queimando com eles a chave do segredo do cofre-forte que � a sua obra.

Uma de suas primeiras previs�es, foi religiosa. Ele viu um jovem frade se aproximar do po�o. Sentiu-se compelido a ir prestar-lhe uma homenagem. Ajoelhou-se e beijou as vestes do jovem. Perguntado porque fazia aquilo, respondeu: "Preciso beijar as vestes de sua santidade, o Papa". Acharam seu comportamento um tanto exc�ntrico. Em 1585, muitos anos depois de Nostradamus estar morto, o jovem (Felice Peretti) tornou-se o Papa Sisto V.

Numa outra ocasi�o, num banquete, o anfitri�o quis engan�-lo. Disse que naquela noite comeriam um leit�o. Disse que tinha um branco e um preto, e pediu a Nostradamus que adivinhasse qual deles comeriam. Ele disse: "O preto". O anfitri�o mandou preparar o branco. Durante o jantar desafiou Nostradamus a dizer mais uma vez, qual o leit�o que comiam. Como antes, respondeu: "O preto". Triunfante, o anfitri�o chamou o cozinheiro para que dissesse qual deles comiam. Este contou que, enquanto preparavam o leit�o branco, ele ca�ra da mesa e fora devorado pelos cachorros. Ent�o tiveram que servir o preto.

Pouco tempo antes de morrer, Nostradamus previra sua pr�pria morte: "Voltando de uma visita, e guardando o presente do rei em lugar seguro, ele n�o poder� mais agir, e morrer�. Os parentes pr�ximos, amigos e consangu�neos o encontrar�o morto ao lado do leito e da cadeira".

(Ele foi encontrado morto, ao lado do leito e ao p� da cadeira de bronze onde fazia suas predi��es, depois de uma visita ao Rei Carlos IX, que lhe presenteou com trezentos escudos de ouro). Sabendo de sua pr�pria morte, fez ent�o alguns preparativos.

Pediu, que ao ser enterrado, junto a seu corpo fosse colocada secretamente uma placa de metal com uma determinada data, e pediu que ap�s sua morte, fosse dada uma advert�ncia: Aquele que bebesse utilizando a caveira de Nostradamus como se fosse um copo conquistaria a capacidade de tamb�m predizer o futuro, por�m essa capacidade duraria poucos segundos, pois seu autor, em seguida, tombaria fulminado pela morte.

Essa advert�ncia acabou se tornando uma lenda. Mais de duzentos anos depois, em maio de 1791, durante a Revolu��o francesa, o t�mulo de Nostradamus foi aberto por soldados b�bados. Ao abrirem o caix�o ficaram espantados com a placa que l� estava: "maio, 1791". Um dos soldados desafiou a lenda e tomou vinho no cr�nio de Nostradamus, e poucos segundos depois foi atingido por uma bala perdida, morrendo instantaneamente. Os restos de Nostradamus foram ent�o reenterrados na igreja de S�o Louren�o, em Salon, onde permanecem at� hoje.

A obra de Nostradamus estrutura-se da seguinte forma:

1. A "Carta ao seu filho, C�sar": texto em prosa, na realidade uma advert�ncia ao seu futuro tradutor. Esse texto reveste-se de import�ncia capital para a compreens�o da obra.

2. Doze cent�rias, divididas da seguinte maneira:

- As cent�rias I, II, III, IV, V, VI, IX, X, com cem quadras cada uma.

- A cent�ria VII, composta de quarenta e seis quadras.

- A cent�ria VIII, composta de cem quadras, aumentadas de mais oito.

- A cent�ria XI, composta de duas quadras.

- A cent�ria XII, composta de onze quadras. Portanto um total de novecentas e sessenta e sete quadras.

3. Uma quadra em latim, colocada entre a cent�ria VI e a cent�ria VII, representando uma advert�ncia complementar.

4. Os press�gios, em n�mero de cento e quarenta e um.

5. As sextilhas, em n�mero de cinquenta e oito.

6. A "Carta a Henrique, Rei de Fran�a, segundo": texto em prosa, colocado no fim da cent�ria VII, uma esp�cie de quadro sin�tico das vis�es de Nostradamus.

Esse interesse manifestado por este personagem enigm�tico faz supor que o mesmo tenha deixado uma "grande obra", fora do comum, dotada de um poder excepcional de fascina��o.

Se somarmos os versos escritos por Nostradamus, teremos um total de quatro mil setecentos e setenta e dois versos, escritos em franc�s arcaico, uma l�ngua intimamente ligada �s suas origens greco-latinas, o que explica as dificuldades encontradas pelos exegetas que n�o t�m, em primeiro lugar, a forma��o liter�ria indispens�vel para traduzir a obra para o franc�s do s�culo XX, e, em segundo, para reconstituir o gigantesco quebra-cabe�a cujas pe�as s�o as quadras.

Assim, os livros sobre Nostradamus est�o repletos de in�meros erros filol�gicos, o que levou muitos a acreditarem na tese segundo a qual a obra de Nostradamus n�o passa de um texto obscuro e incompreens�vel, sendo a cr�tica mais frequente a de que as quadras podem ser interpretadas de acordo com o ponto de vista de cada um! Isso seria o mesmo que afirmar que a linguagem usada pelo profeta n�o tinha nenhum sentido, o que para mim � inaceit�vel.

H� ainda um fato que poderia surpreender uma mente mais hist�rica do que t�cnica: a "mensagem" de Nostradamus foi escrita para o s�culo XX, (dois ter�os da obra), pois ele sabia que o texto s� seria compreendido e revelado nesse s�culo, objeto de sua vis�o, e, portanto, os textos que se referem aos s�culos anteriores servem apenas de testemunho da autenticidade da profecia.

Para compreender o car�ter herm�tico da obra � necess�rio conhecer a "Carta a C�sar". As advert�ncias de Nostradamus ao seu futuro tradutor s�o da maior import�ncia para penetrarmos a mensagem prof�tica. A magia e o ocultismo est�o completamente fora de cogita��o.

(Texto baseado no livro "Nostradamus historiador e profeta, de Jean-Charles de Fontbrune")

Apresento aqui algumas profecias futuras, relacionadas a v�rios assuntos, entre eles, a Terceira Guerra Mundial, o cometa, o Anticristo, o assassinato do Papa, a queda da Igreja, etc...

Os conflitos do s�culo XX entre o oriente e o ocidente: A Terceira Guerra Mundial (1999). VIII.59

"Duas vezes elevado a pot�ncia, duas vezes abatido, o Ocidente, assim como o Oriente, se enfraquecer�. Seu advers�rio, depois de v�rios combates, ser� perseguido por mar e vencido pela pen�ria."

Procura da paz e da guerra. A guerra na Fran�a. IX.52

"De um lado preparam-se para assinar a paz, do outro, para fazer a guerra. Jamais as duas ser�o t�o procuradas. Depois ser�o lamentados os homens, as mulheres; o sangue inocente correr� sobre a terra, e, especialmente, em todas as partes da Fran�a."

Negocia��es de paz: URSS-EUA VIII.2

"Os chefes de Estados muito poderosos falar�o de paz (EUA-URSS); mas a paz n�o ser� feita, pois os chefes n�o ser�o mais s�bios do que os outros."

Da Segunda � Terceira Guerra Mundial. Grandes batalhas navais. II.40

"Depois de um intervalo pouco importante, uma grande guerra ser� deflagrada em terra e no mar. Os combates navais ser�o os mais importantes. A ferocidade (dos homens) ser� pior do que a pr�pria guerra."

A Terceira Guerra Mundial sucede � Segunda. A utiliza��o dos foguetes at�micos. II.46

"Depois de uma grande reuni�o de homens (soldados), prepara-se uma maior; Deus renova os s�culos. A revolu��o e efus�o de sangue, depois da do�ura da vida, trar�o fome, guerra e epidemia; ser� visto o fogo no c�u e um grande foguete."

O clima revolucion�rio nas prov�ncias francesas. A guerra na Fran�a. XII.56

"Um chefe de Estado vai agredir outro. Haver� conflito e �dio entre eles. A raiva e a viol�ncia se estender�o a todas as prov�ncias, depois uma grande guerra trar� � Fran�a terr�veis transforma��es (da�, a mudan�a da capital)."

Escassez de ouro e prata. Alta do custo de vida. III.5

"Pouco tempo depois da falta dos dois metais (ouro e prata), que sobreviver� em abril e mar�o, que carestia de vida ser� conhecida! Mas dois chefes de Estado de ra�a nobre trar�o socorro, por terra e por mar."

A crise econ�mica. O fim do sistema monet�rio. VIII.28

"As representa��es do ouro e da prata v�timas da infla��o, depois do v�o da doce vida, ser�o atiradas em um fogo em f�ria; esgotados e perturbados pela d�vida p�blica, os pap�is e as moedas ser�o destru�dos."

Decad�ncia do poder devido � infla��o. Corrup��o dos costumes. Paris em grande confus�o. VI.23

"O poder ser� desprezado por causa da desvaloriza��o da moeda e o povo se revoltar� contra o chefe de Estado. Ser� proclamada a paz; por um fato novo, as leis sagradas ser�o corrompidas. Jamais Paris estar� em tamanha desordem."

As proclama��es de paz e a guerra. Execu��o de trezentos mil prisioneiros. I.92

"Sob um (personagem), a paz ser� proclamada, mas pouco tempo depois haver� pilhagem e revolu��o. Por causa da resist�ncia de Paris, a terra e o mar ser�o invadidos e trezentos mil prisioneiros ser�o mortos."

A revolu��o na It�lia. VIII.16

"No lugar onde Deus fundou sua Igreja (Roma), haver� uma revolu��o t�o grande e t�o s�bita que nenhum lugar, nenhuma terra ser� poupada. A revolu��o atingir� a Toscana (Floren�a) depois dos Jogos Ol�mpicos."

Ru�na moral e sangrenta de Roma. A literatura subversiva. Os atentados. X.65

"� vasta Roma, tua ru�na se aproxima, n�o a dos teus muros, mas a do teu sangue e de tua subst�ncia. A maldade far� um atentado t�o terr�vel por meio da literatura que todos ser�o perseguidos."

A "Europa dos nove" e a China. Impot�ncia nas rela��es internacionais. Press�gio 41, julho

"Os ladr�es far�o pilhagem durante uma grande seca, que constituir� um acontecimento jamais visto. Os pa�ses estrangeiros (do leste) ser�o tratados com pouca energia. Os chefes de governo da "Europa dos Nove"ser�o seduzidos pelo oriente (China)."

Jo�o Paulo II foge da invas�o russa. A resist�ncia ao invasor. IX.99

"O movimento das for�as russas far� o Papa partir de Roma. Lan�ar� por terra, reduzindo-os a cinzas, os muros de gesso, de cal e de poeira; mas a revolu��o que vir� em seguida ser� para eles uma armadilha; um �ltimo socorro ir� ao seu encontro em suas fronteiras."

Jo�o Paulo II, nas margens do R�dano. A alian�a do Galo com os Estados Unidos. VIII.46

"(Jo�o) Paulo II, o trabalho do sol, morrer� perto do R�dano, depois de fugir para perto dos desfiladeiros de Tarascon (e Beaucaire); pois a guerra far� coisas terr�veis ao trono (de S�o Pedro); depois, ele ter�, na Fran�a, tr�s aliados do rei da Fran�a e dos Estados Unidos."

Bombardeio das cidades do sudeste. VIII.2

"Vejo as cidades de Condom, Auch e Mirande e suas vizinhan�as cercadas pelo fogo que vem do c�u; o Papa, em Lyon, levado pela guerra, depois os bombardeios em Marmande e os im�veis desabando sobre o Garona."

O Papa em Lyon. Sua passagem por Capri e M�naco. Sua morte. II.35

"O fogo se alastrar� de noite por dois im�veis (minist�rios), onde muitos ser�o queimados e sufocados. O Papa chegar� sozinho perto de dois rios (Lyon); depois de sua passagem por Capri e M�naco, todos ser�o mortos.

O Papa deixa Roma e a It�lia. O fim do seu pontificado. V.57

"Ele sair� de Roma e passar� pelas montanhas da It�lia do Norte por causa daquele que dirigir� seu ex�rcito para um t�nel (su��a). Entre dois rochedos (Beaucaire e Tarascon) ser�o apreendidos os bens. A partir de Aix-en-Provence fracassar� o renome do "trabalho do sol" (Jo�o Paulo II)."

Combate no Jura e nos Alpes. Morte de Jo�o Paulo II em Lyon. VIII.34

"Depois da vit�ria do chefe violento em Lyon, haver� uma hecatombe nos montes Jura, um s�timo milh�o de soldados ser� aniquilado nos Alpes. "O trabalho do sol" (Jo�o Paulo II) encontrar� sua morte e sua sepultura em Lyon."

Morte do Papa em Lyon. Na Fran�a, a esquerda no poder. II.97

"Papa romano, n�o te aproximes da cidade que � banhada por dois rios (Lyon). Teu sangue e dos teus correr� perto desse lugar, quando a esquerda subir ao poder."

O assassinato de Jo�o Paulo II, � noite. Jo�o Paulo II: Um papa empreendedor, prudente, bom e doce. X.12

"Aquele que for eleito papa ser� ridicularizado por seus eleitores. Esse personagem empreendedor e prudente ser� subitamente reduzido ao sil�ncio. Provocar�o a sua morte por causa de sua grande bondade e de sua do�ura. Oprimidos pelo medo, conduzi-lo-�o � morte durante a noite."

A morte de Jo�o Paulo II em Lyon, a 13 de dezembro. Sua passagem por Mont�limar. IX.68

"Depois de Mont�limar, o papa perder� seu brilho. Sua infelicidade vir� na conflu�ncia do Sa�ne e do R�dano (Lyon), por causa dos soldados escondidos no bosque em 13 de dezembro. Nada t�o terr�vel jamais aconteceu ao trono (de S�o Pedro)."

A fuga de Roma do papa polon�s. X.3

"Depois de cinco (dias ou meses) a Igreja ser� eliminada; Um personagem fugir� abandonando o polon�s: haver� boatos de socorro, o chefe (da Igreja) abandonar�, ent�o, a (Santa) S�."

Um cometa vis�vel durante sete dias. Pedido de aux�lio do chefe de Estado ingl�s. O Papa foge de Roma. II.41

"O cometa brilhar� durante sete dias. O c�u mostrar� dois s�is; o chefe ingl�s berrar� toda a noite quando o papa mudar de pa�s."

Diverg�ncias entre tr�s chefes de Estado, durante a passagem do cometa. O pa�s basco e Roma envolvidos na revolu��o. II.43

"Durante a passagem do cometa, os tr�s grandes chefes de Estado ser�o inimigos; ser�o atacados do c�u e a terra tremer�. Os Basses-Pyr�n�es e o Tibre ficar�o agitados. Sat� se instalar� nas suas margens."

O Iraque contra o Ocidente. O Papa �s margens do R�dano. A It�lia ocupada. VII.22

"Os iraquianos marchar�o contra os aliados da Espanha, enquanto os homens se divertem, riem, fazem banquetes, todo o povo dorme; o papa foge para as margens do R�dano, a cidade do Vaticano � ocupada, bem como a It�lia."

Morte, por envenenamento, de um chefe de Estado inimigo. Chuva de meteoritos. II.47

"Quando o grande velho inimigo que traz a infelicidade for envenenado, os soberanos ser�o submetidos por (tropas) incont�veis. Os aer�litos escondidos na cauda do cometa chover�o sobre a Terra quando forem invocados em v�o os artigos (Tratado de Genebra) sobre os direitos da guerra (a morte)."

A queda dos invasores. O cometa. II.62

"O invasor cruel morrer� bem cedo, depois de ter provocado uma horr�vel hecatombe de homens e animais. Depois, subitamente, vir� a vingan�a. Por causa de discursos sem sentido, a for�a reinar�; conhecer�o a sede e a fome, quando o cometa percorrer o c�u."

A apari��o de um cometa perto da Ursa Menor, em junho. Guerra na It�lia, na Gr�cia e no mar Vermelho. Morte do Papa. VI.6

"O cometa aparecer� perto da Ursa Menor, pr�ximo ao dia 21 de junho. Susa, Toscana, a Gr�cia e o mar Vermelho tremer�o. O Papa de Roma morrer� na noite em que o cometa desaparecer."

A morte do Papa. O cometa. Ru�na econ�mica. A It�lia, um pa�s agitado. II.15

"Um pouco antes de o Papa ser morto, a Igreja ter� tido dois irm�os (Jo�o Paulo I e Jo�o Paulo II), aparecer� ent�o o cometa; o dinheiro p�blico ser� pilhado em terra e no mar; Pisa, Asti, Ferrara e Turim ser�o regi�es interditas."

O tirano morto em terras mu�ulmanas. A guerra de repres�lia contra o Ocidente. A queda da rep�blica. I.94

"O tirano ser� morto no porto mu�ulmano, mas isso n�o far� com que seja recobrada a liberdade. Uma nova guerra ser� deflagrada por esp�rito de vingan�a e repres�lia; a rep�blica ser� amea�ada pela for�a."

A queda da rep�blica. As tropas mu�ulmanas na It�lia. O governo de ocupa��o na It�lia. VI.42

"O poder ser� abandonado pela Rep�blica Francesa por causa das for�as mu�ulmanas, que far�o muitos ataques e estender�o seu poder at� a It�lia, que ser� governada por um personagem que se far� de inteligente."

O fim da quinta rep�blica. Conflito entre os russos e seus aliados mu�ulmanos. I.3

"Quando o leito da revolu��o for virado e quando (os revolucion�rios) se resignarem � infelicidade, a Rep�blica ser� lesada no momento em que os brancos (os mu�ulmanos) e os vermelhos (as for�as do leste) entrarem em desacordo."

Guerras na Palestina. Conflitos entre �rabes e israelenses. II.95

"Os lugares habitados se tornar�o inabit�veis (polui��o at�mica?) para os territ�rios muito divididos (Palestina). Os poderes ser�o entregues a governantes incapazes. A morte e as dissen��es reinar�o entre irm�os (�rabes e judeus)."

A origem oriental do Terceiro Conflito Mundial. I.9

"Do oriente vir� o ato p�rfido que atingir� o mar Adri�tico e os herdeiros de R�mulo (os italianos), com a frota da L�bia, tremei, habitantes de malta e seu arquip�lago."

O Coronel Khadafi subleva o mundo �rabe contra o Ocidente. O grande Rei: personagem culto contra os �rabes. III.27

"Um chefe de Estado l�bio poderoso no Ocidente vir� inflamar tantos �rabes contra os franceses, depois vir� um personagem culto e complacente que mandar� traduzir a l�ngua �rabe para o franc�s."

Persegui��es nos pa�ses mu�ulmanos da �sia, especialmente na Turquia. III.60

"Haver� grandes confiscos (dos bens dos crist�os) em toda a �sia, especialmente na Turquia, onde o sangue ser� derramado sob o pretexto de liberdade para um jovem chefe mu�ulmano cheio de deslealdade."

A invas�o da It�lia. A costa mediterr�nea. Os tremores de terra. X.60

"Eu choro Nice, M�naco, Pisa, G�nova, Savona, Siena, C�pua, M�dena e Malta, que ser�o cobertas de sangue pela opress�o das armas. A guerra, os tremores de terra e a revolu��o provocar�o uma desgra�a jamais vista."

Ruptura da paz no Oriente M�dio. Fran�a e Portugal envolvidos no conflito. II.60

"A m� f� mu�ulmana provocar� uma ruptura no Oriente M�dio. Devido a um grande personagem da Jud�ia, o R�dano, o Loire e o Tejo ver�o mudan�as quando a febre do ouro for derrubada; a frota ser� destru�da, o sangue e os corpos dos marinheiros nadar�o."

Conflito no mar Adri�tico. O Egito entra na guerra. II.86

"Uma frota naufragar� perto do mar Adri�tico; a terra tremer� quando uma frota a�rea for abatida. O Egito aumentado com as tropas mu�ulmanas tremer�. Ser� exigida a rendi��o do comandante-em-chefe."

Os conservadores. O cometa e a guerra. Press�gio 52

"Quando aparecer o grande cometa, o chefe do governo ser� atingido pela guerra; a fome, a doen�a, a fuma�a do fogo da guerra e o sangue ser�o vistos em todos os pa�ses do Ocidente com todos os seus ornamentos externos, quando uma subleva��o for chefiada pelos tonsurados (os conservadores)."

Os conservadores contra o Conc�lio. Press�gio 99, julho

"O mundo estar� em perigo, embora os chefes de Estado se felicitem. Os tonsurados se revoltar�o por causa da decis�o do Conc�lio. Os cardeais incitar�o o povo contra eles. E um deles mostrar�, em seguida, sua verdadeira face."

O cisma na Igreja Cat�lica. O Pr�ncipe Charles ferido em Londres. VI.22

"No territ�rio do Vaticano, enquanto o neto ser� ferido em Londres por uma falsa paz, a barca (de Pedro) sofrer� um cisma, e uma falsa liberdade ser� proclamada com grande insist�ncia."

O cisma e o Antipapa. O tratado de paz assinado perto de Veneza. VIII.93

"S� obter� a prelatura (o trono de S�o Pedro) durante sete meses, e far� nascer um grande cisma ao morrer. Outro que n�o o papa ocupar� o trono de S�o Pedro durante sete meses, e depois a paz ser� assinada perto de Veneza e a unidade da Igreja ser� recuperada."

A derrota do Ocidente. As advert�ncias do Papa. A mensagem de Nostradamus, desprezada pela esquerda e pela Alemanha. A volta da monarquia. Sextilha 46

"O provedor (russo) derrotar� o Ocidente. Nem os homens sa�dos da revolu��o (homens da esquerda) nem os Alem�es escutar�o minha mensagem quando os perigos da guerra forem assinalados pelo Papa durante o seu pontificado, e sob a rep�blica; ent�o, Fran�a!, conhecer�s teu maior infort�nio. Depois, a monarquia voltar�."

A defec��o de dois pa�ses do Pacto de Vars�via. O Papa, Paris e a Proven�a agredidos, apesar da Pol�nia. II.88

"O curso da grande guerra que trar� a ru�na far� com que aqueles que chamamos sete (pa�ses do Pacto de Vars�via) passem a ser apenas cinco. O pa�s estrangeiro envolvido na guerra, o maior e representando um ter�o (do conjunto), n�o poder� garantir a seguran�a do Papa, de Paris e Aix-en-Provence."

Utiliza��o de armas qu�micas. Descoberta de novas jazidas de petr�leo. As declara��es de Jo�o Paulo II em Saint-Denis. Ataque da marinha mu�ulmana. Press�gio 125, julho

"Pelo fogo e pela pestil�ncia, os frutos das �rvores ser�o destru�dos, quando se descobrir� grande abund�ncia de sinais de petr�leo. O (Santo) Padre em (saint-)Denis n�o ser� escutado. Os chefes de Estado morrer�o, mas poucos estrangeiros encontrar�o a morte. A marinha mu�ulmana amea�ar� as fronteiras com seu ataque."

Foguetes utilizados contra o Ocidente e o Jap�o. a Terceira Guerra Mundial. O poder dos vermelhos. Sextilha 27

"O fogo vindo do Ocidente (foguetes) atingir� o Ocidente e, desde o sul, (o mundo mu�ulmano) chegar� at� o Jap�o. Os vermes morrer�o de fome, sem nem mesmo uma raiz para se alimentar. Essa ser� a Terceira Guerra Mundial, que far� luzir os fogos de guerra dos vermelhos que reinar�o, e no fim conhecer�o a fome."

Ataque da Inglaterra depois da invas�o da Alemanha. A guerra e a revolu��o. Sextilha 50

"Mais cedo ou mais tarde, a Inglaterra ser� arruinada por causa da queda da Alemanha, e ver� a guerra p�r termo � revolu��o; a guerra recome�ar� com tanta intensidade, que o sangue humano correr� sobre a terra, faltar�o mantimentos e haver� armas em abund�ncia."

Invas�o da Gr�-Bretanha pelos russos. II.68

"Os esfor�os (de guerra) da R�ssia ser�o grandes; ela ter� acesso ao oceano Atl�ntico. O governo ser� restabelecido na Inglaterra, e Londres, coberta de barcos, tremer�."

A invas�o da Aquit�nia e da Inglaterra. Invas�o das tropas mu�ulmanas. II.1

"Sobre a Aquit�nia e nas ilhas brit�nicas haver� grandes desembarques de tropas. Os movimentos revolucion�rios e um inverno rigoroso levar�o � desgra�a esses territ�rios, pois ser�o submetidos a grandes invas�es vindas de um porto mu�ulmano."

Invas�o da Rep�blica Federal da Alemanha e da It�lia pelos russos. A Iugusl�via entregue ao massacre. II.32

"Depois do leite do bem-estar, o sangue do povo correr� na Iugosl�via, quando o conflito for deflagrado, bem como uma calamidade perto de Ballenstedt. O brado (de guerra) ser� grande por toda a R�ssia. Ent�o, nascer� um flagelo perto de e em Ravena."

A guerra mu�ulmana no mar Negro e na Iugusl�via. O apoio de Portugal: desembarque americano? IX.60

"O conflito ser� iniciado pelos mu�ulmanos no mar Negro, e o sangue que eles derramar�o far� tremer a Iugusl�via, onde o grande chefe mu�ulmano chegar� ao seu ponto culminante. O povo tremer�, depois o socorro vir� de Portugal."

A invas�o mu�ulmana. Press�gio 60, abril

"O tempo ser� de licenciosidade, pestilento e violento, devido a um furioso ataque mu�ulmano e a uma invas�o. Grandes calamidades se preparam em abril e os grandes personagens ser�o ridicularizados, exceto dois deles."

A costa do Mediterr�neo entregue � pilhagem. II.4

"De M�naco at� a Sic�lia, o litoral ser� destru�do. Nem uma cidade ou vila escapar� � pilhagem das tropas mu�ulmanas."

Invas�o de Agde por mar, desembarque de um ex�rcito de um milh�o de homens. Derrota naval do Ocidente no Mediterr�neo. VIII.21

"Tr�s navios de guerra entrar�o no porto de Agde, trazendo com eles a invas�o sem f� e sem lei, e a epidemia. Um milh�o de soldados se reunir�o para atravessar o mar e a resist�ncia no mar ser� quebrada tr�s vezes."

As tropas mu�ulmanas na It�lia. X.33

"A fac��o cruel dos mu�ulmanos vir�, escondendo as armas sob os mantos longos. Seu chefe tomar� Floren�a e far� queimar esse lugar duas vezes, depois de ter enviado na frente homens enganadores e sem lei (espi�es)."

Invas�o da Europa Ocidental pelos russos. VIII.15

"Na R�ssia ser�o feitos grandes esfor�os (de guerra) por uma massa de homens que vir�o abalar a Europa (Ocidental) e quase todo o universo. Entre dois eclipses, essa massa de homens por� em fuga (as tropas ocidentais), e os h�ngaros receber�o refor�os de vida e de morte."

O presente do Ir� aos ocidentais. Ataque da Fran�a e da It�lia, partindo do Afeganist�o. III.90

"Um grande personagem c�nico do Tigre e do Ir� dar� um presente aos da Alian�a do Atl�ntico; depois um chefe do ex�rcito partir� do Afeganist�o para desembarcar no mar Tirreno e em Marselha."

Utiliza��o das armas nucleares contra a R�ssia. II.91

"No Oriente ser� visto um grande fogo; barulho e chamas chegar�o at� a R�ssia. Haver� mortos num c�rculo (bomba A ou H) e ser�o ouvidos gritos. Com a guerra, o fogo e a fome, os homens morrer�o."

O Hex�gono atacado de cinco lados. a Tun�sia e a Arg�lia sublevadas pelo Ir�. O ataque � Espanha. I.73

"A fran�a ser� atacada por cinco lados pr causa de sua neglig�ncia. A Tun�sia e a Arg�lia ser�o sublevadas contra ela pelo Ir�. Le�n, Sevilha e Barcelona sucumbir�o e n�o poder�o ser socorridas pelo ex�rcito italiano."

Um ingl�s e seis alem�es ilustres capturados pelos mu�ulmanos. Invas�o da Espanha por Gibraltar. O novo e tem�vel chefe iraniano. III.78

"O chefe da Gr�-Bretanha e seis chefes alem�es ser�o capturados por mar pelos orientais, que atravessar�o Gibraltar e a Espanha, depois de fazerem uma oferta ao novo chefe tem�vel do Ir�."

Invas�o russa. Desola��o na It�lia. IV.82

"Grandes massas de tropas se aproximar�o, vindas da R�ssia. O destruidor arruinar� a velha cidade (Paris). A It�lia ficar� desolada, e ele n�o saber� apagar o grande fogo (da guerra) que ele acender�."

Cat�strofe no mar Negro. Fome na Gr�cia e na It�lia. II.3

"Por causa de um calor semelhante ao do sol, os peixes do mar Negro ficar�o meio cozidos, e seus habitantes vir�o destru�-los quando os gregos e os italianos precisarem de alimentos."

A guerra no Mediterr�neo Oriental. V.16

"Por seu pre�o muito alto, (a vida) ter� gosto de l�grimas porque a carne humana ser� reduzida a cinzas. A ilha de Faros (Egito) ser� perturbada pelos crist�os, ao passo que na Gr�cia aparecer� o espectro da guerra."

A URSS faz o Oriente tremer. Jo�o Paulo II e a Igreja Cat�lica. Batalhas na Turquia. VI.21

"Quando os territ�rios �rticos forem unidos (Uni�o Sovi�tica), haver� grande medo e temor no Oriente. Quando um novo papa for eleito, para sustentar a Igreja Cat�lica, Rodes e a Turquia ficar�o tintas de sangue mu�ulmano."

Tr�s pa�ses aliados come�am a guerra. VIII.17

"Os ricos ser�o subitamente dominados. O mundo ser� envolvido na guerra por tr�s aliados. Os inimigos se apossar�o de Marselha, que sofrer� fome, inc�ndio, amea�a, doen�a e de todos esses males o dobro."

Grandes batalhas navais no Atl�ntico. III.1

"Em seguida a um combate naval, a Inglaterra conhecer� o maior alarme. Depois, o advers�rio empalidecer� de pavor, ap�s haver semeado o terror no Atl�ntico (ou a Alian�a do Atl�ntico)."

Ataques de Paris e ocupa��es de Roma. Grandes batalhas navais. V.30

"Ao redor de toda a cidade de Paris os soldados se alojar�o nos campos e na cidade; quando Paris for atacada e Roma for invadida, ser� ent�o feita grande pilhagem no mar."

Ataque a�reo em Marselha e Genebra. A Gr�cia invadida pelo Ir�. II.96

"Um foguete ser� visto � noite no c�u perto da emboscadura e da nascente do R�dano. A fome, a guerra reinar�o, e o socorro vir� muito tarde, quando o Ir� se puser a caminho para invadir a Maced�nia." Invas�o da Su�ca atrav�s dos t�neis. "O pa�s mais rico do Ocidente, perto de Neufch�tel, ser� tomado e dominado atrav�s das montanhas, pelos t�neis, e sua popula��o ser� for�ada a beber �gua polu�da."

Destrui��o de Genebra. A Sui�a e o Ir�. IX.44

"Saiam todos da cidade, habitantes de Genebra! A idade de ouro se tranformar� em idade de guerra. Aquele que se revoltar contra o chefe iraniano exterminar� a todos. Antes desse acontecimento haver� sinais no c�u."

Destrui��o de Paris e de Genebra. Fuga da popula��o. II.6

"Perto das vilas e nas duas cidades (Paris e Genebra), haver� dois flagelos como jamais foram vistos. A fome e a doen�a reinar�o nessas cidades, os homens ser�o expulsos e implorar�o ao grande Deus imortal."

A invas�o se Lyon anunciada por um sat�lite. III.46

"O c�u nos anuncia por sinais luminosos e por sat�lite que o momento de uma mudan�a chegou a Lyon, nem para o bem nem para o mal da cidade."

Paris, salva em 1945, e destru�da no terceiro conflito mundial. Sextilha 3

"A cidade na maior confus�o, atacada por mil bocas de canh�es e fortemente sob a terra (metr�). Ela resistir� cinco anos (1940-1945), tudo ficar� no lugar, depois ela ser� abandonada aos inimigos contra os quais a revolu��o far� guerra."

Destrui��o de Paris. VI.4

"As margens do rio franc�s (o Sena) mudar�o de aspecto. Paris n�o se manter� mais. Tudo ser� transformado, exceto a l�ngua francesa, pois a �poca ser� de totalitarismo, de guerra e de mis�ria e pilhagem."

Destrui��o de Paris. III.84

"Paris ser� devastada. Nenhum dos seus habitantes permanecer�. Os edif�cios, as igrejas ser�o destru�dos, as mulheres e as mo�as ser�o violadas. Pelo ferro da guerra, pelo fogo, pela doen�a e pela artilharia, o povo de Paris morrer�."

Os tr�s anos e setenta dias do regime vermelho. A conspira��o. VI.74

"A esquerda chegar� ao poder. Descobrir-se-� que os inimigos s�o os conspiradores. Mais do que nunca seu tempo triunfar�, mas ela morrer� ao fim de tr�s anos e setenta dias."

A quinta rep�blica: Um pouco mais de vinte anos. A da monarquia at� 1999. O fim e o cumprimento da profecia de Nostradamus (1999). I.48

"Depois de vinte anos de poder republicano, um outro restabelecer� a monarquia at� o s�timo mil�nio (1999). Quando o Bourbon conhecer a infelicidade, ent�o minha profecia estar� terminada e cumprida."

A vit�ria do Ocidente. Press�gio 8, junho

"Quando estiver pr�xima a Era de Aqu�rio, o Diabo voltar� para tr�s e o fogo da grande guerra ser� impedido. Da R�ssia aos pa�ses mu�ulmanos, ao grande orgulhoso, o Ocidente conservar� a liberdade de pensamento."

Revolu��o nos pa�ses do leste. Chuva de meteoritos sobre a terra e o mar. Queda dos sete pa�ses do Pacto de Vars�via. II.18

"Uma nova revolu��o, s�bita e violenta, perturbar� bruscamente os dois ex�rcitos (em seu avan�o). Aer�litos em profus�o cair�o do c�u, petrificar�o o mar e provocar�o a queda s�bita dos sete pa�ses (do Pacto de Vars�via) na terra e no mar."

Entrada do Rei da Fran�a em Roma. Alian�a do papa com o Rei da Fran�a. VI.28

"O grande franc�s entrar� em Roma levando um grande n�mero de exilados e banidos. O grande papa abrigar� todos os homens que apoiaram o Rei da Fran�a nos Alpes."

Henrique V vitorioso. Henrique V reina sobre a Fran�a e a It�lia. VIII.60

"(Henrique V) ser� o primeiro personagem na Fran�a e na It�lia. Na terra e no mar, para os ingleses e os parisienses, atos excepcionais ser�o realizados por essa grande casa (a casa dos Bourbon), e a Lorena causar� o fim do monstro (o urso russo), atacando-o."

Henrique V, descendente dos Capetos e dos Guise. Seus feitos no mar Negro. VII.24

"O descendente do Capeto enterrado (Lu�s XVI) sair� da sombra e por� fim ao poderio mar�timo (sovi�tico), que ser� envenenado pelo descendente dos Guise. O grande Loreno ser� a garantia das fronteiras do mar Negro."

Liberta��o do Vaticano por Henrique V. X.27

"O quinto (Henrique), que ser� tamb�m um personagem grande e poderoso, reabrir� o Vaticano com uma for�a militar. Um papa chamado Clemente ser� eleito, quando a Alemanha tiver recuado. Jamais a Espanha e o papado ter�o sofrido um ataque t�o grande de uma for�a militar (�guia)."

O Rei da Fran�a � reconhecido. Sua vit�ria contra o dirigente alem�o. A derrota do mundo mu�ulmano. Press�gio 38, abril

"O rei ser� reconhecido como vencedor e como l�der: depois de uma trai��o, sua origem real ser� conhecida. Ser� vencedor pelo sangue de um l�der alem�o. Os mu�ulmanos se tornar�o humildes devido � sua desgra�a."

Henrique V - um l�der mundial. VI.70

"O grande Henrique ser� um l�der do mundo. Ser� sempre mais amado, temido e respeitado. Sua fama e seus louvores passar�o por baixo dos c�us, e ele se contentar� com o t�tulo de vencedor."

O jovem pr�ncipe restaura a paz. Sua sagra��o. IV.10

"O jovem pr�ncipe ser� acusado injustamente e provocar� dist�rbios e perturba��es em todo o territ�rio. Matar� o chefe (inimigo) por sua coragem; restaurar� a paz por seu poder, e depois curar� as escr�fulas (ser� sagrado)."

O rei sagrado pelo papa. Sua luta contra as for�as da esquerda, na It�lia. V.6

"O papa colocar� a m�o sobre a cabe�a do rei (para sagr�-lo) e pedir� pela paz na It�lia. Ele mudar� o poder das for�as da esquerda e esse rei ter� governo pac�fico."

O sucessor de Jo�o Paulo II. A alian�a entre o papa e o Rei da Fran�a. Sextilha 15

"Quando um novo chefe do grande barco da Igreja for eleito, brilhar� por muito tempo essa chama luminosa que � o s�mbolo da vida no mundo. Nessa �poca, os ex�rcitos se reunir�o sob seu nome e ser�o aliados aos do rei da Fran�a, cuja mem�ria permanecer� nos pa�ses do leste, nos pa�ses �rabes e africanos e na Am�rica.

Desentendimentos entre os tr�s grandes: Estados Unidos, R�ssia e China. O fim do reinado do Rei da Fran�a. Press�gio 44, outubro

"Aqui (na Fran�a) seu reino se acabar�. As tr�s grandes pot�ncias (Estados Unidos, R�ssia e China) far�o acordos e o Bourbon estar� longe. Um dos tr�s (a China) conspirar� contra os dois outros, e, no fim de outubro, ser�o vistas suas obras."

A R�ssia e o Pacto de Vars�via contra a �frica do Sul. Combates na Palestina. Sextilha 56

"A �frica do Sul ver� de todas as partes (os acontecimentos), quando o provedor (russo) se juntar ao Pacto de Vars�via. Sua ru�na se aproxima e a guerra causar� grandes acontecimentos perto da Terra Santa (Israel). Haver� em Israel, na terra e no mar, grandes for�as militares, quando a Igreja adotar dois irm�os (Jo�o Paulo I e Jo�o Paulo II)."

O sucessor de Jo�o Paulo II se instala e morre no monte Aventino. II.28

"O pen�ltimo papa se estabelecer� no monte Aventino, e a� morrer�; o trono de S�o Pedro ficar� vago por causa de um chefe louco vindo de longe, que libertar� um grande povo (chin�s) dos impostos."

O Anticristo, filho de um monge budista ou zen. O Anticristo, um g�meo. I.95

"Um g�meo ser� encontrado num monast�rio, origin�rio do sangue nobre de um monge muito velho. Seu ru�do ser� grande por seu partido, sua l�ngua e o poder de sua voz; por isso, pedir�o que seja levado ao poder o g�meo sobrevivente."

Nascimento do Anticristo na �sia. Sua penetra��o at� a Fran�a. V.84

"Ele nascer� da infelicidade e numa cidade incomensur�vel (cidade chinesa ou japonesa), filho de pais obscuros e p�rfidos; quando o poder do grande rei (da Fran�a) for reconhecido, ele destruir� (o Ocidente) at� Rouen e Evreux."

O nascimento do Anticristo. Fome no planeta. III.42

"A crian�a nascer� com dois dentes na garganta, haver� na It�lia (Toscana) chuva de pedras (bombardeios?). Anos mais tarde, n�o haver� trigo nem cevada para satisfazer os homens, que morrer�o de fome."

O Anticristo: O maior inimigo da esp�cie humana. X.10

"Marcado pelas mortes e pelos crimes abomin�veis, o grande inimigo do g�nero humano ser� pior do que todos os seus precedentes. Com o ferro e o fogo da guerra e da revolu��o, ele far� correr o sangue de modo desumano."

Elei��o do Anticristo. Seu dom�nio sobre os maiores Estados. VIII.41

"Um homem astucioso ser� eleito sem nada dizer; passar� por santo vivendo vida simples. Depois, subitamente, exercer� sua tirania, colocando os maiores Estados sob uma tirania absoluta."

O Anticristo. os pa�ses comunistas da �sia envolvidos na guerra (1999). X.66

"O chefe do governo ingl�s ser� apoiado pelo poder dos Estados Unidos, quando o frio tornar o solo da Esc�cia duro como pedra; os chefes vermelhos ter�o � sua frente um anticristo t�o pervertido que levar� todos � guerra."

Os vinte e sete anos de guerra do Anticristo (1999-2026). VIII.77

"O Anticristo aniquilar� logo tr�s pa�ses. A guerra que ele conduzir� durar� vinte e sete anos. Seus oponentes ser�o mortos, e os prisioneiros, deportados. O sangue dos corpos tingir� de vermelho a �gua, a terra ser� crivada de golpes (foguetes, bombardeios)."

Alian�a entre os mu�ulmanos e os asi�ticos. Invas�o da Europa. Persegui��o dos crist�os. VI.80

"O poder do Marrocos chegar� at� a Europa, incendiar� as cidades e massacrar� seus habitantes. O grande chefe asi�tico lan�ar� novos ex�rcitos por terra e por mar, os amarelos, de pele p�lida, perseguir�o os crist�os para destru�-los."

Invas�o amarela atrav�s da R�ssia e da Turquia. V.54

"Do mar Negro e da China um chefe vir� at� a Fran�a, depois de ter atravessado a R�ssia e a Arm�nia, e deixar� seu pavilh�o vermelho-sangue na Turquia."

O �ltimo conflito do s�culo XX (1999). I.51

"Que mudan�as ser�o provocadas pelos chefes de guerra, antes da volta da luz e da Idade de Ouro; depois passado um longo s�culo (XX), o tempo maligno voltar�. Que perturba��es, na Fran�a e na It�lia."

A China invade a Europa. Press�gio 40, junho

"Por haverem semeado a morte, os sete pa�ses da Europa Oriental conhecer�o a consequ�ncia fatal. Ser�o dizimados pelos bombardeios, pela tempestade, a epidemia e a f�ria do inimigo. O chefe da �sia por� em fuga todos os ocidentais e subjugar� seus antigos conquistadores."

Um cometa em julho de 1999. X.72

"Em julho de 1999, o grande rei do terror vir� do c�u fazer reviver o grande conquistador dos mong�is. Antes e depois, marte reinar� pela felicidade."

Invas�o da Turquia e do Egito, vinda da �sia. Queda da Igreja Cat�lica. V.25

"O chefe �rabe come�ar� a guerra e a subvers�o contra a soberania mon�rquica; o poder da Igreja sucumbir� por uma invas�o mar�tima. Quase um milh�o de soldados entrar�o no Ir�, e Sat� invadir� a Turquia e o Egito."

Inc�ndio de Roma. Expuls�o de um cardeal pelo papa. Esc�ndalos cometidos pelo clero. III.17

"Ser� visto o inc�ndio de Roma durante a noite. O c�u ficar� escuro subitamente, na B�lgica, quando o papa expulsar um cardeal, e os eclesi�sticos cometer�o esc�ndalos."

O assassinato do papa. a morte do Capeto. Desembarque na costa do Var. VII.37

"Dez homens ser�o enviados para assassinar o papa; mas um deles se opor�; a guerra ser� iniciada pelo ex�rcito. Na confus�o, o chefe (do grupo) se suicidar�, os barcos desembarcar�o nas costas do Var e o Capeto ser�, ent�o, posto em terra."

Queda de Roma e do Vaticano. I.69

"A grande cidade das sete colinas, depois de um per�odo de paz, conhecer� a guerra, a fome e a revolu��o, que se estender� at� muito longe, arruinando as grandes regi�es, e mesmo as ru�nas antigas e a grande funda��o (o Vaticano)."

Queda de Roma e do Vaticano. Pris�o do papa. II.93

"Bem perto do Tibre, a morte amea�a. Um pouco antes, haver� uma grande revolu��o. O chefe da Igreja ser� feito prisioneiro e expulso. O Castelo (de Santo �ngelo) e o pal�cio (do Vaticano) ser�o queimados."

Hosted by www.Geocities.ws

1 1