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Elga Badarasz,
No dia 10 de junho
de 1909, o Neues Wiener Journal, de Viena (Áustria),
noticiou um acontecimento extraordinário que teria
ocorrido em uma região quase inacessível dos Montes
Cárpatos. Segundo o relato, a população de um
vilarejo havia incendiado o castelo de um nobre húngaro,
acusado de ser um Vampiro!
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De acordo com os registros, a
ação dos aldeões foi motivada pelo aumento repentino da
mortalidade infantil no local. Apavorados com os acontecimentos
macabros, os habitantes começaram a dar ouvidos a uma história
antiga que afirmava que o Conde Badarasz era descendente de uma
tradicional linhagem de Vampiros. Como o Conde tinha falecido há
pouco tempo, ninguém teve dúvidas de que ele estava se
levantando do túmulo para assombrar a região. Em setembro do
mesmo ano, porém, o artigo "Uma Autêntica História de
Vampiro", assinado por Franz Hartmann no "Occult
Review", trouxe uma versão bem elaborada para o caso.
Segundo o vampirologista, o Vampiro da família não era o
Conde, e sim sua filha, a bela Elga, falecida um pouco antes do
pai em um acidente de cavalo... Hartmann garantia sua história
com o depoimento assustador de um editor da publicação que
tinha visitado o castelo antes do incêndio. A testemunha
afirmou ter visto a imagem horripilante da Condessa Elga, sempre
vestida em seu traje de montaria, perambulando pelos corredores
sombrios da fortaleza, como se procurasse uma vítima bem cheia
de sangue!
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