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Você está escutando Santa Tereza 
(música do primeiro CD do Usina)

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Caríssimo Carlos,
Deu um trabalhão, mas está lá: são 14h20, daqui a uns 30 minutos a ÍNTEGRA
daquele papo com o Carlos estará no nosso site (Rockbrigade: entrevista com o Carlos).
Confiram lá, ficou bem legal - e enorme! Tanto que, por uma questão técnica
referente ao site (e que eu nem sei como explicar), ela teve que ser
dividida em quatro partes. Só pra vocês terem uma idéia do tamanho que
ficou, as três páginas da revista têm 18 mil toques. A íntegra tem 113
mil... Mas valeu, foi algo inédito e muito interessante de se fazer.
Obrigado a vocês dois por acreditarem e embarcarem com a gente nas nossas
idéias malucas...
Abração e muito sucesso
Tony

 


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Carlos Lopes e o cartunista Márcio Baraldi em São Paulo na tarde de autógrafos do novo livro do Roko-Loko e Adrina-Lina em 28/08/04

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NEWS FEV 2004:
Anjos Unidos Jamais Serão Vencidos (História Real):
"Correspondência é tudo e ficar em casa esperando o céu cair sobre nossas cabeças é nada", poderia ser o lema dessa história, que me foi relatada em janeiro de 2004. "X" (correspondente que prefere não relatar o nome) visitou o Livro de Visitas da Usina no ano passado: "Nunca imaginei que uma simples opinião ia me trazer tantas coisas boas..."", foi o que ele confessou. ""Um belo dia do mês de Abril de 2003, eu, recém desempregado (calma, eu já estou num novo emprego!) recebi uma mensagem de uma tal "Y"... Estava pronto pra deletar, julgando que fosse spam, mas o assunto era "Hekamiah & Usina Le Blond", o que me fez ler a mensagem... Ela se dizia admirada por saber que alguém da mesma cidade que ela conhecia e admirava Carlos Lopes como ela. 
Desde então, passamos a nos corresponder diariamente, eu fui ficando cada vez mais admirado com a inteligência e a sensibilidade dela... 
Agora em Dezembro de 2003, tivemos a oportunidade de nos encontrarmos, e a afinidade foi tão grande que hoje estamos juntos! 
Ela é muito ligada nesses assuntos de anjos, o dela é Lauviah, e nascida no dia 29 de Agosto (um dia depois do seu, olha só!!!)." 

HISTÓRIAS (REAIS DO CARLOS) QUE NÃO ENTRARAM NO LIVRO 
"OS ARGONAUTAS":

    QUANDO CHEGUEI, APÓS UMA VIAGEM, NO AEROPORTO NO RIO EM
96, UMA DE MINHAS MALAS HAVIA SE EXTRAVIADO. APESAR DE ESTAR DE CARONA (OFERECIDA NA HORA) TIVE QUE AGURADAR NO LOCAL, PARA FAZER A PAPELADA PARA SER RESSARCIDO POR CAUSA DA PERDA DA MALA. O PESSOAL DA CARONA PRESSIONAVA E EU DISSE QUE PODERIAM IR. O CARA DO ATENDIMENTO DO SETOR DE EXTRAVIOS OLHOU PRA MIM E PERGUNTOU SE EU GOSTAVA DE COISAS ESOTÉRICAS.
DISSE QUE SIM E ELE ME LEVOU PARA UMA SALA - ANTES DE PREENCHER A DOCUMENTAÇÀO DO EXTRAVIO - E "DEITOU" UM JOGO DE TAROT NA MESA DE TRABALHO. ELE DISSE QUE EU ROMPERIA COM O MEU PAI (O QUE DE FATO ACONTECEU NO MESMO ANO) E QUE MEU KARMA COM AS MULHERES TINHA ACABADO E QUE EU SÓ ENCONTRARIA MULHERES LEGAIS A PARTIR DAQUELE MOMENTO (O QUE DE FATO ACONTECEU). ADIVINHA O QUE ACONTECEU COM A CARONA?????? SAÍ DA SALA, UM TEMPÃO DEPOIS, E ESTAVA TODO MUNDO ME ESPERANDO "KARMICAMENTE". O QUE TINHA QUE SER
DITO, FOI DITO E A CARONA AINDA NÃO FALHOU!!!!!!!!!!!!!!!!!!

 DOIS ANOS DEPOIS DESSE ACONTECIMENTO FUI ESTUDAR ASTROLOGIA E NA SALA DE AULA O PROFESSOR LEU MEU MAPA NATAL E DISSE QUE MINHA MÚSICA IRIA MUDAR (REALMENTE MUDOU), QUE EU COMEÇARIA A ESCREVER (COMECEI A ESCREVER O PRIMEIRO LIVRO UM POUCO DEPOIS DISSO E VIREI JORNALISTA DE ROCK MEIO SEM QUERER) E QUE O RESPEITO QUE EU ALMEJAVA COMO ARTISTA SÓ CHEGARIA AOS 40 ANOS. ACABEI DE FAZER 40 E AMO MUITO MAIS MINHA MÚSICA, AMO MUITO MAIS AMAR, AMO MUITO MAIS VIVER DO QUE ANTES. PROBLEMAS SEMPRE OCORRERÃO, O QUE MUDA É A NOSSA RELAÇÃO COM ELES. 

QUANDO O MEU IRMÃO COMEÇOU A FICAR MUITO VICIADO E DAR OS MOLES DELE, TENTEI CONVERSAR, MAS NÃO ADIANTOU. RESOLVI PARAR DE FALAR COM ELE DURANTE DOIS ANOS E MEIO - NÃO TROQUEI UMA SÓ PALAVRA NESSE PERÍODO. PEDI A DEUS QUE ME ENVIASSE UM SINAL DE QUANDO ELE ESTARIA PRONTO PARA "RECOMEÇARMOS" E UMA NOITE OUVI UMA VOZ FALANDO ASSIM: "A SUA NOVA SOBRINHA VAI NASCER NO MESMO SIGNO QUE O SEU; ESTE É O SINAL." 
NO MESMO SONHO, UM CONHECIDO DO BAIRRO DO LINS (NO RIO) QUERIA CONVERSAR COM UM AMIGO NO RIO COMPRIDO (OUTRO BAIRRO CARIOCA). AMBOS OS SUJEITOS "SONHADOS" EXISTIAM E MORAVAM NOS RESPECTIVOS BAIRROS "NO MUNDO REAL". NA HORA NÃO ENTENDI A RELAÇÃO, MAS FICOU CLARO DEPOIS: MINHA SOBRINHA NASCEU NO PRIMEIRO DIA DE VIRGEM - MEU SIGNO - COM PROBLEMAS DE FALA - TAMBÉM OS TIVE - NO BAIRRO DO RIO COMPRIDO. MEU IRMÃO E A ESPOSA DELE MORAM NO LINS! ESSE CARA DO RIO COMPRIDO, QUE NEM ANDAVA COMIGO, CASOU COM MINHA VIZINHA DO ANDAR DE CIMA.
 

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OPINIÃO SOBRE IMPRENSA "IMPRESSA" OU "BLOGEADA", MP3s, ENFIM (FEV 2004): 

"Interessante esse ponto de vista do autor do texto mas o problema (ou solução? OU evolução???) é que uma geração tem hábitos e formas-de-pensar-sentir diferentes umas das outras, e não é o mp3 que vai mudar isso. Mudanças fazem parte da vida e é por isso que eu vivo na boa, se mudar OK se não, beleza... Aceito que o mundo deva seguir adiante, mas não fico cooptando com qualquer merda que escrevem, ou com o que surge por aí. Você adquire uma sensibilidade que lhe é particular e peculiar e da qual não se deve abrir mão, pelas próprias convicções, e pela verdade que lhe pareça mais sincera, mas como diria o Che "sem perder a ternura jamais"..." 
FILOSOFANDO SOBRE JOGOS (FEV 2004): 

 Nunca fui fã de jogos reais ou virtuais, nem de pelada. Às vezes faço uma fezinha mas isso não deve ser considerado jogo porque nessa crise eco & nômica, esperança é gênero de primeira necessidade. Jogar, fisicamente, serviu apenas como pretexto para me esculacharem. Motivo de chacota. Aquela dicotomia entre bonitões-descerebrados-atletas e garotos esquisitos-inteligentes (mas nem tão bonitos). A popularidade deveria ser conquistada de outra forma e direcionada para outro público. Quando tentei jogar vôlei passei a ser preterivelmente o alvo das bolas que eram arremessadas contra meu rosto, sem piedade. Lembro de um professor - o Jorjão, famoso técnico hoje - que fez graça do meu pé chato em frente à turma enqüanto corríamos na quadra do colégio. Pelo menos os esportes masculinos praticados pelas meninas cheiravam melhor. 
  Arrumei coisa melhor para fazer do que ser o alvo de ataques: fui para o rock e assumi o auto-suplício-da-chacota, agora como lançador e não como alvo. Para sobreviver aprendi a jogar. Nessa luta-diária, dizem que viver é o suficiente...  Mas que se preservem a honestidade e o caráter, pelo menos. 
 A decadência dos costumes começou com esse negócio de eletrificar os jogos. Há trinta anos (papo de velho? Sorry...) o negócio era jogar botão e bolinha de gude. O virtual mais real que havia, ainda mais porque sumiam as bolinhas e os galalites... e a gente sentia falta. Meu irmão emprestou a mesa de botão para alguém e nunca mais vimos a coitada, mesmo com quatro pernas frágeis, sendo que uma torata e emendada com durex. Tive um pinball pequeno de plástico, um autorama com carros dos anos 60, um forte apache com carroças cobertas por toldos de pano e um navio viking que colocava para flutuar na banheira. Depois a figurinha adesiva chegou arrombando a festa. Era uma espécie de modernidade prática de quem não queria sujar os dedos. Não preciso nem dizer que corri dos cubos-mágicos como o diabo da.... Era muito pra minha cabeça. A intransigência contra esse tipo de coisa personificou-me: mantive a integridade dos jogos de madeira. E os primeiros jogos eletrônicos de fita??? Disse cruz credo e amém. Quando os flippers de rua chegaram, eu já havia perdido a paciência... Hoje com tantos jogos entre quatro paredes, é possível lutar contra um Orc, dividindo armas com um milhão de participante ao redor do globo, mas perde-se um fator fundamental: o suor, o verdadeiro artesão do jogo. Suor das mãos, suor da testa. Nervosismo vivido em grupo, palavrões, socos na mesa, contrariedades - "fui roubado!" Até o joy stick suado por outras mãos perdeu o encanto: nada como uma arma fumegante. Arma sem sangue não serve. Depois loja de pinball passou a  ser coisa de desocupado, assim como loja que compra ouro. O público era o mesmo. A exclusão social sempre rolou, antes mesmo da digital. Já não se joga como antigamente. Será birra de uma geração contra a outra? Creio que não. Aqui na esquina tem uma casa de jogos com vitrines cobertas com películas negras, praga comum nos carros atuais ! Por que será? Sei que minha mente viajava mais com dois palitos de sorvete e um barbante do que com essa chatice de ver um monte de bonecos se matando na telinha do seu "amigo" digital. Meus palitos sobreviveram décadas às modas, até as namoradas. E quanto ao 3.1; 3.11; 95; 98; 2000; Millenium? Hein? 

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Primeiro Album - USINA 415 (2001)
Album Ao Vivo - VARDA 1964 (2002)
NOVO Album - VARDA 1965 (2002)

USINA LE BLOND AO VIVO – 2002 – 
VARDA Records

1) Corpo Fechado (ao vivo)
2) Tudo de Novo (ao vivo)
3) Dignidade (ao vivo)
4) Artista (ao vivo)
5) Saindo Fora (ao vivo)
6) Greta Garbo (ao vivo)
7) Caju (ao vivo)
8) Medo (ao vivo)
9) Santa Teresa (ao vivo na TV)
10) Só Se For Agora (ao vivo na TV)
11) Chocolate (demo em estúdio)
12) Mulher Barriguda (demo em estúdio)
13) Sweet Seventeen (demo)

USINA LE BLOND – 2002 –
VARDA Records

1) Vexame
2) 25 de Agosto
3) Minha Culpa
4) Macunaíma
5) Alma do Desengano
6) Liberdade (Via Vila Kennedy)
7) Simancol
8) Palavra Vale
9) Tão Natural
10) Cobrador
11) Música Nova
12) Palavras Sentidas
13) Resistência Cultural

Olhem aqui -> CD 2
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    Novidades

   Leia uma pouco sobre a filosofia do Grupo Usina Le Blond:

COLUNA "PERGUNTE QUE O ANJO RESPONDE" (CONEXÃO DIRETA COM O ALTO)

MANIFESTO 415

SEGUNDO MANIFESTO OU SEGUNDA MANIFESTAÇÃO
 

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USINA CONTATOS:
CAIXA POSTAL 33132/ RIO DE JANEIRO/ RJ / 22440-970

CONTATOS EM SÃO PAULO: Rita Ines (0xx11) 3673-8059


 

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      Usina Le Blond: Clique no Smile para ver a foto. Mostra a cara Mister M!!!!!!!!!!!!! 

   HEKAMIAH (VOX & GUITARRA); 
 


1 - CD Hekamiah e Usina Le Blond 415; ;

2 - CD Usina Le Blond; 

USINA LE BLOND - AO VIVO - 
Antecipando o lançamento do novo CD em estúdio
a USINA editou um poderoso ao vivo gravado em São Paulo.
Registrado na novíssima tecnologia estéreofônica, o áudio foi revisto e remasterizado em ambiente hi-fi de luxe. 
A gravação em technicolor de primeira e o estado de espírito, também, colaboraram para uma poderosa reinterpretação dos temas do primeiro CD da banda chamado USINA 415. Inclui dois covers (Tim Maia e Secos & Molhados) e uma canção acústica e inédita. 
Para quem ama James Brown, Tropicalismo, Hendrix, Cartola, Grand Funk Railroad e Funkadelic. Não tem erro. 50 incansáveis minutos de som.
VARDA RECORDS - número de código: VARDA 1964 
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Escreva para o nosso E-mail!
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Usina Le Blond
Caixa Postal 33132, CEP 22440-970, Rio de Janeiro, RJ. 
Contato Rio:
[email protected] (Varda Records also)
São Paulo
Management: (0XX11) 3673-8059 Rita Ines

CASO O (A) AMIGO (A) INTERNAUTA DESEJE CAPTURAR NOSSA MÚSICA:

A maioria dos  CDs não estão à venda comercialmente, somente pelo nosso e-mail ([email protected]) ou caixa postal (Caixa Postal 33132, CEP 22440-970, Rio de Janeiro, RJ) 

USINA LE BLOND
Do you know what Brazilian psychedelic funk/rock is all about? Try to check 
it out  both Usina Le Blond live and our two studio albums. Fusions of rock, bossa- 
nova, hard rock, samba, jazz and funk guitar with driven solos on brazilian 
language. Who influenced the band? The first in line should be the 
'60sTropicalism  movement, Hendrix,Old school'Samba music 
and sorts of seminal Funkadelic'style. Is it good for you? You bet!
First Studio Album - USINA 415 (2001)
Live Album - VARDA  1964 (2002)
Second Studio Album - VARDA 1965 (2002)

Their newest album. The trio from Rio de Janeiro jammed intensively to become one of the finest rock groups around. Remembering a kinda sentence from George Clinton of the P-Funk's fame that can be easily apply for USINA: "They are too funky for the rockers and too heavy for black folks." USINA LE BLOND improved an unique psychedelic funk/rock style which is brazilian and international with no setback. Try to check it out both USINA LE BLOND LIVE and their two studio albums. Fusions of rock, bossa-nova, hard rock, samba, jazz and funk guitar with driven solos on brazilian language. Who influenced the band? The first in line should be the ' 60sTropicalism movement, Hendrix,Old school' Samba music and sorts of seminal Funkadelic'style. Is it good for you? You bet! 

New USINA LE BLOND studio album - 13 studio tracks - VARDA RECORDS - VARDA 1965,

2002 

USINA LE BLOND LIVE - (including TV appearances and covers) - VARDA RECORDS - VARDA 

1964, 2002 

First Studio Album - USINA 415 (2001)
Live Album - VARDA 1964 (2002)
Second Studio Album - VARDA 1965 (2002)
 

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Links:
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Shows do Usina Le Blond

Antiga reportagem do Globo on

Top 100 (indicados pelo Hekamiah)

Historia em quadrinhos

Que horas são? (Conto escrito por Carlos lopes)

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