Catedral
Metropolitana de Santo Antônio
A atual matriz de Diamantina foi construída
entre 1933 e 1940, em substituição à
antiga igreja de Santo Antônio do Tijuco, qe
era do século XVIII, demolida após longo
processo de degradação. Dois altares
da primitiva igreja continuam na matriz.
Igreja Nossa Senhora do
Rosário dos Pretos
É uma das igrejas mais antigas de Diamantina,
construída por volta de 1728 por negros pertencentes
a uma irmandade. Em 1771 passou por uma reforma, que
provalmente ampliou a nave e acrescentou uma sacristia.
A exemplo de outras igrejas construídas posteriormente
na cidade, possui uma única torre, que é
independente da nave.
O largo da igreja abriga ainda um dos dois chafarizes
remancentes do séc. XVIII.
Igreja
São Francisco de Assis
As obras de construção desta igreja
tiveram início em 1766 e foram concluídas
em 1772. É uma das raras igrejas de Diamantina
localizada numa posição de destaque
em relação às construções
vizinhas.
O teto da capela, em perspectiva ilusionista, foi
pintado por José Soares de Araújo que,
por não ter recebido da Irmandade o valor combinado,
teria acrescentado à obra desenhos dos irmãos
com cara de ratos.
Igreja Nossa Senhora do Carmo
Projeto inicial da Ordem Terceira do Carmo, esta igreja
acabou sendo construída pelo contratador João
Fernandes de Oliveira, que se desentendera com outros
membros da Irmandade ao escolher um local próximo
à Casa do Contrato, onde trabalhava.Destaca-se
a talha esculpida por Francisco Antônio Lisboa
(homônimo de Aleijadinho) e Manoel Pinto, além
de um órgão de 514 tubos que teria sido
utilizado por Lobo de Mesquita, um dos mais importantes
compositores coloniais.
A torre foi construída na parte de trás
da igreja, e existem várias versões
para esse esse detalhe.
Igreja Nosso Senhor do Bonfim
Esta construção,
de 1771, foi bancada por militares que faziam parte
do regimento do Tijuco, que ficava ao lado da igreja.
Igreja
Nossa Senhora das Mercês
Esta igreja foi
iniciada em 1772 por negros dissidentes da Irmandade
do Rosário. Devido a divergências entre
os financiadores, foi construídas aos poucos
e só ficou totalmente pronta por volta de 1820.
Igreja
da Luz
Esta igreja é fruto de uma promessa feita por
Tereza de Jesus Perpétuo Corte Real durante
o terremoto que destruiu Lisboa em 1755.
Capela
Imperial do Amparo
Construída no século XVIII, ganhou o
nome de "imperal" após a Independência
do Brasil.
A capela sedia a Festa do Divino, que acontece geralmente
nos meses de maio/junho, com destaque para o sorteio
do Imperador do ano seguinte.
Basílica do Sagrado Coração de
Jesus
Sua construção iniciou-se em 1884 e
foi concluída em 1889. Projetada pelo padre
Júlio Clevelin, tem estilo neo-gótico
e se destaca por ser a única da cidade construída
com pedras de cantaria. Possui em seu interior vitrais
franceses coloridos. A mesa do altar-mor, embora pareça
ser de madeira, é toda em pedra sabão.
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