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Entre todos os homens ilustres do s�culo XVI, Michel de Nostredame, conhecido como Nostradamus, � incontestavelmente o que, depois de sua morte, deu origem ao maior n�mero de obras liter�rias, com incid�ncia no s�culo XX, objeto essencial de sua vis�o prof�tica.
Nasceu a 14 de dezembro de 1503, em Saint-R�my, Fran�a, e morreu a 2 de julho de 1566, em Salon, Fran�a. Astr�logo e um respeit�vel m�dico franc�s de origem judaico-proven�al, Nostradamus aprendeu latim, grego, hebraico, matem�tica e astrologia com seu av�, Jacques de Nostredame, m�dico da corte do rei Ren� de Proven�a. Estudou humanidades e filosofia em Avignon, e medicina em Mont-pellier, graduando-se em 1529. Serviu como cl�nico na peste de 1525; descobriu o modo de transmiss�o dessa peste, e inventou, quase quatro s�culos antes de Pasteur, "um m�todo de assepsia"; uma assepsia muito poderosa; usando um p� de sua fabrica��o, para disfar�ar a descoberta cient�fica, pois se esta fosse conhecida poderia lev�-lo � pena capital, sob a acusa��o de "bruxaria"; Curou v�rias v�timas e sua fama de curandeiro se espalhou. A convite de Escal�gero, radicou-se em Agen, l� latinizando seu nome e exercendo a profiss�o de m�dico. Abandonou a cidade, quando em 1533 uma outra peste, matou sua mulher e filhos. Viveu isolado e tornou-se introvertido, passando dez anos numa vida errante e misteriosa. Casou-se novamente e se estabeleceu em Salon, voltando a exercer a profiss�o de m�dico. Por volta de 1547, come�ou a fazer predi��es. "Sentado � noite, estudando sozinho em lugar retirado, numa cadeira de bronze, uma pequena chama sai da solid�o e faz surgir coisas (predi��es) das quais n�o se pode duvidar". Suas profecias baseavam-se em estudos de astrologia, e em inspira��es divinas. Publicou em 1555 um livro de profecias em rima, de t�tulo Les Centuries de Michel Nostradamus. Republicou a obra em 1558, aumentando-a e dedicando-a � Henrique II, cuja morte predisse acertadamente, trazendo-lhe fama e fortuna. " O jovem Le�o vencer� o velho num torneio na li�a. Ele lhe perfurar� o olho numa armadura dourada, num dos dois combates, e depois morrer� de morte cruel." (Em um torneio, num combate contra o conde de Montgomery, comandante da guarda escocesa , o Rei Henrique II teve seu olho direito perfurado pela lan�a do advers�rio, que ap�s resvalar em sua armadura, levantou a viseira de seu capacete dourado perfurando-lhe o olho. O rei agonizou durante algumas horas antes de morrer).
A fama de Nostradamus atingiu tal eleva��o que passou a ser requestado por reis e pr�ncipes europeus. Foi conselheiro dos Reis Henrique II e Francisco II; o Rei Carlos IX nomeou-o m�dico particular da corte, tendo sido tamb�m m�dico, conselheiro e protegido da Rainha Catarina de M�dici, para quem elaborava hor�scopos e fazia previs�es astrais.
As Cent�rias de Michel Nostradamus foram escritas sob um hermetismo codificado, um manto filol�gico e mesmo astrol�gico, por causa da Inquisi��o. Ele usou constru��es latinas e gregas, sentido etimol�gico das palavras, anagramas, figuras de sintaxe, lugares geogr�ficos pouco conhecidos, e queimou todos os livros nos quais se baseou para proteger suas profecias, tornando-as acess�vel somente a poucas pessoas, porque se as descrevesse claramente, seria perseguido e sua vis�o do futuro n�o teria chegado � posteridade. Sua obra teria sido condenada e destru�da pelas autoridades governamentais e religiosas da �poca, que a teriam como uma obra completamente adversa aos seus desejos e anseios. "Temendo tamb�m que v�rios livros ocultos durante s�culos longos viessem a ser conhecidos, e prevendo o que aconteceria se fossem lidos, eu os dei de presente a vulc�o (isto �, eu os queimei)". Os livros usados por Nostradamus constituem, portanto, a chave das cent�rias; e sabendo o que aconteceria � sua mensagem, se fosse logo decifrada, ele destruiu esses livros, atirando-os ao fogo, queimando com eles a chave do segredo do cofre-forte que � a sua obra.
Uma de suas primeiras previs�es, foi religiosa. Ele viu um jovem frade se aproximar do po�o. Sentiu-se compelido a ir prestar-lhe uma homenagem. Ajoelhou-se e beijou as vestes do jovem. Perguntado porque fazia aquilo, respondeu: "Preciso beijar as vestes de sua santidade, o Papa". Acharam seu comportamento um tanto exc�ntrico. Em 1585, muitos anos depois de Nostradamus estar morto, o jovem (Felice Peretti) tornou-se o Papa Sisto V.
Numa outra ocasi�o, num banquete, o anfitri�o quis engan�-lo. Disse que naquela noite comeriam um leit�o. Disse que tinha um branco e um preto, e pediu a Nostradamus que adivinhasse qual deles comeriam. Ele disse: "O preto". O anfitri�o mandou preparar o branco. Durante o jantar desafiou Nostradamus a dizer mais uma vez, qual o leit�o que comiam. Como antes, respondeu: "O preto". Triunfante, o anfitri�o chamou o cozinheiro para que dissesse qual deles comiam. Este contou que, enquanto preparavam o leit�o branco, ele ca�ra da mesa e fora devorado pelos cachorros. Ent�o tiveram que servir o preto.
Pouco tempo antes de morrer, Nostradamus previra sua pr�pria morte: "Voltando de uma visita, e guardando o presente do rei em lugar seguro, ele n�o poder� mais agir, e morrer�. Os parentes pr�ximos, amigos e consangu�neos o encontrar�o morto ao lado do leito e da cadeira". (Ele foi encontrado morto, ao lado do leito e ao p� da cadeira de bronze onde fazia suas predi��es, depois de uma visita ao Rei Carlos IX, que lhe presenteou com trezentos escudos de ouro). Sabendo de sua pr�pria morte, fez ent�o alguns preparativos. Pediu, que ao ser enterrado, junto a seu corpo fosse colocada secretamente uma placa de metal com uma determinada data, e pediu que ap�s sua morte, fosse dada uma advert�ncia: Aquele que bebesse utilizando a caveira de Nostradamus como se fosse um copo conquistaria a capacidade de tamb�m predizer o futuro, por�m essa capacidade duraria poucos segundos, pois seu autor, em seguida, tombaria fulminado pela morte. Essa advert�ncia acabou se tornando uma lenda. Mais de duzentos anos depois, em maio de 1791, durante a Revolu��o francesa, o t�mulo de Nostradamus foi aberto por soldados b�bados. Ao abrirem o caix�o ficaram espantados com a placa que l� estava: "maio, 1791". Um dos soldados desafiou a lenda e tomou vinho no cr�nio de Nostradamus, e poucos segundos depois foi atingido por uma bala perdida, morrendo instantaneamente. Os restos de Nostradamus foram ent�o reenterrados na igreja de S�o Louren�o, em Salon, onde permanecem at� hoje.
A obra de Nostradamus estrutura-se da seguinte forma:
1. A "Carta ao seu filho, C�sar": texto em prosa, na realidade uma advert�ncia ao seu futuro tradutor. Esse texto reveste-se de import�ncia capital para a compreens�o da obra.
2. Doze cent�rias, divididas da seguinte maneira:
- As cent�rias I, II, III, IV, V, VI, IX, X, com cem quadras cada uma.
- A cent�ria VII, composta de quarenta e seis quadras.
- A cent�ria VIII, composta de cem quadras, aumentadas de mais oito.
- A cent�ria XI, composta de duas quadras.
- A cent�ria XII, composta de onze quadras. Portanto um total de novecentas e sessenta e sete quadras.
3. Uma quadra em latim, colocada entre a cent�ria VI e a cent�ria VII, representando uma advert�ncia complementar.
4. Os press�gios, em n�mero de cento e quarenta e um.
5. As sextilhas, em n�mero de cinquenta e oito.
6. A "Carta a Henrique, Rei de Fran�a, segundo": texto em prosa, colocado no fim da cent�ria VII, uma esp�cie de quadro sin�tico das vis�es de Nostradamus.
Esse interesse manifestado por este personagem enigm�tico faz supor que o mesmo tenha deixado uma "grande obra", fora do comum, dotada de um poder excepcional de fascina��o.
Se somarmos os versos escritos por Nostradamus, teremos um total de quatro mil setecentos e setenta e dois versos, escritos em franc�s arcaico, uma l�ngua intimamente ligada �s suas origens greco-latinas, o que explica as dificuldades encontradas pelos exegetas que n�o t�m, em primeiro lugar, a forma��o liter�ria indispens�vel para traduzir a obra para o franc�s do s�culo XX, e, em segundo, para reconstituir o gigantesco quebra-cabe�a cujas pe�as s�o as quadras. Assim, os livros sobre Nostradamus est�o repletos de in�meros erros filol�gicos, o que levou muitos a acreditarem na tese segundo a qual a obra de Nostradamus n�o passa de um texto obscuro e incompreens�vel, sendo a cr�tica mais frequente a de que as quadras podem ser interpretadas de acordo com o ponto de vista de cada um! Isso seria o mesmo que afirmar que a linguagem usada pelo profeta n�o tinha nenhum sentido, o que para mim � inaceit�vel.
H� ainda um fato que poderia surpreender uma mente mais hist�rica do que t�cnica: a "mensagem" de Nostradamus foi escrita para o s�culo XX, (dois ter�os da obra), pois ele sabia que o texto s� seria compreendido e revelado nesse s�culo, objeto de sua vis�o, e, portanto, os textos que se referem aos s�culos anteriores servem apenas de testemunho da autenticidade da profecia.
Para compreender o car�ter herm�tico da obra � necess�rio conhecer a "Carta a C�sar". As advert�ncias de Nostradamus ao seu futuro tradutor s�o da maior import�ncia para penetrarmos a mensagem prof�tica. A magia e o ocultismo est�o completamente fora de cogita��o.
(Texto baseado no livro "Nostradamus historiador e profeta, de Jean-Charles de Fontbrune")
Apresento aqui algumas profecias futuras, relacionadas a v�rios assuntos, entre eles, a Terceira Guerra Mundial, o cometa, o Anticristo, o assassinato do Papa, a queda da Igreja, etc...
Os conflitos do s�culo XX entre o oriente e o ocidente: A Terceira Guerra Mundial (1999).
VIII.59
"Duas vezes elevado a pot�ncia, duas vezes abatido,
o Ocidente, assim como o Oriente, se enfraquecer�.
Seu advers�rio, depois de v�rios combates,
ser� perseguido por mar e vencido pela pen�ria."
Procura da paz e da guerra. A guerra na Fran�a.
IX.52
"De um lado preparam-se para assinar a paz, do outro, para fazer a guerra.
Jamais as duas ser�o t�o procuradas.
Depois ser�o lamentados os homens, as mulheres; o sangue inocente correr� sobre a terra,
e, especialmente, em todas as partes da Fran�a."
Negocia��es de paz: URSS-EUA
VIII.2
"Os chefes de Estados muito poderosos
falar�o de paz (EUA-URSS);
mas a paz n�o ser� feita,
pois os chefes n�o ser�o mais s�bios do que os outros."
Da Segunda � Terceira Guerra Mundial. Grandes batalhas navais.
II.40
"Depois de um intervalo pouco importante,
uma grande guerra ser� deflagrada em terra e no mar.
Os combates navais ser�o os mais importantes.
A ferocidade (dos homens) ser� pior do que a pr�pria guerra."
A Terceira Guerra Mundial sucede � Segunda. A utiliza��o dos foguetes at�micos.
II.46
"Depois de uma grande reuni�o de homens (soldados),
prepara-se uma maior; Deus renova os s�culos.
A revolu��o e efus�o de sangue, depois da do�ura da vida, trar�o fome, guerra e epidemia;
ser� visto o fogo no c�u e um grande foguete."
O clima revolucion�rio nas prov�ncias francesas. A guerra na Fran�a.
XII.56
"Um chefe de Estado vai agredir outro.
Haver� conflito e �dio entre eles.
A raiva e a viol�ncia se estender�o a todas as prov�ncias,
depois uma grande guerra trar� � Fran�a terr�veis transforma��es (da�, a mudan�a da capital)."
Escassez de ouro e prata. Alta do custo de vida.
III.5
"Pouco tempo depois da falta dos dois metais (ouro e prata),
que sobreviver� em abril e mar�o,
que carestia de vida ser� conhecida! Mas dois chefes de Estado de ra�a nobre
trar�o socorro, por terra e por mar."
A crise econ�mica. O fim do sistema monet�rio.
VIII.28
"As representa��es do ouro e da prata v�timas da infla��o,
depois do v�o da doce vida, ser�o atiradas em um fogo em f�ria;
esgotados e perturbados pela d�vida p�blica,
os pap�is e as moedas ser�o destru�dos."
Decad�ncia do poder devido � infla��o. Corrup��o dos costumes. Paris em grande confus�o.
VI.23
"O poder ser� desprezado por causa da desvaloriza��o da moeda
e o povo se revoltar� contra o chefe de Estado.
Ser� proclamada a paz; por um fato novo, as leis sagradas ser�o corrompidas.
Jamais Paris estar� em tamanha desordem."
As proclama��es de paz e a guerra. Execu��o de trezentos mil prisioneiros.
I.92
"Sob um (personagem), a paz ser� proclamada,
mas pouco tempo depois haver� pilhagem e revolu��o.
Por causa da resist�ncia de Paris, a terra e o mar ser�o invadidos
e trezentos mil prisioneiros ser�o mortos."
A revolu��o na It�lia.
VIII.16
"No lugar onde Deus fundou sua Igreja (Roma),
haver� uma revolu��o t�o grande e t�o s�bita
que nenhum lugar, nenhuma terra ser� poupada.
A revolu��o atingir� a Toscana (Floren�a) depois dos Jogos Ol�mpicos."
Ru�na moral e sangrenta de Roma. A literatura subversiva. Os atentados.
X.65
"� vasta Roma, tua ru�na se aproxima,
n�o a dos teus muros, mas a do teu sangue e de tua subst�ncia.
A maldade far� um atentado t�o terr�vel por meio da literatura
que todos ser�o perseguidos."
A "Europa dos nove" e a China. Impot�ncia nas rela��es internacionais.
Press�gio 41, julho
"Os ladr�es far�o pilhagem durante uma grande seca,
que constituir� um acontecimento jamais visto.
Os pa�ses estrangeiros (do leste) ser�o tratados com pouca energia.
Os chefes de governo da "Europa dos Nove"ser�o seduzidos pelo oriente (China)."
Jo�o Paulo II foge da invas�o russa. A resist�ncia ao invasor.
IX.99
"O movimento das for�as russas far� o Papa partir de Roma.
Lan�ar� por terra, reduzindo-os a cinzas, os muros de gesso, de cal e de poeira;
mas a revolu��o que vir� em seguida ser� para eles uma armadilha;
um �ltimo socorro ir� ao seu encontro em suas fronteiras."
Jo�o Paulo II, nas margens do R�dano. A alian�a do Galo com os Estados Unidos.
VIII.46
"(Jo�o) Paulo II, o trabalho do sol, morrer� perto do R�dano,
depois de fugir para perto dos desfiladeiros de Tarascon (e Beaucaire);
pois a guerra far� coisas terr�veis ao trono (de S�o Pedro);
depois, ele ter�, na Fran�a, tr�s aliados do rei da Fran�a e dos Estados Unidos."
Bombardeio das cidades do sudeste.
VIII.2
"Vejo as cidades de Condom, Auch e Mirande
e suas vizinhan�as cercadas pelo fogo que vem do c�u;
o Papa, em Lyon, levado pela guerra, depois os bombardeios em Marmande
e os im�veis desabando sobre o Garona."
O Papa em Lyon. Sua passagem por Capri e M�naco. Sua morte.
II.35
"O fogo se alastrar� de noite por dois im�veis (minist�rios),
onde muitos ser�o queimados e sufocados.
O Papa chegar� sozinho perto de dois rios (Lyon);
depois de sua passagem por Capri e M�naco, todos ser�o mortos.
O Papa deixa Roma e a It�lia. O fim do seu pontificado.
V.57
"Ele sair� de Roma e passar� pelas montanhas da It�lia do Norte
por causa daquele que dirigir� seu ex�rcito para um t�nel (su��a).
Entre dois rochedos (Beaucaire e Tarascon) ser�o apreendidos os bens.
A partir de Aix-en-Provence fracassar� o renome do "trabalho do sol" (Jo�o Paulo II)."
Combate no Jura e nos Alpes. Morte de Jo�o Paulo II em Lyon.
VIII.34
"Depois da vit�ria do chefe violento em Lyon,
haver� uma hecatombe nos montes Jura,
um s�timo milh�o de soldados ser� aniquilado nos Alpes.
"O trabalho do sol" (Jo�o Paulo II) encontrar� sua morte e sua sepultura em Lyon."
Morte do Papa em Lyon. Na Fran�a, a esquerda no poder.
II.97
"Papa romano,
n�o te aproximes da cidade que � banhada por dois rios (Lyon).
Teu sangue e dos teus correr� perto desse lugar,
quando a esquerda subir ao poder."
O assassinato de Jo�o Paulo II, � noite. Jo�o Paulo II: Um papa empreendedor, prudente, bom e doce.
X.12
"Aquele que for eleito papa ser� ridicularizado por seus eleitores.
Esse personagem empreendedor e prudente ser� subitamente reduzido ao sil�ncio.
Provocar�o a sua morte por causa de sua grande bondade e de sua do�ura.
Oprimidos pelo medo, conduzi-lo-�o � morte durante a noite."
A morte de Jo�o Paulo II em Lyon, a 13 de dezembro. Sua passagem por Mont�limar.
IX.68
"Depois de Mont�limar, o papa perder� seu brilho.
Sua infelicidade vir� na conflu�ncia do Sa�ne e do R�dano (Lyon),
por causa dos soldados escondidos no bosque em 13 de dezembro.
Nada t�o terr�vel jamais aconteceu ao trono (de S�o Pedro)."
A fuga de Roma do papa polon�s.
X.3
"Depois de cinco (dias ou meses) a Igreja ser� eliminada;
Um personagem fugir� abandonando o polon�s:
haver� boatos de socorro,
o chefe (da Igreja) abandonar�, ent�o, a (Santa) S�."
Um cometa vis�vel durante sete dias. Pedido de aux�lio do chefe de Estado ingl�s. O Papa foge de Roma.
II.41
"O cometa brilhar� durante sete dias.
O c�u mostrar� dois s�is;
o chefe ingl�s berrar� toda a noite
quando o papa mudar de pa�s."
Diverg�ncias entre tr�s chefes de Estado, durante a passagem do cometa. O pa�s basco e Roma envolvidos na revolu��o.
II.43
"Durante a passagem do cometa, os tr�s grandes chefes de Estado ser�o inimigos;
ser�o atacados do c�u e a terra tremer�.
Os Basses-Pyr�n�es e o Tibre ficar�o agitados.
Sat� se instalar� nas suas margens."
O Iraque contra o Ocidente. O Papa �s margens do R�dano. A It�lia ocupada.
VII.22
"Os iraquianos marchar�o contra os aliados da Espanha,
enquanto os homens se divertem, riem, fazem banquetes,
todo o povo dorme; o papa foge para as margens do R�dano,
a cidade do Vaticano � ocupada, bem como a It�lia."
Morte, por envenenamento, de um chefe de Estado inimigo. Chuva de meteoritos.
II.47
"Quando o grande velho inimigo que traz a infelicidade for envenenado,
os soberanos ser�o submetidos por (tropas) incont�veis.
Os aer�litos escondidos na cauda do cometa chover�o sobre a Terra
quando forem invocados em v�o os artigos (Tratado de Genebra) sobre os direitos da guerra (a morte)."
A queda dos invasores. O cometa.
II.62
"O invasor cruel morrer� bem cedo,
depois de ter provocado uma horr�vel hecatombe de homens e animais.
Depois, subitamente, vir� a vingan�a.
Por causa de discursos sem sentido, a for�a reinar�; conhecer�o a sede e a fome, quando o cometa percorrer o c�u."
A apari��o de um cometa perto da Ursa Menor, em junho. Guerra na It�lia, na Gr�cia e no mar Vermelho. Morte do Papa.
VI.6
"O cometa aparecer� perto da Ursa Menor,
pr�ximo ao dia 21 de junho.
Susa, Toscana, a Gr�cia e o mar Vermelho tremer�o.
O Papa de Roma morrer� na noite em que o cometa desaparecer."
A morte do Papa. O cometa. Ru�na econ�mica. A It�lia, um pa�s agitado.
II.15
"Um pouco antes de o Papa ser morto,
a Igreja ter� tido dois irm�os (Jo�o Paulo I e Jo�o Paulo II), aparecer� ent�o o cometa;
o dinheiro p�blico ser� pilhado em terra e no mar;
Pisa, Asti, Ferrara e Turim ser�o regi�es interditas."
O tirano morto em terras mu�ulmanas. A guerra de repres�lia contra o Ocidente. A queda da rep�blica.
I.94
"O tirano ser� morto no porto mu�ulmano,
mas isso n�o far� com que seja recobrada a liberdade.
Uma nova guerra ser� deflagrada por esp�rito de vingan�a e repres�lia;
a rep�blica ser� amea�ada pela for�a."
A queda da rep�blica. As tropas mu�ulmanas na It�lia. O governo de ocupa��o na It�lia.
VI.42
"O poder ser� abandonado pela Rep�blica Francesa
por causa das for�as mu�ulmanas,
que far�o muitos ataques e estender�o seu poder at� a It�lia,
que ser� governada por um personagem que se far� de inteligente."
O fim da quinta rep�blica. Conflito entre os russos e seus aliados mu�ulmanos.
I.3
"Quando o leito da revolu��o for virado
e quando (os revolucion�rios) se resignarem � infelicidade,
a Rep�blica ser� lesada no momento em que os brancos (os mu�ulmanos)
e os vermelhos (as for�as do leste) entrarem em desacordo."
Guerras na Palestina. Conflitos entre �rabes e israelenses.
II.95
"Os lugares habitados se tornar�o inabit�veis (polui��o at�mica?)
para os territ�rios muito divididos (Palestina).
Os poderes ser�o entregues a governantes incapazes.
A morte e as dissen��es reinar�o entre irm�os (�rabes e judeus)."
A origem oriental do Terceiro Conflito Mundial.
I.9
"Do oriente vir� o ato p�rfido
que atingir� o mar Adri�tico e os herdeiros de R�mulo (os italianos),
com a frota da L�bia,
tremei, habitantes de malta e seu arquip�lago."
O Coronel Khadafi subleva o mundo �rabe contra o Ocidente. O grande Rei: personagem culto contra os �rabes.
III.27
"Um chefe de Estado l�bio poderoso no Ocidente
vir� inflamar tantos �rabes contra os franceses,
depois vir� um personagem culto e complacente
que mandar� traduzir a l�ngua �rabe para o franc�s."
Persegui��es nos pa�ses mu�ulmanos da �sia, especialmente na Turquia.
III.60
"Haver� grandes confiscos (dos bens dos crist�os) em toda a �sia,
especialmente na Turquia,
onde o sangue ser� derramado sob o pretexto de liberdade
para um jovem chefe mu�ulmano cheio de deslealdade."
A invas�o da It�lia. A costa mediterr�nea. Os tremores de terra.
X.60
"Eu choro Nice, M�naco, Pisa, G�nova,
Savona, Siena, C�pua, M�dena e Malta,
que ser�o cobertas de sangue pela opress�o das armas.
A guerra, os tremores de terra e a revolu��o provocar�o uma desgra�a jamais vista."
Ruptura da paz no Oriente M�dio. Fran�a e Portugal envolvidos no conflito.
II.60
"A m� f� mu�ulmana provocar� uma ruptura no Oriente M�dio.
Devido a um grande personagem da Jud�ia, o R�dano, o Loire e o Tejo ver�o mudan�as
quando a febre do ouro for derrubada;
a frota ser� destru�da, o sangue e os corpos dos marinheiros nadar�o."
Conflito no mar Adri�tico. O Egito entra na guerra.
II.86
"Uma frota naufragar� perto do mar Adri�tico;
a terra tremer� quando uma frota a�rea for abatida.
O Egito aumentado com as tropas mu�ulmanas tremer�.
Ser� exigida a rendi��o do comandante-em-chefe."
Os conservadores. O cometa e a guerra.
Press�gio 52
"Quando aparecer o grande cometa, o chefe do governo ser� atingido pela guerra;
a fome, a doen�a, a fuma�a do fogo da guerra e o sangue
ser�o vistos em todos os pa�ses do Ocidente com todos os seus ornamentos externos,
quando uma subleva��o for chefiada pelos tonsurados (os conservadores)."
Os conservadores contra o Conc�lio.
Press�gio 99, julho
"O mundo estar� em perigo, embora os chefes de Estado se felicitem.
Os tonsurados se revoltar�o por causa da decis�o do Conc�lio.
Os cardeais incitar�o o povo contra eles.
E um deles mostrar�, em seguida, sua verdadeira face."
O cisma na Igreja Cat�lica. O Pr�ncipe Charles ferido em Londres.
VI.22
"No territ�rio do Vaticano,
enquanto o neto ser� ferido em Londres por uma falsa paz,
a barca (de Pedro) sofrer� um cisma,
e uma falsa liberdade ser� proclamada com grande insist�ncia."
O cisma e o Antipapa. O tratado de paz assinado perto de Veneza.
VIII.93
"S� obter� a prelatura (o trono de S�o Pedro) durante sete meses,
e far� nascer um grande cisma ao morrer.
Outro que n�o o papa ocupar� o trono de S�o Pedro durante sete meses,
e depois a paz ser� assinada perto de Veneza e a unidade da Igreja ser� recuperada."
A derrota do Ocidente. As advert�ncias do Papa. A mensagem de Nostradamus, desprezada pela esquerda e pela Alemanha. A volta da monarquia.
Sextilha 46
"O provedor (russo) derrotar� o Ocidente.
Nem os homens sa�dos da revolu��o (homens da esquerda)
nem os Alem�es escutar�o minha mensagem quando os perigos da guerra
forem assinalados pelo Papa durante o seu pontificado, e sob a rep�blica;
ent�o, Fran�a!, conhecer�s teu maior infort�nio.
Depois, a monarquia voltar�."
A defec��o de dois pa�ses do Pacto de Vars�via. O Papa, Paris e a Proven�a agredidos, apesar da Pol�nia.
II.88
"O curso da grande guerra que trar� a ru�na far� com que
aqueles que chamamos sete (pa�ses do Pacto de Vars�via) passem a ser apenas cinco.
O pa�s estrangeiro envolvido na guerra, o maior e representando um ter�o (do conjunto),
n�o poder� garantir a seguran�a do Papa, de Paris e Aix-en-Provence."
Utiliza��o de armas qu�micas. Descoberta de novas jazidas de petr�leo. As declara��es de Jo�o Paulo II em Saint-Denis. Ataque da marinha mu�ulmana.
Press�gio 125, julho
"Pelo fogo e pela pestil�ncia, os frutos das �rvores ser�o destru�dos, quando se descobrir� grande abund�ncia de sinais de petr�leo. O (Santo) Padre em (saint-)Denis n�o ser� escutado.
Os chefes de Estado morrer�o, mas poucos estrangeiros encontrar�o a morte.
A marinha mu�ulmana amea�ar� as fronteiras com seu ataque."
Foguetes utilizados contra o Ocidente e o Jap�o. a Terceira Guerra Mundial. O poder dos vermelhos.
Sextilha 27
"O fogo vindo do Ocidente (foguetes) atingir� o Ocidente e,
desde o sul, (o mundo mu�ulmano) chegar� at� o Jap�o.
Os vermes morrer�o de fome, sem nem mesmo uma raiz para se alimentar.
Essa ser� a Terceira Guerra Mundial,
que far� luzir os fogos de guerra dos vermelhos
que reinar�o, e no fim conhecer�o a fome."
Ataque da Inglaterra depois da invas�o da Alemanha. A guerra e a revolu��o.
Sextilha 50
"Mais cedo ou mais tarde, a Inglaterra ser� arruinada
por causa da queda da Alemanha,
e ver� a guerra p�r termo � revolu��o;
a guerra recome�ar� com tanta intensidade,
que o sangue humano correr� sobre a terra,
faltar�o mantimentos e haver� armas em abund�ncia."
Invas�o da Gr�-Bretanha pelos russos.
II.68
"Os esfor�os (de guerra) da R�ssia ser�o grandes;
ela ter� acesso ao oceano Atl�ntico.
O governo ser� restabelecido na Inglaterra,
e Londres, coberta de barcos, tremer�."
A invas�o da Aquit�nia e da Inglaterra. Invas�o das tropas mu�ulmanas.
II.1
"Sobre a Aquit�nia e nas ilhas brit�nicas haver� grandes desembarques de tropas.
Os movimentos revolucion�rios e um inverno rigoroso
levar�o � desgra�a esses territ�rios, pois ser�o submetidos
a grandes invas�es vindas de um porto mu�ulmano."
Invas�o da Rep�blica Federal da Alemanha e da It�lia pelos russos. A Iugusl�via entregue ao massacre.
II.32
"Depois do leite do bem-estar, o sangue do povo correr� na Iugosl�via,
quando o conflito for deflagrado, bem como uma calamidade perto de Ballenstedt.
O brado (de guerra) ser� grande por toda a R�ssia.
Ent�o, nascer� um flagelo perto de e em Ravena."
A guerra mu�ulmana no mar Negro e na Iugusl�via. O apoio de Portugal: desembarque americano?
IX.60
"O conflito ser� iniciado pelos mu�ulmanos no mar Negro,
e o sangue que eles derramar�o far� tremer a Iugusl�via,
onde o grande chefe mu�ulmano chegar� ao seu ponto culminante.
O povo tremer�, depois o socorro vir� de Portugal."
A invas�o mu�ulmana.
Press�gio 60, abril
"O tempo ser� de licenciosidade, pestilento e violento,
devido a um furioso ataque mu�ulmano e a uma invas�o.
Grandes calamidades se preparam em abril
e os grandes personagens ser�o ridicularizados, exceto dois deles."
A costa do Mediterr�neo entregue � pilhagem.
II.4
"De M�naco at� a Sic�lia,
o litoral ser� destru�do.
Nem uma cidade ou vila escapar�
� pilhagem das tropas mu�ulmanas."
Invas�o de Agde por mar, desembarque de um ex�rcito de um milh�o de homens. Derrota naval do Ocidente no Mediterr�neo.
VIII.21
"Tr�s navios de guerra entrar�o no porto de Agde,
trazendo com eles a invas�o sem f� e sem lei, e a epidemia.
Um milh�o de soldados se reunir�o para atravessar o mar
e a resist�ncia no mar ser� quebrada tr�s vezes."
As tropas mu�ulmanas na It�lia.
X.33
"A fac��o cruel dos mu�ulmanos vir�,
escondendo as armas sob os mantos longos.
Seu chefe tomar� Floren�a e far� queimar esse lugar duas vezes,
depois de ter enviado na frente homens enganadores e sem lei (espi�es)."
Invas�o da Europa Ocidental pelos russos.
VIII.15
"Na R�ssia ser�o feitos grandes esfor�os (de guerra) por uma massa de homens
que vir�o abalar a Europa (Ocidental) e quase todo o universo.
Entre dois eclipses, essa massa de homens por� em fuga (as tropas ocidentais),
e os h�ngaros receber�o refor�os de vida e de morte."
O presente do Ir� aos ocidentais. Ataque da Fran�a e da It�lia, partindo do Afeganist�o.
III.90
"Um grande personagem c�nico do Tigre e do Ir�
dar� um presente aos da Alian�a do Atl�ntico;
depois um chefe do ex�rcito partir� do Afeganist�o
para desembarcar no mar Tirreno e em Marselha."
Utiliza��o das armas nucleares contra a R�ssia.
II.91
"No Oriente ser� visto um grande fogo;
barulho e chamas chegar�o at� a R�ssia.
Haver� mortos num c�rculo (bomba A ou H) e ser�o ouvidos gritos.
Com a guerra, o fogo e a fome, os homens morrer�o."
O Hex�gono atacado de cinco lados. a Tun�sia e a Arg�lia sublevadas pelo Ir�. O ataque � Espanha.
I.73
"A fran�a ser� atacada por cinco lados pr causa de sua neglig�ncia.
A Tun�sia e a Arg�lia ser�o sublevadas contra ela pelo Ir�.
Le�n, Sevilha e Barcelona sucumbir�o
e n�o poder�o ser socorridas pelo ex�rcito italiano."
Um ingl�s e seis alem�es ilustres capturados pelos mu�ulmanos. Invas�o da Espanha por Gibraltar. O novo e tem�vel chefe iraniano.
III.78
"O chefe da Gr�-Bretanha e seis chefes alem�es
ser�o capturados por mar pelos orientais,
que atravessar�o Gibraltar e a Espanha,
depois de fazerem uma oferta ao novo chefe tem�vel do Ir�."
Invas�o russa. Desola��o na It�lia.
IV.82
"Grandes massas de tropas se aproximar�o, vindas da R�ssia.
O destruidor arruinar� a velha cidade (Paris).
A It�lia ficar� desolada,
e ele n�o saber� apagar o grande fogo (da guerra) que ele acender�."
Cat�strofe no mar Negro. Fome na Gr�cia e na It�lia.
II.3
"Por causa de um calor semelhante ao do sol,
os peixes do mar Negro ficar�o meio cozidos,
e seus habitantes vir�o destru�-los
quando os gregos e os italianos precisarem de alimentos."
A guerra no Mediterr�neo Oriental.
V.16
"Por seu pre�o muito alto, (a vida) ter� gosto de l�grimas
porque a carne humana ser� reduzida a cinzas.
A ilha de Faros (Egito) ser� perturbada pelos crist�os,
ao passo que na Gr�cia aparecer� o espectro da guerra."
A URSS faz o Oriente tremer. Jo�o Paulo II e a Igreja Cat�lica. Batalhas na Turquia.
VI.21
"Quando os territ�rios �rticos forem unidos (Uni�o Sovi�tica),
haver� grande medo e temor no Oriente.
Quando um novo papa for eleito, para sustentar a Igreja Cat�lica,
Rodes e a Turquia ficar�o tintas de sangue mu�ulmano."
Tr�s pa�ses aliados come�am a guerra.
VIII.17
"Os ricos ser�o subitamente dominados.
O mundo ser� envolvido na guerra por tr�s aliados.
Os inimigos se apossar�o de Marselha,
que sofrer� fome, inc�ndio, amea�a, doen�a e de todos esses males o dobro."
Grandes batalhas navais no Atl�ntico.
III.1
"Em seguida a um combate naval,
a Inglaterra conhecer� o maior alarme.
Depois, o advers�rio empalidecer� de pavor,
ap�s haver semeado o terror no Atl�ntico (ou a Alian�a do Atl�ntico)."
Ataques de Paris e ocupa��es de Roma. Grandes batalhas navais.
V.30
"Ao redor de toda a cidade de Paris
os soldados se alojar�o nos campos e na cidade;
quando Paris for atacada e Roma for invadida,
ser� ent�o feita grande pilhagem no mar."
Ataque a�reo em Marselha e Genebra. A Gr�cia invadida pelo Ir�.
II.96
"Um foguete ser� visto � noite no c�u
perto da emboscadura e da nascente do R�dano.
A fome, a guerra reinar�o, e o socorro vir� muito tarde,
quando o Ir� se puser a caminho para invadir a Maced�nia."
Invas�o da Su�ca atrav�s dos t�neis.
"O pa�s mais rico do Ocidente,
perto de Neufch�tel,
ser� tomado e dominado atrav�s das montanhas, pelos t�neis,
e sua popula��o ser� for�ada a beber �gua polu�da."
Destrui��o de Genebra. A Sui�a e o Ir�.
IX.44
"Saiam todos da cidade, habitantes de Genebra!
A idade de ouro se tranformar� em idade de guerra.
Aquele que se revoltar contra o chefe iraniano exterminar� a todos.
Antes desse acontecimento haver� sinais no c�u."
Destrui��o de Paris e de Genebra. Fuga da popula��o.
II.6
"Perto das vilas e nas duas cidades (Paris e Genebra),
haver� dois flagelos como jamais foram vistos.
A fome e a doen�a reinar�o nessas cidades,
os homens ser�o expulsos e implorar�o ao grande Deus imortal."
A invas�o se Lyon anunciada por um sat�lite.
III.46
"O c�u nos anuncia
por sinais luminosos e por sat�lite
que o momento de uma mudan�a chegou a Lyon,
nem para o bem nem para o mal da cidade."
Paris, salva em 1945, e destru�da no terceiro conflito mundial.
Sextilha 3
"A cidade na maior confus�o,
atacada por mil bocas de canh�es
e fortemente sob a terra (metr�).
Ela resistir� cinco anos (1940-1945), tudo ficar� no lugar,
depois ela ser� abandonada aos inimigos
contra os quais a revolu��o far� guerra."
Destrui��o de Paris.
VI.4
"As margens do rio franc�s (o Sena) mudar�o de aspecto.
Paris n�o se manter� mais.
Tudo ser� transformado, exceto a l�ngua francesa,
pois a �poca ser� de totalitarismo, de guerra e de mis�ria e pilhagem."
Destrui��o de Paris.
III.84
"Paris ser� devastada.
Nenhum dos seus habitantes permanecer�.
Os edif�cios, as igrejas ser�o destru�dos, as mulheres e as mo�as ser�o violadas.
Pelo ferro da guerra, pelo fogo, pela doen�a e pela artilharia, o povo de Paris morrer�."
Os tr�s anos e setenta dias do regime vermelho. A conspira��o.
VI.74
"A esquerda chegar� ao poder.
Descobrir-se-� que os inimigos s�o os conspiradores.
Mais do que nunca seu tempo triunfar�,
mas ela morrer� ao fim de tr�s anos e setenta dias."
A quinta rep�blica: Um pouco mais de vinte anos. A da monarquia at� 1999. O fim e o cumprimento da profecia de Nostradamus (1999).
I.48
"Depois de vinte anos de poder republicano,
um outro restabelecer� a monarquia at� o s�timo mil�nio (1999).
Quando o Bourbon conhecer a infelicidade,
ent�o minha profecia estar� terminada e cumprida."
A vit�ria do Ocidente.
Press�gio 8, junho
"Quando estiver pr�xima a Era de Aqu�rio,
o Diabo voltar� para tr�s e o fogo da grande guerra ser� impedido.
Da R�ssia aos pa�ses mu�ulmanos, ao grande orgulhoso,
o Ocidente conservar� a liberdade de pensamento."
Revolu��o nos pa�ses do leste. Chuva de meteoritos sobre a terra e o mar. Queda dos sete pa�ses do Pacto de Vars�via.
II.18
"Uma nova revolu��o, s�bita e violenta,
perturbar� bruscamente os dois ex�rcitos (em seu avan�o).
Aer�litos em profus�o cair�o do c�u, petrificar�o o mar
e provocar�o a queda s�bita dos sete pa�ses (do Pacto de Vars�via) na terra e no mar."
Entrada do Rei da Fran�a em Roma. Alian�a do papa com o Rei da Fran�a.
VI.28
"O grande franc�s entrar� em Roma
levando um grande n�mero de exilados e banidos.
O grande papa abrigar� todos os homens
que apoiaram o Rei da Fran�a nos Alpes."
Henrique V vitorioso. Henrique V reina sobre a Fran�a e a It�lia.
VIII.60
"(Henrique V) ser� o primeiro personagem na Fran�a e na It�lia.
Na terra e no mar, para os ingleses e os parisienses,
atos excepcionais ser�o realizados por essa grande casa (a casa dos Bourbon),
e a Lorena causar� o fim do monstro (o urso russo), atacando-o."
Henrique V, descendente dos Capetos e dos Guise. Seus feitos no mar Negro.
VII.24
"O descendente do Capeto enterrado (Lu�s XVI)
sair� da sombra e por� fim ao poderio mar�timo (sovi�tico),
que ser� envenenado pelo descendente dos Guise.
O grande Loreno ser� a garantia das fronteiras do mar Negro."
Liberta��o do Vaticano por Henrique V.
X.27
"O quinto (Henrique), que ser� tamb�m um personagem grande e poderoso,
reabrir� o Vaticano com uma for�a militar.
Um papa chamado Clemente ser� eleito, quando a Alemanha tiver recuado.
Jamais a Espanha e o papado ter�o sofrido um ataque t�o grande de uma for�a militar (�guia)."
O Rei da Fran�a � reconhecido. Sua vit�ria contra o dirigente alem�o. A derrota do mundo mu�ulmano.
Press�gio 38, abril
"O rei ser� reconhecido como vencedor e como l�der:
depois de uma trai��o, sua origem real ser� conhecida.
Ser� vencedor pelo sangue de um l�der alem�o.
Os mu�ulmanos se tornar�o humildes devido � sua desgra�a."
Henrique V - um l�der mundial.
VI.70
"O grande Henrique ser� um l�der do mundo.
Ser� sempre mais amado, temido e respeitado.
Sua fama e seus louvores passar�o por baixo dos c�us,
e ele se contentar� com o t�tulo de vencedor."
O jovem pr�ncipe restaura a paz. Sua sagra��o.
IV.10
"O jovem pr�ncipe ser� acusado injustamente
e provocar� dist�rbios e perturba��es em todo o territ�rio.
Matar� o chefe (inimigo) por sua coragem;
restaurar� a paz por seu poder, e depois curar� as escr�fulas (ser� sagrado)."
O rei sagrado pelo papa. Sua luta contra as for�as da esquerda, na It�lia.
V.6
"O papa colocar� a m�o sobre a cabe�a do rei (para sagr�-lo)
e pedir� pela paz na It�lia.
Ele mudar� o poder das for�as da esquerda
e esse rei ter� governo pac�fico."
O sucessor de Jo�o Paulo II. A alian�a entre o papa e o Rei da Fran�a.
Sextilha 15
"Quando um novo chefe do grande barco da Igreja for eleito,
brilhar� por muito tempo essa chama luminosa
que � o s�mbolo da vida no mundo.
Nessa �poca, os ex�rcitos se reunir�o sob seu nome
e ser�o aliados aos do rei da Fran�a, cuja mem�ria permanecer� nos pa�ses do leste,
nos pa�ses �rabes e africanos e na Am�rica.
Desentendimentos entre os tr�s grandes: Estados Unidos, R�ssia e China. O fim do reinado do Rei da Fran�a.
Press�gio 44, outubro
"Aqui (na Fran�a) seu reino se acabar�.
As tr�s grandes pot�ncias (Estados Unidos, R�ssia e China) far�o acordos e o Bourbon estar� longe.
Um dos tr�s (a China) conspirar� contra os dois outros,
e, no fim de outubro, ser�o vistas suas obras."
A R�ssia e o Pacto de Vars�via contra a �frica do Sul. Combates na Palestina.
Sextilha 56
"A �frica do Sul ver� de todas as partes (os acontecimentos),
quando o provedor (russo) se juntar ao Pacto de Vars�via.
Sua ru�na se aproxima e a guerra causar� grandes acontecimentos
perto da Terra Santa (Israel).
Haver� em Israel, na terra e no mar, grandes for�as militares,
quando a Igreja adotar dois irm�os (Jo�o Paulo I e Jo�o Paulo II)."
O sucessor de Jo�o Paulo II se instala e morre no monte Aventino.
II.28
"O pen�ltimo papa se estabelecer� no monte Aventino,
e a� morrer�;
o trono de S�o Pedro ficar� vago por causa de um chefe louco vindo de longe,
que libertar� um grande povo (chin�s) dos impostos."
O Anticristo, filho de um monge budista ou zen. O Anticristo, um g�meo.
I.95
"Um g�meo ser� encontrado num monast�rio,
origin�rio do sangue nobre de um monge muito velho.
Seu ru�do ser� grande por seu partido, sua l�ngua e o poder de sua voz;
por isso, pedir�o que seja levado ao poder o g�meo sobrevivente."
Nascimento do Anticristo na �sia. Sua penetra��o at� a Fran�a.
V.84
"Ele nascer� da infelicidade e numa cidade incomensur�vel (cidade chinesa ou japonesa),
filho de pais obscuros e p�rfidos;
quando o poder do grande rei (da Fran�a) for reconhecido,
ele destruir� (o Ocidente) at� Rouen e Evreux."
O nascimento do Anticristo. Fome no planeta.
III.42
"A crian�a nascer� com dois dentes na garganta,
haver� na It�lia (Toscana) chuva de pedras (bombardeios?).
Anos mais tarde, n�o haver� trigo nem cevada
para satisfazer os homens, que morrer�o de fome."
O Anticristo: O maior inimigo da esp�cie humana.
X.10
"Marcado pelas mortes e pelos crimes abomin�veis,
o grande inimigo do g�nero humano ser� pior do que todos os seus precedentes.
Com o ferro e o fogo da guerra e da revolu��o,
ele far� correr o sangue de modo desumano."
Elei��o do Anticristo. Seu dom�nio sobre os maiores Estados.
VIII.41
"Um homem astucioso ser� eleito sem nada dizer;
passar� por santo vivendo vida simples.
Depois, subitamente, exercer� sua tirania,
colocando os maiores Estados sob uma tirania absoluta."
O Anticristo. os pa�ses comunistas da �sia envolvidos na guerra (1999).
X.66
"O chefe do governo ingl�s ser� apoiado pelo poder dos Estados Unidos,
quando o frio tornar o solo da Esc�cia duro como pedra;
os chefes vermelhos ter�o � sua frente um anticristo t�o pervertido
que levar� todos � guerra."
Os vinte e sete anos de guerra do Anticristo (1999-2026).
VIII.77
"O Anticristo aniquilar� logo tr�s pa�ses.
A guerra que ele conduzir� durar� vinte e sete anos.
Seus oponentes ser�o mortos, e os prisioneiros, deportados.
O sangue dos corpos tingir� de vermelho a �gua, a terra ser� crivada de golpes (foguetes, bombardeios)."
Alian�a entre os mu�ulmanos e os asi�ticos. Invas�o da Europa. Persegui��o dos crist�os.
VI.80
"O poder do Marrocos chegar� at� a Europa,
incendiar� as cidades e massacrar� seus habitantes.
O grande chefe asi�tico lan�ar� novos ex�rcitos por terra e por mar,
os amarelos, de pele p�lida, perseguir�o os crist�os para destru�-los."
Invas�o amarela atrav�s da R�ssia e da Turquia.
V.54
"Do mar Negro e da China
um chefe vir� at� a Fran�a,
depois de ter atravessado a R�ssia e a Arm�nia,
e deixar� seu pavilh�o vermelho-sangue na Turquia."
O �ltimo conflito do s�culo XX (1999).
I.51
"Que mudan�as ser�o provocadas pelos chefes de guerra,
antes da volta da luz e da Idade de Ouro;
depois passado um longo s�culo (XX), o tempo maligno voltar�.
Que perturba��es, na Fran�a e na It�lia."
A China invade a Europa.
Press�gio 40, junho
"Por haverem semeado a morte, os sete pa�ses da Europa Oriental conhecer�o a consequ�ncia fatal.
Ser�o dizimados pelos bombardeios, pela tempestade, a epidemia e a f�ria do inimigo.
O chefe da �sia por� em fuga todos os ocidentais
e subjugar� seus antigos conquistadores."
Um cometa em julho de 1999.
X.72
"Em julho de 1999,
o grande rei do terror vir� do c�u
fazer reviver o grande conquistador dos mong�is.
Antes e depois, marte reinar� pela felicidade."
Invas�o da Turquia e do Egito, vinda da �sia. Queda da Igreja Cat�lica.
V.25
"O chefe �rabe come�ar� a guerra e a subvers�o contra a soberania mon�rquica;
o poder da Igreja sucumbir� por uma invas�o mar�tima.
Quase um milh�o de soldados entrar�o no Ir�,
e Sat� invadir� a Turquia e o Egito."
Inc�ndio de Roma. Expuls�o de um cardeal pelo papa. Esc�ndalos cometidos pelo clero.
III.17
"Ser� visto o inc�ndio de Roma durante a noite.
O c�u ficar� escuro subitamente, na B�lgica,
quando o papa expulsar um cardeal,
e os eclesi�sticos cometer�o esc�ndalos."
O assassinato do papa. a morte do Capeto. Desembarque na costa do Var.
VII.37
"Dez homens ser�o enviados para assassinar o papa;
mas um deles se opor�; a guerra ser� iniciada pelo ex�rcito.
Na confus�o, o chefe (do grupo) se suicidar�,
os barcos desembarcar�o nas costas do Var e o Capeto ser�, ent�o, posto em terra."
Queda de Roma e do Vaticano.
I.69
"A grande cidade das sete colinas,
depois de um per�odo de paz, conhecer� a guerra, a fome e a revolu��o,
que se estender� at� muito longe, arruinando as grandes regi�es,
e mesmo as ru�nas antigas e a grande funda��o (o Vaticano)."
Queda de Roma e do Vaticano. Pris�o do papa.
II.93
"Bem perto do Tibre, a morte amea�a.
Um pouco antes, haver� uma grande revolu��o.
O chefe da Igreja ser� feito prisioneiro e expulso.
O Castelo (de Santo �ngelo) e o pal�cio (do Vaticano) ser�o queimados."
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