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PORTAL DO VIDRO Abrimos este portal para divulgar assuntos reportados ao vidro. À medida das possibilidades, tentaremos ir adicionando itens de interesse para os nossos visitantes. Obrigado pela visita. |
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Edição Filatélica comemorativa 1998
No ano de 1748, a Real Fábrica de Vidros, que até então laborava em Coina, perto de Lisboa, transfere-se para a Marinha Grande sob a direcção do irlandês John Beare, levando consigo operários vidreiros, as tecnologias e os catálogos de produção. Em 1998, os CTT assinalaram a data com uma edição filatélica. Selos da autoria de João Machado, Desenho do Postal Máximo de Guilherme Correia e texto da Pagela de Orlando de Carvalho.
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Equipas mistas: operários e robots na produção vidreira manual Comunicação de Emília Margarida Marques no IV Congresso da Associação Portuguesa de Sociologia
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Embora conhecida já na Antiguidade, esta técnica conheceu grande desenvolvimento em Itália a partir do séc. XVI.. Mas é a partir dos anos 80 do séc. XX que ressurge com grande aplicação na decoração e na arte do vidro. Consiste basicamente na junção de varetas de vidro colorido, com as quais se fazem depois decorações a quente, ou objectos de bijuteria (contas, etc.). Os millefiori são uma aplicação decorativa das técnicas de fazer filamentos vítreos. |
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Depois de emigrado desde 1962, o mestre lapidário regressa à Marinha Grande. Artigo de Jacinta Romão de 6/5/2002. |
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Veja aqui os cartoons do vidreiro e artista e aproveite para consultar o seu site |
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| Yves Batrel artiste verrier souffleur de verre |
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É a última casa que guarda a memória do poeta, doada por testamento nos anos 50 para colónia balnear dos filhos dos vidreiros. Veja aqui o projecto de reconversão elaborado por João Parente, Maria João Trindade e Orlando de Carvalho. |
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