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| UNIDADE 2: Encontro e desencontro entre fe religiosa e razao moderna | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
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| DA DISCIPLINA � TRANSDISCIPLINARIDADE | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| Maria Luisa da Silva Professora de Ling��stica no Curso de Letras - UEMG/INESP Mestranda em Educa��o |
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| RESUMO | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| O presente artigo aborda algumas quest�es envolvidas no debate sobre a transdisciplinaridade como paradigma da educa��o na p�s-modernidade. O artigo aponta para a possibilidade de se adotarem pr�ticas educacionais transdisciplinares, a partir de uma mudan�a epistemol�gica e da supera��o de entraves decorrentes da tradi��o disciplinar da ci�ncia moderna que fragmentou o conhecimento e seu ensino. | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| PALAVRAS-CHAVE: Disciplina, Transdisciplinaridade, Paradigma da educa��o, Mudan�a epistemol�gica. | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| INTRODU��O | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| Vivemos uma �poca de desestabiliza��o do conhecimento fragmentado em disciplinas, cujo grau de especializa��o chegou a tal ponto que engendrou a necessidade de sua supera��o. | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| A fragmenta��o do saber cient�fico reflete-se no ensino compartimentado dos saberes compondo o que chamamos de estrutura disciplinar, em que se distingue n�o s� a divis�o r�gida entre as disciplinas, como a hierarquia entre elas. E, embora desestabilizada, questionada e combatida, � esta ainda a estrutura mais freq�ente nos sistemas e institui��es de ensino. Dessa forma, o debate sobre inter ou transdisciplinaridade tem sido feito sob o dom�nio da disciplina, considerada aqui tanto como estrutura de produ��o e transmiss�o do conhecimento, quanto como uma estrutura de percep��o da realidade. | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| O objetivo deste artigo � abordar as defini��es de disciplina, multidisciplinaridade, pluridisciplinaridade, interdisciplinaridade e transdisciplinaridade e considerar algumas quest�es que envolvem o debate sobre a transdisciplinaridade como paradigma da educa��o na p�s-modernidade. | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| DESENVOLVIMENTO | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| Entende-se por disciplina diferentes dom�nios de conhecimento, na medida em que s�o sistematizados de acordo com crit�rios espec�ficos que determinam rigidamente os limites entre os campos do saber. A origem das disciplinas remonta ao s�culo XVII, com o m�todo de Descartes. Uma especializa��o crescente levou a uma separa��o caracter�stica do que podemos chamar de modernidade e que s� fez concretizar a separa��o sujeito-objeto que se encontra na origem da ci�ncia moderna. Numa estrutura disciplinar n�o h� a integra��o de conte�dos ou objetivos e o conhecimento � fragmentado. Nas palavras de Japiassu (1992): "Chegamos ao ponto em que o especialista se reduz �quele que, � custa de saber cada mais sobre cada vez menos, termina por saber tudo sobre o nada. Torna-se uma ilha de saber, cercada por um oceano de ignor�ncias". | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| A multidisciplinaridade prop�e uma estrutura em que a solu��o de um problema utiliza informa��es de duas ou mais especialidades sem que as disciplinas levadas a contribuir para aquelas que a utilizam sejam modificadas ou enriquecidas. Estuda-se um objeto de estudo sob v�rios �ngulos mas sem que tenha havido antes um acordo pr�vio sobre os m�todos a seguir e os conceitos a serem utilizados. Suas primeiras manifesta��es surgem no final do s�culo XVII. Em um sistema multidisciplinar, uma gama de disciplinas � proposta simultaneamente para estudar um objeto sem que apare�am, explicitamente, as rela��es entre elas. | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| A pluridisciplinaridade � uma estrutura na qual o agrupamento das disciplinas se faz entre aquelas que possuem algumas rela��es entre si, visando-se � constru��o de um sistema de um s� n�vel e com objetivos distintos, embora excluindo toda coordena��o. No sistema pluridisciplinar justap�em-se disciplinas situadas no mesmo n�vel hier�rquico de modo a que se estabele�am as rela��es entre elas. De acordo com Guattari (1992): ?Freq�entemente, no entanto, o encontro das disciplinas n�o basta para que sejam eliminadas as fronteiras entre as problem�ticas e modos de express�o presentes. S�o enviados sinais de uma �rea `a outra, sem que uma comunica��o mais profunda aconte�a.? |
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| As estruturas multi e pluridisciplinares pressup�em uma atitude de justaposi��o de conte�dos de disciplinas heterog�neas ou a integra��o de conte�dos numa mesma disciplina, atingindo-se quando muito o n�vel de integra��o de m�todos, teorias e conhecimentos. | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| No final do s�culo XIX, o avan�o da ci�ncia permitiu uma vis�o mais profunda do universo e de sua complexidade, originando novos enfoques que lan�am m�o de m�todos pr�prios de diversas disciplinas e levam � interdisciplinaridade. Nesse sistema tem-se uma rela��o de reciprocidade, de mutualidade, em regime de co-propriedade que possibilita um di�logo mais fecundo entre os v�rios campos do saber, que leva a uma modifica��o e enriquecimento das disciplinas envolvidas, na medida em que cada uma se conscientiza dos seus limites e acolhe as contribui��es de outras disciplinas. | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| A interdisciplinaridade provoca trocas generalizadas de informa��es e de cr�ticas, amplia a forma��o geral e questiona a acomoda��o dos pressupostos impl�citos em cada �rea, fortalecendo o trabalho de equipe e buscando superar a fragmenta��o do conhecimento pr�pria da estrutura disciplinar. | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| No entanto, segundo D'Ambr�sio, citado por Assmann (1998), "a realidade c�smica, a natureza da mat�ria, o fen�meno da vida e os mist�rios da mente e, sobretudo, as inter-rela��es entre tudo isso resistem ao tratamento disciplinar, mesmo que se adote a multidisciplinaridade ou a interdisciplinaridade. � absolutamente fundamental que se tenha uma vis�o global. A totalidade est� sempre presente, n�o s� nas manifesta��es identific�veis de cada aspecto, mas tamb�m nas intera��es n�o percept�veis. O passo fundamental da mec�nica qu�ntica, revelando o comportamento interativo das part�culas, � reconhecido como a ess�ncia do universo. A �nica possibilidade de conhecer a totalidade - se isso � poss�vel - � adotar um enfoque hol�stico, indo mais al�m das disciplinas, transcendendo objetos e m�todos disciplinares. Isto � a transdisciplinaridade". | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| Nesta etapa superior, a transdisciplinaridade, termo cunhado por Piaget, eliminaria as fronteiras r�gidas entre as disciplinas. Isso n�o significa eliminar as disciplinas, mas abrir-se para aquilo que vai atrav�s e al�m delas, possibilitando uma nova vis�o da realidade. Numa estrutura transdisciplinar n�o h� o dom�nio de uma disciplina sobre as outras, mas uma abertura para o di�logo, n�o s� das disciplinas entre si, como entre as �reas da ci�ncia e, mais ainda, da ci�ncia com outros campos como a arte, a literatura, a religi�o. Uma atitude transdisciplinar tamb�m dever� considerar as v�rias formas de apreens�o e transmiss�o do conhecimento, valorizando os aspectos intelectuais bem como o papel da intui��o, da imagina��o, da sensibilidade no processo de ensino-aprendizagem. N�o h� especialistas transdisciplinares, mas profissionais movidos por uma atitude transdisciplinar que se ap�iam nas diversas atividades da arte, da poesia, da filosofia, do pensamento simb�lico, da ci�ncia e da tradi��o com toda sua riqueza e diversidade. | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| O movimento p�s-moderno prop�e o paradigma transdisciplinar e o especialista j� n�o pode mais se encastelar na sua disciplina e fechar-se ao novo que se imp�e. Os pr�prios avan�os da ci�ncia contribu�ram para derrubar conceitos cl�ssicos do positivismo e levaram a uma nova l�gica na percep��o da realidade na qual n�o se pode mais pens�-la como um �nico plano regido por uma �nica l�gica, explic�vel por uma ci�ncia �nica e onipotente. Uma vis�o transdisciplinar possibilita a aceita��o de diferentes n�veis de realidade, regidos por l�gicas diferentes. Segundo Portella (1992), "O movimento do conhecimento implica, permanentemente, um deslocamento de fronteiras, ou antes, a cria��o de um territ�rio trans-fronteiras"; | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| Morin, citado por Assmann (1998), destaca dois elementos b�sicos do conceito de transdisciplinaridade: "primeiro, trata-se de algo mais que a mera intensifica��o do necess�rio di�logo entre as distintas �reas e disciplinas cient�ficas, porque a quest�o que precisa ser explicitada � a da mudan�a de paradigma epistemol�gico; segundo, o di�logo entre as ci�ncias ser� mais profundo se houver uma transmigra��o de conceitos fundantes atrav�s das diversas disciplinas". | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| A busca de uma postura transdisciplinar pode ser percebida em v�rios setores da sociedade. O mercado de trabalho exige cada vez mais um profissional polivalente, que domine diferentes c�digos e transite por diversos campos de conhecimento; a intelig�ncia artificial (IA) se constitui como campo transversal de disciplinas t�cnicas e humanas; da sa�de � educa��o, as estruturas disciplinares parecem n�o mais responder �s demandas da atualidade. A ecologia evoluiu da simples considera��o do equil�brio dos recursos naturais a um sentido mais amplo que engloba o ser humano nos seus aspectos biol�gicos, ps�quicos e sociais em inter-rela��es consigo mesmo, com o outro e com o planeta, culminando no que Guattari chama de ecosofia. Segundo Guattari (1992), "A ecologia cient�fica aplicada ao meio ambiente permanecer� impotente, se n�o acarretar novos comportamentos sociais e pol�ticos e estes, por sua vez, vegetar�o no imobilismo e no conservadorismo, sem uma profunda transforma��o das realidades./.../ A interdisciplinaridade, que prefiro chamar de transdisciplinaridade, passa, portanto, acredito, pela reinven��o permanente da democracia, nos diversos est�gios do campo social". | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| Parece n�o haver d�vidas de que o excesso de especializa��o levou � necessidade de sua supera��o e de que o pr�prio avan�o do conhecimento gerou novas formas de estrutura��o que, sem eliminar a disciplina propriamente, buscam superar as fronteiras dos campos de saber. Estruturas multi, pluri, inter e transdisciplinares foram concebidas como alternativas � especializa��o excessiva e conseq�ente fragmenta��o do conhecimento cient�fico e de seu ensino. | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| No entanto, a concep��o, o debate e a implementa��o dessas alternativas se d�o sob o dom�nio inquestion�vel da estrutura disciplinar. Ser� poss�vel, assim, o salto para a transdisciplinaridade? | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| De acordo com Guattari (1992), "A transdisciplinaridade, como movimento interno de transforma��o das ci�ncias, aberta para o social, o est�tico e o �tico, n�o nascer� espontaneamente. A vida cient�fica internacional fica, freq�entemente, presa a rituais formais, numa interdisciplinaridade de fachada. Seu aprofundamento implica numa permanente - pesquisa sobre a pesquisa, uma experimenta��o de novas vias de constitui��o de agrupamentos coletivos de enuncia��o. N�o apenas equipes pluridisciplinares devem funcionar, se necess�rio por per�odos �s vezes longos, ou de acordo com ritmos temporais apropriados, como a quest�o de sua implanta��o, de seus campos de investiga��o, da integra��o de sua atividade com o meio ambiente humano ser� freq�entemente discutida". | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| No �mbito da educa��o, temos assistido a experi�ncias que comprovam que n�o existe ainda uma pr�tica generalizada, coletiva e institucional de atividades inter ou transdisciplinares e sim pr�ticas individuais ou de pequenos grupos. Antes de tudo, o que as sustenta � uma atitude transdisciplinar dos profissionais envolvidos nos projetos. Nessa atitude inclui-se o reconhecimento do valor da especializa��o e da import�ncia da contribui��o de cada uma das disciplinas, sem qualquer hierarquia entre elas. Por outro lado, tamb�m se reconhece que o conhecimento de cada disciplina � limitado e que uma compreens�o mais ampla de qualquer objeto de estudo s� se d� pelo compartilhamento de informa��es, o que possibilita a recomposi��o da unidade do conhecimento. Nenhuma disciplina ou professor pode se intitular - dono da verdade - e deles se exige uma atitude de "humildade intelectual". Segundo Japiassu (1992), "O desenvolvimento da especializa��o divide ao infinito o territ�rio do saber, para que cada cientista ocupe, como propriet�rio exclusivo e privado, seu minif�ndio de saber, ao qual se apega com tremenda vaidade. Ora, � cegueira do especialista, o homem inteligente op�e a compreens�o de situa��es complexas. E, ao destruir a cegueira do especialista, o conhecimento interdisciplinar vai recusar o car�ter territorial do poder pelo saber, ou melhor, do mini-poder pelo mini-saber". | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| Embora n�o tenhamos o objetivo de discutir todos os entraves � implanta��o da transdisciplinaridade, vale a pena destacar os fatores apontados em Japiassu (1992) como obst�culos � interdisciplinaridade, que, conseq�entemente, podemos estender � transdisciplinaridade: "o peso da rotina, a rigidez das estruturas mentais; a inevit�vel inveja dos conformismos e conservadorismos em rela��o �s id�ias novas e �s inova��es que seduzem (�dio fraterno); o positivismo anacr�nico que, preso a um ensino dogm�tico (o que n�o � hist�rico � dogm�tico), encontra-se � m�ngua de fundamentos te�ricos; a mentalidade esclerosada de um ensinamento apenas por entesouramento; o enfeudamento das institui��es; o carreirismo buscado sem compet�ncia; a aus�ncia de cr�tica dos saberes fragmentados..." | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| Para superar esses obst�culos, � preciso correr riscos, quebrar estruturas tradicionais, abandonar a seguran�a do conhecido e enfrentar os desafios do novo. Isso, em geral, produz inseguran�a entre os professores e torna-se uma dificuldade na implanta��o dos projetos. Mas, abrindo-se a um di�logo baseado no respeito �s diferen�as, � poss�vel ultrapassar as barreiras das disciplinas e instituir a transdisciplinaridade. | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| Segundo Japiassu (1992), dentro desse novo paradigma, "o papel do educador n�o ser� mais o de um transmissor de conhecimentos j� feitos, mas o de algu�m que seja capaz de manter desperto no educando o princ�pio da cultura continuada, que jamais poder� ser confinada ao tempo escolar./.../ Porque ele � um agente provocador e desequilibrador de estruturas mentais r�gidas. /.../ Ensinar a aprender, a se construir ou a se reconstruir : eis o papel do educador. Todo progresso na educa��o est� na constru��o do esp�rito e n�o em sua domestica��o". | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| CONCLUS�O | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| Reconhecendo o valor da especializa��o, a transdisciplinaridade procura ultrapass�-la recompondo a unidade do conhecimento e encontrando o sentido inerente � vida. O conhecimento compartilhado poder� levar a uma compreens�o compartilhada baseada no respeito absoluto das diferen�as entre os seres e entre as concep��es. | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| De acordo com Japiassu (1992), s�o condi��es para a ocorr�ncia do transdisciplinar: a) que o homem inteligente oponha � cegueira do especialista a compreens�o de situa��es complexas; b) que recuse todo o car�ter territorial do poder pelo saber; c) que abandone a concep��o de uma verdade que seria assimilada � busca causal da coisa. | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| Em suma, a quest�o � de uma mudan�a de paradigma epistemol�gico. E essa mudan�a exigiria uma nova forma de racionalidade, chamada raz�o transversal, que se caracteriza por um modo de pensar e agir segundo uma racionalidade em tr�nsito, instrumento apto a permitir a compreens�o da complexidade do mundo atual. Dessa forma, a transdisciplinaridade se tornaria o paradigma educacional da p�s-modernidade. | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| REFER�NCIAS BIBLIOGR�FICAS | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| ASSMANN, Hugo.Reencantar a educa��o: rumo � sociedade aprendente. 2. ed., Petr�polis: Vozes, 1998. BOCHNIAK, Regina. Interdisciplinaridade.Palestra proferida no Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino no Estado do Paran�. CHAVES, Mario M.Complexidade e transdisciplinaridade: uma abordagem multi-dimensional do setor sa�de.Rio de Janeiro: 1998 D?HAINAUT, L. Interdisciplinaridade e integra��o.Revista Tempo Brasileiro, v 121, p.47-72, abr./jun. Rio de Janeiro, 1995. GUATTARI, F�lix. Fundamentos �tico-pol�ticos da interdisciplinaridade. Revista Tempo Brasileiro, v 108, p.19-26, jan./mar. Rio de Janeiro, 1992. JANTSCH, Ari & BIANCHETTI, Luc�dio (org.). Interdisciplinaridade: para al�m da filosofia do sujeito.2. ed., Petr�polis: Vozes, s/d. JAPIASSU, Hilton. A atitude interdisciplinar no sistema de ensino.Revista TempoBrasileiro, v 108, p.83-94, jan./mar. Rio de Janeiro, 1992. PORTELLA, Eduardo. A reconstru��o da disciplina. Revista Tempo Brasileiro, v 108,p.5-8, jan./mar. Rio de Janeiro, 1992. |
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