Assédio moral ou psicológico na universidade |
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Formas
de assédio psicológico na universidade
Normalmente,
o assédio moral ou psicológico é identificado como
uma prática entre pessoas de níveis hierárquicos ou
posições de poder diferentes (empregador / empregados; chefe
/ subordinados; pai / filhos). No caso dos ambientes escolares e, em particular,
nas universidades, normalmente se aplica esse conceito para a relação
entre professores e estudantes, sendo os agressores pertencentes ao primeiro
grupo.
Os estudantes também não podem tratar os professores de modo desrespeitoso, mas o exemplo deve ser sempre dado pelos docentes - principalmente por causa da diferença de hierarquia, que dificulta ou impede que o estudante responda "à altura". Os estudantes têm o direito de fazer perguntas e de procurar melhorar seus conhecimentos, sem sofrerem humilhações pela sua falta de conhecimento. Os estudantes têm o direito de fazer críticas aos professores e a qualquer característica da universidade. Essas críticas devem ser feitas de modo educado; devem ser ouvidas e servir para o aperfeiçoamento do curso, não devendo servir de motivo para perseguições e discriminações com relação aos estudantes que apresentam críticas. Os estudantes não têm a obrigação de aceitar ordens injustificadas, ou de aceitar idéias que não foram apresentadas com argumentação convincente. Nem os professores nem os estudantes são perfeitos, mas o ambiente deve se pautar por um comportamento ético, de decoro e dignidade, de cooperação, diálogo e de busca de aperfeiçoamento por parte de todos. Liderança, autoridade e competência não podem ser confundidos com um direito a se tornar um carrasco ou ditador. A atitude de “você vai ver quem manda aqui” lembra presídios e campos de concentração, e não uma instituição de ensino digna desse nome. O respeito acadêmico se estabelece gradualmente, à medida que as pessoas conhecem a capacidade intelectual e o comportamento ético do profissional. Não pode ser imposto pelo medo, por agressões. O assédio psicológico não pode ser tolerado no ambiente das escolas ou universidades, por vários motivos. Trata-se de violações da honra e da dignidade da vítima; são ações covardes, que se escoram sob uma relação de desigualdade de posição; não são comportamentos inerentes à condição humana, sendo ações violentas injustificáveis; não contribuem para o desenvolvimento dos indivíduos nem para o sucesso das instituições e dos empreeendimentos. Em nenhuma situação - nem mesmo em presídios e situações de guerra - pode-se considerar correto ou justo humilhar e degradar um ser humano. ... mais exemplos |
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Porém, não podemos prometer nenhuma resposta. |