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Liberado (a), a velocidade do pêndulo começa a aumentar à medida que
se aproxima da linha vertical (b). quando passa por esta linha está no
ponto mais baixo e veloz de seu movimento (c). Sua posição, no nosso esquema,
será 0 (zero). O pêndulo continua, perdendo velocidade à medida que move-se
para a direita (d).
No outro extremo da oscilação, à direita da
linha vertical, o pêndulo pára momentaneamente (velocidade igual a zero)
(e). Sua posição é então simétrica à do início do movimento (10, o mesmo
valor mas com sinal trocado).
O movimento prossegue e o pêndulo retorna.
Quando passa pela linha vertical, novamente está no seu ponto mais veloz
(g). No entanto, dirige-se para o outro lado (esquerda), por isso o sinal
negativo da velocidade.
Pouco depois o pêndulo está em sua posição
original, fechando o ciclo (a).
O movimento prossegue. Num sistema ideal não
haveria qualquer atrito no ponto de suspensão ou do pêndulo com o ar e o
movimento repetir-se-ia infinitamente.
Numa situação mais realista o atrito no ponto
de suspensão ou no ar vai fazendo com que a amplitude de oscilação diminua
progressivamente até a parada total do pêndulo.
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