O SANTO GRAAL

  PAGINA INICIAL
  CARROS EX�TICOS
  MUSEU BOSTON

  TELEPORTAC�O
  ALQUIMIA
  ALBERT EINSTEIN
  ARCA DA ALIANCA
  AREA 51
  ASTECAS
  ASTROLOGIA
  TORRE DE BABEL
  BIG BANG
  BERMUDAS
  BOMBA ATOMICA
  QUEM FOI BUDA
  BURACO NEGRO
  CHUPA CABRA
  CAMELOT
  CRANIOS DE CRISTAL
  DINOSSAUROS
  EGITO
  ESFINGE
  ESPACO
  EXTRATERRESTRES
  EXORCISTA
  ALMAS GEMEAS
  HALLOWEEN
  HAPA NUI
  LEMURIA
  NEIL ARMSTRONG
  MAIAS
  A CIDADE INCA
  MITOLOGIA
  MURALHA DA CHINA
  LAGO NESS
  NIAGARA
  A ARCA DE NOE
  MARAVILHAS
  NOSTRADAMUS
  PLATAO
  ROSWELL
  SALEM
  SANTOS DUMONT
  SOCRATES
  STONEHENGE
  U.S.A
  VIKINGS
  TEMPL�RIOS
  XADRES
  VAMPIROS

O C�lice Sagrado em que Jesus teria bebido � um mist�rio muito maior do que uma simples leitura de romances arthurianos pode revelar. Ele teria realmente existido? Resistiu ao tempo? Quem eram seus guardi�es?

Em um pa�s de maioria cat�lica como o Brasil, a figura do Graal � tida, comumente, como a da ta�a que serviu Jesus durante a �ltima Ceia e na qual Jos� de Arimat�ia teria recolhido o sangue do Salvador crucificado proveniente da ferida no flanco provocada pela lan�a do centuri�o romano Longino ("Ao chegarem a Jesus, vendo-O j� morto, n�o Lhe quebraram as pernas, mas um dos soldados perfurou-Lhe o lado com uma lan�a e logo saiu sangue e �gua" - Jo�o19:33-34). A Igreja Cat�lica n�o d� ao c�lice mais do que um valor simb�lico e acredita que o Graal n�o passa de literatura medieval, apesar de reconhecer que alguns personagens possam realmente haver existido. � prov�vel que as origens pag�s do c�lice tenham causado descontentamento � Igreja. Em Os mist�rios do Rei Artur, Elizabeth Jenkins ressalta que "no mundo do romance, a hist�ria era acrescida de vida e de significado emocional, mas a Igreja, apesar do encorajamento que dava �s outras hist�rias de milagres, a esta n�o deu nenhum apoio, embora esta lenda seja a mais surpreendente do ponto de vista pict�rico. Nas representa��es de Jos� de Arimat�ia em vitrais de igrejas, ele aparece segurando n�o um c�lice, mas dois frascos ou galheteiros". Alguns tomam o c�lice de �gata que est� na igreja de Val�ncia, na Espanha, como aquele que teria servido Cristo mas, aparentemente, a pe�a data do s�culo XIV. Independente da venera��o popular, esta refer�ncia � fundamental para o entendimento do simbolismo do Santo Graal j� que, como explica a pr�pria Igreja em rela��o � ferida causada por Longino, "do peito de Cristo adormecido na cruz, sai a �gua viva do batismo e o sangue vivo da Eucaristia; deste modo, Ele � o cordeiro Pascal imolado".

Origem - A etimologia da palavra Graal � um tanto duvidosa, mas costuma-se consider�-la como oriunda do latim gradalis - c�lice. Com o brilho resplandecente das pedras sobrenaturais, o Graal, na literatura, �s vezes aparece nas m�os de um anjo, �s vezes aparece sozinho, movimentando-se por conta pr�pria; por�m a experi�ncia de v�-lo s� poderia ser conseguida por cavaleiros que se mantivessem castos. Transportado para a hist�ria do Rei Arthur, onde nasce o mito da ta�a sagrada, encontramos o rei agonizante vendo o decl�nio do seu reino. Em uma vis�o, Arthur acredita que s� o Graal pode cur�-lo e tirar a Bretanha das trevas. Manda ent�o seus cavaleiros em busca do c�lice, fato que geraria todas as hist�rias em torno da Busca do Graal.

� interessante notar que a �gua � uma constante na hist�ria de Arthur. � na �gua que a vida come�a, tanto a f�sica como a espiritual. Arthur teria sido concebido ao som das mar�s, em Tintagel, que fica sob o castelo do Duque da Cornualha; tirou a Bretanha das m�os b�rbaras em doze batalhas, cinco das quais �s margens de um rio; entregou sua espada, Excalibur, ao esp�rito das �guas e, ao final de sua saga, foi carregado pelas �guas para nunca mais morrer. Certo de que sua hora havia chegado, Arthur pede a Bedivere que o leve � praia, onde tr�s fadas (elemento ar) o aguardam em uma barca. "Consola-te e faz quanto possas porque em mim j� n�o existe confian�a para confiar. Devo ir ao vale de Avalon para curar a minha grave ferida", diz o rei.

Avalon � a m�tica ilha das macieiras onde vivem os her�is e deuses celtas e onde teria sido forjada a primeira espada de Arthur - Caliburnius. Na Cornualha, o nome Avalon - que em gal�s refere-se � ma�� - � relacionado com a festa das ma��s, celebrada durante o equin�cio de outono. Acreditam alguns que Avalon � Glastonbury, onde tanto Arthur quanto Guinevere teriam sido enterrados. A abadia de Glastonbury, onde repousaria o casal, � tida tamb�m como o lugar de conserva��o do Graal. O mito - A primeira refer�ncia liter�ria ao Graal � O Conto do Graal, do franc�s Chr�tien de Troyes, em 1190. Todo o mito - e uma s�rie intermin�vel de can��es, livros e filmes - sobre o rei Arthur e os Cavaleiros da T�vola Redonda tiveram seu in�cio ali. Tratava-se de um poema inacabado de 9 mil versos que relata a busca do Graal, da qual Arthur nunca participou diretamente, e que acaba suspensa. Um mito por si s�, O Conto do Graal � uma obra de fic��o baseada em personagens e hist�rias reais que serve para fortalecer o esp�rito nacionalista do Reino Unido, unindo a figura de um governante invenc�vel a um s�mbolo crist�o. Mas por que o c�lice teria sido levado para a Inglaterra? Do ponto de vista liter�rio, j� foi explicado. Por�m h� outras hist�rias muito mais interessantes - e ousadas - para explicar isto. Diz-se que durante sua perman�ncia na Cornualha, Jesus havia recebido em d�diva um c�lice de um druida convertido ao cristianismo (isto entendido como "o que era pregado por Cristo"), e por aquele objeto Jesus tinha um carinho especial. Ap�s a crucifica��o, Jos� de Arimat�ia quis lev�-lo, santificado pelo sangue de Cristo, ao seu antigo dono, o druida, que era Merlin, tra�o de uni�o entre a religi�o celta e a crist�. � na obra de Robert de Boron, Jos� de Arimat�ia, que o mito retrocede no templo at� chegar a Cristo e � �ltima Ceia. Jos� de Arimat�ia (veja box ao final deste artigo) era um judeu muito rico, membro do supremo tribunal hebreu - o Sin�drio. � ele que, como visto nos evangelhos, pede a Pilatos o corpo de Jesus para ser colocado em um sepulcro em suas terras.

Boron conta que certa noite Jos� � ferido na coxa por uma lan�a (perceba tamb�m, sempre presente, as refer�ncias �s lan�as e espadas, s�mbolos do fogo, tanto nas hist�rias de Jesus como de Arthur). Em outra vers�o, a ferida � nos genitais e a raz�o seria a quebra do voto de castidade. Este fato est� totalmente relacionado � trai��o de Lancelot que seduz Guinevere, esposa de Arthur. Ap�s a batalha entre os dois, a espada de Arthur, Caliburnius, � quebrada - pois � usada para fins mesquinhos - e jogada em um lago onde � recolhida pela Dama do Lago antes que afunde. Depois lhe � oferecida outra espada, esta sim, Excalibur. Somente uma �nica vez Boron chama a ta�a de Graal. Em um inciso, ele deduz que o artefato j� tinha uma hist�ria e um nome antes de ser usado por Jesus: "eu n�o ouso contar, nem referir, nem poderia faz�-lo (...) as coisas ditas e feitas pelos grande s�bios. Naquele tempo foram escritas as raz�es secretas pelas quais o Graal foi designado por este nome". Jos� de Arimat�ia foi, portanto, o primeiro cust�dio do Graal. O segundo teria sido seu genro, Bron. Algumas seitas sustentam que o ciclo do Graal n�o estar� fechado enquanto n�o aparecer o terceiro cust�dio. Esta resposta parece vir com A Demanda do Graal, de autor desconhecido, que coloca Galahad como �nico entre os cavaleiros merecedor de se tornar guardi�o do Graal.

O Graal-pedra - Toda a hist�ria � mudada quando contada pelo alem�o Wolfram von Eschenbach, quase ao mesmo que Boron. Em Parzifal, Eschenbach coloca na m�o dos Templ�rios a guarda do Graal que n�o � uma ta�a, mas sim uma pedra: Sobre uma verde esmeralda,/ Ela trazia o desejo do Para�so:/ Era objeto que se chamava o Graal! Para Eschenbach, o Graal era realmente uma pedra preciosa, pedra de luz trazida do c�u pelos anjos. Ele imprime ao nome do Graal uma estreita depend�ncia com as for�a c�smicas. A pedra � chamada Exillis ou Lapis exillis, Lapis ex coelis, que significa "pedra ca�da do c�u". � a refer�ncia � esmeralda na testa de L�cifer, que representava seu Terceiro Olho. Quando L�cifer, o anjo de Luz, se rebelou e desceu aos mundos inferiores, a esmeralda partiu-se pois sua vis�o passou a ser prejudicada. Uma dos tr�s peda�o ficou em sua testa, dando-lhe a vis�o deformada que foi a �nica coisa que lhe restou. Outro peda�o caiu ou foi trazido � Terra pelos anjos que permaneceram neutros durante a rebeli�o. Mais tarde, o Santo Graal teria sido escavado neste peda�o. Compare o Graal-pedra de Eschenbach com a n�o menos m�tica Pedra Filosofal que transformava metais comuns em ouro, homens em reis, iniciados em adeptos; mat�ria e transmuta��o, seres humanos e sua transforma��o.

O alem�o t�m como modelo de fi�is deposit�rios do c�lice sagrado os Cavaleiros Templ�rios. Seria Wolfran von Eschenbach um Templ�rio? Era a �poca em que Felipe de Plessiez estava � frente da ordem quase centen�ria. O pr�prio fato de ser a pedra uma esmeralda se relaciona com a cavalaria. Os cavaleiros em demanda usavam sobre sua armadura a cor verde, sin�nimo de vitalidade e esperan�a. Malcom Godwin, escritor rosacruz, refere-se a Parzifal da seguinte maneira: "Muitos comentadores argumentaram que a hist�ria de Parzifal cont�m, de modo oculto, uma descri��o astrol�gica e alqu�mica sobre como um indiv�duo � transformado de corpo grosseiro em formas mais e mais elevadas". Nesta obra que � um retrato da Idade M�dia - feito por quem sabia muito bem sobre o que estava falando - reconhece-se uma verdadeira ordem de cavalaria feminina, na qual se v� Esclarmunda, a virgem guerreira c�tara, trazendo o Santo Graal, precedida de 25 segurando tochas, facas de prata e uma mesa talhada em uma esmeralda. Na descri��o do autor da cena de Parzifal no castelo do rei-pescador (que, assim como Jesus, saciara a fome de muitas pessoas multiplicando um s� peixe) lemos: "Em seguida apareceram duas brancas virgens, a condessa de Tenabroc e uma companheira, trazendo dois candelabros de ouro; depois uma duquesa e uma companheira, trazendo dois pedestais de marfim; essas quatro primeiras usavam vestidos de escarlate castanho; vieram ent�o quatro damas vestidas de veludo verde, trazendo grandes tochas, em seguida outras quatro vestidas de verde (...). "Em seguida vieram as duas princesas precedidas por quatro inocentes donzelas; traziam duas facas de prata sobre uma toalha.

Enfim apareceram seis senhoritas, trazendo seis copos di�fanos cheios de b�lsamo que produzia uma bela chama, precedendo a Rainha Despontar de Alegria; esta usava um diadema, e trazia sobre uma almofada de achmardi verde (uma esmeralda) o Graal, �superior a qualquer ideal terrestre�". As hist�rias que fazem parte do chamado "ciclo do Graal" foram redigidas de 1180 at� 1230 o que nos inclina a relacion�-las com a repress�o sangrenta da heresia c�tara. Conta-se que durante o assalto das tropas do rei Felipe II � fortaleza de Montsegur, apareceu no alto da muralha uma figura coberta por uma armadura branca que fez os soldados recuarem, temendo ser um guardi�o do Graal. Alguns historiadores admitem que, prevendo a derrota, os c�taros emparedaram o Graal em algum dos muros dos numerosos subterr�neos de Montsegur e l� ele estaria at� hoje. A "Mesa de Esmeralda" evocada pelas hist�rias de fundo c�taro relacionam-se de maneira �bvia com outra "mesa": a T�bua de Esmeralda atribu�da a Hermes Trimegistos. A partir da� o Graal-pedra cede lugar ao Graal-livro.

O Graal-livro - O Graal-ta�a � tido como um epis�dio m�stico e o Graal-pedra como a mat�ria do conhecimento cristalizado em uma subst�ncia. J� o Graal-livro � a pr�pria tradi��o primordial, a mensagem escrita. Em Jos� de Arimat�ia, Robert de Boron diz que "Jesus Cristo ensinou a Jos� de Arimat�ia as palavras secretas que ningu�m pode contar nem escrever sem ter lido o Grande Livro no qual elas est�o consignadas, as palavras que s�o pronunciadas no momento da consagra��o do Graal". De fato, em Le Grand Graal, continua��o da obra de Boron por um autor an�nimo, o Graal � associado - ou realmente � - um livro escrito por Jesus, o qual a leitura s� pode entender - ou iluminar - quem est� nas gra�as de Deus. "As verdades de f� que este cont�m n�o podem ser pronunciadas por l�ngua mortal sem que os quatro elementos sejam agitados. Se isso acontecesse realmente, os c�us diluviariam, o ar tremeria, a terra afundaria e a �gua mudaria de cor". O Graal-livro tem um terr�vel poder.

Um Graal cient�fico - N� O Livro da Tradi��o, no cap�tulo referente ao Graal, encontramos interessantes refer�ncias aos espetaculares fen�menos desencadeados pelas esmeraldas e por outras pedras verdes. Vale a pena reproduzir um trecho que mostra como encarar um assunto de um ponto de vista religioso, m�stico ou cient�fico, isoladamente � sempre uma maneira pobre de fazer uma leitura. "Uma descoberta muito recente parece confirmar a hip�tese de um Graal possuindo uma realidade a um s� tempo sobre os planos espiritual e material, servindo o segundo como um suporte para o primeiro. "Segundo fontes precisas e confidenciais das quais n�o nos � poss�vel indicar a origem, os astronautas americanos da expedi��o da Apolo XIV teriam descoberto na Lua amostras da pedra verde. "A an�lise em laborat�rio revelou estranhas propriedades entre as quais a de provocar, gra�as a certas emiss�es de n�utrons, um minicampo antigravitacional. "As mesmas pedras verdes, chamadas �pedras de lua� ou �pedras das feiticeiras�, s�o tamb�m encontradas na Esc�cia (sendo entretanto raras), nas highlands e, segundo a lenda, serviam �s feiticeiras para fazer com que elas se deslocassem pelos ares (com que ent�o muitas vezes a realidade supera a fic��o!). "As mesmas amostras de rochas verdes estariam engastadas nos alicerces das criptas das catedrais medievais, bem como na abadia do Monte Saint-Michel. A catedral de Col�nia desfrutaria dessa particularidade, o que teria feito com que ela se beneficiasse com uma miraculosa prote��o por ocasi�o dos bombardeios terr�veis que destru�ram a cidade em 1944-45 (o campo de for�a assim criado teria desviado a trajet�ria das bombas)".

� l�gico que esta explica��o f�sica para o Graal n�o exclui a exist�ncia de um Graal espiritual e m�stico do qual o objeto material seria o reflexo. Ao final, pergunta-se: qual a natureza do Graal? C�lice, pedra ou livro? Sendo o Graal uma realidade nos planos espiritual, material e humano podemos conceb�-lo como "um objeto-pedra (esmeralda) em forma de ta�a servindo como meio de comunica��o entre o c�u e a terra segundo um processo descrito e explicado por um livro". Somente homens puros (Percival e Galahad s�o os arqu�tipos) poder�o servir como ponte e tornarem-se detentores do segredo do Graal que abre caminho aos planos superiores da exist�ncia. Esta ra�a pura, filha da "ra�a solar", � denominada "ra�a do Arco" - ou do "arco-�ris", porque as cores expressas no prisma solar (tamb�m chamado len�o de �ris) s�o a manifesta��o f�sica dos diferentes poderes que o homem pode despertar atrav�s do Graal. Isso possivelmente s� ser� conseguido no final dos tempos, como encontramos no Apocalipse de Jo�o (4:2-3): "Logo fui arrebatado em esp�rito e vi um trono no c�u, no qual Algu�m estava sentado. O que estava sentado era, na apar�ncia, semelhante � pedra de jaspe e de sard�nio; e um arco-�ris rodeava o trono, semelhante � esmeralda".

Jos� de Arimat�ia, um "judeu-crist�o" Robert de Boron conta que os judeus, ao descobrirem Jos� de Arimat�ia, prendem-no em uma cela sem janelas onde todos os dias uma pomba se materializa deixando-lhe uma h�stia, seu �nico alimento durante todo o c�rcere, gra�as ao qual sobrevive. Jos� esconde a ta�a que Jesus usou na �ltima Ceia, a mesma que ele pr�prio usou para recolher o sangue de Cristo antes de coloc�-lo na tumba. Ao ser libertado, viaja para a Inglaterra com um grupo de seguidores e funda a Segunda Mesa da �ltima Ceia, ao redor da qual sentam doze pessoas (conforme a T�vola Redonda). No lugar de Cristo � colocado um peixe. O assento de Judas Escariostes fica vazio e quando algu�m tenta ocup�-lo � "devorado pelo lugar" de forma misteriosa. A partir desse momento esse assento � conhecido como a Cadeira Perigosa (mesmo nome do assento da T�vola Redonda que tamb�m ficava vazio e s� poderia ser ocupado pelo "cavaleiro mais virtuoso do mundo". Em algumas vers�es, � o assento de Lancelot que sempre fica vazio. Lancelot, o mais dedicado cavaleiro, que assim como Judas em rela�ao a Jesus, era o que mais amava Arthur e tamb�m o que o traiu). Jos� de Arimat�ia fundou sua congrega��o em Glastonbury. No lugar onde teria edificado sua igreja com barro e palha h� os restos de uma abadia muito posterior. A mesma onde se diz estarem enterrados Arthur e Guinevere e onde estaria o Santo Graal.

Hosted by www.Geocities.ws

1 1