Marcha

Introdução

Marcha normal

Marcha patológica

  Análise do paciente

  Tipos

    Cerebelar

    Ébria ou cambaleante

    Ataxia sensorial

    Eqüina ou de passos altos

    Hemiplégica e Paraplégica

    Festinante

    Coreoatetótica e distônica

    Distrofia muscular

    Histérica

    Senil

Dispositivos auxiliares

Reeducação da marcha

Considerações

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Bibliografia

Download do trabalho (.doc)

Contato

2001 Verônica Nakazawa

Marcha hemiplégica e paraplégica

 

De acordo com Umphed (1994), a disfunção motora do AVC, é um dos sinais clínicos mais óbvios da doença. Após o início de um acidente cerebrovascular com hemiplegia, ocorre um estado de baixo tono ou flacidez. O retorno precoce do movimento é visto nos extensores espinhais e os elevadores do ombro e cintura pélvica (trapézio superior, levantador da escápula, quadrado lombar e grande dorsal). Geralmente o retorno distal ocorre cedo na recuperação é usado pelo cliente para reforçar a musculatura proximal fraca. Quando esses componentes motores disponíveis são usados para função (sem seus flexores correspondentes), são vistos padrões de movimento estereotipados.

 

A marcha paraparética ou paraplégica espástica é, na verdade, uma marcha hemiplégica bilateral, que afeta apenas os membros inferiores. Cada perna é avançada lenta e rigidamente, com movimentação restrita nos quadris e joelhos. As pernas encontram-se esticadas ou ligeiramente flexionadas na altura dos joelhos e as coxas podem estar fortemente aduzidas, fazendo com que as pernas quase se cruzem quando o paciente caminha (marcha em “tesoura”). As passadas são regulares e curtas, sendo que o paciente avança apenas com grande esforço, como se caminhasse com dificuldade em águas fundas Adam & Victor (1998).

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