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QUANTIDADE
NÃO SIGNIFICA QUALIDADE
Ao
contrário do que é comum pensar-se, comer muito não
é sinônimo de comer bem, e uma criança
gordinha, embora possa parecer saudável, pode não
estar a fazer uma alimentação equilibrada, o que
lhe trará problemas no futuro. Os pais e educadores
devem estabelecer a disciplina nas refeições, quer
em termos de horários, locais ou dos próprios
hábitos alimentares das crianças. Lembre-se: da
alimentação do seu filho em criança
dependerão, muito provavelmente, os seus hábitos
alimentares no futuro.
A
criança não deve estar constantemente a comer fora
das refeições, sobretudo se for guloseimas. Algumas
crianças tendem a queixar-se constantemente de fome e,
muitas vezes os pais cedem quando o não deveriam fazer. Se
o seu filho pedir constantemente comida fora das refeições,
faça o possível por dar-lhe líquidos em vez
de sólidos, sobretudo água. Contudo, a vontade
constante de comer manifestada pelas crianças pode não
advir apenas de maus hábitos alimentares e sim de reais
questões de saúde (lombrigas, por exemplo) pelo
que, se o problema persistir, é aconselhável
consultar um médico.
Uma
refeição equilibrada Em termos gerais, uma
refeição principal equilibrada deverá ser
composta por uma parte maior de hidratos de carbono com amido
(arroz, massa e cuscuz ou batata, feijão e ervilhas),
acompanhada de uma parte menor de alimentos protéicos
(carne, aves, peixe, ovos ou feijão). O consumo de
gorduras devem ser feito em quantidades mínimas.
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