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| UNIDADE 2: Encontro e desencontro entre fe religiosa e razao moderna | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||
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| A Religiao da Ciencia | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| Ciencia e Religiao | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||
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| Unidade II: Encontro e desencontro entre fé religiosa e razão moderna | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| c) Novas perspectivas de integração entre e ciência e religião. | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| - A religião aceita submeter seus pressupostos ao crivo da crítica científica e captar as contribuições científicas para aperfeiçoar-se. As ciências oferecem mediações para que a religião processe sua autocrítica. As ciências humanas alertam as religiões para o risco da alienação. As ciências naturais desvendam-lhes as simplificações e confusões da ação de Deus com eventos puramente naturais. | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| - As ciências decidem muito sobre os comportamentos religiosos dos fiéis, ora de maneira clara ora sutil. Descobertas científicas como a da eletricidade, dos meios de transporte e outras influenciaram profundamente a prática religiosa das pessoas. Há um processo de rejeição ou de fascínio diante delas. | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| - A religião critica as ciências. Elas necessitam da crítica das religiões para não se perderem na desumanidade, na ideologia. Admitem questionar muitas de suas pretensões, de seus pressupostos, por força da crítica da religião e alimentar-se de impulsos vindos da religião. | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| - Além das críticas, há muitas influências, como a de F. Capra, que mostra que muitas intuições importantes de tradições religiosas antigas estão de acordo com as científicas: a física moderna reviu vários conceitos sobre matéria, espaço, tempo, causa, efeito, aproximando-se de uma visão de mundo semelhante ao existente no misticismo oriental. | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| - A ciência favorece uma nova sensibilidade e atração por grandes tradições religiosas e estas, por sua vez, desmascaram a ideologia cientista, sua pretensão de única instância da verdade. | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| - Já passou o tempo em que as ciências humanas consideravam a religião como alienação ou obscurantismo, as ciências da natureza a viam como pertencendo ao mundo da emoção e da pura subjetividade. | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| - As novas ciências abrem espaço para a imaginação, para maior proximidade com o mundo da vida, recorrendo a intuição, símbolos, mitos. | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| - A religião, a ciência e o feminismo: o feminismo advoga a erradicação das distorções do viés sexista no campo da epistemologia, da metafísica, metodologia e filosofia da ciência. | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| - As críticas à religião não são menos contundentes. É preciso recuperar o papel da mulher na religião. (LIBANIO, João Batista. A religião no início do milênio. São Paulo: Loyola, 2002). | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||