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ASPIRINA
Estudos
mostram que esta droga ajuda a prevenir e tratar o infarto agudo do
miocárdio e acidente vascular cerebral (derrame). Ela age dificultando a
formação de coágulos sanguíneos.
Não
há evidências de que todo mundo deva fazer o uso de ácido acetil salicílico
como preventivo: os dados existentes mostram que todos os pacientes após o
infarto, que não tenham contra indicações, devam usar aspirina, como
proteção para novos eventos agudos, a mesma indicação está presente nos
anginosos, após a cirurgia de revascularização (“ponte”), angioplastia,
stent etc.
Homens
com vários fatores de risco e/ou principalmente os com doença vascular
periférica (obstrução de carótidas por exemplo) devem também usar aspirina.
No caso das mulheres a indicação ainda não é tão precisa como no homem.
Está
ainda indicado para alguns pacientes com próteses vasculares, nos com
fibrilação atrial.
Fora
estas indicações não há porque fazer uso, porque esta pode aumentar os
riscos de sangramento intestinal e em menor grau intracraniano.
O
mecanismo de ação é direto nas plaquetas, as levando definitivamente,
portanto só quando novas são fabricadas (em mais ou menos uma semana) o seu
efeito é revertido.
Isto
tudo é importante porque nos Estados Unidos a doença cardiovascular mata uma
pessoa a cada 34 segundos.
Pacientes
com doenças do fígado ou de rim, alérgicos a aspirina, com úlcera péptica,
sangramento gastrointestinal ou outros problemas de coagulação, não poderão
usar a droga ou terão que ajustar a dose.
É
importante ressaltar que o uso da aspirina sem correção dos fatores de risco
não resulta proteção para o paciente.
Não
esquecer que se uma pessoa for se submeter à uma cirurgia, a droga terá que
ser suspensa entre 7 e 10 dias antes do ato cirúrgico e só voltar após a
liberação da cirurgia. |