domingo, 30 de novembro de 2003


I'm Death!
Which Member of the Endless Are You?


segunda-feira, 24 de novembro de 2003


/me ouvindo we can work it out+dear prudence da lani no tributo ao john lennon (fêjão leno)
ele foi me buscar hoje.
foi tão bonito, fiquei tão feliz.
na verdade, eu ESTOU feliz, apesar de toda a enrolação de testes, provas, precisar de 10 para passar, 50 mil apresentações, procrastinações...



domingo, 23 de novembro de 2003

the best wake-up ever!
que bom que ele viu como eu me sinto.
:]
nada melhor como se colocar nos sapatos dos outros (como diriam os americanos) para ter outro ponto de vista...
mas sem problemas.
o namorado e meus pais fizeram uma trilha e eu fiquei "estudando matemática".

ia ter uma palestra com o augusto boal, mas nem teve...
ele teve uma operação e não pôde ir.
caso pudesse, iam só eu, o fê e mais 3 pessoas.
ia ser mó luxo, olha só.

falando em luxo: foi impressão minha ou rita lee pirou na batatinha? o que foi ela no faustão?
ela sacaneou muito o povo?
e o beto lee em sua bizarrice modernosa vampiresca? zuzu de bão.



sábado, 22 de novembro de 2003

acho que choveu de novo.
fiquei de bobeira. bobeira. bobeira.
comemos pizza de noite.
e: COMO NÃO TEM FARMÁCIA 24 hs NO CENTRO DE FRIBURGO??!

conversamos a noite inteira e eu chorei muito.



sexta feira, 21 de novembro de 2003
fui à biblioteca municipal e meu trabalho foi bastante produtivo. não estava com os melhores humores.
acho que situações me constrangem um pouco.
aprontei algumas músicas e tô quase profissional na flauta (disse que quando spain ficasse boa eu me consagrava profissional).



quinta feira, 20 de novembro de 2003

acordei muito cedo, e ainda assim, o henrique perdeu o avião pra são paulo, onde ia dar uma entrevista.

eu, fê e mami fomos pra friburgo.
lá é engraçado: quando meus instintos sexuais não afloram é a bexiga, ou eu durmo o dia inteiro.

eles montaram uma piscina (leia-se banheira) pros dias de calor, mas não pudemos estreiá-la. choveu, e a piscina encheu mais rápido.



quarta feira, 19 de novembro de 2003

esperando seu samuel lembrar da senha do meu blogue novo.
foi aniversário do taiguara, e acho que a mãe dele + maria paula organizaram uma festa surpresa.

mas a lerda aqui chegou junto com o surpreendido, e o fê não sabia que era festa surpresa.
nem acho que disfarçamos bem...
mas tudo bem. depois ele veio buscar a gente na porta. e ele parecia um metaleiro do tipo "metal, cara, metal", do tipo mais escroto, saca? e ele tava normal. era o calor.
nem ficamos muito, saímos logo depois do casal fofo da casa da MP chegarem.
a mãe do tai é louquinha.


and i am sooooo over this grudge!!!


terça-feira, 18 de novembro de 2003


[ou isto, ou aquilo]


tinha um livro infantil com este título, não lembro qual.

- fernanda, você tem que ver que as pessoas não necessariamente vão ser iguais por toda a vida.
a frase acima, proferida por mayra, me tocou profundamente.
eu não tinha me tocado que a mayra era tão legal.
eu, ela e o bernardo (hihi) ficamos conversando algum tempo sobre gays que são bizarros e precisam se enfiar em um gueto. do tipo góticos, clubbers, queers, o que seja.
cheguei à conclusão de que meus amigos gays estão quase todos imersos em um circulozinho e são tão de mente fechada quanto quem (supostamente) os oprime. é meio que uma auto defesa automática.
então gays normais, só conheço um.
quando eu digo normais, me refiro a uma pessoa que não mudou completamente o seu jeito de ser por causa de um namorado/rolo/ficante/amigo/circulo de amizades, ou uma revolta contra os padrões da sociedade que seja.
sendo que eles que se revoltam, acabam ficando todos iguais, numa contra-cultura.

(teve uma hora da conversa que eu falei pro bernardo que se ele ficasse com um homem, eu o consideraria um amigo gay normal. falei pra exemplificar, mas havia uma pessoa por perto, e o deixei embaraçado. adoro deixar o bernardo embaraçado. um momento super oooh don't go telling everybody.)

fine by me. respeito. até porque as pessoas não vão ficar do mesmo jeito pra sempre. (esperançosamente, elas crescerão e não tentaram se enquadrar em rótulos, tentarão ser elas mesmas. ou mesmo cansarão de sustentar uma fantasia preta e cheia de metais pendurados aos 40 anos)

... falando nisso, amanhã é aniversário do taiguara.
:]
será que ele está do mesmo jeito que há 3 meses? não, claro que não.

tô inspirada, porque ressucitei minhas argolas (brincos de argola), e tô falando até mais na moda do que antes.
a ana achou coisa de patricinha. admito que já tive esse preconceito, bem como já usei argolas e fui considerada patricinha. agora vejo que consigo me vestir como for. argolas+all star. parece patricinha que gosta de avril lavigne?
não sei.
mas faço essas combinanças.
e me visto de hippie.
e me visto de preto.
e me visto de cores fluorescentes (ou fosforecentes? nunca sei a diferença).
e me visto nada combinando com nada.
e me visto com coisas onde até a cor dos brincos e do esmalte das mãos e do pé e da bolsa combinam.
E gosto de sobretudo.

sou fernanda.
talvez dê até pra lançar um estilo desses.
hoje eu vejo que essas partes diferentes de mim precisam conviver e não serem descartadas, de modo que eu pareça que sempre estou séria, ou sempre fazendo piada, ou sempre meditando, ou sempre espiritual, ou sempre escrevendo em norma culta ou coloquial. ou sempre ouvindo britney spears, ou sempre ouvindo hermeto pascoal, ou sempre ouvindo a madonna, ou a shakira, ou a xuxa, e ouvindo o chico.
ou lendo o pasquim, ou vendo o casseta e planeta ou lendo mme bovary em francês, ou lendo dom casmurro, ou lendo fanfics, ou lendo budapeste, ou lendo marilena chauí ou lendo roteiros, ou biografias de ghost writers.

sou tudo e sou eu, ninguém reclame do meu ecletismo.

pronto. um desabafo foi.


sábado, 15 de novembro de 2003


[are you thriving in a job that helps your BROTHA?]



há-há-há-há-há, mas eu tô rindo à toa.

ganhei um arranjo (pra flauta, só pra mim, especialmente, glitter, glaumour!) da tia regente do coral. é de canção da partida. tem até acorde com 11a! achei liiiindo. depois ela ligou pra elogiar e fazer uma correção. não queria ser a protegidinha, mas gosto de participar do processo de criação dos arranjos do coral. as pessoas de lá devem até me odiar e achar que eu sou uma falsa tímida.
por assim dizer, tímida, tímida, não sou. às vezes fico. já disseram que timidez é um estado de espírito e eu concordo. enquanto estou pra mostrar os meus trabalhos na frente de pessoas, um medo me toma, um medo de rejeição, sei lá.
mas é preciso enfrentá-lo.
a coisa é que eu ainda não estou pronta pra soltar a voz defronte a um coral.
deixa pros solistas.

as coisas tão boas esse fim de ano. vai ter sarau em 2 semanas, e o lucas vai tocar sim. fui convidada a participar de um evento com um estrangeiro pianista contratado (mas não deeeeu!), o arranjo do coral e, falando nisso, dia 27 de novembro, estarei comemorando os dezessete anos de amante de música em um bazar de amigos dos artistas especiais (ou coisa assim), com o felipe araújo, violonista de cadeira cativa.
o local é o clube militar (na rua jardim botânico) e custa só um real pra entrar (que eu também tenho que pagar, talvez nós ganhemos um cachêzinho bááásico).
o evento é tipo uma reunião de pessoas deficientes (físicos e mentais) que fazem alguma coisa legal, do tipo salgadinhos ou poesia, tudojunto.
estarei apresentando repertório de choro e MPB. quem quiser ir, 27/11, 5a feira, de 14 às 18 horas.


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outra coisa legal foi que eu tive de recitar um trecho de madame bovary en français, então fui estudar com uma amiga minha, a carol.
ela estuda no lycée molière, um colégio francês em laranjeiras. me ensinou todos os biquinhos e coisas do gênero. fez tão esplêndido trabalho que não só eu sinto que CONSIGO aprender a FALAR francês, quanto tirei a nota máxima na pronúncia.

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ganhei um livro não-autografado (porque o chico não tá morando em casa temporariamente, por causa da obra) de presente de 2 anos de namoro. o bundapeste me deixa mal, me deixa feliz, bem me quer mal me quer. e por isso mesmo é foda e o chico buarque é deus e faz as coisas como a vida é. eu acredito em tudo o que ele diz.
claaaaaro que ele não é aquele exímio escritor, aliás ele tem muito a aprender. por enquanto ainda é um melhor músico do que escritor. (meio paradoxo, porque ele não tem mais publicado as músicas) mas vale muito a pena lê-lo. este fragmento do post me leva a pensar que devo tentar ler estorvo, porque talvez eu não estivesse preparada para as questões as quais o filme abordava. e, como era filme, não tinha tempo de ficar voltando e tentando interpretar mil vezes.

do you see me hanging on to every word you say?

enfim, acho que seria uma boa atriz por causa disso. eu iria além do esteriótipo. só espero que dê pra expressar tudo aquilo que eu interpreto da personagem.
me dei muito mal no teste do dom casmurro, especialmente porque eu sou burra o suficiente pra escrever 5 períodos compostos quando era pra escrever um só. eu e a minha boca grande...

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depois de passar o dia inteiro dormindo/tocando flauta/purgatorying/lendo/conversando no icq/ouvindo música, só às 9 fui encontrar com meu namorado/juntado/marido. nós fomos a um bar encontrar com um pessoal, incialmente do preparatório (projeto com pessoas do CPII ensinando pessoas de comunidades carentes), que eu não via há muito tempo.
ia ser em santa teres(z)a (e ia ser a melhor coisa), mas acabou-se marcando em outro lugar, o plebeu, em botafogo.
depois da explicação difusa do meu amigo caiola, eu e meu enfermo namorado andamos feito condenados por becos escuros e cheios de marginais bêbados.
mas achamos o lugar. e parece que estava pra ser interditado pelo sistema de vigilância sanitária, por termos avistado umas 7 ou 8 baratas rastejando por aí e inclusive subindo pelas nossas pernas.
o engravatado marcelo subiu nas cadeiras e saiu correndo do lugar, bem plebeu, por sinal.
decidimos então confraterizar-nos na cobal do humaitá, onde, obviamente, encontramos com uma massa enorme de alunos pedrosegundenses, sem querer.
eu e o fê visitamos a nova cavideo, muito bonita depois da reforma.
pedi um guaraná e uma caipirinha e NÃO uma caipirinha com um guaraná, como estupidamente repetiu o garçon.
enfim, o fato de eu ter requerido uma bebida com ATA (Alto Teor Alcoólico... pfff) fez o meu maridón renunciar de me beijar por aquela noite. mas o convenci.
como se não fosse o bastante, um (não)convidado inesperado apareceu lá, e fez com que o felipe quisesse sair imediatamente do recinto. compreendi, relutantemente, e íamos comer uma pizza. não o fizemos, porque além de termos constatado que as pizzas eram caras em demasia, estávamos muito ocupados brigando.
estava consciente da minha teimosia e hipocrisia e egoísmo.
mas me achei no direito de ficar triste e até puta da vida quando o meu amante encontrou com amigos no ônibus no caminho pra casa e pareceu se divertir muito mais naqueles 10 minutos do que no resto da noite comigo e com meus amigos. até acredito que a minha postura nessa noite não foi das mais plausíveis e amigas.
e por que eu preciso às vezes querer estar com meu knight in shining armor até que a morte nos separe, e às vezes eu quero bani-lo da face da terra?
por que eu não posso ser que nem ele, e basear minha vida na certeza de que seu elemento arché é o amor. e que se eu estou com uma pessoa, é pra acreditar que vai ser ela pra sempre, e não tem nem o que questionar?
até quando esse "molho" vai durar?
até quando vou agüentar me privar de prazeres em benefício dos outros?
tinha que ser pra sempre, não é?

depois de te perder, te encontro com certeza
talvez num tempo da delicadeza
onde não diremos nada, nada aconteceu
apenas seguirei como encantadoao lado teu.


comecei esse post rindo à toa e agora, de novo, mudo minhas certezas para incertezas.

eu juro que queria voltar a escrever de um jeito que nem o povo me dizia:
- pô, ri pra caramba lendo o que você escreveu.

essa neura de vestibular me deixa norótica com a norma culta e as pessoas devem encher o saco de ler o meu blog.
mas foda-se.


terça-feira, 11 de novembro de 2003


hoje (que é hoje mesmo) eu devia estar "in"usualmente simpática. durante minhas idas e vindas de ônibus pela zona sul do rio de janeiro, umas 5 pessoas puxaram papo comigo, justamente quando eu estava lendo (a cena em que o escobar morre).

anita me ligou.
ela está passando por algo parecido que eu, e nos ajudamos mutuamente. é lindo isso.
que bom que temos uma à outra.


sábado, 8 de novembro de 2003



hoje é aniversário da rosane.
foi o sarau do CPII.
depois de ter comido como uma porca numa churrascaria (!), fui pro colégio, e fiquei lá na porta uns bons tempos.
tava mais vazio que assembléias gerais de alunos. incrível. terrível pro último sarau da minha gestão.

mas tudo bem. eu sou aquela que põe a mão na merda e sai cantando.
mas enfim. assisti só à banda dos meninos (vaz, júlio, conrado, alessandro e O CÉSAR). foi bem legal, e disputada na hora da votação de melhor banda. mas votou-se naquele que deu bolsa alimentar (creme craquers).
conversei muito com o pessoal legal do 1o ano.
e fiquei com vontade de sair com eles.
mas tinha que me encontrar com papai e felipe.
arranjei da veronika e faby (seja lá quem é quem. hehe) irem à festa do leandro, que depois descobri que estava vazia. mas elas não quiseram.
a vic e o papai chegaram incrivelmente pontualmente.
de repente começa todo mundo a sair do colégio e olhar pra cima. achei que alguém tinha subido no telhado de novo, mas eles tavam olhando o eclipse lunar que aqui ocorreu.
saltamos do carro, e o lucas me disse uma coisa interessante, que eu nunca sabia qual era lua crescente, e qual era minguante: se você olhar, e ela parecer um 'd', é de "decrescente", então, minguante! e se parecer um 'c', é crescente.

aí o fê chegou e nós fomos assistir ao resto do eclipse na casa da minha vó.
comemos, e eu tava morrendo de sono, e dormi.
tô com preguiça de arranjar foto do sarau e do eclipse, fica pra mais tarde.


sexta feira, 7 de novembro de 2003



debate meia-boca, apoio às intrigas de oposição, geração pepsi twist e leitura.
agora, o especial:

[a festa de formatura errada]

então chove aos cântaros, e a miss-atrasadinha-pra-se-arrumar estava linda, podada e penteada para a festa.
mas anita e o namorado pedro henrique estavam fazendo sexo, e chegaram tardiamente ao ponto de encontro (que virou a minha casa).
queria ter tirado foto, que o renato e a anita tavam completamente retrô. o renato, especialmente fantasiado de leonardo dicaprio em prenda-me se for capaz.

fomos em 2 carros até a casa de festas onde sempre são as formaturas do CPII, a mansão de são conrado, em são conrado.
logo de cara, tivemos probleminhas com o traje do pedro henrique, que não estava de terno. mas eu, renato, felipe e rafael já távamos entrando, bebendo todas e comendo tudo (estávamos dando apoio ao pedro henrique, mas podíamos estar comendo) , quando o renato percebeu que nenhum dos amigos dele tava lá na festa.
achando estranhamente estranho, ele decide ligar pra vadia que avisou que era na mansão de são conrado. perguntou que dia era a festa. era neste mesmo, apesar de já ser mais de meia noite. mas o local... bem, o local era o largo do arruda, lá no alto da boa vista (onde, há exatos 2 anos, tinha me amassado com a bola da vez, que continua sendo a mesma: o felipe).

fizemos o murilo (irmão do formando renato), que tinha acabado de botar o pé em casa, voltar, na chuva, pra nos buscar e nos levar pra festa do andrews, de verdade.
e ainda por cima, o cara que ficava na porta, pegando os ingressos, não viu que os ingressos eram parecidos, mas não iguais. ele ficou 5 horas procurando os nossos.
aí o murilo chegou, e nos levou até a outra casa de festas.

sou daquelas que enfiam o pé na lama e continua sorrindo.
mas aí limpei na toalha de mesa (hehe), e fui dançar ao som da banda de uma aluna.
foi super divertido, encontrei com pessoas do arco da velha.

meu pai veio me buscar, e dali a 3 horas acordaria atrasada, e iria para a escola de bolsa de festa, sem nem uma caneta pra fazer a prova marcada para os 2 últimos tempos.










não vá se perder por aí
sutil como um paquiderme
purgatorying
vide bula
o sonho não acabou
unpredictably...
guerreiros cp2
almost us
fotolog

 
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