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Teatro Musical
Andrew Lloyd Webber
The Very Best of ALW
Sarah Brightman
Os Grandes Cantores






















































































           Então, chegamos à terceira etapa desse ciclo de pesquisas, a qual tem a pretensão de expor dados a respeito do panorama da música lírica nos tempos modernos. Como será visto, a partir do séc. XX, inicia-se uma aproximação entre clássico e popular, com parcerias no Cinema, Teatro e apresentações a públicos até o momento "excluídos". Se Caruso fez questão de executar músicas populares da itália, Pavarotti foi além; interpretou todos os tipos de músicas, desde apresentações em teatros a até estádios de futebol e também firmou parcerias com cantores diversos, fazendo o casamento definitivo do pop com o lírico.
Junto a essa última parte, estarão vinculadas, em páginas separadas, as biografias mais detalhadas dos principais cantores contemporâneos.

Os Grandes Cantores
parte III "Novos horizontes"

            Tendência moderna mundial – Ainda nas primeiras décadas do século XX destacam-se o alemão Richard Strauss (1864-1949), que compõe Salomé e Electra, e o austríaco Alban Berg (1885-1935), que cria óperas de temáticas ligadas ao expressionismo. Nos Estados Unidos (EUA), George Gershwin (1898-1937) compõe Porgy and Bess (1935), que incorpora elementos da música negra norte-americana.
            A ópera também se alia ao cinema. West Side Story (1957) é uma ópera-filme com música de Leonard Bernstein (1918-1990) que reconta a história de Romeu e Julieta entre gangues de Nova York. O gênero une-se ainda ao rock, como nas óperas-rock Jesus Cristo Superstar e Hair.  A partir dos anos 80, o gênero é revitalizado com a produção de obras de inspirações vanguardistas e a popularização de grandes apresentações públicas e gravações. Na vanguarda, o ecletismo é representado pelas óperas francesas Montségur (Marcel Landowisk) e Annapurna (Adrienne Clostre). O minimalismo está presente na ópera Akhenaton, do norte-americano Philip Glass (1937-).
            Um fenômeno foi a vendagem no início dos anos 90 de 10 milhões de exemplares – um recorde para a música erudita – da gravação dos concertos de três grandes tenores contemporâneos: o italiano Luciano Pavarotti (1935-) e os espanhóis José Carreras (1947-) e Plácido Domingo (1941-).
            Montserrat Caballe (1933 -) é reconhecida nos quatro cantos do mundo após seu dueto de "Benvinguts" com José Carreras, seu compatriota catalão, na abertura das Olimpíadas de Barcelona, em 25 de Julho de 1992, e também pela sua parceria com Freddie Mercury, líder da banda Queen, seu amigo e admirador, no vibrante trabalho musical intitulado "Barcelona".
             Sarah Brightman (1960-) revela-se nos palcos musicais de Londres e firma uma sólida carreira pop internacional, mas estoura em vendas após seu dueto, "Time to Say Goodbye", com o tenor Andrea Bocelli (1958-). As sopranos Kiri Te Kanawa e Joan Sutherland também alcançam grande sucesso de público e crítica.
             Atualmente, a itália, eterno berço da boa música, revela o tenor Alessandro Safina (1968-). Do Brasil, a grande estrela lírica de fama internacional foi Bidú Sayão (1902-1999), única representante latino-americana a figurar no elenco do Metropolitan de New York. E, agora, todos torcemos pela ascensão e reconhecimento internacional de Liriel Domiciano e Rinaldo Viana.

Biografias:


Referências:

 

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Arisson Rocha da Rosa
Porto Alegre, RS

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