fomos à feira. sem chorinho.
avistei helena e sei que ela também me viu.
cada dia que passa o amor incondicional familiar cresce.
espero que seja assim com o meu filho.
não quero cair naquelas de deprê pós-parto, e tal.
![]() | sábado, 31 de janeiro de 2004
fomos à feira. sem chorinho.
avistei helena e sei que ela também me viu. cada dia que passa o amor incondicional familiar cresce. espero que seja assim com o meu filho. não quero cair naquelas de deprê pós-parto, e tal. sexta feira, 30 de janeiro de 2004 fê chegou. fui dormir na casa da irmã. "friends" nas veias. crianças e mergulhadores acordam cedo. quarta feira, 28 de janeiro de 2004 é oficial: estou em recuperação em matemática.
minha vida acaba aqui. até 13 de fevereiro. antes de acabar minha vida teve lagoa com a beth, ana, judson e marcelo. foi bem divertido. tive um ataque de neo-hippie só pra encher o saco do judson. marcelo falando de lugares suspeitos e libidinosos e reclamando que não podia beber. ele ficaria bem de david bowie. terça feira, 27 de janeiro de 2004 [de volta aos 12 anos.]
depois do colégio, eu e o dani fomos até a casa da beth ver se ela tava melhor (da infecção intestinal) e se ela queria ir à praia. fomos nós 3 e a belisa. encontrar um povo em ipanema. ficamos na muvuca da muvuca, e mais competição acirrada de vendedores ambulantes no meu ouvido. comprei um picolé de uva (finalmente, estava com o maior desejo). andamos um pouco, a beth tem essa necessidade de encontrar 50 mil pessoas na praia. o barbosa ficou um pouco lá com a gente. o branquinho também passou por lá (argh!) e mais pessoas conhecidas de vista, mas que eu não fiz questão de manter contato. o andré e a sua bicicleta foram atropelados em frente à praia, quando ele tava chegando, então ele chegou muito assustado, e com a bicicleta quebrada, então não consegui falar com ele direito. depois eu e a beth fomos ao cinema do rio sul (nostááálgico):
"sorriso de monalisa" não é aquele filme ESPETACULOSO, mas quando sair em dvd, até vale a pena alugar. aparece a tori amos cantando duas músicas fofas. a música do filme é boa. e foi divertidinho. beth disse que ano que vem prestará vestibular pra uma faculdade minas e outra de campinas. eu detestaria torcer pra ela não passar. mas vai ser bom pra ela. eu só espero que não acarrete em muitas brigas familiares. fui dormir na casa dela. segunda feira, 26 de janeiro de 2004 [barracos no ônibus]
esperei 5 milhões de horas para fazer a prova de filosofia. com intervalos para pegar a prova de desenho, e fazer prova de química (me dei bem), falar com algumas pessoas e ter momentos de intimidade estranha com os professores. dalton (o professor de filosofia) parecia estranhamente inclinado a ficar conversando comigo e falando que essa prova era só uma formalidade, que eu já tinha passado. só consegui fazer a prova à 1 hora, minha praia melou e eu achei o que eu escrevi inútil e pessoal demais. na volta encontrei a irene, e fiz uma coisa que me deixou pertubada até agora - mas que todas as outras pessoas do mundo nem ligariam. o maior barraco com a trocadora do ônibus. uma daquelas situações onde eu podia ter calado a boca, mas não deu. em que o assunto podia ter morrido, mas a insistência e a incompreensão impediu. ela começou a discutir comigo, disse que eu tinha que pagar passagem, porque as aulas ainda não tinham começado. expliquei (ainda calma) que as minhas ainda não haviam acabado, estava simplesmente pegando um ônibus a um quarteirão do colégio, depois de ter tido vistas de provas e ter feito duas provas. mostrei a caderneta carimbada, pra confirmar. a irene interrompeu a conversa nesse momento, falando que tinha visto um monte de gente no pedro II e não tinha entendido porquê. expliquei que era porque não deu tempo de nós termos uma época de vistas de provas ano passado, já que as provas só terminaram no dia 22. a cobradora insistiu que a televisão mostrou que as aulas ainda não iam voltar até o dia 5 de fevereiro, mas que dessa vez ela ia DEIXAR PASSAR, mas que de outras vezes não ia abrir mão de que eu pagasse a passagem. minha paciência se esgotou nesse segundo. respondi alto e grosseiramente, admito, que ela não tinha nada que deixar, que eu IA pegar aquele mesmo ônibus amanhã e depois, para poder pegar as minhas provas no meu colégio, e, se ficasse de recuperação, ia pegá-lo quantas vezes me fosse necessário. parece que a ignorante - no sentido de ingênua, que acredita em tudo que a televisão dita- se ofendeu, e me pediu, no mesmo tom, que tirasse o dedo da cara dela, e abaixasse o tom, não era minha mãe. é, ultimamente não faço essas coisas nem com a minha mãe. e me desculpei e me toquei que, coitada, a pobre da cobradora de ônibus simplesmente não sabia o que estava acontecendo, por completo. muito menos o que tinha acontecido comigo mais cedo. achei justo que não precisasse me justificar. e fiquei totalmente envergonhada. e percebi que, às vezes, a ignorância é a melhor coisa do mundo. pessoas que passam a vida sem saber de certas coisas, na certa, são mais felizes, mais simples. o sofrimento ao qual o desejo por conhecimento leva... o sofrimento que o desejo causa... qualquer desejo. nirvana= ausência de desejo, plenitude. this is my nirvana, my ultimate domingo, 25 de janeiro de 2004 hoje é aniversário da minha avó.
a minha vó é uma avó fora do comum. ela não é fofinha...
ela é mais grossa que um monte de homem machão por aí.
se ela não gostar de você, já era...
ela já falou todos os seus podres por aí.
e se ela gostar, também fala, e é engraçado ouvi-la falando mal dos outros...
porque hoje a praia da barra tava o ó do borogodó!
bancos de areia, piscina, águas calmas, sol...
tudo o contrário da praia do outro dia (leme)
os contras eram:
1- tive que cavar um buraco até a china com os meu primo
2- tive que parar de vagabundagem e estudar química pra amanhã.
logo tive que parar, porque teve almoço pra vov's lá na casa dela (que é a mesma do meu pai) e todo mundo apareceu lá.
aproveitei que meu pai teve que resolver uns "problemas" em laranjeiras, e vim pra casa. sábado, 24 de janeiro de 2004 minha tia ângela e os meninos chegaram de sampa.
e graças a allah um dia essa festança pelo 450o ano de são paulo um dia vai acabar. e nunca fiquei tão cheeeia de ouvir "alguma-coisacontece-no-meu-coração que-só-quandocruzaipirangueavenida-são-joão". aaaargh! mau-humor que não sai de mim. e ainda tem mais química. sexta feira, 23 de janeiro de 2004 eu ia ao cinema.
eu ia à casa de uma hippie. fiz nada. só passei na casa da vic e ficamos jogando forca (com maquete do bonequinho e tudo) - minha palavra foi procrastinar - e desconfio e copo d'água, até que o meu pai se mostrou invencível, e fomos pra casa dele. dormi no meio do jogo do brasil, até porque renunciei desse negócio de futebol. /hand in my pocket - woodstock quinta feira, 22 de janeiro de 2004 fiquei enrolando e não estudei porra nenhuma o dia inteiro.
só quando fui pra casa da ana, ter a ajuda do judson, pré-engenheiro químico. ele é um ótimo professor, disse que eu estava sabendo do que se tratava - diferentemente de muitos outros alunos dele - e eu fiquei feliz por não me sentir perdida... cheguei bem tarde, e o fê já tinha ligado. ele já está no paraná. engraçado que era eu quem sempre ficava falando que a gente precisava desgrudar por uns tempos - that we should be careful of how much time we spent together - e estou lidando mal demais com essa separação (pelo menos pelas primeiras horas) pro meu gosto. apesar dos meus recentes ataques de "o que estou fazendo nesse relacionamento?". e ouço "centerfolds" 12 vezes a cada hora. come on, baltazar, i refuse to let you die come on, fallen star, i refuse to let you die cause it's wrong and i've been waiting far too long it's wrong i've been waiting far too long for you to be be be mine <'viva a autopiedade' mode on> . quarta fiera, 21 de janeiro de 2004 aniversário da pat. mamãe me levou à praia. só que tava horrível, ventando, "areiando" em mim, mar agitado, muito sol/pouco protetor solar, e havia uma séria competição entre vendedores ambulantes pela atenção dos 5 banhistas presentes que tava dificultando a minha leitura... mas ok. a verdade é que eu só queria ter conseguido respirar... :] eu e o felipe nos vimos por uns segundos. e ele levou meu discmannnnn... from now on i cannot disc any man! hahaha. eu tenho feito piadas tristes assim. . terça feira, 20 de janeiro de 2004 [biscoitos de polvilho de queijo podem ser bem enjoativos quando querem]
saímos da casa da maria paula e, como sempre, o quatro-dois-dois nos provem assuntos pertubadores e esquisitos. tudo por causa de um sonho. não era o conteúdo que me pertubava, mas sim o fato de ser um tema recorrente na minha "vida ao vivo". acabou que ficou tudo bem, porque não dá pra não ficar tudo bem depois. i feel uncomfortable talking in code. wish i did not feel guilty nor stuck. a girl can't have it all. not even another girl. WHAT CAN YOU DOOOO, THO? corremos pra ver o último samurai. é foda, e eu acho o tom cruise um bom ator. mas o ken watanabe me deixou impressionada. eu realmente acreditei que o personagem era ele... ou eu sou muito boba?
vão ver o filme. sim, é um blockbusterzão, e uma superprodução, mas adivinha- eles até falam japonês. é, socorro, esse blog tá ficando metido a cinéfilo. blergh! ah, é mesmo! como hoje é dia de são sebastioooone do rio de janeiro, o multishow passou (de novo) a maravilhosa sinfonia do rio de janeiro de são sebastião, comandada pelo francis hime e os maiores/melhores cantores e instrumentistas do país. :] minha cara de felicidade foi o ó. Dante, se pintasse Nessas paradas aqui Talvez proclamasse: O purgatório é aqui! segunda feira, 19 de janeiro de 2004 o anthony hopkins tem umas técnicas legais de atuação: "não atue. leia 500 mil vezes o texto". e tá certo. mas precisamos de improvisação nas nossas vidas. (vindo da senhora "minhas-improvisações-nunca-dão-certo")
meu irmão e cunhada me levaram à casa da maria paula. taiguara e felipe estavam lá, vendo os simpsons. vimos um documentário sobre atlântida- e no fim não falou se existiu ou não. o fê achou o santo graal (tadááá!) - pizza de sonho de valsa (bombons sonho de valsa). ele amou. acho que vou far de aniversário pra ele uma pizza gigante de sonho de valsa. :] o marco tinha razão - quando a gente cria um fotolog, a gente fica com preguiça de escrever direito e uma coisa útil. por isso acho que vou fechar o meu. tenho muitas fotos, mas não dá vontade de postar nenhuma. as pessoas não se sentem atraídas por elas. :/ domingo, 18 de janeiro de 2004 felipe apareceu na casa do meu irmão, e vimos ,
e
(snatch - porcos e diamantes, austin powers 3 e lembranças de um verão - acho que é isso) foi um dia bem legal, calmo, engraçado e filosófico. nós precisamos sempre ter dias assim. sábado, 17 de janeiro de 2004 hey, hey, it's saturday night. fiz nem nada. it's wrong and i've been sleeping all day long fui pra casa do meu irmão, que fez a gentileza de me convidar pra passar uns dias lá quando eu tava precisando. tiamo. vi este filme:
é legal quando o chico aparece, logo no começo. o filme de sacanagem com filme de detetive mais legal. lembrei da época que nós brincávamos de elas por elas... hehehe . sexta feira, 16 de janeiro de 2004 [nada como se drogar com pinque flóide] o renato fez uma reuniãozinha na casa dele, e foi super legal. foi engraçado/estranho/thrilling/excitante re-encontrar mariana. call it negligence, i don't care. as coisas mudaram, mas, de alguma forma, tá tudo igual, e nossa convivência durante as poucas horas que estivemos lá juntas não foi forçada e akward. falamos até sobre shampoo e malhar (e EU não sou esse tipo de garota - foi influência do álcool). enfim, espero que ela esteja feliz. vamos combinar de sair. jogamos váários jogos legais e renato me filmou cantando coisas. deve ter ficado o ó. senti falta da anita. mas abafocaso. ah! renato me deu o primeiro pedaço do bolo. uma coisa que me emocionou, né? não consegui comer muito porque tinha comido outras coisas em demasia. mas renato é uma pessoa que sempre tem dessas surpresas na cartola. achei superbonitinho, e nem achei que merecia tanto assim, porque a gente só conseguiu se falar direito nessas férias. tinham pessoas que mereciam bem mais, mas entendo a incapacitação dele... ;] troco nada pelos amigos não, eu hein. quinta feira, 15 de janeiro de 2004 aniversário do renato. aniversários do renato são bisonhos e engraçados. esperar até amanhã. descobri que tinha visto boa parte de adaptation, sim. what a clever/sad movie fezim veio aqui pra terminarmos de ver brazil. fui jantar com o irmão, cunhada, pai, madrasta e meio-irmão. pizza. mas é isso aí. ele tem uns filmes muito bonitos e uns filmes trash. mas tive a maior nostalgia, todo aquele lugar, a apenas um andar acima de toda a minha tenra infância. chovendo horrores, o barulho do rio ajudava na ilusão de que o mundo desabava nas nossas cabeças. e o brasil perdeu. mas tá muito mais perdido do que todo mundo imagina. e nem ligo (x2). ninguém tá entendendo esse post. nem eu. (x3) chega! chega! chega! quarta feira, 14 de janeiro de 2004 [self editing. a good thing to do] vi os primeiros 15 minutos e a última meia hora de adaptação. tentei estudar química. passei na casa da vic e me desculpei à carol por ter estado meio bitchin nos últimos dias. ![]() pápá pá pá. terça feira, 13 de janeiro de 2004 fui tocar com o nhá
na casa dele. ![]() tocamos alanis, per amore, ana júlia e ele tocou placebo... buááaá. vimos uns vídeos doidos que me deixaram pensaaando. i know i am supposed to figure something out i know i have to start writing, but i don't quite know what or where to start. [maratona kevin smith] vimos barrados no shopping e o balconista.
![]() o balconista foi o primeiro filme que vi esse ano. vi na madrugada do dia 1o, antes do meu namorado quase ficar sem mão. aliás, pode-se dizer que o kevin smith foi meio que o responsável pelo decepamento (ai, que horror) do meu namorado. what if there where no more arguments? that'd be a shame/ that'd be impossible, cause you would be bored and you wouldn't want it any other way. (alanismorissette.weekends) segunda feira, 12 de janeiro de 2004 acontece que eu e carol íamos surfar. :P imaginem, eu, surfando. mas não deu onda (hihi). mesmo assim, fui com a beth e kaco e mami à praia de ipanema. foi bem divertido e encontramos figuraças tipo o dani e andré e alice e letícia e outro andré e cesinha. o dezin tá com problemas nas costas, levou um monte de pontos... my compassion passamos um tempo lá, mas depois a chuva nos afugentou. eu, felipe e as meninas de ontem íamos à lagoa, nos despedir da rafaela - que volta amanhã pra campinas - e também encontrar com a aniversariante de ontem, mas furou. carol e rafa e fê vieram pra cá, demoramos a decidir o que íamos fazer, até que optou-se por alugar um filme na cavideo. (eu acho estúpido pagar uns reais pra ir alugar um vídeo, mas estávamos entediados...) então, alugamos este filme:
legal, mas dormi, segundo eles, nos únicos 20 minutos sérios do filme. achei mais fraquinho que a vida de brian e em busca do cálice sagrado mas vale a pena. domingo, 11 de janeiro de 2004 ![]() hoje é o aniversário da paola. aqui estou eu, 3am. ouvindo 3am, do matchbox 20 nada a declarar, só pra ver se eu aprendi direitinho a postar nessa coisa. "it's 3 am I must be lonely when she says baby well I can't help but be scared of it all sometimes" música batidinha... situação atual deprimente. nada de produtivo. -------- foi um monte de gente pra casa do fê jogar rpg. uma campanha de idade nas trevas com pessoas que não sabem se concentrar. acho que o meu (novo) problema com rpg é que você fica sentado, você não tá mesmo fazendo as coisas, tá dizendo que tá fazendo... do tipo: "aí eu mando um 'vai se foder' e saio andando." peraí, gente, interpretar um papel é assim? principalmente por ser um roleplaying game de mais diálogo do que qualquer coisa, deveria ser tudo e live action, tudo, você realmente interpretando. ficaria muito mais denso e verdadeiro. depois as pessoas foram embora e a gente (felipe,eu, carol e rafaela) se encontrou com o marco, pra vermos a peça nosferatu. ![]() encontramos a maria paula, taiguara, e todos os amigos do gênero, com quem não tive a oportunidade de papear. a peça foi legal- apesar de concordar com alguém que disse que o texto tava meio difuso e sem rítmo no início. queria ter tido a idéia de conseguir ficar em cima do muro, no julgamento. não em cima do muro, mas mostrar que é impossível julgar uma coisa pro bem ou pro mal só por ela nos ser estranha e diferente. me identifiquei com o fato de ser diferente, e já estou acostumada a ser julgada por isso - apesar de, hoje em dia, tudo ser mais mascarado. as pessoas vieram pra cá pra ver rapisódia em agosto, mas não vimos nada. eles conversaram e eu boiei a maior parte do tempo - o que, por incrível que pareça, não foi tão ruim assim. depois eu tava cansada, e eles foram pra casa do felipe ver animes. e eu não sou imune a ciúmes. PS: uma atriz da peça era uma mistura de mariana, débora e vanessa. angúúústia. |
não vá se perder por aí sutil como um paquiderme purgatorying vide bula o sonho não acabou unpredictably... guerreiros cp2 almost us fotolog | |
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