DA CÂMARA MUNICIPAL DE VILA DO CONDE
(Distribuidor Exclusivo: Brasília Editora)
| Boletim do Centro de Estudos Regianos Nº 4/5 | 2.600$00 |
| Nova História de Vila do Conde - António do Carmo Reis | 3.360$00 |
| Vila do Conde - Azurara - Eugénio da Cunha e Freitas | 3.675$00 |
| A Poesia na Actualidade - Antero de Quental - Centro de Est. Anterianos | 4.990$00 |
| Estudos Anterianos Nºs 3 e 4 (Preço de cada exemplar) | 1.050$00 |
| Os Expostos da Roda de Vila do Conde 1835/1854 - M Adelina Piloto | 3.360$00 |
| S. Gonçalo de Mosteiró - Subsídios Monográficos - Adelina Piloto e A. Monteiro dos Santos | 3.675$00 |
| As Fadas - Antero de Quental - encadernado (brochado - 1.260$00) | 1.890$00 |
| a Noite Intacta - (I)recuperável Antero - Eduardo Lourenço | 2.750$00 |
| Boletim do Centro de Estudos Regianos Nº 6/7 | 2.600$00 |
| Vila do Conde - História e Patrimonio - Eugénio da Cunha e Freitas | 3.675$00 |
—
Subsídios Monográficos —
Adelina Piloto e A. Monteiro dos Santos
Revivescer
o passado é construir, pedra a pedra, o multissecular edifício da História. O
tempo é o corrosivo mais violento que se conhece. Nada lhe escapa. Tudo gasta,
tudo destrói, tudo pulveriza, tudo aniquila, tudo transforma em pó que se
desvanece no infinito.
Com
uma persistência extraordinária, metódica e progressiva, vai carcomindo o
granito, desgastando o bronze, verminando o mármore, tornando obsoletos os códigos,
inadequados os processos e arcaicos os sistemas. Templos, monumentos, altares,
epopeias, costumes, hábitos, tradições, objectos de arte, utensílios
caseiros, apetrechos de pesca e amanho das terras, trajes, adornos — tudo
quanto estabelece união entre o presente e o passado vai sendo inexorável e
progressivamente demolido pelo rodar dos anos, dos séculos e dos milénios.
Reconstruir
o passado, a nossa memória colectiva, é feito meritório e digno da admiração
de todos, porque é uma espécie de relativa imortalização.
Com a obra "S. Gonçalo de Mosteiró — Subsídios Monográficos"
pretendem os seus promotores contribuir com objectividade e rigor para o
conhecimento da História da freguesia de Mosteiró, terra ancestral, linda e
hospitaleira, localizada no extremo sul do concelho de Vila do Conde, em ampla
colina, povoada de campinas férteis e verdejantes, onde sobressaem abastadas
Casa de Lavoura. Desta forma é pretensão dos entusiastas mentores deste
projecto, subtrair à acção devastadora do tempo vivências e factos, que
garantam a identidade dos Mosteiroenses, que ajudem a entender o presente e a
preparar melhor o futuro de Mosteiró.
Reunir documentos dispersos e de antemão condenados a desaparecer inglóriamente,
foi o objectivo primacial. O documento manuscrito e original, foi a base
fundamental do nosso trabalho de investigação. Neste particular, o realce vai
para as Memórias Manuscritas do Padre Joaquim Antunes de Azevedo (o Padre
Joaquim Antunes de Azevedo, legou à posteridade umas Memórias Manuscritas, sem
data, mas pela análise do seu conteúdo devem ter sido redigidas na década de
oitenta do século XIX), investigador probo e honesto, amantíssimo do passado.
Trata-se de uma fonte elaborada com clareza, realismo, pormenor e minúcia. Para
além disso, o recurso a outras fontes subsidiárias manuscritas e impressas,
foi uma constante ao longo de todo o processo de investigação. Na imprensa
local, regional e nacional fomos também beber, rico e diverso néctar
informativo, que nos permitiu a clarificação de muitas situações e o
enriquecimento global.
Os importantes e dispersos artigos do Padre Agostinho Antunes de Azevedo,
vieram em muitos aspectos corroborar as informações do seu tio, o Padre
Joaquim, e noutros, espraiar os nossos horizontes, e saciar a nossa sempre
crescente curiosidade.
O facto de a freguesia ter raízes muito entranhadas no tempo, levou-nos
ao estudo das suas origens onomásticas, enquadramento geográfico-administrativo
e a um apontamento de carácter demográfico. O desenvolvimento das estruturas
económicas, sociais, políticas, culturais, religiosas e desportivas
conduziu-nos do Mosteiró do passado à vivência do Mosteiró do presente. A
Igreja, local de culto por excelência, com os seus equipamentos anexos mereceu
um atenção especial.
Debruçámo-nos também, sobre os primórdios da feira da Lameira, a sua
ampliação, especificidade e dinamismo ao longo do tempo.
A Botica da Lameira, a mais antiga do país na posse da mesma família,
foi alvo igualmente de um tratamento detalhado.
Para
término do presente trabalho espraiamos o nosso olhar atento sobre o Mosteiró
da actualidade, com o seu dinamismo associativo, facho da juventude e do
progresso.
Antero
de Quental
Criar o gosto pela leitura e incentivar,
principalmente, junto dos mais novos, o hábito de corresponder às iniciativas
culturais, são objectivos que sempre têm norteado os nossos passos. E,
existindo uma forte ligação de Antero de Quental a Vila do Conde, O Centro de
Estudos Anterianos e a Câmara Municipal estão empenhados em dar a conhecer a
figura e a obra de um dos maiores nomes da literatura portuguesa. Por isso,
pensamos num projecto que envolvesse os alunos das escolas E.B. 2/3 do concelho,
propondo-lhes, a leitura do poema "As Fadas", que Antero escreveu para
o "Tesouro Poético da Infância", solicitando-lhes que expressassem,
através do desenho, as impressões que colheram na sua leitura.
Deste projecto, que representa uma frutuosa interacção entre a Escola e
as Instituições, resultou a edição deste livro, produto final de uma acção
que, dada a conhecer a todas as escolas do país, do mesmo grau de ensino, poderá
servir de inspiração a futuras iniciativas de divulgação da obra de
escritores portugueses.
(I)recuperável
Antero
Por:
Eduardo Lourenço
Centro
de Estudos Anterianos
Vila
do Conde
17cm
por 24,5 — 179 páginas
(Encadernado
a pano azul e letras a branco)
Não há na nossa literatura, nem mesmo Camões, poeta tão
naturalmente universal como Antero de Quental, dada a natureza ideal e
intemporal da sua inspiração e o conflito que a alimenta, pura interpretação
do espírito por si mesmo no meio de um mundo incompreensível. Nenhum objecto
empírico, natural ou histórico, é, ao menos nos Sonetos, matéria
determinante da sua poesia. Os Açores como qualquer outro. É como se estivesse
só no Universo, ilha pura, sem qualquer arquipélago.
Palavras de Eduardo Lourenço num dos ensaios sobre Antero de
Quental reunidos neste volume que o Centro de Estudos Anterianos se orgulha de
poder apresentar. Publicados ao longo de cerca de trinta anos, estes textos
constituem uma das mais brilhantes e significativas reflexões sobre a herança
espiritual, literária e histórica do autor dos Sonetos e das Causas
da Decadência dos Povos Peninsulares. (Vila do Conde, Novembro de 2000)
|
N |
ão sei que contemporâneo de Antero, creio que o
mesmo Eça, notou no autor dos Sonetos qualquer coisa de «antiquado».
Mais expeditivo, Oliveira Martins imaginou-o perfeitamente bem no século VI, na
companhia de S. Bento, ou no século XIII, na de S. Francisco. Com uns pós de
exotismo, o mesmo amigo e prefaciador dos Sonetos comparou-o a um monge
budista. Em suma, o herói juvenil e turbulento da sua geração, o agitador
memorável das «Conferências do Casino», o utopista do socialismo nascente,
era visto, mesmo pelos seus mais próximos, como uma espécie de personagem
deslocado, em trânsito ou sem lugar apropriado, alguém de um outro tempo ou de
um outro mundo.
Esta espécie de visão espectral de Antero, da sua figura e da sua
maneira de ser íntima, que o retrato de Columbano captou, não exemplifica a
banal incompreensão dos que nos cercam e, por isso, mais dolorosa parece. Esse
«desajustamento» irradiava do próprio Antero e mais que reflexo da inquietude
vital para a qual bem cedo não imaginou outro lugar de repouso que o da morte
consoladora, correspondia ao que não podemos deixar de referir, como é de
tradição, de «inquietude metafísica». Quer dizer, ao menos em termos de
banal caracteriologia espiritual, a um sentimento de radical perplexidade,
estranheza, dúvida, não a este ou àquele aspecto do universo, da História ou
da sociedade, mas da existência no seu todo. Em imagem que não é apenas da
ordem da metáfora, mas pura transposição do obscurecimento e da absoluta
perdição ontológica que é a sua, de náufrago num mar amargo, só o símile
da Noite, por ele tão dolorosamente evocada, configura a exacta inscrição do
seu destino.
O seu fascínio pela Noite não foi apenas herança romântica
exacerbada, filha ambígua do titanismo e da sua decepção como em Musset, e
muito menos a porta iluminada para um mundo mágico, o único real, aquém e além
da Morte, como em Novalis, mas consubstanciação, ao mesmo tempo intelectual e
erótica com a Morte. Ele a exprimiu no mais negro e inexpugnável verso da
nossa língua:
Morte,
irmã coeterna da minha alma.
E é desta visão intolerável para o coração e impensável para o
entendimento, que já por si anunciava ou pedia o gesto sem regresso com que a
fez vida no horizonte da morte, e morte como enigma puro, que data a ruptura, não
apenas da sua alma, mas da nossa antiga alma lusitana durante séculos acolhida
«na mão de Deus». ...,... (de: A
Passos de Pomba Capítulo I)
«BOLETIM DO CENTRO DE ESTUDOS REGIANOS»
Junho-Dezembro
2000 — Nº 6-7
Câmara Municipal de Vila do Conde
|
SUMÁRIO |
ACTAS DO ENCONTRO
INTERNACIONAL: JOSÉ RÉGIO, TRINTA ANOS DEPOIS. Apresentação — Giulia
Lanciani; José Régio e os seus leitores. Encontros e Desencontros
– A Ficção — Eugénio Lisboa;
Memória e Toada de Portalegre – Fernando J. B.
Martinho; Pessoa e Régio: Uma apaixonada relação difícil – Teresa
Rita Lopes; O outro Cancioneiro ou a hipotética presença de João
Bensaúde no último livro de poesia de José Régio» - Letizia
Grandi; Mário ou Eu próprio — o Outro – Piero
Ceccucci; Régio e Deus – Helder Godinho;
O duplo obscuro, ou seja, a tensão entre o ser e o parecer no Teatro de José Régio
– Manuel Simões; José Régio e a paixão
das antiguidades – a sensibilidade de um artista e de um místico – João
Marques; A presença de José Régio e o modernismo português – Sílvio
Castro; José Régio hóspede da Biblioteca Nacional – Fátima
Lopes; Os escritos de José Régio – uma memória preservada – Isabel
Cadete; Le tracce recondite di un percorso poetico: i versi dispersi
di José Régio – Enrico Martines; José Régio.
Autobiografismo e modernidade literária – Giampaolo
Tonini; Fado: a resposta de José Régio à crítica neorealista – Giorgio
de Marchis.
Documentos:
Colaboração de José Régio em publicações periódicas - «Cartas do nosso
tempo» publicadas na Seara Nova (cont.); Eça visto por Régio
(Homenagem do Centro de Estudos Regianos no Primeiro Centenário da Morte de Eça
de Queirós) — Camilo e Eça; — Sobre a Profundeza Humana; — Os Heróis de
Eça; — Um «Retrato de Eça de Queirós»
Não me espanta que se hajam espantado vários leitores com certas observações
que, num artigo há pouco publicado, me arrojei a expor sobre Eça de Queiróz.
Incidia uma delas sobre o que tenho por deficiência de vida interior na obra do
Mestre.
Será preciso declarar que me não proponho desvalorizar essa obra?
Denegrir esse mestre? Dado reduzir-se grande parte da crítica literária actual
a um ataque ou um louvor demasiado interessados e dirigidos, — talvez convenha
a declaração. Procurar quais os reais valores próprios de Eça de Queirós,
eis o que me interessa. Mas temos de ir devagar. Porventura teremos também de,
para a ver melhor, afastar alguns lugares-comuns sobre essa obra acumulados. Por
exemplo: Dizer-se que Eça de Queirós não é relevantemente psicólogo, poderá
parecer absurdo a muita gente. Porém a verdade é que o não é. Com isto não
quero afirmar que não possua certa forma de imaginação psicológica necessária
quer à efabulação dos seus conflitos, quer à construção das suas
caricaturas. Simplesmente, os seus conflitos ou não são dos que exigem
excepcional penetração psicológica, fundamental riqueza de vida interior, ou
não aparecem desenvolvidos no sentido de as exigir. Quanto ao talento de
caricaturista — notabilíssimo no Eça — julgo poder entender toda a gente
que não pressupõe nenhuma visão particularmente penetrante das subtilezas e
minudências da coisa caricaturada. Pressupõe, sim, apreensão dos seus traços
e feições marcantes.
Vários dos personagens do mestre são caricaturas; — e admiráveis
como tais! Perfeitamente justificável é a voga que atingiram. Admirável é,
no Eça, tudo quanto, na descrição animada dos seus personagens, releva dos
dons próprios ao caricaturista ou humorista. Mas os personagens que não são
caricaturados como que se nos esfumam continuamente na memória, neutros e vagos
à conta da sua pobreza de interioridade ou personalidade. Vivem, realmente, Luísa
e Amélia? Quem são? Quase meros suportes de dois ou três instintos
rudimentares, os seus amantes Basílio e Amaro vivem de vida mais intensa e
real? Mais humana? O Carlos da Maia, o Ega, O Jacinto, o Ramires, — indivíduos
sem dúvida superiores, não obstante os defeitos que lhes atribui, no juízo do
autor — acusarão, com efeito, uma íntima, pessoal, viva superioridade que
verdadeiramente se nos imponha? Haverá neles, de facto, uma vida interior que
os anime daquela poderosa humanidade das grandes criações romanescas?
Poderemos, ao menos, conviver com eles como tão imediatamente convivemos com os
personagens de Júlio Dinis? Julgo fácil poder afirmar que não; — mau grado
os pormenores destacantes com que o autor os anima, a justeza na descrição que
da sua gesticulação exterior empreende, o poder comunicativo da linguagem que,
autêntico mestre do diálogo, lhes empresta. Sombras, pobres sombras que nos
divertem quando provisoriamente em contacto connosco, — mas de que nenhuma
impressão poderosa nos fica! antes uma lembrança de cabotinismo, falência,
mundanismo, vacuidade ornamentada, que nos não permite ligarmo-nos a eles por
nenhuns laços profundos.
Onde, pois, no Eça, aqueles personagens que verdadeiramente possamos
amar, odiar, admirar? Aqueles com quem intimamente possamos conviver ao longo da
obra, (convivência que é um dos prazeres da leitura de romances) e de quem
nunca mais nos possamos apartar de todo? Talvez com a única excepção de
Juliana, — que, porém, sou tentado a considerar mais uma caricatura, embora
dramática — todos os personagens principais do nosso romancista sofrem de
anemia e linfatismo psicológicos. Onde, aí, um ser humano a valer? Quando, em
«A Capital», pretende Eça de Queirós dar uma figura que nos inclinaríamos a
crer inspirada na personalidade de Antero, — que pobre coisa sai! E como logo
nos esforçamos por desacreditar tal hipótese, receosos de caluniar ou Antero
ou Eça. Quando, no mito de Fradique Mendes, supõe concretizar o que, de certo
modo, seria para ele um ideal de superior indivíduo masculino, que resulta senão
esse papelão recortado e colorido — figurino de snobes — que nada é à
custa de querer ser tudo, e em quem já hoje dificilmente acreditamos que o
mesmo Eça haja crido. E quando, escrevendo vidas de santos, teve oportunidade
de nos apresentar verdadeiras almas, e ir um pouco mais fundo, mais longe, na
penetração das consciências, quem não vê que tanto a verdadeira
religiosidade como a autêntica compreensão duma personalidade religiosa quase
estão de todo ausentes desses admiráveis exercícios literários, — admiráveis
de colorido, pitoresco, gesticulação. Chega a gente a crer não se ter
inclinado o autor para tais heróis senão porque, por um lado, lhe
possibilitavam suas vidas certos efeitos de tais exercícios literários, e, por
outro, remediavam certa sua — dele, autor — confessada pobreza inventiva.
2.
História e Património
Por:
Dr. Eugénio de Andrea da Cunha e Freitas
Encontrava-se este volume em fase de revisão de provas, quando chegou a notícia do falecimento do Dr, Eugénio de Andrea da Cunha e Freitas. Homem que fez do estudo dos documentos com que se compõe a História uma enorme paixão, envolvendo nesse seu afecto Vila do Conde — os seus monumentos, os seus lugares, as suas gentes, os seus acontecimentos — encontrou informações preciosas sobre esta «sua» Vila nas pesquisas em arquivos e bibliotecas de todo o país.
Há algum tempo, propusemos ao Dr. Cunha e Freitas reunir em volume todos os seus trabalhos sobre esta nossa terra. Pela sua imensa quantidade, não era possível fazê-lo num único tomo, decidindo-se que os seus estudos seriam distribuídos por 4 livros. O primeiro, inteiramente dedicado a Azurara, já saiu em Julho de 1999, e este, respeitante a Vila do Conde, está agora disponível. Seguir-se-à o terceiro volume, com pesquisas ainda não publicadas, e um último contendo trabalhos sobre freguesias do concelho.
A morte do Dr. Cunha e Freitas constitui para Vila do Conde uma perda irreparável. Pela sua erudição, pelo seu profundo conhecimento da história deste concelho, pela sua disponibilidade para com outros estudiosos ou para servir associações e instituições vilacondenses. E ainda pela sua sempre pronta, frutuosa e insubstituível cooperação com a Autarquia.
Perda irreparável, também, porque todos perdemos um amigo. (Por: Mário de Almeida – Presidente da Câmara Municipal de Vila do Conde)
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SUMÁRIO
1- SOBRE AS
ORIGENS DE VILA DO CONDE; VILA DO CONDE. AS ORIGENS DO TOPÓNIMO. TENTATIVA DE
IDENTIFICAÇÃO; VILA DO CONDE SUA ORIGEM E EVOLUÇÃO HISTÓRICA; GUIMARÃES E
VILA DO CONDE; A CERTIDÃO DE NASCIMENTO DE VILA DO CONDE; VILA DO CONDE MILENÁRIA.
2-
PERSONALIDADES; D.JOÃO RIBEIRO GAIO — BISPO DE MALACA; O DESEMBARGADOR JOÃO
CARLOS LEITÃO; O SARGENTO-MOR JOSÉ BENTO LEITÃO; FR. JOÃO DE VILA DO CONDE;
O PINTOR MANUEL ARNAO; UM VILACONDENSE NA ILHA DE S. JORGE; O DR. CARLOS DE
CASTRO FARIA; RANGEIS BARBOSA CARNEIRO DA CASA DE S. SEBASTIÃO; O QUE HÁ DE
VERDADE E DE FANTASIA NUM ROMANCE DE CAMILO; O ABADE SOUSA MAIA; BREVES NOTAS
SOBRE DOIS RETRATOS DE ANTERO DE QUENTAL; DR. JOAQUIM MARIA PACHECO NEVES;
3- PATRIMÓNIO
ARTÍSTICO VILACONDENSE; ARTES E ARTISTAS EM VILA DO CONDE; OS MESTRES BISCAÍNHOS
NA MATRIZ DE VILA DO CONDE; ARTISTAS DE BRAGA NA MATRIZ DE VILA DO CONDE (SÉC.
XVI); JOÃO DE CASTILHO E A SUA OBRA NO ALÉM DOURO; UMA OBRA DE NASONI
DESCONHECIDA?; A CAPELA DE S. BARTOLOMEU E A IGREJA DE NOSSA SENHORA DA LAPA; A
IGREJA DE NOSSA SENHORA DA LAPA E S. BARTOLOMEU; CASTELO DE S. JOÃO BAPTISTA; O
AQUEDUTO DE SANTA CLARA DE VILA DO CONDE; MOSTEIRO DE SANTA CLARA; O CONVENTO DE
NOSSA SENHORA DA ENCARNAÇÃO EM VILA DO CONDE; CAPELAS: CAPELA DE SANTO AMARO,
CAPELA DE SANTA CATARINA, CAPELA DE SANTIAGO, CAPELA DO SENHOR DA AGONIA;
4- VILA DO CONDE
NAS MEMÓRIAS PAROQUIAIS E VISITAÇÕES; A MEMORIA PAROQUIAL DE 1721; MEMÓRIAS
PAROQUIAIS DE 1758; O LIVRO 2º DE VISITAÇÕES DE VILA DO CONDE;
5- ESTRADAS;
ESTRADAS VELHAS ENTRE LEÇA E AVE; VIA VETERA; ESTRADA VELHA DE AVELEDA A VILA
DO CONDE; ESTRADA VELHA DE MATOSINHOS;
6- PONTES; A
BARCA DA PASSAGEM NO AVE; AS PONTES SOBRE O AVE, ENTRE AZURARA E VILA DO CONDE;
7- O ARQUIVO
MUNICIPAL DE VILA DO CONDE; APONTAMENTOS SOBRE O ARQUIVO MUNICIPAL DE VILA DO
CONDE; CARTAS DE REIS E PRÍNCIPES NO ARQUIVO MUNICIPAL;
8- VILA DO CONDE
E AS INVASÕES FRANCESAS; NOTAS DE HISTÓRIA E DE ARTE NO TEMPO DOS FRANCESES;
LIVRO DOS ROUBOS QUE OS FRANCESES E VASALOS DEL REY DE FRANÇA FEZERAM; NO TEMPO
DOS FRANCESES;
9- NOTAS E COMENTÁRIOS
ACERCA DE ALGUMAS INSCRIÇÕES DO DOURO LITORAL;
10- ROTEIRO
ARQUEOLÓGICO ENTRE DOURO E CÁVADO;
11- CASAS ANTIGAS
DE VILA DO CONDE; A CASA DO SUBMOSTEIRO;
12- VÁRIA; NOS
INÍCIOS DA GUERRA CIVIL: VILA DO CONDE 1832; PARA A HISTORIA DA ASSISTÊNCIA EM
VILA DO CONDE; A FONTE DE S. JOÃO.
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