CRANIOS DE CRISTAL

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A maioria dos cientistas e arque�logos contempor�neos acreditam que o grau de progresso e tecnologia em que se encontra o ser humano � o mais avan�ado que j� se conseguiu em nosso planeta.

Mas como ignorar a tecnologia empregada nas descobertas fascinantes ao longo da Hist�ria, tais como as Pir�mides do Egito, as rochas de Stonehenge, as linhas de Nazca, o enigma de S�mer? E os Cr�nios de Cristal, que vem desafiando pesquisadores e cientistas atrav�s dos fen�menos inexplic�veis que simplesmente n�o permitem que as pesquisas sejam conduzidas dentro das t�cnicas convencionais?

Ao pesquisar os Cr�nios de Cristal, com certeza, surgem muitas perguntas intrigantes que desafiam nossa compreens�o sobre a finalidade desses belos artefatos e nos induzem � pergunta : Ser� que nosso atual progresso e tecnologia s�o t�o avan�ados como se sup�e? O Que S�o Exatamente os Cr�nios?

De maneira geral, um Cr�nio de Cristal � um cr�nio de configura��o humana feito de v�rios tipos de cristal de quartzo. Os Cr�nios de Cristal, os quais focalizaremos s�o antigos cr�nios mais ou menos do tamanho do cr�nio humano e encontrados em ru�nas arqueol�gicas. No entanto, existem numerosos e min�sculos cr�nios encontrados nas mesmas ru�nas, ou em outras semelhantes, variando do tamanho de uma grande bola de gude at� o de uma bola de softbol.

Esses cr�nios menores n�o possuem a energia, a for�a ou misticismo dos maiores.

Parece haver uma raz�o espec�fica para o cristal de quartzo ter sido escolhido como o material a ser empregado na confec��o dos cr�nios. Como ele n�o � um material que pode ser facilmente entalhado ou moldado (se o entalhador n�o for cuidadoso, um corte impreciso pode fazer o cristal em peda�os) , provavelmente o quartzo foi escolhido tendo em vista algumas de suas outras propriedades f�sicas que, por sua vez, ajudam a catalizar a autopercep��o .

Um dos usos predominantes dos cristais e quartzo hoje em dia s�o os modernos aparelhos e m�quinas eletr�nicos. Al�m da ind�stria de inform�tica, os principais avan�os nas ind�strias de v�deos, de filmes e de �udio , utilizam as capacidades de amplifica��o e de resson�ncia do quartzo.

Outra propriedade dos cristais de quartzo � chamada efeito piezel�trico. Essa qualidade, segundo DaEI "amplifica, transforma, concentra e transfere energia . Uma min�scula part�cula de quartzo em um microcircuito amplia um sinal el�trico... O quartzo transforma energia. Se submetido � press�o, gera eletricidade. Quando uma corrente el�trica � enviada atrav�s dele, ele se dilata".

Os cristais de quartzo s�o capazes de armazenar grandes quantidades de informa��es em uma estrutura de �tomos disposta de maneira altamente ordenada, semelhante a dos nossos computadores. Acredita-se que esse processo de armazenamento inclui a manuten��o de formas-pensamento, energia e tamb�m impress�es visuais (existem v�rias fotos dos cr�nios com imagens em seu interior ). Os cr�nios funcionam como c�meras de v�deo e, por meio de diversos processos de ativa��o, s�o capazes de reproduzir essas imagens.

At� agora, dos antigos cr�nios de cristal conhecidos, h� tr�s tipos de quartzo que comp�e sua forma f�sica. O primeiro e mais comum � o cristal de quartzo transparente: h� alguns feitos de ametista e um � formado de quartzo rosa. At� agora, todos os Cr�nios de Cristal foram descobertos em antigas ru�nas do M�xico, na Am�rica Central ou na Am�rica do Sul. A simbologia do cr�nio deve ter uma influ�ncia significativa sobre essas culturas, pois os povos ind�genas continuam a entalhar r�plicas e miniaturas dos antigos cr�nios em diversos materiais. ACADEMIC APPROACH ABOUT CRYSTAL SKULL O Cr�nio de Cristal de Mitchell-Hedges talvez seja o mais poderoso de todos os que j� vi ou pesquisei, e sua pureza e seu acabamento n�o podem ser reproduzidos.

Levamos v�rios cr�nios para laborat�rios especializados em cristal para ver se algu�m poderia reproduzi-lo. A resposta foi invariavelmente "N�O" com a suposta explica��o de que , para come�ar, eles teriam sido entalhados e maneira incorreta ( em contraposi��o ao eixo do cristal ).

Ele parece revelar cenas de diversas culturas, todas altamente civilizadas : uma que vive no mundo submarino, outra que vive no interior da terra e uma terceira que vem de um lugar diferente deste planeta. O mundo parece ter mudado sua geografia 4 vezes, com movimentos maci�os de povos para o Leste, para o Sudeste e para o Sul. Regi�es que conseguimos definir apenas como sendo as Am�ricas do Norte e do Sul sofreram algumas transforma��es traum�ticas. Zonas glaciais transformaram-se em tropicais, enquanto �reas tropicais moveram-se para o Sul e tranformaram-se em glaciais. Cada vez que ocorria uma mudan�a, surgia o que pareciam ser naves espaciais (o que costumamos chamar de UFOs) que removiam as pessoas daquelas regi�es . As naves retornavam mais tarde , quando a situa��o se normalizava, e ent�o as pessoas saiam delas. Muitas pessoas emergiam do que pareciam ser enormes �reas de �gua. Apenas raras vezes, por fim, vi pessoas que haviam se deslocado para o interior da Terra.

N�o importa quantos cr�nios j� vi : quer sejam doze ou treze, devo dizer honestamente que em qualquer lugar onde existem cr�nios parece que existia atividade de um OVNI. Isso em primeiro lugar. Em segundo lugar , onde quer que exista atividade de um OVNI.

H� sempre atividade telecin�tica ou psicocin�tica ( ou como quer que voc�s considerem isto ) . Agora, se os OVNIS ou outras coisas prov�m deste Universo, eu n�o sei. Tudo o que eu sei � que existe algo l� fora que � t�o gigantesco que n�o se pode sequer imagin�-lo . Essa f�r�a controla uma grande parte de tudo o que est� acontecendo aqui, e tudo se move de acordo com um plano Universal. Existem leis naturais que governam o Universo. Sabemos, por exemplo, que a cada 25.000 ou 35.000 anos ocorre uma leve altera��o magn�tica na Terra. Esse fen�meno faz com que, ou a crosta terrestre se desloque ,ou ocorra uma s�bita mudan�a de temperatura, e ela � quase instant�nea ao fen�meno .Ora, isso j� aconteceu e vai acontecer novamente. Atualmente, chegamos a um ponto em que j� sabemos como impedir que um meteorito venha atingir a Terra. Temos at� um plano ( a maioria dos pa�ses tem o seu plano ) a respeito de como impedir de que os meteoritos atinjam nosso pa�s, fazendo-os explodir no espa�o. Mas n�o sei de ningu�m que tenha um plano para decifrar o que causa o deslocamento da Terra.

Existe uma teoria cient�fica que afirma existir um "Planeta da Morte " ( ou como se queira cham�-lo ) que passa pela Terra a intervalos de alguns milhares de anos. E � nessas passagens que a Terra se desloca no espa�o. A teoria diz que se controlarmos os Elementos os efeitos ser�o diminu�dos. Eu creio que, se aprendermos a interpretar as forma��es geol�gicas de cristais, isso pode se tornar poss�vel . Talvez eu esteja errado, mas existe um planeta, do qual ou�o falar desde crian�a, que pode afetar a Terra.

Se esse planeta pode ser destru�do , eu n�o sei. Tudo o que sei � que a comunidade cient�fica mundial vem insistentemente buscando descobrir esse planeta e que j� se gastou muito dinheiro para localiz�-lo . Eis porque os cientistas se interessam tanto pelos cometas : quando um cometa passa, eles querem se ele est� atraindo esse planeta. Pois, se isso correr, ir� provocar algum tipo de mudan�a na terra, compreendem ? Nenhum dos efeitos conhecidos dos cometas pode realmente ser atribu�dos a eles. Quando come�amos a seguir a rota dos cometas e tentamos descobrir se a um deles podem ser atribu�dos terremotos ou quaisquer tipos de calamidades naturais, descobrimos que, na verdade, essas coisas n�o aconteceram quando o cometa estava por perto. Elas ocorreram antes ou depois da passagem do cometa pela Terra. � a� que est� o problema. Pode-se dizer que a cada 25.000 ou 35.000 anos alguma coisa acontece. Ocorre uma cat�strofe e ela � imprevis�vel. Destr�i diferentes partes da Terra.

Ela cria montanhas, forma lagos, transforma oceanos, faz desaparecer os desertos � todos os tipos de coisas acontecem, e os Cr�nios de Cristal s�o muito precisos ao reporta-las atrav�s de "imagens hologr�ficas". A �nica diferen�a � que o cr�nio de Mitchell � Hedges mostra 4 cat�strofes espec�ficas, enquanto o Cr�nio Maia revelou apenas 3 cat�strofes.

Permitam-me apresentar algumas conclus�es sobre os Cr�nios de Cristal que vi:

Acredito que eles sejam computadores muito complexos.

Todos eles s�o r�plicas do cr�nio humano, em tamanho e forma.

Todos revelam atividades de Ovnis.

Todos revelam uma forte alus�o a uma sociedade que pode existir dentro da Terra e nos oceanos.

Creio haver 13 desses antigos Cr�nios de Cristal de quartzo.

Todos esses cr�nios vieram da regi�o entre o M�xico central e o sul do Peru, nenhum foi encontrado em qualquer outro lugar.

Todos os cr�nios , exceto o Cr�nio de Mitchell � Hedges , foram pilhados de tumbas ou templos .

Creio que se todos os 13 cr�nios estivessem reunidos ter�amos uma extraordin�ria "CENTRAL DE CONHECIMENTOS " para melhorar a humanidade.

Todos os cr�nios podem ser "ATIVADOS " pela utiliza��o de um c�digo de cores e som. - Nenhum dos cr�nios foi feito por qualqquer coletividade existente durante qualquer per�odo de tempo da Hist�ria conhecida. Ent�o, de onde vieram ? Qual o seu verdadeiro objetivo ? Quando chegaram aqui ? A quem pertenceram ? Por que est�o reaparecendo ? - Minha resposta, caro amigo, n�o s�o meelhores que as suas. Mas eu creio, com todas as minhas for�as, que eles est�o aparecendo agora para proporcionar � ra�a humana uma melhor compreens�o de si mesma e de suas origens.

FRANK DORLAND

Cristal�grafo , pesquisador de cristais, famoso restaurados de objetos de arte, tendo trabalhado com muitas raridades.

Em 1964, o famoso Cr�nio de Mitchell � Hedges foi emprestado a ele para ser ostensivamente pesquisado . Essa pesquisa durou 6 anos e da� surgiram as descobertas cient�ficas realizadas na Hewlett � Packard, com esse cr�nio.

ALGUMAS INFORMA��ES CIENT�FICAS SOBRE OS CR�NIOS DE CRISTAL Em outubro de 1970 , FRANK DORLAND levou o Cr�nio de Cristal de Mitchell � Hedges para a Hewlett � Packard, em Santa Clara, na Calif�rnia, para uma an�lise cient�fica. A Hewlett � Packard possui um dos mais sofisticados laborat�rios para pesquisa de cristais. Mais uma vez , resumindo as descobertas apresentadas no livro de Garvin, os pesquisadores afirmaram que seria virtualmente imposs�vel reproduzir com exatid�o aquele Cr�nio de Cristal.

Os testes revelaram que ele possui um elaborado sistema interior de prismas e lentes que permite refratar e refletir a luz projetada sobre o Cr�nio de Cristal de maneiras espec�ficas. Esses sistemas de lentes pressup�e uma compet�ncia t�cnica atingida apenas recentemente ( � importante ressaltar que esse Cr�nio foi encontrado em 1924 , quando n�o existiam computadores , nem se conhecia o laser ).

PDepois de lan�ar um foco de luz forte diretamente sobre o cr�nio, e enquanto ele era banhado em uma solu��o de �lcool benz�lico, descobriu-se que quem o tenha esculpido ou manufaturado o cr�nio, ao faz�-lo havia desconsiderado o eixo natural do pr�prio cristal.

Teoricamente, o cristal deveria ter se despeda�ado . Outro detalhe embara�oso � o de que , n�o importando a que temperatura ele fosse submetido pelos pesquisadores, o Cr�nio de Mitchell � Hedges permanecia sempre a 21,11 graus celsius.

Todas essas conclus�es foram surpreendentes que, segundo um dos cristal�grofos, "o diabo dessa coisa simplesmente n�o pode existir ".

Outro fen�meno associado aos Cr�nios de Cristal � sua capacidade de projetar imagens hologr�ficas em seu interior. Uma teoria que tenho a respeito das imagens hologr�ficas � a de que cada um dos cr�nios est� ligado a um tipo de Cr�nio Superior, ou "computador principal ", em outra dimens�o.

O "computador principal" pode instantaneamente entrar em contato com os registros ativos de uma pessoa que esteja trabalhando com um cr�nio na Terra. Quando essa ativa��o ocorre , o " computador principal " envia imagens para o Cr�nio de Cristal que s�o transmitidas para o "observador " Resumindo, est� claro que os slides e as fotografias s�o, na realidade, uma extens�o das energias dos cr�nios.

A pr�xima indaga��o poder� ent�o ser: Quem controla o Computador Principal?

Estaria ele seguindo "automaticamente " algumas leis ou c�digos universais programados h� mil�nios por uma civiliza��o t�o avan�ada que n�o podemos compreend�-las? Ou existir�o, na verdade, seres que ativam o computador a partir de outros n�veis do espa�o ou de outras dimens�es? Como disse Nick em diversas palestras ou em conversas particulares, o Cr�nio de Mitchell Hedges tem uma mente exclusivamente sua! Os palestrantes do Semin�rio sobre os Cr�nios de Cristal concordaram unanimemente que, com esse Cr�nio de Cristal em particular, n�o importa que processo de ativa��o fosse utilizado, e mesmo que ele fosse repetido, geralmente aconteciam resultados diferentes.

Naturalmente, para aqueles cientistas que gostam de experi�ncias controladas, com resultados confirm�veis e reproduz�veis , isso ir� provocar rugas de preocupa��es.

Penso que outro motivo para ler e interpretar as imagens dos cr�nios � que elas apresentam realidades alternativas para nossas mentes. Isso pode fazer com que a pessoa veja muito al�m das explica��es convencionais das leis f�sicas e universais. Isso d� for�a �s cren�as de que, o que quer que possamos imaginar , deve existir em algum lugar, mesmo que seja em uma dimens�o que n�o conhecemos? Se o c�rebro humano fosse utilizado com 100% de efici�ncia, ent�o talvez o Cr�nio de Mitchell Hedges pudesse ser um modelo para a manifesta��o de sua perfei��o m�xima.

N�s da Terra, sem d�vida, necessitamos de mais educa��o no dom�nio e no controle do poderoso dom de nossas mentes humanas. Os Cr�nios de Cristal s�o provas disso, bem como da exist�ncia de outras dimens�es . Por exemplo : acredito que o Cr�nio de Paris tem uma das apar�ncias mais primitivas. Enquanto via slides desse cr�nio, n�o recebi as mesmas sensa��es de Paz de quando olhava o Cr�nio de Mitchell �Hedges . Aquele cr�nio tem uma sobrecarga de energia de viol�ncia e tristeza. Olhando diretamente em seus olhos senti uma grande e fria tristeza a respeito de toda a nossa hist�ria de brutalidade e desrespeito pa a com o nosso lar, a M�e Terra! Minha impress�o � a de que, na �poca da cria��o, desse cr�nio, ele era uma j�ia muito atraente, uma perfeita obra de arte. � medida que as pessoas come�aram a utiliz�-lo erroneamente, por exemplo, em sacrif�cios humanos, e tentaram usar seu poder de destrui��o, a forma f�sica do cr�nio come�ou a refletir isso. Assim, o cr�nio transmutou-se de uma obra de total beleza para uma pe�a de cristal desordenada tentando parecer um cr�nio humano. Para mim, esse foi um exemplo claro do que a for�a do nosso pensamento pode fazer quando direcionado de forma negativa.

CONCLUS�O DA ENTREVISTA COM "JOSHUA SHAPIRO" Uma das principais caracter�sticas que observei no interior do Cr�nio de Mitchell �Hedges foi o modo como ele podia ser dividido em dois hemisf�rios, quando olhado do alto. Al�m disso, havia o que pareciam ser planos geom�tricos inclinados e alguns vest�gios de linhas cruzadas ( ou suturas ) no interior do cr�nio, mas que n�o eram imagens espec�ficas.

Algo que pude observar nessa experi�ncia foi que, ao examinar meticulosamente os Cr�nios de Cristal, principalmente os que apresentavam uma transpar�ncia igual � do Cr�nio de Mitchell-Hedges, as imagens que refletiam as coisas que estavam pr�ximas podiam ser vistas facilmente (como plantas, parte dos edif�cios, carros na rodovia, etc). Uma vez que esse cristal n�o � uma superf�cie plana e lisa (ele tem sali�ncias e diferentes camadas, como se fosse exatamente igual ao nosso cr�nio humano) foi dif�cil examinar o interior do cr�nio, quase como tentar ver atrav�s de um vidro emba�ado. Pareceu-me mais f�cil ver imagens e formas a uma certa dist�ncia do que ao me aproximar.

Outra constata��o que tive durante o exame do cristal � que as c�meras ( de fotografias, de TV ou v�deos ) parecem ser mais sens�veis � energia que emana do cr�nio, e em muitas ocasi�es captamos imagens que n�o pod�amos ver com nossos olhos. Um exemplo n�tido desse fato tive ao assistir � entrevista feita com Nocerino e Anna Mitchell- Hedges, que gravei. No tape podem ser realmente vistas interessantes imagens no interior do cr�nio .

Por interm�dio dos diferentes Cr�nios de Cristal com que pude trabalhar atualmente, posso ver uma reprodu��o de nossa exist�ncia na Terra, desde os cr�nios com apar�ncia mais primitiva, como o Cr�nio de Paris, at� a beleza e perfei��o do Cr�nio de Mitchell-Hedges ( ou talvez do Cr�nio de Quartzo Rosa que Nocerino j� viu ). Sinto que dentro deles existem informa��es vitais a respeito da atual transi��o por que passa nosso planeta ao penetrar na Era de Aqu�rio, uma Era de Ouro...

CR�NIO DE MITCHEL-HEDGES:

Talvez seja o mais poderoso de todos os cr�nios j� pesquisados . Sua pureza e seu acabamento n�o podem ser reproduzidos . � composto de duas pe�as ( o cr�nio e uma mand�bula m�vel ) e feito de puro cristal de quartzo transparente. Suas dimens�es s�o as seguintes : 13,18 cm de altura: 12,38 cm de largura: 20 cm de comprimento: 5,13 KG de peso. Este cr�nio � o �nico Cr�nio de Cristal conhecido que n�o pertence a um museu ou a um colecionador particular. Seus donos ( inicialmente o famoso explorador F.A. Mitchell-Hedges e, subsequentemente, sua filha adotiva Anna ) v�m permitindo que o cr�nio seja pesquisado cientificamente e, tamb�m, visto pelo p�blico.

Segundo o pesquisador Frank Dorland, este cr�nio foi criado a partir de um grande peda�o de cristal de quartzo que pesava pelo menos 9 quilos. Ele cr� que foi moldado manualmente durante um longo per�odo ( no m�nimo 300 anos ) empregando-se o m�todo de talhar e aparar, e depois alisado e polido manualmente com cabelos e areia. Al�m disso, Frank acredita que esse Cr�nio de Cristal � quase uma c�pia exata do cr�nio de uma jovem mulher , que deveria Ter entre 21 e 29 anos quando morreu.

UM POUCO DA HIST�RIA DO CR�NIO - Anna acompanhou seu pai em muitas viagens atrav�s do mundo. Anna fazia parte da expedi��o de seu pai �s Honduras Brit�nicas (atual Belize ) no in�cio da d�cada de 20. Ali descobriram as ru�nas de uma cidade Maia. A expedi��o denominou aquela �rea "Lubaantum " que em linguagem maia quer dizer "A cidade das Pedras Ca�das ". Em 1924, na data de seu 17 � anivers�rio, Anna foi a primeira a ver alguma coisa brilhante entre as pedras de uma das estruturas maias.

Naquela ocasi�o, seu pai estava ausente. Ao regressar, Anna contou-lhe o que havia visto, mas ele achou que n�o era nada especial, dizendo apenas que era um peda�o de vidro. No entanto , Anna insistiu afirmando que era alguma coisa muito importante, ent�o, no dia seguinte , come�aram a remover as pedras , com ajuda de alguns nativos maias.

Levou pouco mais de seis semanas at� que pudessem desenterrar o cr�nio. Quando removeram a �ltima laje, Anna foi pegar o artefato, porque tinha m�os menores que os demais e o mostrou ao seu pai. Aos nativos maias que trabalhavam com eles come�aram a beijar o ch�o , chorando e rindo de alegria. Os maias construiram um altar improvisado, sobre o qual colocaram o cr�nio. Cerca de tr�s meses mais tarde, foi encontrada a mand�bula destac�vel, � distancia mais ou menos de sete metros do local onde a parte superior fora descoberta. Em 1927, quando terminaram os trabalhos da expedi��o, o sumo sacerdote maia entregou o cr�nio ao pai de Anna como uma contribui��o por todos os cuidados e suprimentos recebidos dos membros da expedi��o.

CR�NIO DE QUARTZO R�SEO:

Um pouco maior que o cr�nio de Mitchell-Hedges, mas igualmente perfeito em forma. Esse cr�nio tamb�m, � composto de duas pe�as (cr�nio e mand�bula m�vel ) e � feito de cristal de quartzo l�mpido. Em julho de 1986 ele foi visto pela �ltima vez, na Guatemala, em poder de nativos locais, mas segundo se sabe, ele est� sempre sendo levado de um lugar a outro entre o sul do M�xico, a Guatemala e Honduras. Da mesma forma, que o Cr�nio de Mitchell-Hedges, este parece ser do tipo genu�no.

CR�NIO MAIA:

Outro com a apar�ncia de humano . � feito de Cristal de quartzo puro n�o transparente. Esse cr�nio possui entalhes circulares em volta das orelhas , e a parte posterior da cabe�a � alongada. Seu nariz e seus dentes n�o est�o nitidamente definidos, tal como ocorre com o Cr�nio de Mitchell-Hedges, e ele � inteiri�o. Suas medidas s�o : 20,48 cm de comprimento: 12,54 cm de largura; 10,79 cm de altura e 3,95 kg de peso. Segundo se afirma, esse cr�nio atualmente est� fora dos Estados Unidos.

O Cr�nio Maia parece ser outro que ningu�m consegue reproduzir. Ao pesquis�-lo psicometricamente, ele mostra geralmente as mesmas coisas que o Cr�nio de Mitchell-Hedges, com a diferen�a de indicar apenas tr�s importantes transforma��es geogr�ficas na Terra. Neste cr�nio podem ser vistos sacrif�cios e guerras , que possivelmente est�o relacionadas com a Hist�ria da Terra. Mas em outras oportunidades vemos batalhas que acontecem em lugares que parece ser o espa�o, com naves e pessoas que s�o certamente estranhos � hist�ria do planeta, pelo menos como a conhecemos.

CR�NIO DE AMETISTA:

Tamb�m de formato humano , semelhante em forma e tamanho ao Cr�nio Maia. � feito de ametista p�rpura muito escura e entalhado numa �nica pe�a. Tamb�m existem cavidades onde a mand�bula se une a parte superior da face. Da mesma forma que o Cr�nio Maia, ele tamb�m possui entalhes circulares em torno das orelhas e a parte posterior da cabe�a � alongada, e o nariz e os dentes s�o quase id�nticos em disposi��o ao do Cr�nio Maia. De acordo com o pesquisador Steve Mehler, suas dimens�es s�o de 10% a 15% menores que as do Cr�nio Maia e ele pesa aproximadamente 3,64 kg.

CR�NIO INGL�S

� um Cr�nio de Cristal l�mpido e opaco que parece ser uma tentativa de imitar o Cr�nio de Mitchell-Hedges em forma e tamanho. Ele � inteiri�o, com a boca e os dentes n�o nitidamente definidos, como acontece com o Cr�nio de Mitchell-Hedges. Especula-se que houve um descuido por parte dos entalhadores, pois o cr�nio tem um corte superficial.

O Cr�nio Ingl�s est� atualmente no Museu da Humanidade, em Londres . O Cr�nio Ingl�s � tamb�m citado como asteca. Nick Nocerino discorda. N�o se sabe quase nada a respeito desse cr�nio, exceto uma hist�ria vaga que ele teria sido roubado de uma tumba e caiu nas m�os de um mercen�rio no M�xico, no final do s�culo XIX. Foi vendido � Tiffany�s e posteriormente o Museu da Humanidade comprou-o, em 1898, por 120 libras esterlinas.

CR�NIO TEMPL�RIO:

Outro Cr�nio de Cristal n�o transparente. Segundo Nocerino foi informado, ele se encontra em poder de uma sociedade secreta na Fran�a, que o chama de "O Sangue de Cristo" As figuras que aparecem no interior do Cr�nio se parecem com os cavaleiros das Cruzadas, com grandes cruzes vermelhas sobre as armaduras cobrindo seu peito. Ele pode ser uma r�plica do Cr�nio Maia em peso e dimens�es.

CR�NIO SAN JOS�:

� constitu�do de uma �nica pe�a, em ametista p�rpura escura l�mpida ( pesando entre 4kg a 5 kg .) Ele foi recolhido de uma tumba dos s�culos IX a X, no M�xico. Sua exist�ncia foi calculada anterior ao s�culo III, de acordo com outros objetos encontrados junto com ele. O Cr�nio San Jos� projeta, quando � examinado com lentes, um grande n�mero de cenas que poderiam ser batalhas ou rituais de diversas civiliza��es ind�genas, como a Tolteca, a Maia, a Inca e Asteca. � poss�vel tamb�m ver cenas completas de muitas pervers�es, como sacrif�cios humanos. Suas vibra��es deixaram Nocerino muito abalado e ele muito raramente fala sobre isso.

CR�NIO DE PARIS

� talvez o mais primitivo dentre os antigos cr�nios. � de quartzo claro opaco e de tamanho menor que o Cr�nio de Mitchell-Hedges. Sua boca e seus dentes n�o apresentam uma boa defini��o. Tem uma cavidade que foi aberta em sua por��o superior e que era usada para sustentar um crucifixo crist�o. Atualmente est� no Museu Trocadero, em Paris. Suas dimens�es s�o : 10,95 cm de altura; 14,92 cm de largura e 2,48kg de peso.

Apesar de ser frequentemente citado como Asteca, Nocerino n�o acredita que ele seja Asteca ou Maia, mas certamente de uma civiliza��o muito anterior � �poca em que essas culturas existiam. O Cr�nio de Paris provoca uma sensa��o muito estranha quando observado, mesmo sendo atrav�s de fotos. Voc�, caro pesquisador, poder� comprovar esse fato visitando o endere�o:

STEVE MEHLER - colou grau em licenciatura em Letras, Ci�ncias Sociais e Naturais com especializa��o nas �reas de Pr�-Hist�ria e Hist�ria Antiga e em Meio Ambiente, Ecologia Humana e bacharelou-se em Filosofia e Anatomia. Trabalhou numa escava��o arqueol�gica no Vale do Neanderthal, sob a supervis�o do renomado estudioso da Pr�-Hist�ria, o Professor Fran�ois Border. Steve foi diretor da equipe de pesquisas da Ordem dos Rosa Cruzes (AMORC) , em S�o Jos�, Calif�rnia, e esteve envolvido em todas as fases de pesquisa metaf�sica e parapsicol�gica. Teve oportunidade de realizar uma pesquisa cient�fica com o Cr�nio Maia em 1980 e com o Cr�nio de Ametista em 1983.

RESULTADO DA PESQUISA COM O CR�NIO MAIA:

O Cr�nio revelou-se id�ntico a um computados ou um arquivo, capaz de armazenar informa��es da mente, para serem liberadas pela respira��o ou pelo son. As informa��es podiam ser liberadas para quem quer que entrasse em contato f�sico com ele.

O Cr�nio Maia � um decodificador de linguagem e tem a capacidade de traduzir antigas linguagens em pensamentos modernos. As pessoas podem utiliz�-lo como um computador para esse fim.

RESULTADOS DOS TESTES COM LUZ - LASER e ULTRAVIOLETA:

Quando se projeta um feixe luminoso lateralmente sobre o Cr�nio Maia a luz sai atrav�s do TERCEIRO OLHO. Assim , ele � prismaticamente ajustado para que isso aconte�a. Sempre que se lan�a luz branca em um dos lados ela emana como luz colorida atrav�s do TERCEIRO OLHO , �s vezes na cor p�rpura. De algum modo o cr�nio processa a luz.

RESULTADOS DA PESQUISA COM O CR�NIO DE AMETISTA

Baseado em nossas pesquisas , achamos que o Cr�nio de Ametista � o mais antigo dos dois Cr�nios que pesquisei. Na verdade foi-nos dito que a ametista n�o era proveniente deste planeta. Ela podia ter sido moldada em forma de cr�nio neste planeta, mas o cristal n�o � origin�rio da Terra. Se quisermos associar uma civiliza��o a ela, apostaria na Atl�ntida � e isso teria ocorrido h� pelo menos , 20.000 , 50.000 ou 100.000 mil anos.

N�o posso fazer uma estimativa precisa de quando ela foi moldada em forma de cr�nio, mas ele � muito antigo, e muitas civiliza��es o manipularam. Ele passou pela Atl�ndida, pelo Egito, muitos acham que ele esteve nas m�os de Alexandre o Grande; existe at� uma lenda que diz que uma das raz�es das Cruzadas irem para o Oriente M�dio era apoderar-se desse Cr�nio de Cristal, al�m da busca do Santo Graal. Esse cr�nio esteve envolvido com Rosa Cruzes na Idade M�dia e com os Cavaleiros Templ�rios.

RESULTADOS DA PESQUISA DA HEWLETT-PACKARD COM OS CR�NIOS MAIA E DE AMETISTA.

Os cientistas n�o puderam determinar como os cr�nios foram feitos . Disseram n�o haver qualquer indica��o do uso de press�o hidr�ulica ou de instrumentos de alta press�o Os Cr�nios Maia e de Ametista e o de Mitchell-Hedges foram "entalhados " no sentido oposto aos seus eixos naturais, o que significa que, se tivessem sido "entalhados " com um instrumento hidr�ulico, teriam sido fragmentado em diversos peda�os. O renomado laborat�rio n�o tem id�ia de como os cr�nios haviam sido feitos, mas chegaram a dizer que os cr�nios eram muito mais antigos do que haviam estimado anteriormente..

Acreditaram que os cr�nios eram mais antigos que as civiliza��es Asteca ou Maia. Todos os cientistas concordaram que os cr�nios s�o muito antigos e que n�o poderiam ter sido produzidos pelos meios industriais modernos.

Steve Mehler tenta buscar a possibilidade e uma conex�o entre os OVNIs e os Cr�nios de Cristal . Nos Slides que Nocerino mostra em suas palestras, h� pessoas que v�em Ovnis no Cr�nio Maia e no Cr�nio Mitchell-Hedges. Naves espaciais tamb�m s�o vistas nitidamente em slides do Cr�nio de Paris e do Cr�nio Ingl�s. Com o Cr�nio de Ametista, n�o se obteve qualquer imagem e OVNIs porque o cr�nio � muito escuro.

CONCLUS�ES DE - STEVE MEHLER

Os Cr�nios de Cristal foram feitos em um tipo de atmosfera com alta radia��o ultravioleta, n�o do tipo que temos atualmente no planeta. Os raios solares lan�avam uma luz ultravioleta pura sobre a Terra; isso estava tamb�m evolvido com a simetria ... Acredito que os cr�nios tenham sido fabricados sem a utiliza��o de uma tecnologia muito sofisticada, mas sim utilizando uma enorme concentra��o mental. A �poca deve ter sido, no m�nimo , a da Lem�ria.

Algumas pessoas acham que, com rela��o a alguns cr�nios mais recentes, essa �poca pode ser a da Atl�ndida. Estou convencido que na Atl�ndida eram usados alguns tipos de LASER; n�o tenho d�vidas h� respeito disso, s� que eles eram usados diferentemente da maneira que os utilizamos hoje. Com um LASER envolve a alta excita��o de cristais por uma fonte de energia, provavelmente havia outros cristais envolvidos na modelagem dos cr�nios.

Outra conclus�o a que cheguei � que os cr�nios n�o tiveram seres humanos como modelos , exceto o Cr�nio de Mitchell-Hedges. De acordo com a pesquisa feita por F.R. Nick Nocerino sobre o Cr�nio Maia e o Cr�nio de Mitchell-Hedges, acredita-se que os Cr�nios de Cristal registram vibra��es em forma de imagens dos eventos que ocorreram nas proximidades deles. Assim, eles parecem funcionar como um tipo de c�mera de v�deo , registrando cenas hologr�ficas.

Existe uma conex�o entre os Cr�nios de Cristal e os OVNIs? Uma das primeiras fotos tiradas do Cr�nio de Mitchell-Hedges mostra o que parece ser uma imagem de uma nave espacial no seu interior. Isso, por si s�, n�o implica necessariamente o fato de que os cr�nios tenham sido trazidos por extraterrestres, mas pode significar que os Cr�nios de Cristal registraram em seus bancos de mem�ria imagens da atividade de uma espa�onave ou de um OVNI. Como � natural, se houve uma civiliza��o adiantada como a da Atl�ntida, os atlantes podem ter usado algum tipo de nave semelhante �s que s�o descritas como OVNIs.

Quando o processo de an�lise do cristal � utilizado em outros Cr�nios de Cristal ( como o Cr�nio Maia ) tamb�m descobre-se o aparecimento de OVNIs. Se os Cr�nios de Cristal s�o computadores , eles podem enviar dados de um para outro. Assim, uma pessoa que esteja examinando um cr�nio poder� acessar os dados de outro. E se existirem outros Cr�nios de Cristal em outros mundos ou em outras dimens�es?

Eles poderiam enviar mensagens hologr�ficas de seus mundos para os Cr�nios de Cristal que temos aqui na Terra?

Acredita-se que existem duas teorias prov�veis a respeito da origem dos Cr�nios de Cristal, como o de Mitchell-Hedges ou o Cr�nio de Quartzo Rosa, baseados na incapacidade de explicar sua exist�ncia a partir do ponto de vista arqueol�gico e cient�fico. Ou foram produzidos por uma civiliza��o tecnologicamente muito avan�ada em nossa Terra, que entendia as Leis C�smicas e os Interrelacionamentos Universais al�m do nosso atual alcance; ou uma civiliza��o extraterrestre esteve envolvida na transmiss�o do processo de cria��o dos Cr�nios de Cristal para o nosso mundo. Segundo as entrevistas , parece que, se a �ltima hip�tese ocorreu, ent�o houve uma combina��o do recebimento de verdadeiros Cr�nios de Cristal materiais e um tipo de contato telep�tico espiritual com indiv�duos receptivos que foram inspirados para criar os Cr�nios de Cristal . Ao que parece ambas as teorias est�o corretas e a verdadeira resposta �, provavelmente, uma s�ntese das duas.

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