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OS ETs DE VARGINHA Em 20 de janeiro de 97, no Instituto Ubirajara Rodrigues, em Varginha, foi reunida toda a Imprensa brasileira, oportunidade em que os uf�logos apresentaram as mais recentes descobertas do conhecido caso "Os ETs de Varginha". Foram apresentados a Imprensa: Documento confidencial, do Minist�rio da Aeron�utica, de nome NPA-09-C, efetivado em 09 de setembro de 90, contendo os "Procedimentos a serem adotados peloa �rg�os ATS/ATC em caso de avistamento de Objeto Voador N�o Identificado". Documento, do Minist�rio da Aeron�utica, de nome RMA 205-1, contendo o "Regulamento para salvagarda de assuntos sigilosos". Neste, est� definido como assunto ULTRA-SECRETO, "descobertas e experi�ncias cient�ficas de valor excepcional". Documento do acordo entre o governo do Brasil e o governo dos Estados Unidos, assinado em 01 de mar�o de 96, quando o administrador da NASA Daniel Goldin e o secret�rio de Estado Warren Christopher estiveram no Brasil. Este acordo envolve a coopera��o no uso pac�fico do espa�o exterior. Carta emitida pelo CINDACTA II, situado em Curitiba, onde � afirmado que todos os estudos de Objetos Voadores N�o Identificados s�o centralizados no CONDABRA (Comando de Defesa A�rea Brasileira), em Bras�lia. O video do depoimento de Carlos de Sousa, que viu a nave cair na fazenda Maiolini, em Tr�s Cora��es, em 13 de janeiro de 96. A informa��o da prov�vel exist�ncia de 4 laborat�rios, de acesso restrito e uso militar, sendo um no Instituto de Biologia da Unicamp (Campinas), outro no Hospital das Cl�nicas, tamb�m na Unicamp. Segundo as testemunhas, que n�o querem se identificar para a imprensa, estes laborat�rios receberam os corpos das estranhas criaturas capturadas em Varginha. Os outros dois laborat�rios ficam no CTA (Centro T�cnico da Aeron�utica), na rodovia dos Tamoios, um no Km 6 e o outro no Km 12, que talvez tenham recebidos os estranhos metais recuperados da queda da nave espacial. A estranha morte do militar P2, da PM, Marco Eli Chereze, o qual participou da captura de uma das estranhas criaturas, no dia 20 de janeiro por volta das 20:00hs. Maria Ant�nia Tavares, irm� desse policial compareceu a coletiva e explicou tudo em detalhes. A opera��o de captura noturna, pela Pol�cia Militar de Varginha, ao que tudo indica, foi coordenada pelo capit�o Siqueira. Os nomes dos bombeiros que fizeram a captura pela manh�, no dia 20 de janeiro de 96, sob a coordena��o do Major Maciel. S�o eles: sargento Palhares, cabo Rubens, soldado Santos e soldado Nivaldo. As informac�es de que em 23 de janeiro de 96 (tr�s dias ap�s a captura das estranhas criatura em Varginha) um avi�o B�falo saiu de Canoas - RS, com um sofisticado radar port�til, este foi instalado em algum lugar do sul de Minas Gerais. Em 29 de maio de 96, o ministro do Ex�rcito Zenildo Zoroastro de Lucena, reuniu em Campinas, em quase total sigilo, o Alto Comando do Ex�rcito, com a participa��o de 29 generais. � um fato hist�rico, pois pela primeira vez na historia do Brasil, o Alto Comando se reuniu fora de uma capital brasileira. Provavelmente todos queriam ver as criaturas capturadas em Varginha.
Introducao:
No s�bado em que a captura do ET ocorreu, dia 20 de janeiro, eu n�o estava em Varginha. No dia seguinte, 21, cheguei � cidade por volta das 10h30 da manh� e recebi o telefonema do propriet�rio de uma loja no centro da cidade, Sr. Milton. Ele perguntou se eu j� estava sabendo do que havia acontecido no dia anterior e me disse que "... umas meninas haviam visto um bicho estranho, algo como um monstrinho ". Motivado pela informa��o, pelas 14h00 do mesmo dia resolvi investigar. Comecei a rodar por alguns bairros da cidade e encontrei algumas pessoas que caminhavam pela rua. A elas, perguntei se tinham ouvido falar do assunto. Algumas disseram apenas que sabiam que umas meninas tinham visto um monstrinho, um capetinha ou algo assim. E tudo ficou nisso. Naquela mesma noite, recebi not�cias de que o boato j� estava espalhado pela cidade, quando liguei para Milton e pedi mais alguns detalhes. Ele afirmou n�o saber de mais nada, mas disse que uma secret�ria de sua loja teria mais informa��es. Quando a procurei, vi que n�o sabia de mais nenhum detalhe, mas conhecia as pessoas que tinham visto o estranho ser, o que me levou, ent�o, at� as meninas envolvidas na observa��o. Elas moram na Rua Tapaj�s, num bairro de Varginha, para onde me dirigi. Tentei conhecer seu paradeiro exato, perguntando � dona de uma lojinha se conhecia as meninas e se sabia algo sobre o boato que, a essa altura, tomava corpo ainda maior. A comerciante respondeu que n�o s� as conhecia, como p�de tamb�m observar o movimento no bairro em fun��o do caso. Essa senhora disse ser amiga de Luisa (a m�e das meninas) e soube que as filhas chegaram apavoradas em casa, no meio daquela tarde. Estavam gritando, chorando e tremendo. Elas teriam avistado algo muito feio. Por coincid�ncia, naquele dia, a irm� da lojista passava de carro e levou Luisa ao local onde foi avistada a criatura, para ver se havia algum vest�gio. Enquanto isso, os boatos continuavam correndo pela cidade. Algumas pessoas j� diziam que a criatura havia sido capturada e levada ao Hospital Regional, que era muito barriguda, parecia estar gr�vida e emitia um ru�do, parecendo chorar. Foi ent�o que comecei a me interessar pelo caso, pois vi que valia a pena investig�-lo mais a fundo. At� ent�o, no entanto, s� havia boatos, boatos e mais boatos.
As investigacoes:
Comecei a investigar e fui ajudado por um amigo que sempre participou de nossas pesquisas ufol�gicas, S�rgio, diretor da TV Princesa, uma emissora local. Conseguimos acesso a um garoto que disse ter presenciado os fatos. Mas ele n�o falava coisa com coisa, brincava demais, era muito confuso e nos desanimamos com seu depoimento. Conseguimos tamb�m encontrar uma senhora que, ao ser abordada por n�s, fugiu. Seu, marido tentou fazer com que ela nos desse algumas informa��es, mas n�o aceitou. � essa altura comecei a perceber que se tomaria muito dificil chegar �s garotas. At� ent�o, confesso, ainda n�o estava muito animado a ir atr�s delas, pois tudo me parecia muito confuso, truncado e n�o havia fortes evid�ncias de coisa alguma. Finalmente, ao longo de muita busca, consegui encontr�-las e pegar seu depoimento. Eram duas irm�s cuja m�e, dona Lu�sa, recebeu-me um pouco desconfiada. ldentifiquei-me como uf�logo e advogado, e expliquei meu interesse pela situa��o. Ela pareceu, ent�o, dar um voto de confian�a ao meu trabalho, deixando que as filhas me contassem tudo. Fiquei extremamente impressionado com o que as garotas disseram, principalmente a maior delas, Liliane, de 16 anos. Ao contar o que aconteceu, n�o aguentou e come�ou a chorar. A irm� mais nova, por sua vez, permaneceu introvertida cabisbaixa e constrangida, respondendo estritarnente ao que eu perguntava. Assim, ganhando sua confian�a aos poucos, fui abordando o assunto cada vez com maior profundidade e cheguei, ent�o, a solicitar que elas me apresentassem a terceira testemunha: sua amiga K�tia, de 22 anos, que ao me encontrar tamb�m chorava. Pedi �s tr�s que me levassem ao local onde tudo tinha acontecido. Era um terreno baldio no alto de um morro, onde elas reconstitu�ram o caminho que faziam de volta para casa. Disseram-me que, ao passar por ali, tinham inten��o de cortar caminho, pegando uma trilha. Quando estavam no meio dessa trilha, viram um estranho ser abaixado, que a princ�pio parecia uma est�tua. Para Valqu�ria, a mais nova "aquilo tinha a apar�ncia de um cora��o de boi gigante ". K�tia e Liliane foram as �nicas que se aproximaram mais para observar melhor o ser, a uns 6 ou 7 metros de dist�ncia. Foi a� que perceberam que se tratava de algo fora do comum, quando voltaram para o asfalto e foram embora correndo. Ao chegarem em casa, segundo a m�e, estavam totalmente abaladas, chorando, tremendo e visivelmente apavoradas. Ap�s ouvir tudo de suas filhas, Lu�sa voltou ao local para ver se encontrava algum vest�gio, mas n�o encontrou nada, apenas uma marca redonda no ch�o. Contudo, � question�vel que aquela marca tenha sido feita pelo ser, pois o solo estava muito seco, o terreno era muito duro e com pouca vegeta��o. Lu�sa tamb�m sentiu um cheiro estranho, muito forte e imposs�vel de se comparar com qualquer outra coisa. Nos dias seguintes, continuei conversando com elas e pedi que repetissem v�rias vezes o que tinham visto.
Um extraterrestre no hospital:
Esse procedimento � comum em pesquisas, pois ajuda a detectar contradi��es nos depoimentos. O ab�lo psicol�gico delas era muito vis�vel, de forma que n�o pareciam mentir de maneira alguma. Enquanto isso, os boatos corriam, aumentavam e ganhavam corpo em Varginha. A cidade inteira come�ou a comentar a hist�ria. Continuei as investiga��es, partindo da premissa de que a criatura havia sido capturada e levada para um hospital. No Hospital Regional, como era de se esperar, o diretor negou tudo de forma bastante convincente. Em Varginha existem tr�s hospitais, por�m os boatos convergiam somente para o Regional. N�o era poss�vel ter certeza de nada, principalmente sobre qual dos hospitais estaria envolvido com o fato. Tudo estava obscuro, at� que consegui conversar com uma enfermeira do Regional (que, por quest�o de seguran�a, n�o pode ter seu nome revelado). Ela relutou muito em me receber e conversar comigo at� que, finalmente, aceitou uma entrevista e revelou que, no domingo, 21 de janeiro, uma estranha movimenta��o havia ocorrido no Hospital Regional. O fato envolveu m�dicos vindos de fora de Varginha, Pol�cia Militar e viaturas do Ex�rcito. Por�m n�o falou nada de corpo de bombeiros. N�o se sabia o porqu� daquela movimenta��o anormal no hospital e tudo parecia estar guardado a sete chaves. Uma das salas, segundo nossa informante, foi interditada por algumas horas, de forma que funcion�rios, pacientes e visitantes n�o podiam entrar. Ela tamb�m disse que na segunda-feira, 22 de janeiro, foi chamada, juntamente com outros funcion�rios, para uma reuni�o na sala do diretor do hospital. Segundo seu depoimento, o diretor disse que toda a movimenta��o deveria ser ignorada, pois se tratava de um treinamento para m�dicos e militares. Na reuni�o, ainda foi ressaltado que era assunto interno do hospital, portanto, deveria ser mantido em sigilo. Segundo essa testemunha, a reuni�o culminou com a seguinte frase do diretor: " A qui em Varginha tem um pessoal que gosta muito de mexer com coisas bacanas, assim, sobrenaturais, estranhas... � prov�vel que esse pessoal procure voc�s, principalmente aquele advogado, o Ubirajara. Para essas pessoas, voc�s devem negar tudo. Neguem mesmo". Mais tarde, conversei com uma ex-aluna minha, que disse ter ido � portaria do hospital no domingo, por volta das 22h30, juntamente com uma amiga. Ela perguntou ao recepcionista se era verdade o boato de que o hospital havia recebido um "monstrinho". O funcion�rio confirmou, dizendo que o ser n�o estava mais l�, pois tinha sido removido para outro hospital da cidade, o Humanitas . Ent�o, as mo�as seguiram para l� e foram atendidas por uma enfermeira que lhe respondeu da seguinte forma: "n�o podem entrar aqui para ver aquilo e, mesmo que pudessem, eu aconselharia... voc�s n�o iriam gostar de ver". Na mesma �poca, algumas testemunhas paralelas, que moram na regi�o do Humanitas, disseram ter visto movimenta��o de tropas no port�o lateral. Isso era tudo o que eu sabia at� ent�o. Era preciso ter mais evid�ncias. Foi ent�o que procurei o setor militar, primeiramente o comandante Maur�cio, da Pol�cia Militar. Ao encontr�-lo, identifiquei-me e expus a situa��o. Perguntei a ele se j� estava informado dos boatos de que a PM estaria envolvida no caso da captura. A resposta do comandante foi negativa. Ele, ent�o, ofereceu-se para checar as informa��es e verificou que n�o havia nenhum registro de tal ocorr�ncia. Ainda sim, pediu para que nos comunic�ssemos com ele novamente, pois talvez encontrasse alguma informa��o. No dia seguinte como estava combinado, telefonei para o comandante Maur�cio, mas ele j� n�o atendia o telefone. Fiz aproximadamente uns 50 telefonemas para o quartel, mas n�o fui atendido. Foi a� que comecei a sentir que algo estava errado. Estavam escondendo alguma coisa. Um amigo meu conseguiu falar com uma policial que esteve de plant�o no s�bado, 20 de janeiro, para receber as chamadas de emerg�ncia atrav�s no n�mero de telefone 190. Ela revelou que recebeu algumas chamadas: "Realmente, algumas pessoas ligaram para c� dizendo que viram um tal monstrinho, mas achamos que era trote e n�o demos aten��o ". Ora, s� por isso j� podemos perceber uma contradi��o, pois se o comandante disse que n�o recebeu chamado nenhum, a policial n�o poderia ter recebido esses telefonemas...
Procurando corpos de bombeiros:
Eu e S�rgio procuramos o Corpo de Bombeiros e fomos recebidos pelo capit�o Alvarenga . Embora bem atendidos, ap�s a conversa tentamos analisar a situa��o: durante toda a entrevista, a porta do gabinete permaneceu aberta. Mal nos identificamos e ele j� foi pegando o boletim das ocorr�ncias do dia 20 para mostrar que n�o havia nenhum chamado de captura de animal estranho ou coisa parecida. Ele simplesmente teve uma atitude defensiva em rela��o a n�s. Durante a entrevista, pedi licen�a ao capit�o para tomar �gua e fui at� um bebedouro no fim do corredor. Vi dois bombeiros conversando, falando alto e articuladamente, como se estivessem ca�oando de mim. "�, deve ser um sapo gigante", disse um. "N�o, deve ser um capeta, hahaha", complementou o outro. Depois disso, voltei para a sala do capit�o Alvarenga, quando eu e meu amigo nos despedimos, agradecemos e fomos embora. Seguimos para a Pol�cia Florestal, onde fomos recebidos de forma muito diferente. O capit�o daquela corpora��o demonstrou simpatia por n�s e disse gostar de Ufologia. Disse tamb�m j� ter lido trabalhos sobre o assunto, tanto que mostrou-se interessado e at� quis saber se t�nhamos informa��es concretas do Corpo de Bombeiros e do hospital. Afirmou que a Florestal n�o foi acionada na ocasi�o, mas colocou- se � disposi��o para dividir conosco qualquer informa��o que tivesse. Voltamos a procurar a enfermeira, que repetiu o que j� havia dito anteriormente, sempre demonstrando que algo mesmo muito estranho acontecera. Ela conversou com alguns colegas do hospital e, embora n�o tivessem visto nada, todos eram un�nimes em afirmar que houve uma estranha movimenta��o no local. Contudo, n�o revelou nenhuma novidade. Enquanto isso, a not�cia de que um ser estranho havia aparecido em Varginha j� tinha tomado conta da imprensa regional. Todos os jornais, r�dios e TVS da regi�o j� haviam veiculado o caso, embora eu tenha relutado em divulg�-lo nos meios de comunica��o nacionais. Era preciso ter muito cuidado com as informa��es que estavam circulando. Contudo, diante das dificuldades das investiga��es e o grande abafamento, n�o houve outra escolha sen�o chamar a imprensa nacional. S� assim conseguir�amos pressionar mais as autoridades. Na mesma �poca, fiz uma entrevista ao vivo a pedido da TV Globo local. Tudo corria normalmente, enquanto a jomalista fazia algumas perguntas sobre Ufologia e sobre a possibilidade de a criatura encontrada em Varginha ser um extraterrestre. No meio do programa por�m, aconteceu uma coisa que n�o esper�vamos. Ela tirou dois fax de cima da mesa e se dirigiu a mim: "Acabamos de receber uma comunica��o do Corpo de Bombeiros e outro do Hospital Regional desmentindo tudo o que est� acontecendo. Essas duas institui��es dizem que n�o foram acionadas e n�o t�m nenhum envolvimento com isso". Um dos trechos do fax do Corpo de Bombeiros fazia a seguinte declara��o: "Esta corpora��o comunica � popula��o de Varginha que n�o foi acionada para capturar um extraterrestre". Isso foi dito no meio do telejomal. Eu disse, primeiramente, que jamais foi lan�ada a afirma��o de que o ser capturado era um extraterrestre. Eu havia dito somente que era um ser desconhecido e estranho. Sou muito cuidadoso, n�o seria capaz de falar coisas de que n�o tenho certeza. Depois, disse a eles que para n�s, uf�logos, tais comunicados oficiais n�o t�m nenhum valor, pois s�o simplesmente oficiais - e n�o reais. N�o deixei que isso atrapalhasse o rumo das investiga��es. Aproveitei a ocasi�o para dizer que abafamento ufol�gico � algo que existe em todo o mundo e h� muito tempo... Depois dessa entrevista, resolvi ligar para a imprensa nacional. J� era o momento de revelar o que estava acontecendo. Sab�amos que havia algo estranho em Varginha, embora n�o houvesse confirma��o do que era realmente. Algo estava (e est�) sendo escondido da popula��o. N�o sabemos se � ou n�o extraterrestre, mas temos certeza de que algo muito s�rio est� oculto por tr�s de uma opera��o mirabolante. Liguei para a uf�loga Irene Granchi, do Rio de Janeiro, que contatou a produ��o de jornalismo da Rede Globo de televis�o. A partir da�, o caso explodiu na m�dia. Ao mesmo tempo, conseguimos ampliar o nosso universo de fontes de informa��es. No fim da segunda semana de investiga��es, liguei para a Revista UFO e a deixei a par do fato. Na terceira semana, um pesquisador de Belo Horizonte (at� ent�o membro do CICOANI) entrou em contato comigo. Era o Vit�rio Pacaccini. A partir da� formamos uma parceria na pesquisa, que j� dura mais de quatro meses. Pacaccini soube da not�cia atrav�s da imprensa e, antes de me conhecer, j� estava investigando detalhes do caso - inclusive tentando conseguir depoimentos de testemunhas.
As investigacoes continuam:
Antes do Caso Varginha aparecer na m�dia, eu ainda n�o conhecia Ubirajara. Procurei o nome dele na lista telef�nica, liguei para ele e marcamos um primeiro encontro. A princ�pio, eu estava investigando o caso pelo Centro de Investiga��o Civil de Objetos A�reos N�o Identificados (CICOANI) e j� havia contatado alguns conhecidos de Tr�s Cora��es (MG) para recolherem informa��es sobre o caso, principalmente na Escola de Sargentos das Armas - ESA -. Isso aconteceu no in�cio de fevereiro. Na quarta-feira, da semana do carnaval, recebi o telefonema de um informante que disse que a "on�a iria beber �gua". Na nossa linguagem, isso quer dizer que alguma testemunha importante estava prestes a falar. O nome da testemunha, por enquanto, n�o pode ser revelado. N�o quero colocar ningu�m na cadeia e nem prejudicar a vida das pessoas. Se essa testemunha confiou em mim, tenho quer ser digno da sua informa��o e n�o colocar sua seguran�a em risco. Portanto, se alguns detalhes circunstanciais forem publicados, podem revelar quem ela �. � prefer�vel que eu v� para a cadeia a ver algu�m sendo preso ou prejudicado por minha causa. A palavra � o maior patrim�nio de um homem e quando digo para uma testemunha falar o que sabe, asseguro a ela que jamais algo lhe acontecer�. E caso encerrado: n�o acontece mesmo, � protegida at� as �ltimas conseq��ncias. Ent�o, nessa quarta-feira, fui � casa de um amigo que me apresentou � primeira testemunha. Tentei prepar�-la: expliquei bem o caso e sua import�ncia para a ci�ncia. Mostrei que era algo realmente s�rio, falei das conquistas espaciais e do ocultamento internacional de fatos ufol�gicos. Ap�s alguns minutos de conversa, esse militar entrou espontaneamente no assunto...
Os bombeiros estao envolvidos?
Todos sabem que no Brasil quando h� algum problema com animais, como feras que fogem do zool�gico, por exemplo, aciona-se o Corpo de Bombeiros. Assim, � f�cil concluir que, no caso de Varginha a institui��o tenha sido acionada. Contudo, o primeiro n�mero de telefone que vem � mente de qualquer pessoa que passa por uma situa��o de perigo � o 190, da pol�cia. Dessa forma, conclu�mos que primeiramente, foi chamada a pol�cia e, depois, o caso foi encaminhado para os bombeiros. Segundo o nosso informante, na manh� de 20 de janeiro, o telefone da corpora��o dos Bombeiros estava tocando a toda hora. Eram pessoas informando o aparecimento de um estranho animal em um determinado bairro de Varginha e pediam que tomassem alguma provid�ncia. � importante ressaltar que esses telefonemas come�aram a chegar bem cedo no quartel, entre 07h e 08h da manh�, portanto, bem antes das 15:30hs, hor�rio em que as meninas avistaram o ser desconhecido. Na ocasi�o, o comandante era o major Maciel, que teria encaminhado quatro homens para verificar o caso. Esses bombeiros, ao chegarem ao local da den�ncia, chamaram o major pelo r�dio e pediram para que ele tamb�m fosse l�, j� que o caso era bem mais complicado do que parecia. "Major, � melhor o senhor vir. At� o Ex�rcito j� est� aqui". Ent�o, o Major seguiu para o local aproximadamente �s 10h30. Quando chegaram l�, a captura j� havia sido executada. Havia algumas pessoas, inclusive crian�as que jogaram pedras na criatura, o que fez com ela se afastasse tentando se esconder numa mata perto do terreno em que se encontrava. Os quatro bombeiros foram at� a mata e capturaram o ser com uma rede (dessas usadas pela carrocinha para pegar c�es). Eles usavam luvas comuns, mas tinham medo de radia��o. A criatura n�o mostrou nenhuma rea��o, ficando totalmente ap�tica e deixando-se capturar. Produzia um ru�do parecido com o zumbido de abelhas. Foi colocada dentro de uma caixa coberta com uma lona e transportada por um caminh�o do Ex�rcito. Essa testemunha � extremamente confi�vel, teve acesso a muitas informa��es confidenciais. Por�m, tem muito medo de revelar o que sabe at� mesmo para pessoas muito pr�ximas, devido ao perigo que pode correr. Pela descri��o obtida, a criatura apresentava pele viscosa (parecendo ter passado um �leo no corpo), olhos vermelhos, cabe�a grande com protuber�ncias, bra�os finos e longos, pemas finas e curtas, p�s grandes e uma grande sali�ncia no abd�men. N�o tinha nenhum tipo de vestimenta e tamb�m n�o apresentava genit�lia aparente. No caminh�o da ESA que conduzia o ser havia dois sargentos e, um major, todos com sotaque ga�cho. Todas essas informa��es foram dadas numa entrevista de 45 minutos. A testemunha foi enf�tica ao responder que o comando do Corpo de Bombeiros estava sabendo de toda a opera��o e que o Capit�o Alvarenga simplesmente mentiu quando disse n�o ter recebido nenhuma notifica��o. lsso tudo nos revela que algu�m est� mentindo nessa hist�ria e, pelo jeito, n�o s�o as testemunhas - pois elas n�o ganhariam nada com isso. Assim, tudo leva a crer que, de fato, Ex�rcito e Corpo de Bombeiros est�o envolvidos no caso. E, como eu estava pesquisando o caso pelo CICOANI, mostrei os resultados para o presidente do grupo, Hulvio Aleixo. Travei contato com outros militares de Tr�s Cora��es em encontros secretos. Um deles, inclusive, foi � minha casa �s 03h da manh� junto com a esposa. Ele me explicou como funciona o servi�o secreto do Ex�rcito, que tem unidade muito bem implantada na cidade, com uma rotatividade muito grande de militares para n�o ficarem "manjados". Esses S-2, como s�o chamados, misturam-se no meio da multid�o, usam bigodes, cabelos compridos, andam em carros velhos e comportam-se como civis. Esse militar que foi � minha casa disse que a captura foi extremamente favor�vel para o Ex�rcito, pois aconteceu num final de semana (quando a ESA fica praticamente vazia, somente com guardas) e tamb�m pelo fato dos membros do servi�o secreto poderem entrar e sair a qualquer hora, sem dar satisfa��o a ningu�m. L� dentro, h� um galp�o onde os S-2 trabalham, cercados por enorme seguran�a, sendo que nem os oficiais do quartel t�m acesso ao local. Em fun��o disso, passamos a ter uma id�ia concreta dos fatos. Percebemos que tudo era muito mais perigoso do que parecia. Tivemos um apoio muito grande dos meios de comunica��o, que veicularam tudo e est�o tentando mostrar os fatos como eles s�o. Se a imprensa, ou melhor, alguns membros da imprensa nacional, como o Luiz Petry - editor do Fant�stico -, n�o tivessem corrido atr�s das informa��es, tudo teria acabado sem explica��o nenhuma. Devo dizer que a Ufologia mundial deve muito a ele.
As testemunhas militares falam:
Enquanto o caso Varginha explodia na imprensa nacional, come�ava uma grande onda de UFOS sobrevoando a regi�o. Cidades como Varginha, Alfenas, Boa Esperan�a, Tr�s Cora��es, Bandeira do Sul, S�o Gon�alo do Sapuca�, Campanha e v�rias outras foram tomadas por avistamentos de objetos n�o identificados. A popula��o viu que algo s�rio estava acontecendo e muitas pessoas nos procuraram para fazer relatos de avistamentos, contatos ou novidades sobre a captura. Nessa �poca, final de fevereiro, encontrei um velho amigo que n�o via h� muito tempo. Ele disse que conhecia um militar que estava envolvido com a opera��o de captura. Conseguimos encontr�-lo e ouvimos o seu relato. A cada nova revela��o, tudo se tornava mais espantoso. Esse militar deu nomes de pessoas ligadas diretamente ao caso: coronel Ol�mpio Vanderlei e sargento Pedrosa. A entrevista com essa testemunha ocular do fato foi feita por mim e pelo uf�logo Marco Petit e gravada em v�deo para servir como garantia de prova. Nessa fita, perguntamos � testemunha se existe a possibilidade de alguem atentar contra sua vida e a reposta foi sim. No dia em que foi gravada essa entrevista, est�vamos fazendo uma reuni�o de uf�logos nacionais em Varginha, com a presen�a de pessoas da imprensa. Eu e Ubirajara tivemos que disfar�ar o m�ximo para que ningu�m percebesse o que se passava. A entrevista era absolutamente secreta. Chamei o uf�logo Marco Ant�nio Petit para me acompanhar e deixei os outros uf�logos na reuni�o. Mais testemunhas s�o descobertas.Conseguimos, posteriormente, outra testemunha militar. Estava muito relutante em falar conosco, mas quando percebeu que o assunto j� estava espalhado, teve coragem de falar o que sabia. Para sua surpresa ningu�m na ESA sabia de nada, pois houve um esquema de desinforma��o dentro da pr�pria Escola de Sargentos. Ao conversar conosco, descreveu o fato de maneira id�ntica � que o outro militar j� havia feito. Poucas pessoas dentro da ESA sabem detalhes da opera��o. A maioria acha, inocentemente, que tudo n�o passa de uma mentira que dois uf�logos inventaram para se promover. Tudo l� � muito secreto... O contingente militar da escola � de mais de 3 mil homens e, com certeza aproximadamente 98% desses militares n�o sabem de nada. A opera��o foi secreta e muito bem feita, de forma que a maioria dos militares continua achando que tudo � uma grande palha�ada. Surgiram tamb�m outras testemunhas militares que confirmam as informa��es que j� temos. Conhecemos duas pessoas que estiveram diretamente ligadas ao processo de captura e transporte do ser. Elas, obviamente, n�o podem se identificar pois colocam suas vidas em risco. Contudo, s�o categ�ricas em afirmar o que aconteceu.
Os nomes dos responsaveis:
Ap�s reunirmos todas as nossas informa��es sobre o caso, conseguimos os nomes dos militares que est�o diretamente envolvidos no caso: tenente-coronel Ol�mpio Vanderlei, capit�o Ramires, tenente Tib�rio (da Pol�cia do Ex�rcito) e sargento Pedrosa. Sabemos tamb�m o nome dos tr�s motoristas: cabo Vassalo, soldado Cirilo e soldado De Mello. Eles se encontraram com um tenente S-2, que chegou num Fusca bege e parou ao lado do supermercado Paes Mendon�a. Esse tenente mandou cada um dos militares, de Fusca ao Hospital Humanitas, onde fizeram algum tipo de opera��o secreta. Nesse dia 22 de janeiro, eles andaram calmamente pela cidade, passando mais de uma vez em frente ao Hospital Regional. O comboio seguiu para o Hospital Humanitas, onde receberia uma misteriosa carga. Chegando l�, havia uma caixa de madeira presa sobre dois cavaletes e um dos agentes S-2 portava uma filmadora a tiracolo. Os outros militares receberam ordens para retirar suas jaquetas e foram proibidos de utilizar gravadores, filmadoras ou m�quinas fotogr�ficas. Nessa ocasi�o, foram vistos no p�tio do hospital viaturas da Pol�cia Militar e do Corpo de Bombeiros com seis homens, dois militares do servi�o secreto do Ex�rcito e alguns m�dicos. Uma criatura morta foi colocada dentro da caixa, que foi fechada com uma lona pl�stica e colocada dentro do caminh�o. A cobertura da carroceria teve partes refor�adas para que ningu�m visse o que havia dentro. Nessa �poca, principalmente no dia 22 de janeiro, a cidade inteira estava comentando o estranho movimento de caminh�es da ESA. Era imposs�vel n�o notar aquilo... todos comentavam e os boatos aumentavam. O trajeto do comboio at� Tr�s Cora��es foi muito f�cil. Ao chegarem � cidade, j� havia homens da Pol�cia Militar esperando e segurando o tr�nsito. Ao que parece, os motoristas envolvidos n�o sabiam o que estavam transportando. Alguns militares disseram que tratava de um homem queimado, um suicida, ou qualquer coisa assim. Tamb�m disse que a criatura tinha um terr�vel mau cheiro. Pelo fato de terem sido tr�s os caminh�es envolvidos, supomos que, talvez, tamb�m sejam tr�s criaturas. Mas isso n�o pode ser afirmado com seguran�a pois ainda faltam provas e depoimentos. Assim, � quase imposs�vel afirmar qualquer coisa sobre isso. Ao chegarem � ESA, o comboio fez rapidamente as manobras de estacionamento dos ve�culos. �s 04h da manh�, o mesmo comboio seguiu para Campinas, onde - segundo nossos informantes - a criatura foi submetida a uma necr�psia. Nessa oportunidade, houve uma reuni�o com alguns oficiais, em que se enfatizou que toda essa opera��o havia sido secreta, sigilosa e que, embora o Ex�rcito continuasse sem saber do que se tratava, tudo deveria permanecer em sil�ncio. Os soldados ent�o chegaram a Campinas de manh�, garantindo a seus superiores a manuten��o do sigilo. Mesmo porque, se isso n�o ocorresse, com certeza sofreriam muitas repres�lias. At� um jipe Engesa, modelo de guerra, fez parte do comboio, entre outros caminh�es militares. N�o sabemos ainda para qual unidade militar foram designados em Campinas. Ao chegarem ao seu destino, viram a caixa tomar outro rumo ainda desconhecido. A partir desse momento, passamos a conectar os fatos e chegamos � conclus�o de que eles tinham levado a criatura para Campinas com o objetivo de coloc�-la nas m�os de um profissional da Unicamp. Segundo nossa investiga��o, esse profissional � um dos legistas mais respeitados do pa�s e reconhecido internacionalmente. Tivemos acesso � esta informa��o atrav�s de um cientista da mesma institui��o, que precisa permanecer an�nimo. Assim, tornou-se evidente que a criatura passou por l�, tanto que esse cientista aproveitou e veio para Varginha, onde fez coleta de amostras de solo e vegeta��o do local onde foi avistado o ser. O material est� guardado, esperando uma oportunidade para ser analisado. N�o h� mais d�vidas, portanto, de que a Unicamp est� envolvida no caso. Nosso cientista conversou com alguns professores, pessoas muito pr�ximas que freq�entam sua casa, e soube que h� ordens do governo para que ningu�m fale nada. Pelo que se sabe, o reitor da institui��o tamb�m est� orientado para manter o sigilo da opera��o. As fontes, que s�o muito seguras, afirmam que o autor da primeira necr�psia da criatura foi mesmo o m�dico legista Badan Palhares , respons�vel por necr�psias importantes, como a de Joseph Mengheli e dos corpos de presos pol�ticos enterrados no cemit�rio de Perus, em S�o Paulo. Quanto ao n�mero de seres capturados, ainda � algo obscuro. Fazendo apenas uma an�lise das probabilidades, podemos dizer que s�o pelo menos dois: o primeiro foi capturado �s 10h da manh� pelos militares e o segundo foi visto pelas tr�s meninas �s 15h30. Quem esteve envolvido na opera��o de retirada da(s) criatura(s) do Hospital Humanitas diz que � pequena a possibilidade de serem tr�s. Para uma das testemunhas militares, os tr�s caminh�es estavam ali para despistar qualquer desconfian�a, de forma que nem mesmo os militares soubessem o que estavam fazendo... N�s j� sabemos como foi capturada a primeira criatura, �s 10h30 da manh�, envolvendo Pol�cia, Ex�rcito e Bombeiros. Mas e a segunda? Como aconteceu sua captura? Pelo que revelaram as testemunhas, ocorreu por volta das 20h do s�bado e estiveram envolvidos o servi�o secreto da Pol�cia Militar e o Corpo de Bombeiros. Esta captura foi muito mais discreta do que a primeira, pois os militares foram para o local todos � paisana e em carros civis. A criatura estava num terreno, pr�ximo a um bosque, onde os militares se espalharam e fizeram a captura secretamente. Essa informa��o veio de uma pessoa conhecida na cidade, uma senhora da sociedade varginhense, que ouviu falar que um soldado da pol�cia havia capturado a criatura. Este ser teria passado por um posto m�dico pr�ximo ao local da captura e o m�dico de plant�o aconselhou que fosse levado para o hospital.
Hospitais envolvidos:
H� ind�cios de que a criatura capturada, por alguma raz�o, passou pelo Hospital Regional . Mas os respons�veis pela opera��o devem ter chegado � conclus�o de que o local era muito central e pouco seguro, decidindo levar o ser para outro lugar: o Hospital Humanitas, que � bem mais equipado e localizado numa regi�o mais afastada do centro da cidade. Esse hospital fica ao lado de uma pequena estrada perif�rica que leva diretamente � rodovia Fern�o Dias. Ou seja, facilitou para que o transporte fosse mais discreto. Quando o diretor do Regional, Adilson Usier, disse no programa Fant�stico que "... o hospital n�o est� preparado para tratar de nada que n�o seja humano", n�o estava fazendo mais do que a obriga��o dele. Oras, n�o estamos dizendo que esta segunda criatura esteve nos hospitais para ser tratada. De maneira nenhuma. Dizemos apenas que teve uma passagem por esses locais, indo mais tarde para a Unicamp, com objetivo de ser analisada por cientistas. O problema � que algumas pessoas subestimaram nossa capacidade de investiga��o e acharam que nunca iriam despertar a desconfian�a de ningu�m. Assim, chegamos � conclus�o de que a criatura retirada do Humanitas foi a mesma vista pelas tr�s meninas � tarde.
Eles tem razao?
Um contato nosso em Campinas informou que o Brasil est� sofrendo uma grande press�o, avisando-nos de que podemos estar sentados sobre uma bomba at�mica... Segundo seu depoimento, o processo todo de captura e ocultamento vai muito al�m do que podemos imaginar. Ent�o, perguntamos: ser� que esses seres j� n�o est�o espalhados por v�rios outros lugares al�m do Sul de Minas? Ser� que j� n�o houve algum tipo de embate entre extraterrestres e militares? Ser� que quem tem que lidar com tudo isso mesmo n�o � o Ex�rcito? Ser� que alguns desses seres n�o s�o portadores de bact�rias terrivelmente mortais, capazes de dizimar toda a Humanidade? E ser� que tudo isso n�o tem que ser uma opera��o sigilosa mesmo? Pela nossa �tica eles poderiam nos chamar para dividir as informa��es que t�m. Mas pela �tica deles, n�s nunca poderemos ajudar em nada; n�o andamos nas altas c�pulas do Ex�rcito e devemos ser excluidos de suas atividades. N�o somos dignos da confian�a deles... Adorar�amos colaborar com as autoridades, mas parece imposs�vel. �s vezes, chegamos a pensar que os militares e as for�as armadas est�o s� fazendo o papel deles no que diz respeito aos acontecimentos ufol�gicos. Tenho medo de que, qualquer dia desses, algum militar me aborde da seguinte forma: "Voc� n�o percebe que estamos fazendo o m�ximo esfor�o para acobertar isso e voc�s ficam tentando revelar tudo. Isso � muito perigoso, eles (os ETS) t�m um v�rus (ou uma bact�ria qualquer) que pode dizimar a Humanidade rapidamente ". � claro que tudo � hipot�tico, e at� engra�ado, mas se ca�sse um UFO no meu quintal, a quem eu deveria procurar? Obviamente, a primeira coisa que faria era chamar as autoridades militares, pois isso � trabalho para eles. Estamos, de fato, muito preocupados pois estamos chegando � conclus�o de que o Caso Varginha � somente a ponta de um iceberg. Por outro lado, n�o podemos deixar o caso � deriva. Mesmo que os militares estejam realmente envolvidos com isso e fazendo simplesmente sua obriga��o, � preciso respeitar o direito � informa��o. Por mais que o Ex�rcito esteja cumprindo com sua fun��o de manter a seguran�a nacional, deveria tamb�m estar informando a popula��o sobre suas atividades, pelo menos sobre uma parte delas. Mas por que o Ex�rcito Brasileiro iria informar o povo, se os ex�rcitos de todo o mundo n�o o fazem ?
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