|
|
UNIGALERA™ - O PORTAL
DOS MELHORES UNIVERSITÁRIOS
In Company
JMSR - STUDENT CONSULTING®
Livro de Filosofia |
BOLETIM BLOG # 42 |
Serviços Universitários |
Livro de Sociologia |
30/março/2007 |
|
|
DIÁRIO... fluxos intermitentes de devires algures! |
|
|
NÃO CONSIGO FAZER UM DIÁRIO!!!!!
ESSA TONTURA NÃO QUER ME DEIXAR PENSAR... NEM FAZER COISA ALGUMA.
IR AO MÉDICO É UMA TORTURA TÃO GRANDE! SÓ COMPARÁVEL ÀS COMPRAS EM HIPERMERCADO.
A TONTURA PIOROU.
DIGITAR NOTAS E FALTAS; DIGITAR NOTAS
E FALTAS; DIGITAR NOTAS E FALTAS
ENCHO-ME DE REMÉDIOS: ENTRE ELES "SUKYO MAHIKARI".
A PRESSÃO SOBRE CONTROLE; NADA NA CABEÇA; ESTOU ESGOTADO.
TROTSKY TEMIA FICAR INVÁLIDO POR CAUSA DE SUA PRESSÃO ALTA: MATARAM-NO COM UM PICADOR DE GELO. KIERKEGAARD: UM PUNHADO DE LIVROS VELHOS PARA DESCARTAR POR FALTA DE ESPAÇO: "PULA" EM MINHAS MÃOS UMA REVISTA DE 1986 (ENSAIO 15/16 - COM LUKÁCS NA CAPA). DE ONDE VEIO, NÃO FAÇO A MÍNIMA... SOBREVIVEU E SOBREVIVERÁ: NELA ENCONTRO ALGO DE SARTRE: "... a vida subjetiva, na medida mesma em que é vivida não pode nunca tornar-se objeto de um saber" (O Existencialismo é Humanismo). QUE BELA LEMBRANÇA DE KIERKEGAARD: A EXISTÊNCIA NÃO APENAS PRECEDE A ESSÊNCIA, MAS NUNCA PODE SER CAPTURADA!!!!
E ÀS VOLTAS COM OS FANTASMAS DO PASSADO REENCONTRO LÊNIN (FORCEI O REENCONTRO, CONFESSO!): "As árvores são verdes, a vida é verde, mas a teoria será sempre cinzenta"(O Estado e a Revolução -Também em Goethe).
UM BAILE MAIAKAFKIANO COM BOUDELAIRE E DOS ANJOS DE CICERONES: A VIDA, O FADO, "Um palco ao seu dispor e que pertence a todos nós... Esquecimento... E no final ninguém vai aplaudir, comédia sem valor, que acaba sempre mal". O FADO DE ALÉM-MAR DE UM TIPO CHAMADO TONY DE MATOS... LEMBRANÇAS.
GOSTEI DESSE CARA AÍ DO LADO... PENA QUE ENTENDE POUCO DE ESQUERDA.
LEGAL ESSE TAL DE MARCELO: PENSAR QUE JÁ NOS DESENTENDEMOS!? SAIU UM ARTIGO DE AGNES HELLER NA REVISTA DO IASP. PELA MÃO DO INIMIGO? ESCREVE-SE CERTO POR LINHAS TORTAS OU TORTO POR LINHAS CERTAS? QUE IMPORTA - MARCELO VAI PEGAR A REVISTA QUE ME OFERTARAM COMO AUTOR (FUI NA LIVRARIA PARA COMPRAR - CUSTA r$90,00!!!!!).
SAÚDE; CUIDAR DE SI É QUESTÃO DE SAÚDE! PENA QUE NÃO É PARA MIM! OS OUTROS POVOAM-ME COMO CARRAPATOS!
|
Uma antiga questão e Michel Foucault
22/02 25/02 Os acontecimentos de 1917 a 1989 demonstraram a capacidade ético-crítica e a validade da reação irada de Luxemburgo contra a visão "máquina" de partido disposto a tudo em troca dos objetivos revolucionários. Na verdade a grande questão, a grande ferida aberta a sangrar é a impossibilidade de instaurar quaisquer mecanismos democráticos sem a libertação que vem do discurso e prática crítica das próprias massas - ético, neste sentido, além de objetivos morais superiores, mas revolução superior pelo balizamento ético das ações e da participação e associação livres e eqüidistantes, algo que os regimes totalitários de direita e esquerda jamais construíram. 16/03 Ouviram falar de Noam Chomsky?! Isto é dele: "... o controle autocrático centralizado das instituições econômicas tornou-se - do mesmo modo tanto o capitalismo privado quanto o totalitarismo do Estado ou as diferentes formas mistas de capitalismo do Estado existentes aqui e ali - um vestígio destruidor da história. Todos esses vestígios devem ser eliminados em favor de uma participação direta sob a forma de conselhos de trabalhadores ou de outras livres associações, constituídos pelos próprios indivíduos no quadro de sua existência social e de seu trabalho produtivo". No mesmo debate de 1974, Foucault argumenta: "Em contrapartida, uma das tarefas que me parece urgente, imediata, acima de qualquer outra, é a seguinte: devemos indicar e mostrar, mesmo quando elas estão escondidas, todas as relações do poder político que controla atualmente o corpo social, o oprime ou o reprime". Claro que Foucault acha que não vivemos em sociedades democráticas, mas pensam os dois a mesma coisa? Foucault: "Gostaria de responder nos termos de Spinoza. Eu lhe direi que o proletariado faz guerra à classe dirigente porque, pela primeira vez na história, ele quer tomar o poder. E porque ele quer derrubar o poder da classe dirigente ele considera que essa guerra é justa". Chomsky: "Pessoalmente não estou de acordo. Por exemplo, se eu chegasse a me convencer de que o acesso do proletariado ao poder arrisca conduzir a um Estado policial, terrorista, no qual a liberdade, a dignidade e as relações humanas convenientes desaparecerão, eu tentaria impedi-lo". Foucault: "Em uma sociedade sem classes, não tenho certeza que se deva ainda utilizar essa noção de justiça". Chomsky: "Eu não concordo com isso de modo algum. Penso que existe uma espécie de base absoluta ... residindo nas qualidades humanas fundamentais, sobre as quais se funda uma "verdadeira" noção de justiça" (Debate publicado em Ditos e Escritos - Foucault, v. IV, da editora Forense Universitária, publicado com o título "Da Natureza humana: Justiça contra Poder"). 26/03 Crime e castigo dentro de nós - Reinaldo Azevedo: O endurecimento da legislação penal serve, sem dúvida,à diminuição da impunidade, para o que devem concorrer também as leis as mais objetivas, com aplicação severa. Mas ninguém inventou ainda um instrumento útil que possa substituir a consciência individual". "Só é criminoso quem quer; trata-se de uma escolha." Fiz essa afirmação no meu blog, em VEJA on-line, para escândalo de muitos. Os esquerdistas ficaram furiosos. Como sempre, falam antes e pensam depois. A esquerda, pouco importa o matiz, vive ainda no marxismo do século XIX. É incapaz de entender o homem como um ser dotado de vontade, apto a fazer opções, equipado para distinguir o bem do mal. Seu aparato analítico é fruto do naturalismo do século retrasado, quando o pensamento foi dominado pelo determinismo científico. 27/03 Eu tinha lido isto em Trotsky há um mês atrás: "O bom senso funciona à base de grandezas invariáveis num mundo onde a única coisa invariável é a própria variabilidade. A dialética, pelo contrário, estuda os fenômenos, as instituições e as normas em sua formação, seu desenvolvimento e seu declínio. A atitude da dialética em relação à moral, produto subsidiário e transitório da luta de classes, parece "imoral" aos olhos do senso comum. Todavia, não há nada de mais obtuso, de mais limitado, de mais dotado de cinismo e presunção do que a moral do bom senso!" (Moral e Revolução).
|
Pela Paz
Participe e faça a sua parte. A PAZ
depende de você também!!
Salve esta "Pomba da Paz" e envie-a num e-mail para todos os seus amigos
e... inimigos!
Coloque
cópia para nós
para sabermos que você se importa com a PAZ!
EM BUSCA DE:
MEMÓRIAS,OU SÉRIES DE SÉRIES NA VIDA DE UM EU.
VII O tempo passa, passara. José levanta-se tateando do nada apropriado lugar onde permanecera sentado enquanto esperava a cegueira passar; nada apropriado para o tempo deixar passar; ou talvez o mais apropriado lugar senão para o tempo passar quiçá para filosofar. Afinal alguém já perguntara nesse mesmo banal, repugnante e abençoado lugar, a latrina nossa de cada dia, de todas as horas, se Deus também usa papel higiênico. Há!... Aquela insustentável leveza do ser que não podia e não pode elevar-se além de suas necessidades fisiológicas. Esta é uma situação independente da liberdade de decisão do ser... e o existencialismo que vá às favas. Levantou a cabeça, apoiado no lavatório, em direção ao espelho que deveria estar bem à sua frente, de olhos esbugalhados, e nada viu a não ser a mesma névoa branca que desta vez lhe pareceu mais branca e luminosa do que nunca. O que fazer? Continuar esperando ou gritar por ajuda para que a família acorda-se e o acudisse? Quanto tempo se passara? Já estaria atrasado? O que fazer? Talvez caminhar até a cama e deitar-se esperando tudo passar, o sonho passar, ou alguém o acordar daquele pesadelo, sim, porque estava tendo um pesadelo... Não podia ser outra coisa, devido ao que andara lendo antes de dormir. Tateou há sua volta e sentou-se de novo no sanitário não sem antes derrubar o copo onde estavam as escovas e o creme dental. Será que alguém o ouvira, ouvira o barulho? Pronto estava resolvido, podia acordar e sair do pesadelo... Esperou e nada! Bem, alguém ouviu o barulho e virá em seu socorro... Esperou e nada! No mais absoluto silêncio da casa José sentado na privada sentiu uma lágrima rolar de dentro da brancura nevoenta de seus olhos. E ali assim ficou. As imagens chegaram como que flashes disparados alhures no écran de sua memória: uma perfumaria espelhada com lindos frascos de conteúdos coloridos e de todos os tamanhos espalhados de forma graciosa por inúmeras prateleiras e um enorme balcão branco. No ar um cheiro de pétalas de rosas, da flor do pêssego, de orquídeas desfloradas, de lavanda, do cheiro ocre da casca do carvalho, do jasmim, do cravo, da canela, a alfazema e o cheiro forte do pinheiro. E um menino de 5 anos que brincava com as plantas e flores sob o olhar atento, ora condescendente ora severo de seu pai, meio a esse lugar tão perfeito que lhe ficou como uma das prementes lembranças de uma infância tumultuada, mas que encontra nesse lugar, naquela loja de perfumes, um refúgio de prazer e felicidade em parte pelo prazer e felicidade que seu pai lhe inspirava. Ele era um gênio, um mago alquimista que da natureza retirava cheiros afrodisíacos que encantavam a todos; principalmente ele era alguém que sabia algo especial e este saber transmitia segurança. Outro flash: uma simples mesa de lanchonete onde um tabuleiro pequeno de xadrez intermédia por horas a atenção de um garoto de 12 anos com seu pai. Sobre a mesa um refrigerante “mission maçã” – alguém se lembra de “mission maçã”? - e um “canhangulo”. Papai já havia tomado uns 2 ou três daqueles e isso era bom porque assim ganhar seria mais fácil - não vão saber o que é “canhangulo”! Caneca de cerveja. Mas não era fácil ganhar... A vida nesse tempo, essa sim, era maravilhosa, apesar dos senões que são inerentes à própria existência humana e que na época o adolescente José problematizava bem além dos acontecimentos reais, o que em certa medida era próprio de sua idade não fosse até por toda informação que em formação de personalidade tinha sempre uma crítica contundente para sim ou para não. Uma cidade como jamais José havia suposto existir, com prédios tão altos, ruas tão estreitas e compridas, tantos veículos, tantas pessoas, tanto barulho e tanta correria. No centro dessa coisa monstruosa e ao mesmo tempo sedutora, José, um jovenzinho de 17 anos, sentia que podia voar e seus dias de liberdade estavam chegando não fosse apenas pela magnitude desse ambiente que se estendia e penetrava magnificamente seu ser, mas também pelos conselhos quase incessantes de seu pai de como se conduzir meio a esse turbilhão de oportunidades e perigos. No centro da grande cidade, no marco zero, até pronunciar Anhangabaú era um desafio, mas a ânsia de vir a ser e fazer já suplantava o medo do gigantismo e deixava tênues os conselhos do protetor que, tão deslumbrado quanto, tentava passar firmeza sobre conceitos e valores que seriam basilares em tempos futuros. Que cafona, diriam meus filhos. José disse o mesmo para si mesmo, naquelas oportunidades, mas a insistência e a convicção com que as coisas são ditas entre os homens fazem toda a diferença. O olhar incisivo e mesmo severo de sua infância, o compartilhamento de experiências de sua adolescência e as palavras insistentes e convictas depois, fizeram para José toda a diferença, sempre... Para sempre. O problema é que nos dias atuais os pais insistem pouco e têm pouca convicção das coisas, e por terem pouca convicção insistem pouco. Não é exatamente por falta de amor que nossos jovens se sentem tão desorientados e vêem com dificuldade contornar e vencer os desafios e obstáculos que a vida impõe, como, aliás, sempre impôs. Para uns mais do que para outros, é verdade, e esse mistério jamais saberemos desvendar: porquê existe a desigualdade? Mas os que têm menos obstáculos sentem-se tão perdidos e indefesos quanto os que a vida pouco motivos dá para sorrir. Não é exatamente e sempre por falta de amor que os jovens atualmente estão sempre perto do abismo, ou que são facilmente sugestionados pelo que é ruim para eles. O que falta são verdades e presença dos pais ou de quem possa fazer este papel: e isto não tem tanto a ver com quantidade de horas conversando; tem a ver com a determinação e convicção com que se dizem as coisas. Não é de espantar que numa sociedade que explora os sentidos das pessoas desde tenra idade, é só olhar os apelos consumistas que a indústria faz criminosamente às crianças desde o berço, o grupo extra-familiar, os de fora de casa, tenham mais persuasão do que os pais e responsáveis diretos pela educação e formação do jovem. O fracasso desta sociedade está na despolitização da família, do núcleo que tem uma moral, portanto verdades a serem passadas, valores a serem perpetuados; a cada geração parece moderno não dizer nada, não estar convicto de nada, não ter valores e verdades a serem ditas, sob o pretexto de não querer coibir a formação da personalidade do jovem. Na verdade é o medo de coibir a liberdade do jovem que o transformou em um número a mais de consumo, uma receita ambulante, um desorientado, susceptível a toda a vileza e exploração que a alienação do mundo moderno lhe proporcionou: é a despolitização de sua personalidade. E onde e quando se começa essa politização? Quando se diz o que se pensa ser verdade, o que é valor, o que se acha certo ou errado, o que se reprime ou valoriza, a cada momento com convicção de que está construindo alguém. Melhor que seja você a construir do que deixar os outros construírem seu filho! Você é o responsável por ele: aprendamos a dizer o que pensamos, o que valorizamos e repudiamos, o que achamos certo e errado, aprendamos a valorizar suas conquistas e a dizer não quando for o caso. A pseudoliberdade que a sociedade moderna dá ao ser humano só tem uma finalidade: torná-lo tão livre que pode ser mais um na multidão suscetível a toda a alienação de consumo, consumo que precisa existir para haver lucro. E agora José entende porquê seus pais não o deixaram, mesmo quando ele achava que deveria ser deixado. Muitas vezes José viu as pegadas na areia e achou que eram as suas e que estava caminhando sozinho, por seus próprios pés. Na verdade a maturidade da vida lhe provou que muitas daquelas vezes as pegadas não eram suas, mas de alguém que o carregou nos braços... E esse alguém o deixou muitas vezes pensar que eram as suas. Quando foram as suas e foram de seu pai, ele jamais saberá. Mas isso não tem importância. O importante é a sensação de que ele esteve lá, a certeza de que estava o tempo todo lá. Continua... |
No
Drugs?
__________________________ Jovem Cidadão: Meu Primeiro Trabalho: http://www.meuprimeirotrabalho.sp.gov.br/ Força Sindical:
Central Única dos Trabalhadores:
Ministério do Trabalho: www.mte.gov.br/Programas/PrimeiroEmprego/default.asp Concursos Vunesp:
|
Pensamento:
A força do corpo é um atributo importante para os animais; e a excelência
do caráter o é para os homens.
Demócrito
Para ser um amigo do UNIGALERA™, cadastre-se.
VISITE NOSSO SITE!
UNIGALERA™ / JMSRSC® - O PORTAL DOS MELHORES UNIVERSITÁRIOS