Tudo
começou num determinado congresso científico. Se você
é estudante e já participou de algum congresso você
sabe que nem sempre as acomodações são modelos
de luxo e conforto. Mas, esse fato é parte importante das conversas
pós congressos quando todas as desventuras são contadas
e todos se divertem com isso. Por esta razão espero que o conforto
demasiado dos estudantes nunca seja uma grande preocupação
dos organizadores de congressos.
Bem, voltando ao que interessa. Estavamos alojados em salas de aula
como de costume. Era um edifício de dois andares com muitas salas,
e portas vai-e-vem, como saloons de filmes de velho-oeste, separando
os corredores. Havia um banheiro por andar, mas esses banheiros não
tinham chuveiros. Os banhos eram tomados nos ginásios que ficavam
a meio caminho dos recintos de palestras que, por sua vez, ficavam mais
distantes ainda.
O mais problemático disso tudo era o banheiro dos alojamentos
que serviam para nosso alívio diário. A não ser
que você seja muito desencanado, usar um banheiro muito requisitado
é um saco, Principalmente com relação à
higiene.
Heis que alguém de um seleto grupo de três pessoas do nosso
IBILCE (não sei se foi
o Jou, o Belluco ou o Henrique) descobriu que lá no fundo do
saguão do auditório principal haviam banheiros muito pouco
freqüentados.
Pequenos, mas aconchegantes, esses aposentos eram decorados e até
espelhados.
À nossa descoberta demos o nome do auditório ao qual pertencia
e, para que a boa nova não se espalhasse e estragasse nosso sossego,
na hora do aperto diziamos que precisavamos falar com o Florestan.
Dê
uma olhada na www.merdolandia.com
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Bom divertimento!