VILA DO CONDE

1. Azurara

Por Eugénio da Cunha e Freitas

 

            Eugénio de Andrea da Cunha e Freitas nasceu em Lisboa em 1912. Licenciou-se em Direito na Universidade de Lisboa. Em 1935 é colocado no Porto como Secretário da Câmara dos Administradores de Falências. Foi director da revista O Tripeiro (entre os anos 1961-1973), do Boletim dos Amigos do Porto e co-director do Vila do Conde: Boletim Cultural da C.M.V.C. Foi presidente do Instituto Português de Heráldica, vice-presidente do Conselho de Nobreza, vogal da Comissão de Etnografia e História da Junta de Província do Douro Litoral, membro da Comissão de Defesa do Património de Vila do Conde e consultor genealógico da Assembleia dos Cavaleiros Portugueses da Ordem de Malta. É sócio de mérito da Academia Portuguesa de História, da Fundação Eng.º António de Almeida e da Associação Portuguesa de Genealogia. É académico correspondente da Academia Nacional de Belas Artes e membro das seguintes instituições: “Bureau Internacional d´Heraldique, Genealogie”, Sociedade de Estudos Medievais, Associação de Arqueólogos Portugueses, Associação Portuguesa de Ex-Libris e Academia Portuguesa de Ex-Libris. É sócio da Sociedade Histórica da Independência de Portugal, do Clube Portuense e membro honorário da The American International Academy. Tem Publicados 400 trabalhos sobre História, História da Arte e Genealogia, dos quais cerca de 6 dezenas sobre a história e património de Vila do Conde e a sua região.

 

            Não posso deixar de aplaudir a louvável iniciativa tomada pela Câmara Municipal de Vila do Conde de publicar uma colectânea dos estudos do Dr. Eugénio de Andrea da Cunha e Freitas dedicados à história e ao património do mesmo concelho. Na verdade, os trabalhos deste incansável investigador constituem já um conjunto da maior importância e tornaram-se de consulta indispensável para quem quer que se interesse pelo passado e pelos monumentos de Vila do Conde. O seu rigor, a sua magnífica sobriedade, a sua exemplar objectividade fazem deles base segura de consulta para estudos futuros. A criteriosa escolha dos temas que tratam torna-os sempre preciosa mina de informações.

            Os historiadores profissionais poderão, porventura, criticar o seu carácter “positivista” ou fragmentário, mas se o fizerem estarão a esquecer que toda a investigação em História terá sempre de partir de um estabelecimento rigoroso dos dados no tempo, e no espaço e na atribuição dos factos a sujeitos concretos, e que toda a síntese terá de passar primeiro pela análise. ...,...  (de: Introdução por José Mattoso)

Regresso à página inicial

Para voltar ao preçário

Hosted by www.Geocities.ws

1