Leia
também sobre o IBOPE, o maior medidor de
audiência de TV
Televisão e Audiência
Antes que cheguemos ao nosso tema
alvo (Audiência), seria bastante enriquecedor
fazermos uma retrospectiva no tempo e vermos como
surgiu a audiência na televisão brasileira.
Então, vamos começar!
O nascimento da audiência:
Início de uma guerra
Como já é do nosso conhecimento, a
televisão chegou ao Brasil na década de 50 (18
de Setembro de 1950) trazida por Francisco de
Assis Chateaubriand Bandeiras de Melo, o
"Imperador da Comunicação" do país.
A primeira emissora de televisão nacional se
chamava PFR-3 Difusora, posteriormente a Tupi de
São Paulo. Quatro meses depois, entrou no ar a
TV Tupi do Rio de Janeiro.
Nos primeiros seis meses, a Tupi só
tinha cinco horas de programação (18:00 às
23:00), que contava com filmes, espetáculos de
auditório e noticiários. Eram muitas vezes,
adaptações de programas de rádio e peças
teatrais para a televisão.
Até o final da década de 50,
funcionavam as TVs Tupi, Record (1953) e Paulista
(1952) em São Paulo; TV Tupi, Rio (1955) e
Excelsior (1959) no Rio de Janeiro; Itacolomi
(1956), em Belo Horizonte.
Nos primeiros dez anos de
televisão, os aparelhos televisores eram artigos
de luxo (só haviam 12 mil no Rio e em São
Paulo). Mas com o tempo e o crescimento da
produção, o preço dos aparelhos foi se
tornando mais acessível. Em 1958, já eram 78
mil em todo o país. Com isso, as emissoras foram
também se instalando em outros estados: a
televisão ampliava sua área de penetração,
automaticamente sua audiência crescia e
começava então, a atrair as agências de
propagandas e anunciantes. Aí é que estava o
"pulo do gato"...
Os anos 60 consolidaram a TV no
Brasil. Na disputa pela verba publicitária, ela
assume, definitivamente, o seu caráter
comercial: começa a briga pela a audiência! Uma
briga que dura até hoje, cada vez mais acirrada,
com lances e estratégias dignos de uma guerra.
Essa década, ainda viu nascer os programas de
auditório de grande repercussão e audiência.
Na TV Paulista, Sílvio Santos já apresentava shows
populares e dividia, desde então, a audiência e
o interesse dos telespectadores.
A TV Rio entrava na briga pela
audiência com a produção de shows e programas
humorísticos. A TV Excelsior também investia
nessa fórmula, além da produção de novelas.
Em 63, ela contratou a maior parte do elenco da
TV Rio e passou a disputar os primeiros lugares
de audiência.
Em 26 de abril de 1965 entrava no ar
a TV Globo, "criada" pelo jornalista
Roberto Marinho. No início, ela apelava para um
caráter popular, e logo depois, vai
expandindo-se por todo o território nacional. E
no dia 1º de Setembro de 1969, ela lança a
primeira transmissão em rede nacional. Entrava
no ar para todo o Brasil o Jornal Nacional.
O telejornal era (e ainda é) gerado no Rio de
Janeiro e transmitido para todo o país pelo
satélite Intelsat da Embratel.
Talvez, o leitor esteja estranhando
todo esse meu aprofundamento na TV Globo, mas é
claro, isso tem uma explicação: é porque essa
emissora, em decorrência do insucesso de outras
emissoras, viria a ser a grande campeã da
audiência brasileira.
Em São Paulo, A Record e a
Bandeirantes, abaladas por incêndios, tiveram
sua produções profundamente prejudicadas. A
Record, voltou sua programação para filmes
estadunidenses. A Bandeirantes, começou a
produzir musicais da música popular brasileira,
de boa qualidade, mas sem muita audiência. A
Tupi estava passando por dificuldades e a
Excelsior, ao completar dez anos de existência,
teve a sua concessão caçada pelo governo
militar. A causa disso foi que o Grupo Simonsen,
que a havia criado, enfrentava problemas com o
regime militar instaurado em 1964.
Dando um grande salto de 3 décadas,
podemos dizer nos anos 90, já sem o regime
militar, desde o final da década de 70, não é
mais surpresa na TV brasileira habituais
transmissões ao vivo de eventos esportivos, de
acontecimentos do outro lado da Terra, a
divulgação de imagens fortes, históricas,
marcantes.
Com a implantação da TV por
assinatura, as grandes redes de TV abertas
começaram a perceber que teriam novos desafios
pela frente para manter a audiência.
É um momento divisor em torno do
mercado. Estratégias são revistas; algumas
emissoras enfrentam momentos difíceis e, em
crise, passam a ser alvo fácil de grupos
religiosos. Em outras, a solução passa pelo
aparecimento de vários programas de auditório
de estilos semelhantes, sensacionalistas e
apelativos, que discutem em público a
privacidade das pessoas; talk-shows, os debates e
programas de entrevistas, também surgem ao lado
de grandes reportagens, sempre prevendo menos
recursos gastos e mais popularidade. É enfim,
uma época marcada pelo vale-tudo para as
emissoras brasileiras em nome da conquista de
pontos no índice de audiência.
IBOPE
Vamos agora, tentar entender um
pouco como é feita a medição da audiência. O
IBOPE é o mais utilizado método para essa
medição. Então, vamos ver como ocorre.
O IBOPE Instituto Brasileiro
de Opinião e Estatística, foi fundado em 1942 e
além de ser o primeiro instituto de pesquisa de
mercado e de comunicações da América Latina,
já estava presente quando a televisão foi
introduzida no Brasil (Junho de 1950).
No decorrer dos anos, o IBOPE ganhou
grande credibilidade, tornando-se o maior
pesquisador de opinião pública do Brasil e em
muitos países da América Latina. Hoje, ele é
um dos mais respeitados institutos de pesquisas
de todo o mundo.
O primeiro método para realizar as
pesquisas relacionadas à televisão eram feitas
na base da surpresa: os funcionários iam de casa
em casa para saber o que as pessoas costumavam
assistir. Naquela época a audiência era medida
pelo número de casas e não pelo número de
pessoas. O motivo disso é que naquela época era
costume das famílias se reunirem para assistir
televisão. Essa técnica foi utilizada até
1986, na maioria dos estados onde a medição era
feita.
Apesar desse método, em 1970 o
IBOPE comprou uma empresa que media a audiência
através de "people meters", um
aparelho que verifica e registra de 60 em 60
segundos em que canal a televisão está
sintonizada. Esse método é utilizado até hoje.
Mas apesar disso, é claro que os técnicos vem
aperfeiçoando os "tevêmetros", para
que eles fiquem sempre mais potentes e mais
seguros contra burlo.
Esses pequenos aparelhos estão
distribuídos pelo Brasil, num total de 2,2 mil
casas (só na Grande São Paulo há 660). Pode
parecer pouco, mas cada família, representa um
certo número de famílias.
A medição do IBOPE é feita
diariamente em todo o país pelo Painel
Nacional de TV (PNT), mas além dessa medição
também é feita uma instantânea. Mas essa
última é realizada só em São Paulo.
OBS.: Está previsto um aumento para
o segundo semestre deste ano (2000) de 2,2 mil
"people meters" para 2,6 mil. E essa
tecnologia chegará também a Salvador e a Recife
(atualmente esses equipamentos coletam dados de
São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Belo
Horizonte e Curitiba).
A pontuação do IBOPE
São Paulo tem uma audiência
correspondente a 15,7 milhões de pessoas. Um
porcento desse total é igual a 157 mil pessoas
(em média). Já em audiência domiciliar, o
estado possui 4,27 residências com TVs; 1% seria
o equivalente a 42,7 mil casas.
O PNT representa 12,7 milhões de
casas com aparelhos televisores. Um porcento
disso é igual a 127 mil domicílios. Já em
pessoas, corresponde a 47,9 milhões de
telespectadores; 1% é igual a 479 mil pessoas em
escala nacional (em média). Como o PNT abrange
apenas 54% dos domicílios com TV, podemos dobrar
o número de pessoas, o que daria mais ou menos
900 mil telespectadores em todo o Brasil. Então
está aí a resposta para uma pergunta que muitas
pessoas se fazem:
1 ponto no IBOPE é igual a
900 mil pessoas.
Um grande problema que ocorre, e que
é responsável por grande parte das retiradas
dos programas do ar é que as pessoas pensam em
audiência de uma maneira errada. O que acontece
é o seguinte: ao invés de levarem em
consideração a audiência de todo o Brasil,
levam em consideração a apenas a audiência de
São Paulo. Isso é lamentável, já que São
Paulo não é o único estado brasileiro.
Outra coisa que precisa ser levada
em consideração, é que não é porque num
determinado momento um programa não vai bem na
audiência, que ele deve sair do ar. Essa
negligência poderia ser evitada, analisando o
que não está agradando o público.
Quando uma emissora muda muito a sua
programação o público acaba ficando confuso, e
maior é a probabilidade dele abandoná-la.
Portanto, respeito ao telespectador é muito
importante para sua fidelidade em relação à
emissora.
TV a cabo e o IBOPE
A medição da audiência da TV a
cabo no Brasil já é feita. Mas essa medição
é feita num tamanho que não é considerado
suficiente.
Isso acontece porque a entrada da TV
paga aqui não teve o crescimento esperado. Ela
cresceu apenas até os 11% e parou.
Para que a medição da audiência
seja mais precisa, é preciso que aumente o
número de assinantes de TVs a Cabo.
Por que é a audiência que dá
lucro para uma emissora?
Essa
pergunta é fácil de ser respondida e não será
preciso entrar em maiores detalhes nesse tópico.
Quando
dizemos que uma emissora ganha dinheiro ou não
por conseqüência de sua audiência queremos
dizer o seguinte: Quando um canal de TV tem uma
boa audiência, obviamente muitas pessoas
assistem a sua programação e automaticamente
mais anunciantes querem inserir suas propagandas
nessa emissora.
O
custo para a inserção desse comercial depende
da audiência do horário desejado. Por tanto,
tomando a TV Globo por base, um comercial no
horário da manhã (por volta dos 10 pontos), que
não tem muita audiência, não custa o mesmo
preço que um comercial no horário do Jornal
Nacional (média de 41 pontos de
audiência)e na "novela das oito"
(entre 45 e 47 pontos, com picos de 52 e 57
pontos), que constituem o horário nobre, que tem
bastante audiência. É claro que o primeiro é
muito mais barato que o segundo!
Então,
muita audiência = maior custo para inserção de
comerciais, e menor audiência = menores custos
para inserção de comerciais.
Audiência, Erotismo e Violência
na TV
A novela Uga Uga teve altos
índices de audiência, conseguindo grandes
recordes. Ela conseguiu atingir 51 pontos no
ibope, ou seja, o maior índice em 6 anos.
Tudo poderia estar bem, se não
fossem os recursos utilizados pela direção da
novela: Há notoriamente a exploração sexual
dos atores. Mais da metade da novela é
constituído por cenas de nudez, violência e
sexo praticamente explícito.
E o pior de tudo, é que há grande
hipocrisia por parte da emissora. Podemos afirmar
esse fato porque a TV Globo entrou com uma ação
judicial contra uma emissora concorrente, o SBT,
por causa de um quadro do programa Sabadão
Sertanejo, em que mulheres dançam
sensualmente em baixo do chuveiro com roupas que
possibilitam a exibição de seus corpos através
da transparência causada pela água.
Aqui, eu não estou elogiando ou
aprovando essa maneira de ganhar audiência, mas
o problema é que a TV Globo usa o mesmo método,
mas de uma maneira um pouco mais sutil. O que a
Globo fez, foi tentar denegrir a imagem do SBT,
já que este causa sérias preocupações quanto
a audiência.
Não são apenas estas duas
emissoras e estes programas que têm este tipo de
programação. O Programa Raul Gil, da
Rede Record, usa como arma para chamar
audiência, muitas vezes, crianças imitando
grupos como "É o tchan", "Cia do
Pagode", "Tiazinha", entres
outros. Usam essa técnica sem pensar nos danos
que podem causar futuramente às crianças (vida
sexual precoce ou até mesmo promíscua). Esse
mesmo tipo de atrativo à audiência também é
usado pelo programa Festa do Mallandro,
da CNT e pelo Domingo Legal, do SBT.
Além da técnica citada acima,
usa-se também mulheres semi-nuas, com
"micro-biquínis" dançando, o que dá
uma tremenda audiência.
Quanto a violência, o que ocorre é
uma coisa quase que absurda: os próprios
programas voltados ao público infantil são
violentos. A exemplo disso temos os desenhos
"infantis". Como exemplo, vou usar aqui
o Digimon da TV Globo.
A história desses seres é a
seguinte: Tudo começa quando sete crianças que
estão num acampamento e são transportadas para
o planeta dos monstrinhos. Cada criança fica
responsável por uma dessas pequenas criaturas; e
eles começam a lutar contra inimigos. E por aí
vai...
Tudo parece ser bem lindo se não
fosse por alguns detalhes, por exemplo as ações
das personagens, que dizem a todo momento que
precisam se vingar de "fulaninho",
lutar e matar "beltraninho". Olhando à
primeira vista, pode parecer uma coisa boba, mas
prestando mais atenção, qualquer um pode
observar que isso é altamente prejudicial para o
relacionamento da criança tanto em casa, quanto
na escola, ou em qualquer outro lugar. O pior de
tudo é que muitas vezes os pais não prestam
atenção nesses pequenos detalhes, que podem
fazer grandes diferenças.
Voltando um pouco a numeração do
IBOPE, na estréia, o desenho rendeu uma média
de 13 pontos de audiência, enquanto o SBT obteve
8 pontos com o Bom dia e Cia e a Record
7 pontos com o Eliana e Alegria. Vale
ressaltar que Digimon foi colocado no ar
para derrubar a grande audiência de Pokemon,
da TV Record, programa que segue a mesma linha
dos monstinhos globais.
Foi usado esse exemplo, mas existem
vários outros. Muitas vezes são desenhos
japoneses e enlatados estadunidenses.
Mas o uso da violência pela
audiência não afeta apenas a programação
infantil. O SBT, há alguns meses atrás, colocou
em sua programação o seriado estadunidense Oz,
que mostra o cotidiano dos presos de uma prisão
de segurança máxima. Estupros e massacres são
apenas algumas das atrações desse festival de
violência. Talvez seja por isso que ele é
classificado como o mais violento seriado de
todos os tempos!!!
É interessante lembrar que Oz
foi posto no ar para brigar com o Linha
Direta da concorrente global (por sinal,
também é um programa com considerável dose de
violência).
Os diretores das emissoras fazem
questão de dizer que esse tipo de programação
não afeta as pessoas, não estimula a
violência. Então, por que será que um menino
de 9 anos, igual aos demais meninos de sua idade,
matou a amiguinha de 7 anos com 40 facadas
tentando imitar o protagonista do filme Brinquedo
Assassino, o boneco Chucky? Essa fatalidade
aconteceu em uma Segunda-feira e o filme havia
sido transmitido na Sexta-feira anterior pelo
SBT. Não seria coincidência demais?
É isso que a guerra pela audiência
causa. O jeito, é os pais prestarem muita
atenção no que os filhos andam assistindo na
televisão.
Audiência em programas de
auditório
Para finalizar esse trabalho vou dar
um "zoom" nessa parte de audiência em
programas de auditório. As informações
contidas aqui foram dadas pelo Coordenador de
Produção do Caldeirão do Huck, Edu
Perez.
Em um programa de auditório, nós
temos dois caminhos: o programa gravado ou o
programa ao vivo. No programa gravado, na
edição você distribui as melhores partes entre
os blocos do programa. Já no ao vivo, é feita
uma pré-programação dos quadros do programa.
Mas conforme a variação da audiência, essa
programação pode ser mudada (o que acontece
muitas vezes).
Aqui vamos nos aprofundar um pouco
mais no programa Caldeirão do Huck, da
TV Globo e em seu principal concorrente, o Programa
Raul Gil, da TV Record.
O Programa Raul Gil é um
programa ao vivo enquanto o Caldeirão
é gravado. Isso dá uma grande vantagem ao
programa da Record, já que por ser ao vivo, pode
mudar a ordem de suas atrações em decorrência
da audiência.
O Programa Raul Gil entra
no ar antes do Caldeirão, brigando
assim com o Vídeo Show. Mas 15 minutos
antes de começar o Caldeirão, o
programa do Raoul coloca no ar um quadro de
grande audiência, geralmente o
"banquinho". Por este último ser um
quadro de longa duração, eles tentam com isso,
prender a audiência dos telespectadores em seu
programa, já que na maioria das vezes, quem
começa a ver uma atração desde o princípio,
raramente muda de canal sem ver o final.
Muitas perguntas surgem quanto a
distribuição dos "breaks"
(comerciais) pelo programa e quanto dura cada
bloco. Ao contrário do que muita gente pensa, os
blocos não têm a mesma quantidade de tempo. O Caldeirão
é um programa de 1 hora e está dividido em 3
blocos. O primeiro tem aproximadamente 16 minutos
e depois vai para um "break" de 5
minutos. Já o segundo bloco tem uma duração de
aproximadamente 24 minutos e depois vai para um
break com a mesma duração do anterior. E o
terceiro e último bloco contém aproximadamente
6 minutos. Já deve ter dado para perceber que os
blocos do programa têm a estrutura
pequeno-grande-pequeno. Mas por que isso ocorre?
A resposta é simples: quando um
programa entra no intervalo comercial é normal
que o telespectador mude de canal para procurar
outras atrações de seu interesse. O que ocorre
então? A audiência cai. Quando o programa volta
do comercial, demora um pouco a conseguir a
audiência anterior. Podemos, logo, concluir que
o presente bloco tem de ser grande. Porque se ele
for pequeno, quando conseguir alcançar a marca
anterior, ele estará voltando para o break e,
consequentemente, voltará a perder a audiência.
Agora que já entendemos essa parte,
vamos falar um pouco mais sobre os
patrocinadores. Antes do programa entrar no ar, o
setor de merchandising é quem corre atrás do
patrocínio. Dependendo do interesse da empresa,
o patrocínio ocorre ou não. Depois que o
programa já está no ar, o quadro apresentado
anteriormente reverte-se. As empresas é quem
vão a procura do programa para oferecer o
patrocínio. Em ambos os casos, os representantes
dos patrocinadores, a coordenação de produção
do programa e a direção fazem uma reunião para
decidir como o produto será apresentado durante
o programa. E então, programa e patrocinador
entram em consenso para que possam ser
satisfeitos os anseios dos dois lados.
Mas, é claro que as empresas vão
em busca de programas que estejam com uma boa
audiência. Até porque é um pouco difícil
alguém querer investir em algo que não lhe
traga lucros!
Resumindo, podemos dizer que
audiência na TV é sinônimo de guerra. E
infelizmente, como toda guerra, essa disputa não
traz coisas positivas para os pessoas, neste
caso, os telespectadores. Resta apenas a estes,
escolherem o que querem assistir. É claro que
existem os bons programas, mas na maioria das
vezes esses não saem em vantagem. Mas isso pode
ser revertido! Basta apenas que os
telespectadores queiram. Disse e volto a repetir:
É apenas uma questão de saber escolher.
Colaboração e
agradecimentos:
Edu Perez, Coordenador de Produção
do Caldeirão do Huck;
C.G.Com. (Central Globo de
Comunicação);
Produção do Vídeo Show;
Daniela, Alexandre e Mariana
Richard, da Produção do Planeta Xuxa;
Sr. Santos, Chefe de segurança do
Projac;
Telemar, que negociou a conta de
telefone;
E para finalizar, aos meus pais que
depois de um pouco de custo entenderam que o uso
do telefone foi extremamente necessário ! ! !
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