PORQUE COMPRAR UM CARRO ESPORTE
MESMO NÃO SE
DESEJANDO DIRIGIR RAPIDO, a compra de um carro esporte é preferível
pois o veiculo tem seus componentes super dimensionados, reduzindo os
custos de manutenção, alem de ser um veiculo mais seguro
, frena e acelera mais rapido, e tem uma vida útil maior.
E o mais importante, o prazer em dirigir, docil em baixa velocidade ,
rápido seguro no limite, sempre transmitindo robustez e perfeição.
Os tecnicos da Porche
consideram que 1Km na pista eqüivale a 1000Km nas ruas.
Nas 24 hora de LE Mans um carro percorre mais de 4800kms, esta explicada
a robustez desta Conceituada marca.
Um carro de rua nessecita
de aproximadamente 15hps nas rodas para manter 100km/hora
Dobrando a velocidade , 200km/hora teremos 120hps nas rodas , a 300kms/hora
teremos 480hps. A equação, potência necessária
é igual a razão das velocidades ao cubo.
Dobrando a velocidade multiplicamos por 8 a potência necessária
e com ela o dimensionamento de todos os componentes, como não usamos
nas ruas durante todo o tempo o veiculo em sua performance máxima
, teremos maior durabilidade de todo o conjunto resultando em menor manutenção
e maior segurança.
O MITSUBISHI ECLIPSE foi construído com a roupagem de um carro
esporte, porém devido ao sub-dimensionamento de componentes vitais,
entre eles freios, embreagem, suspensões, bomba de óleo
do motor, turbo, radiador de óleo e cárter ,não apresenta
as características desejáveis de um carro esporte.
Somando-se mais alguns erros de projeto, tais como, câmbio impreciso,
curso longo da alavanca, relação de transmissão longa
demais e embreagem sub-dimensionada que não permitem desempenho
satisfatório como veiculo normal, muito menos esportivo.
Na cidade, o Eclipse
não consegue acompanhar a retomada de um GOL 1.6.
A DIGIRIBILIDADE É RUIM AO PONTO DE, para arrancar em aclives é
obrigatório patinar embreagem e ainda para piorar a turbina pequena
demais, pressuriza em seguida , quando alterna-se de baixo torque para
o máximo, trancos ,perda de tração, desgaste acelerado
de embreagem , pneus, consumo elevado .
Prazer em dirigir,
masoquismo pode ser.
Os defeitos apresentados
a seguir são do MITSUBISHI ECLIPSE,ano 1995
Se o seu MITSUBISHI não é deste ano ou modelo e você
acredita que esta a salvo, não está.
Vários outros MITSUBISHI usam componentes e conceitos em comum
a este projeto.
O MITSUBISHI ECLIPSE
modelo 94, portanto anterior, não apresentava uma série
de defeitos que este apresenta, não existindo uma evolução
tecnológica continuada da MITSUBISHI.
O MITSUBISHI EVOLUTION, que utiliza o mesmo motor usado no ECLIPSE
com um grande número de up-grades, tem um período de garantia
de apenas 3 meses.
Tal é a confiança da MITSUBISHI no seus projetos que em
alguns de seus veículos ela se recusa a dar qualquer garantia,
no Brasil.
A transparência e a seriedade da MITSUBISHI é atestada pela
falta de tropicalização
dos veículos colocados à venda .
O manual do usuário do Eclipse não declara a potência
e o torque do motor. Por quê??
A MITSUBISHI MOTORS JAPAN é uma empresa do grupo MITSU que fabricou
os
aviões ZERO na Segunda Guerra, portanto não deveria fabricar
carros com tantos problemas
e erros de projeto. Na Europa foi envolvida em vários processos
judiciais.
O ECLIPSE, se acelerado a fundo por alguns minutos seguidos, terá
o seu motor
destruído.
O MOTOR é o coração de um carro.
De um carro esporte, um SUPER coração.
O projeto do motor
do Eclipse é um exemplo de como não se fazer um motor!
É um motor multi-válvulas, portanto com baixo torque em
baixas rotações.
Por motivo de economia, o dimensionamento adotado para o turbo-compressor
não permite a otimização do motor em regime de giros
mais altos onde as 4 válvulas por cilindro justificam sua existência.
Resultado: o motor somente apresenta eficiência volumétrica
, torque, em uma faixa de rotação muito estreita e exige
ainda combustível de alta octanagem, associado as relações
de marchas/diferencial muito longas, tornam o carro ruim de dirigir e
impossível de pilotar!
O turbo compressor
muito pequeno superaquece o óleo.
A falta de um radiador ar/óleo, obrigatório em um motor
turboalimentado, associada ao
cárter com pouco volume de óleo, que associado à
bomba de óleo sub-dimensionada, que associada à
um filtro de óleo muito pequeno , que associada à
folga axial do eixo virabrequim, destroem o motor com baixa quilometragem
ou em poucos minutos de aceleração a fundo, com temperatura
ambiente acima de 30 ºC.
Qualquer tentativa de direção mais agressiva provoca o superaquecimento
do óleo a conseqüente falta de lubrificação
provoca o travamento da biela do terceiro cilindro, e a destruição
do motor é inevitável.
O sensor de pressão
de óleo, cebolinha, localizada na parte baixa do motor, próxima
a bomba
e ao filtro, são o exemplo da persistência da MITSUBISHI
em errar feio.
É como colocar o cão de guarda da casa, em outra cidade.
Qualquer tentativa de aumento de potência provoca imediata destruição
do motor.
Motor transversal
é INADIMISSIVEL em um carro esporte.
No time trial de 2002
no Rio de janeiro, após 5 voltas no autódromo (aproximadamente
20km), o motor quebrou. Foi o único carro a quebrar,
todos os outros carros eram carros de rua
fazendo o seu orgulhoso proprietário ter uma grande frustração,
e enorme prejuízo .
Motivo: Falta de tropicalização .
Folga axial do eixo virabrequim crankwalk
Bomba de óleo , filtro e cárter sub-dimensionados.
Radiador de óleo sub-dimensionado.( não tem radiador ar/óleo
)
CAMBIO
Possui relações muito longas e acionamento impreciso e longo.
Necessita patinar embreagem para arrancar na subida.
Cambio transversal é INADIMISSIVEL em um carro esporte.
FREIO
É sub-dimensionado,
tornando inviável a pilotagem esportiva,
mesmo no dia-a-dia os espaços para imobilizar o carro são
maiores que o esperado
para um carro normal
Discos dianteiros empenam se usados na chuva .
Suspensão
As buchas da suspensão
traseira apresentam defeito continuamente. Não resolve substituir
pela peça original. Após uma simples analise foi comprovado
movimento axial por falta de batentes laterais. Foi instalado os separadores
de borracha da suspensão dianteira do
OPALA , simples arruelas de borracha, que são usadas em um carro
brasileiro com mais de 35 anos.
Neste exemplo , onde o diagnostico e a resolução foram simples,
não vão se repetir nas outras falhas de projeto ,principalmente,
as falhas do motor, mais demonstra de forma visível
a engenharia usada ou será a economia usada pela marca.
A Seguir, defeitos que se repetem em todos os Eclipses
1. O motor apresenta
vida útil muito pequena, em utilização normal, devido
a inúmeras falhas de projeto e falta de tropicalização.
2. Os cabos de velas
apresentam defeito prematuramente.
3. Vazamento de óleo na junta da tampa de válvulas.
4. O esticador da correia dentada trava, destruindo o motor.
5. A bomba d'água do motor vaza prematuramente. Como o indicador
de temperatura é discreto e não há um alarme de temperatura
alta, quando percebe-se é tarde para o motor.
6. A embreagem é sub-dimensionada e apresenta desgaste prematuro.
7.Cilindro hidráulico da embreagem causa vazamentos, enchendo o
interior do carro de óleo.
8. Embreagem imprecisa devido à folga axial do motor.
9 Destruição do sensor de rotação pelo movimento
axial do eixo virabrequim.
10. Freios sub-dimensionados não páram o veículo
e apresentam desgaste prematuro.
11. Discos de freio empenam se usados na chuva ou esportivamente.
12. As buchas da suspensão traseira apresentam defeito continuamente.
13. O catalisador e o escapamento aquecem o interior do veículo.
14. As rodas trincam em utilização normal.
15. As maçanetas das portas são frágeis, quebram-se
sem motivo.
16. Não se pode abrir os vidros das portas pois estes batem dentro
delas.
17. Teto solar composto de frágeis peças de plástico
que quebram com facilidade.
18. Os faróis apresentam infiltração de água.
19. O ar condicionado apresenta vários defeitos de difícil
solução.
20. O material fono-absorvente não é quimicamente estável
e/ou foi exposto a solventes.
21. Os amortecedores da porta traseira perdem a pressão .
22 O alarme original dispara sem motivos.
23 O revestimento do porta malas é muito ruidoso.
As informações
foram coletadas em um fórum com mais de 300 proprietários
.
O término do período de garantia não exime a responsabilidade
da montadora
por falhas de projeto, falta de tropicalização ou vícios
do produto.