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Multiplexação por divisão de comprimento de onda
A cada dia o homem busca novas formas de se
comunicar e encurtar distancias, tnando o fluxo
de dados mais rápido e seguro. As fibras ópticas
se apresentam como um eficiente mio de transmissão,
no entanto, a quantidade de informac~es é tanta,
que surge a necessidade de se empregar técnicas
que aumentem a capacidade da fibra.
Uma alternativa é prosseguir no caminho do TDM e
chegar ao próximo nível de 10 Gbit/s,
resolvendo uma série de obstáulos que o fluxo
de bits da ordemn de 5 - 10 Gbit/s encontram nas
fibras. Nessa taxa de bits a atenuação, a
dispersão cromática e a dispersão modal de
polarização representam obstáculos difíceis a
transpor. Então, por que não tentar outro
caminho bem mais promissor utilizando a
multiplexação por divisão no comprimento de
onda ?
A transmissão óptica utiliza três janelas
na região do infravermelho ( 600, 1300 ou 1550
nm), porém somente uma jhanela é usada por vez.
Imaginemos agora que várias janelas sejam
abertas simultaneamente e que cada uma delas
transmita um tributário de 2.5 Gbit/s. Estamos
procedendo, na verdade, a uma multiplexação por
comprimento de onda. Embora no total a fibra
esteja transportando N x 2.5 Gbit/s, o que
equivaleria a 10.2 Gbit/s ou mais, em cada janela
não ultrapassaria so 2.5 Gbit/s e não teriam os
problemas com atenuação e disxpersões causadas
pelas taxas acimade 2.5 Gbit/s. Os
desenvolvimentos para aumentar a capacidade de
transporte da fibra trilharam o caminho do WDM e
o mercado conta com vários produtos de
capacidades distintas. Entretanto, não há
padronização. Cada fabricante desenvolveu sua
solução proprietária que não é compatível
com a do outro, pois as janelas nãop coincidem.
O WDM usa fibras standart ( G652 da UIT-T), não
sendo atrativas as fibras com dispoersão
deslocada.
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