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Antero
Marques e Aureliano de Figueiredo
Pinto.
O abonado Tyrteu teria participado dessas orgias
intelectuais ocorridas antes da revolução de 1923, fato determinante
no rompimento e distanciamento entre os diversos grupos intelectuais.
O pensamento e agir (utópico e anarquista)
de Tyrteu contribuiu para distanciá-lo ainda mais dos seus contemporâneos.
Tyrteu era um cara desleixado, prepotente, chatíssimo,
devasso, nojento, asqueroso era um insuportável divergente.
Isolado, raras foram as referências ao seu nome,
até mesmo seu conterrâneo, Antero
Marques, cautelosamente, jamais citou em suas obras o nome de Tyrteu.
Antero Marques e Aureliano
de Figueiredo Pinto, juntos inclusive na nominata dos formandos em
Medicina da UFRGS de 1931, consolidaram idéias e pensamentos diferentes
do formando da mesma faculdade em 1932, Dyonélio
Machado.
Aureliano não teve paixões políticas.
Dyonélio
e Antero seguiram ideologias diferentes em diferentes momentos.
Dyonélio
era chimango e virou comunista. O maragato Antero apoiou o sustentáculo
político da ditadura de 1964 - o PDS, antiga ARENA, atual PPB/PFL.
Porém, ambos foram anti-getulistas.
Eram tempos em que um adversário não
alcançava o mate para o outro, sequer
cumprimentavam-se. Alceu Wamosy
(morto no combate do Ponche Verde em 1923) foi o mais citado elo entre
os diferentes grupos literários anteriores à Revolução
de 23. Imolado, Wamosy tornou-se
unanimidade.