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A segunda Cruzada(1147-1149)Após o período inicial de guerras houve um período de trégua entre os reinos latinos e o islã ainda que de ambos lados haviam vozes clamando pela guerra, e nunca deixaram de ocorrer escaramuças entre os sarracenos e os cruzados (principalmente contra as ordens Templária e Hospitalaria), mas com a desunião do mundo árabe os reinos prosperaram através do comercio e enriqueceram. Mas a paz chegou ao fim quando o emir Zengi de Mossul recapturou a cidade de Aleppo em 1139 e o condado de Edessa em 1144 (ironicamente ele se aproveitou das divisões entre os reinos para invadir Edessa que tinha enviado um pedido de socorro a Antioquia e aos templários que negaram). A noticia da queda de Edessa levou o Papa Eugenio III a expedir a bula Quantum praedecessores clamando por uma segunda cruzada, inicialmente seu apelo foi ignorado, o fanatismo presente no século anterior tinha se desvairado e os outros reinos latinos pareciam estar seguros, com a morte de Zengi. Mas a situação iria mudar: a ascensão de Nur Ed-Din como líder da Síria e sua tentativa de unir o mundo árabe contra os estados cruzados era uma nova ameaça. E se o fanatismo cristão estava esmaecendo as pregações de Bernardo de Clairvaux (futuro São Bernardo) sobre a necessidade de se combater os infiéis, reavivou o espírito cruzado e convenceu o rei da França Luis VII e o Imperador alemão Conrado III a partirem para lutar na Terra Santa. Alem desses contingentes partiram também da Inglaterra e Flandres, mas ao chegar na península Ibérica acabaram por ser juntar aos portugueses e conquistar Lisboa, após isto retornaram aos seus paises, pois também eram concedidas indulgências aos que combatiam os mouros na península ibérica. Este seria o único êxito da segunda cruzada.
Mas as tropas francesas também sofreram uma grave derrota, só sendo salvas com a ajuda dos Templários e de tropas de Antioquia. Em Jerusalém houve dúvida em qual seria o passo a se dado, se atacavam Aleppo, principal cidade de Nur Ed-din ou Damasco a mais rica cidade Síria, Conrado II convenceu o rei de Jerusalém Balduino III a atacar Damasco, mesmo estando esta cidade em trégua com reino de Jerusalém e que o emir de Damasco temia mais Nur ed-din que os francos, a cidade foi atacada o que se revelou um tremendo erro (esse ataque seria como se na operação Tempestade do Deserto as Tropas Aliadas ao invés de atacarem o Iraque, se virassem e atacassem a Arábia Saudita).
trazendo novamente o Egito ao conflito, preparava-se assim o terreno para a ascensão de Saladino e a queda de Jerusalém e com isso a Terceira cruzada. |
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