Magnotico - Livro Terceiro

 

A minha conjunção com a poesia continua e é contínua, pelo que tenho já reparado. Nos primeiros anos ainda me julguei um poeta de conveniência, por só escrever quando a tristeza e a angústia (próprias da adolescência) me apartavam os sentimentos.

Com o efectivo crescimento físico, psíquico e, obviamente, social, a minha escrita consolidou-se cada vez mais na minha vida. Já não era o triste poeta que lamentava em versos o que se passava dentro de si, mas com uma visão mais aberta sobre o redor. E este livro já reflecte muito desse novo EU. Maior é o número de composições em que reflicto sobre o meu redor, claro está, nunca deixando de me colocar na escrita, mais que não seja pela própria visão.

Nesta compilação de poema decidi, ainda, aglomerar outros escritos nos seguintes sub-livros; A mente paixonada e Nação. O primeiro remete-se a uma subjugação da paixão sob o corpo, onde o último se submete aos caprichos sentimentais amorosos que a mente segrega. O outro remete-se a uma fraca tentativa de criar uma nova epopeia.

Esta compilação é, em certo modo, intemporal. A mente paixonada jamais terá fim num ser que vive sob um signo de paixão efusiva. A Nação jamais terá fim, até que a própria nação se finde... No entanto, os que aqui apresento, foram escritos entre inícios de 2005 e princípios de 2006.

 

Amorte Ao muro As pessoas Barrote
Cravo de rua Dama Dor Ergo
Incertezas Inúteis Lágrimas Latitude
Loucura Mais forte que ele Nas colheres Ode do Oriente
Outeiro Perdão Portões largos Se a noite fosse fria
Sombras Suavemente Veias Vertigens

A mente paixonada (brevemente)

Estranho Maior que eu Só por ti

Nação (brevemente)

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