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AS AÇÕES HUMANAS
LEVANDO O
HOMEM PARA UM
FUTURO DIFERENTE
O homem durante toda a sua existência
vem desenvolvendo tecnologia necessária para sua sobrevivência.
Esta atuação vem acontecendo conforme
as necessidades que aumentam com o crescimento da população.
Hoje conhecemos várias fontes de
energia, mas sujeitas ao esgotamento dentro de alguns anos. O que será da
humanidade quando isto acontecer?
Civilizações do mundo inteiro sentem o
problema e pensam em como sobreviver no futuro.
A ação humana positiva: produzir mais
para sobreviver; a ação humana negativa: competir, lutar, brigar, roubar, para
sobreviver. A ação negativa está fundamentada no egoísmo, que representa peça
principal, a fonte de todo o mal, que agindo como super arma, vem equipar o
corpo do homem, agindo em sua mente como um computador programado para chegar ao
Poder, com capacidade para esmagar corpo e sentimento de quem quer que seja,
impedindo que o homem veja que esta atitude não o levará ao caminho de algo, mas
sim, ao caminho do nada.
Partindo desta idéia, sinto que uma
grande força me leva a um caminho onde começo a perceber que estou autorizado a
participar de uma pesquisa para encontrar novas fontes de energia que levarão à
sobrevivência e ao progresso da humanidade.
Essa força teve a sua origem em alguns
acontecimentos, nos quais fui envolvido e que procuro explicar através de uma
estória:
O Escolhido
Século XXI, primeira década, na capital
de uma grande potência vivia Marcos, físico nuclear, químico, pesquisador,
professor da mais conceituada Universidade daquela metrópole, premiado e
apontado como o Homem nº 1 em conhecimento tecnológico mundial.
Foi no dia 6 de outubro, em uma noite
de sábado, mais ou menos às 19 horas, Lua Cheia, o céu estava limpo e as
estrelas estavam baixas, como querendo pousar nas montanhas, próximas de uma
cidade do interior.
Ali estava Marcos que se destinava a
passar o fim-de-semana naquela pequena cidade, em sua casa de campo.
Dirigia seu carro cinza, ainda movido a
gasolina, quando percebeu em frente ao seu pára-brisa uma máquina, para ele até
então desconhecida.
Percebeu que tratava-se de uma nave
espacial, com formato oval, em cinza metálico e envolvida por um anel de luz
esverdeada, com movimento silencioso e emitindo uma pequena vibração intercalada
e suave, como se desejasse comunicar alguma coisa.
O carro parou. Marcos tentou dar a
partida várias vezes, mas parecia estar tudo desligado e os faróis também
estavam apagados.
Envolvido por um anel de luz
esverdeada, igual a que envolvia a nave, alguém apareceu e, ao se aproximar de
Marcos, a luz se apagou, deixando visível a aparência do visitante.
Um homem jovem, simpático, se
apresentou pedindo para conversar com Marcos.
Marcos, com toda sua experiência, ainda
sentiu receio, se agitou, mas logo se acalmou quando o visitante lhe pediu para
entrar no carro e ali conversar. Marcos deu permissão e, ao ligar o carro, este
funcionou normalmente. Logo à frente parou e perguntou ao desconhecido o que
desejava. O desconhecido olhou para Marcos sorrindo, o rosto jovem, de pele
morena e lisa, dentes brancos e olhos azuis, brilhantes, abrigados pelos cabelos
castanhos - claros. Com voz calma, tranquilamente, responde:
- Meu amigo, sabemos que possui grandes
conhecimentos tecnológicos neste Planeta e que é grande colaborador para o bem
de seu povo. Por este motivo você foi O escolhido.
- Estou aqui para convidá-lo a passar
algumas horas em nossa nave, quando poderemos aprender algumas coisas com você e
também transmitiremos-lhe alguns de nossos
conhecimentos.
Marcos, com grande curiosidade,
motivado pelo seu espírito de pesquisador, não resistiu ao convite e aceitou.
Um anel de luz envolveu o carro de
Marcos e em alguns segundos estavam dentro da nave, que logo se movimentou
silenciosamente.
Marcos foi apresentado aos demais
tripulantes, que o receberam com a mesma simpatia. Nessa ocasião veio a saber
que o líder do grupo era o mesmo que o havia abordado na Terra.
Com muita curiosidade, Marcos não
perdia um só movimento, ficando na expectativa do que iria acontecer.
Atento ao interior da nave, tudo para
ele era desconhecido. Pediu autorização ao comandante e começou a examiná-la
como um bom médico examina um paciente.
O interior da nave era muito claro, com
luzes saindo de toda estrutura, com tensões variadas. Os controles acionados
mentalmente por um dos tripulantes; o painel, composto de luzes de cores
variadas e separado por um filete de luz branca forte, destacando as divisões.
O comandante, vendo a grande
curiosidade de Marcos, se colocou à sua disposição para responder a todas as
perguntas que desejasse fazer, e a primeira pergunta de Marcos foi: - Qual a
capacidade e o material usado na estrutura da nave?
- A estrutura é composta por matéria
encontrada em todos os corpos existentes no Universo; é uma combinação de metais
que vocês também usam em seu Planeta, mas que recebem constantemente energia
fortalecedora, que tem como função unir as matérias de tal forma que impede que
as mesmas se rompam, se desgastem, percam o formato, tornando-as indestrutíveis.
A segunda pergunta de Marcos é sobre o
sistema de direção.
- A direção da nave é feita na
atmosfera da Terra pelo anel de antecolisão, que possibilita o afastamento das
matérias em distância desejada e com isto permite qualquer tipo de manobra. O
afastamento da matéria do ar é feito constantemente em seu contorno, formando um
vácuo onde a nave pode caminhar sem sofrer qualquer atrito. Ao sair da Terra,
usamos toda abertura da pupila de atração que está sintonizada com a atração da
Lua (sistema mais próximo da Terra) e uma abertura controlada na pupila de repulsão e com o auxílio do
anel de ante-colisão, sua força de repulsão pressiona o solo gerando
grande impulso, dando condição de desenvolvermos uma velocidade próxima de 30
mil quilômetros horários dentro da atmosfera terrestre. Livre da força da
gravidade, abrem - se todas as camadas da pupila de repulsão fixada na cauda da
nave e então podemos desenvolver uma velocidade próxima a da luz, fazendo as frequências de atração com os Planetas desejados. Durante o percurso, somos
protegidos pelo anel de ante-colisão contra meteoros e qualquer outro corpo que
vaga no espaço.
Marcos faz a terceira pergunta, sobre a
energia de atração e repulsão.
- São energias responsáveis pelo
equilíbrio de nossa galáxia, todos os astros são ligados por esta grande energia
que atua como cabos elásticos, pontilhando todos os corpos celestes.
A quarta pergunta: - Qual o sistema
usado para conseguir estas energias de atração e repulsão?
O comandante sorrindo, coloca as mãos
sobre os ombros de Marcos e diz:
- Vou lhe mostrar como tudo isto
funciona.
Entraram em uma sala pela porta que
tinha uma cortina protetora de luzes coloridas, que se apagou por autorização do
comandante, tendo sido acionada mentalmente (1). Era uma sala redonda, de
tamanho médio, cujo raio era de dois metros aproximadamente; esta era a casa das
máquinas. Suas paredes apresentavam um lindo colorido de luzes, formando vários
desenhos que Marcos interpretava como sendo um mapa cósmico.
(1) Mentalmente,
porque tem sob seu comando um dispositivo (CINTO DE COMANDO DE ENERGIA)
Vejamos o que vem a ser um mapa
cósmico.
Todos os corpos existentes em nossa
galáxia se apresentam com energias idênticas. De acordo com a massa de cada
corpo e a existência de matérias em proporções variadas, podemos classificar os
tipos de energia e as suas capacidades e com isto identificar as suas posições e
distância. Esta análise nos dá condições de sintonizarmo-nos com as vias de
atração de cada Planeta ou Satélite mais próximo.
Cada desenho, assim como o painel de
comando, era dividido por luzes brancas. O teto da sala era transparente. O
comandante explicava que essa transparência é feita por uma energia especial
gerada pela própria fonte geradora que alimenta a nave, uma espécie de raio
invisibilizador, deixando invisível somente as matérias desejadas. O espaço
vazio da sala era preenchido por finíssimas camadas de fumaças coloridas, que se
ligavam do solo ao teto. A sensação de Marcos era de estar dentro de um túnel de
luzes coloridas que se comunicavam com as estrelas, pela transparência do teto.
No centro da sala estava o coração da nave, uma esfera com altura de mais ou
menos 80 centímetros, fixada ao solo e envolvida em todo o seu corpo pelas luzes
brancas que formavam o filete dos contornos dos painéis.
Marcos, com grande curiosidade,
perguntou ao comandante como funciona este sistema.
O comandante responde: - Para iniciar o
funcionamento, usamos um arranque do próprio setor de montagem; daí para frente,
as energias são colhidas e o funcionamento é contínuo. Esta esfera tem a função
de colher partes das variadas energias cósmicas, fazendo com que cada energia
seja separada e classificada de acordo com a fórmula já estipulada, depois elas
são encaminhadas para o núcleo do Globo, já em forma de mistura, movimentando-se
com grande velocidade e se transformando em uma espécie de super fonte
magnética, gerando duas importantes energias: a de atração e a de repulsão. São
combinadas para atuar no espaço cósmico com acesso a todos os corpos principais
que compõem a nossa galáxia, permitindo-nos viajar por uma parte do universo em
curto espaço de tempo.
Marcos grava tudo em sua mente e faz
outra pergunta: - Como funciona o anel de luz que o tirou da nave e nos conduziu
para dentro dela?
- Este sistema individual funciona da
mesma forma que funciona a nave. Usamos um cinto de controle automático, por via
das energias estáticas, que em comunicação com o nosso cérebro passa a funcionar
como um membro a mais. Sua energia e proteção nos permitem locomover-nos com
grande agilidade, acompanhando as nossas determinações. Seu sistema protetor
ante-colisão nos protege de qualquer matéria que venha ao nosso encontro,
dando-nos condição de arremessá-la para onde quisermos.
Antes que Marcos formulasse outra
pergunta, o comandante fez algumas demonstrações dos principais equipamentos de
sua nave.
Do lado direito do painel está
instalado o comando do invisibilizador de matérias, que ao ser acionado,
focaliza e classifica as matérias, sendo que somente as desejadas se tornarão
transparentes e intactas. Um pouco mais abaixo está instalado o comando do
puxador de imagem e som, que ao ser acionado, com a ajuda do invisibilizador,
nos permite ver o local focalizado, as pessoas e objetos se aproximam dando-nos
a sensação de estarmos misturados entre eles.
Apresentou também uma espécie de
microscópio, que auxiliado pelo puxador de imagem e som, em conjunto com o
invisibilizador de matérias, consegue em grande distância analisar os
pormenores. Este se encontra instalado no centro do painel, ao lado do segundo
mapa cósmico.
Em seguida, mostrou a pupila de atração
fixada no nariz da nave, que é a responsável por parte dos movimentos e pela
direção no espaço cósmico e explicou o seu funcionamento. Com várias camadas
isolantes em forma de energia, as aberturas são feitas gradativamente,
permitindo ao piloto controlar a direção, bloqueando as energias que são
conduzidas pela esfera geradora. Mostrou também a pupila de repulsão fixada na
cauda da nave, que com várias camadas isolantes permite que as aberturas sejam
feitas gradativamente, permitindo ao piloto controlar a velocidade, bloqueando
as energias que são conduzidas pela esfera geradora.
Explica a Marcos o poder dessa energia,
fazendo algumas comparações, como por exemplo: os automóveis são movidos por
sistemas mecânicos, atritando o corpo contra o solo. Os veículos aquáticos usam
sistemas mecânicos, fazendo a repulsão da água contra a própria água. Os
veículos espaciais também usam sistemas mecânicos, fazendo a repulsão do ar
contra o próprio ar; os foguetes fazem a repulsão do ar e a repulsão das
matérias queimadas, formando uma coluna e desenvolvendo uma boa velocidade. A
pupila de nossa nave, além de fazer a repulsão de todas as matérias existentes,
faz a repulsão da luz contra a própria luz. Do que Marcos pôde observar,
tratava-se de uma aceleração contínua, direcionada, protegida pelas paredes
condutoras isoladas por sistemas de energia e que este conjunto no espaço
cósmico poderia desenvolver uma velocidade próxima à velocidade da luz. Com
estas experiências,
Marcos passa a perceber uma coisa tão
simples que ainda não havia percebido: que como os peixes e vegetais aquáticos
vivem submersos pelas águas, os homens, os animais e os vegetais vivem submersos
pelo ar, e passa a ver que o Universo que conhecemos, vive submerso pela luz.
Marcos, impressionado com o que acabava
de ver não soube o que dizer, senão muito obrigado.
Depois de um espontâneo sorriso, o
comandante disse a Marcos:
- Vou lhe mostrar algumas gravações que
se encontram em nosso arquivo.
São fatos acontecidos há muito tempo em
seu Planeta.
O comandante acionou um dos comandos,
dando início a mais uma demonstração.
Sobressaltado, Marcos vê as paredes
ficarem transparentes, as imagens aparecerem e ele sente-se entre elas. Esta
sendo apresentada a construção de uma gigantesca pirâmide de emergência.
Observando com muita atenção, Marcos não perdia um só movimento.
As grandes pedras eram feitas por uma
máquina que funcionava como um pantógrafo; as medidas eram calculadas em uma
pequena tela com luzes coloridas, depois eram ampliadas e projetadas em formas
de paredes, que penetravam na areia, emitindo caloria e pressão, ao mesmo tempo
em que era acionada uma quantia necessária de um calcáreo especial, cuja
finalidade era dar liga adequada, fazendo com que os blocos tivessem grande
capacidade de recepção de energia, (IMAGEM-01,
IMAGEM-02,
IMAGEM-02,
IMAGEM-03).
Os blocos eram fundidos em tamanhos
variados, com encaixes, obedecendo o projeto a ser executado.
Com esta operação, já concluída, a
locomoção dos blocos para a construção era feita por uma pequena nave que fazia
as vezes de um guindaste, que se aproximava por cima dos blocos, acionando o
sistema de atração combinada com a matéria do calcáreo e acionando o sistema de
repulsão, controlando as pressões sobre o solo; os blocos eram levantados,
transportados e colocados na construção em seu devido lugar e com grande facilidade. A construção é
terminada com acabamento perfeito.
Marcos concluiu que tratava-se de um
trabalho simples e rápido, de acordo com a tecnologia utilizada.
No pico da pirâmide é colocado, logo a
seguir, um aparelho que se encaixa perfeitamente. Conforme a narração do
comandante, este aparelho se apresenta com os mesmos sistemas de captação de
energia usado pela nave, porém com capacidade superior, por isso necessita de
uma grande base que possa suportar a força de atração e repulsão. Sua função é
armazenar energia, ocupando todo o corpo da pirâmide, que passaria a funcionar
como um acumulador, e esta energia acumulada passaria a ser distribuída a qualquer momento,
sem interrupção. Ao acionar este aparelho, o corpo da pirâmide fica tomado por
um colorido nas cores do arco-íris e aí está pronto um sistema de auxílio para a
sobrevivência dos homens, gerando: energias de atração; de repulsão; de
elétrica, de alimentação temporária por infiltração e outros.
Energia de repulsão e atração:
estas energias davam
condição para locomoção de todas as naves sintonizadas à pirâmide. Sem o
acumulador pirâmides, as naves precisavam sair fora da atmosfera terrestre para
recarregarem os seus acumuladores, que mantêm as suas cargas por apenas quarenta
minutos fora do contato com os astros abastecedores, e estas recargas são
demoradas. Quanto ao aparelho de captação de energia, fixado no pico da
pirâmide, consegue contato com o sol e outros astros abastecedores, incluindo
também a própria terra, devido à sua imobilização, altura e localização. Graças
à sua altura e localização no globo terrestre, pode ultrapassar todas as
barreiras, permitindo às naves se locomoverem por uma grande distância,
sintonizadas no raio de alcance direcionado. Fora do alcance do raio
direcionado, as naves têm um tempo disponível de quarenta minutos para se
locomoverem sobre a superfície terrestre, e voltarem a contatar com os raios
direcionados, ou sair fora da atmosfera terrestre, para recarregarem os seus
acumuladores.
Energia elétrica:
grandes geradores seriam movimentados
por estes sistemas Ao serem fixados em uma pirâmide menor, recebiam sinais da
pirâmide maior; estes ao serem acionados liberavam energia, transformando este
conjunto em um só corpo, com apenas eixos e outros sistemas motores liberado por
isolante em forma de energia.
Energia de alimentação temporária
por infiltração: as mesmas
que dão vida à terra. Estas energias também colhidas do sistema cósmico são
infiltradas no corpo do homem, alimentando-o em determinado tempo, até que o
mesmo consiga alimento sólido. Esta mesma alimentação pode ser usada
alternadamente com alimento sólido, em proporção normal de 15x1. As alimentações
são distribuídas por um refeitório especial interno, ocupando um ponto
específico da pirâmide ou da nave.
Um outro acontecimento chamou a atenção
de Marcos: foi a aproximação dos nativos da região, que com muita curiosidade
aos poucos se aproximaram e eram bem recebidos pelos construtores e dirigentes.
Para agradar e receber a confiança dos
nativos, o operador da máquina modeladora recebe um pedido para se aproximar do
líder dos nativos e fazer uma brincadeira, que iniciou retratando-a na pequena
tela e ampliando o seu tamanho e transmitindo sua imagem para o modelador.
Repete as operações feitas com os
blocos e ali estava pronta uma perfeita estátua do líder, em pedra, tendo como
matéria prima a areia. Esta operação foi aplaudida pelos nativos com o gesto
original que todos nós possuímos e que é uma das mais importantes fontes do
prazer: o sorriso; muitos sorrisos e os aplausos foram retribuídos também com
muitos sorrisos.
Pouco mais tarde algumas naves pousam
nas proximidades da pirâmide, os ocupantes desembarcam e se reúnem junto aos
demais. Pedem para que os nativos se juntem a eles e se ponham em igualdade e os
nativos correspondem da mesma forma,(IMAGEM).
Marcos, percebendo o comportamento de
igualdade entre os visitantes e nativos, teve seu interesse aumentado pela
projeção.
Mais tarde parte do grupo toma uma nave
e sai para reconhecer a região, e todos concordam que a região é boa, possuindo
um grande rio, terra fértil e o agradável clima combinado do vale do rio e a
planície ondulada do deserto. O local das três pirâmides já fora escolhido: é a
montanha de calcáreo misto com veios duros, médios e moles que determina o
início do deserto.
O reconhecimento foi muito agradável e
voltam para junto de seus companheiros, já usando o sistema de sintonia da
pirâmide de emergência, e ali ficam junto aos nativos passando
parte da noite preparando seus planos de trabalho para execução de uma obra que
foi autorizada pelos nativos. Logo pela manhã saem para dar início à sua
primeira obra permanente, que é a pirâmide central e chegam ao local equipados
com suas ferramentas.
Marcos vê o início do trabalho
percebendo que nunca havia passado pela sua imaginação tal coisa e não perde um
só movimento. Começando pelo ponto mais alto da montanha, uma demarcação é
projetada por uma luz branca gerada de uma nave, deixando assinalada toda a
superfície, acompanhando o projeto a ser executado. Depois estas demarcações são
novamente conferidas e, em seguida, a mesma nave lança sobre as marcas duas
energias, a isolante que protege as duas faces e determina o corte e a energia
desintegradora que reage no meio das duas faces, executando o corte. Esta
operação é feita com facilidade, como se cortasse um bolo de aniversário. Este
trabalho foi feito somente na superfície com um nivelamento na parte superior.
Os blocos eram guinchados por outras naves.
Para apanhar os blocos, eram injetados
nos mesmos, três tipos de raios. Dois deles eram em forma de luz, os quais
energizavam os blocos e eram responsáveis pela repulsão dos mesmos, o terceiro
raio era invisível e era responsável pela atração e ligação do bloco com a nave.
Desta maneira, os blocos eram removidos e colocados fora do local. Depois dos
blocos removidos, foi feito um nivelamento em forma de degrau na parte inferior.
Este nivelamento contornava toda a base do projeto, dando condições para que uma
máquina operasse nesse nivelamento, fazendo o corte do bloco que era retirado
seguidamente pelas naves guinchos, e com isto, dando seguimento a outros degraus
até chegar ao nivelamento superior. Estes degraus eram feitos com o grau de
inclinação da pirâmide e com alguns encaixes, prontos para receber os blocos de
volta. Depois foram estes degraus encobertos pelos blocos que retornaram. Ao
retornarem, os blocos passavam por um ajuste: uma luz focalizava o local a ser
ocupado e transmitia as medidas exatas para a máquina ajustadora.
A falta foi completada por blocos
extraídos de jazidas próximas.
Na pirâmide central, já toda composta
pelos blocos, foi executado, em seu pico, um acabamento especial para que ali
fosse instalado o aparelho receptor de energia (Raios Cósmicos), que ao ser
acionado, faz uma ligação com as placas receptoras instaladas nas outras duas
pirâmides.
Estas placas são projetadas com
sistemas de retorno, com propósito de manter o equilíbrio potencial da pirâmide
central que irá abastecer sem interrupção todos os aparelhos dependentes desta
energia.
Cada pirâmide tem instalado no seu
interior um aparelho retentor de energia responsável pela acumulação das mesmas,
transformando-as em três gigantescos acumuladores,(IMAGEM).
Ao largo de sua praça foi feito o seu
nivelamento por placas calcáreas, com tamanho e espessura variados, atingindo
até 40m2.
Estas placas foram extraídas da lateral direita e de sua frente, deixando um
barranco em pedra com corte perfeito. Além de uma entrada estreita com forte
declive, atingindo o subsolo e alguns compartimentos em seu interior com o
propósito de energizar o corpo do homem e preparar a mumificação dos alimentos
(sistema de conserva) para serem distribuídos de acordo com as necessidades de
consumo.
Outras duas pirâmides foram construídas
da mesma forma. O acabamento da base da pirâmide central e
da pirâmide menor foi feito com blocos de granito rosa. Estes blocos foram
extraídos de uma jazida que fica a uma distância de mais ou menos 800Km do local
e seu transporte foi feito por via aérea.
Este conjunto irá distribuir energias
qualificadas para o funcionamento das naves e para todos os aparelhos
dependentes dessa energia e também tem o propósito de abastecer as futuras
pirâmides construídas no raio de alcance.
As entradas das pirâmides são
projetadas de acordo com sua função.
Como podemos ver, a denominada pirâmide
Miquerinos tem sua entrada diferente das outras duas, sendo feita mais ou menos
a quatro metros acima do solo, com abertura no centro, envolvida por uma fachada
de bloco de granito rosa. Esta entrada é em forma de rampa, com mais ou menos
vinte metros de extensão até chegar ao solo plano. Este percurso é estreito e
baixo, permitindo que as pessoas passem somente agachadas, de um a um. O teto é
composto por blocos de granito preto, com formato côncavo, mas obedecendo o
alinhamento (sistema de escape das energias usadas). Estas cúpulas também
possibilitam às pessoas descansarem, podendo levantar um pouco mais o corpo.
Este sistema não é apenas por acaso, mas sim para compor o projeto de um
perfeito funcionamento.
Esta entrada faz ligação com um
corredor que leva a um salão de aproximadamente trinta metros quadrados por
cinco metros de altura.
Deste salão sai uma outra rampa que
desce a uma sala revestida em blocos de granito preto, polido, com uma área de
mais ou menos dezoito metros quadrados. Ao chegar na entrada desta sala, há uma
outra entrada, à direita, que leva a uma terceira sala com alguns
compartimentos, com a aparência de tumba.
Entretanto, se observarmos, podemos ver
que não se trata de tumba, mas sim de câmaras para receber o defunto para ser
embalsamado. Esta sala é uma construção secundária, fora do projeto da pirâmide.
É uma sala de idolatria, porquanto as pirâmides não foram construídas para
servirem de tumbas. Se corpos ali foram encontrados, é porque foram colocados
com a pirâmide já desativada.
Ainda na mesma sequência da projeção,
Marcos vê com toda a atenção a construção de pequenas pirâmides que foram
construídas e energizadas próximas às três grandes
pirâmides. Entremeando estas pequenas
pirâmides, foram construídos
compartimentos para funcionar como sala de estudo, meditação e comunicação. A
praça da grande pirâmide que faz frente para o Vale do Grande Rio foi construída
para servir como área de lazer. Grandes placas de calcáreo compunham o seu
nivelamento e no centro, uma grande área feita em blocos de granito preto vindo
de outra região dava um destaque decorativo. Muitos outros detalhes compunham a
obra de uma perfeita arquitetura.
Duas bases em forma de barco com
repulsores auxiliares para pouso e decolagem de naves foram esculpidas no solo.
Pedras gigantescas eram retiradas do local do projeto esfinge e transportadas,
ao lado da Pirâmide menor, estas pedras eram empilhadas e muito bem encaixadas
formando resistentes paredes com a finalidade de servirem como silos dos
alimentos já energizados e para suportar as repulsões das naves transportadoras
destes alimentos. Descendo em direção ao grande rio, quase ao término do declive
da montanha, Marcos vê a arte e a grandeza da tecnologia.
Uma nave voa e estaciona por cima do
local escolhido a uma altura de aproximadamente 50 metros. Esta nave faz a
demarcação; outra nave executa o corte e uma terceira nave retira os blocos. Em
seguida, a mesma nave que faz o corte, esculpe no grande bloco deixado no solo.
Marcos não acredita no que está vendo,
mas acha que tudo não lhe parece estranho. Não teve dúvidas, o leão com cabeça
de homem era a
Esfinge, guardiã das três pirâmides. Aí
Marcos vê que tratava-se das Pirâmides do Egito. Ainda muito atento, Marcos se
perdia na projeção. Os enormes blocos retornavam e eram colocados à frente da
Esfinge, formando uma parede, obedecendo o projeto que iria também funcionar
como base de pouso e decolagem das naves. Do lado esquerdo deste conjunto, uma
obra era construída em blocos de granito rosa. Em seu interior, alguns objetos
compunham a decoração; várias colunas sustentavam enormes pedras. Sua utilidade
era o ponto de reunião com segurança máxima e uma pequena base para pouso e
decolagem de pequenas naves de visitantes. Uma porta fazia ligação a uma avenida
que levava às três pirâmides, (IMAGEM).
Um “flash” é mostrado e Marcos vê a
extração dos blocos de granito que compõem a base das duas pirâmides, os grandes
obeliscos e os que formam paredes, tetos e fachadas da construção ao lado da
Esfinge.
Estes blocos foram preparados na
própria jazida e depois alguns ajustes necessários foram feitos no local da
montagem.
Para extrair os blocos é feito um
nivelamento na superfície por um aparelho portátil; este aparelho tem um encaixe
em forma de mochila para ser fixado nas costas do operador. Deste aparelho sai
um cabo flexível (sua ponta contém um sistema de corte
com apoio perfeito para ser operado).
Este sistema é composto por apenas um
lancete com energia conjugada, energia de repulsão e energia fortalecedora da
ferramenta.
A energia de corte funciona com
profundidade, extensão e formato determinados pelo operador, pois trata-se de
uma ferramenta inteligente.
Esta energia, em contato com a matéria,
funciona a milhões de microvibrações por minuto, gerando uma energia abrasiva. O
corte é feito com tanta facilidade, como se fosse uma faca passada na manteiga,
em temperatura normal. Os primeiros cortes são feitos na vertical, em seguida o
operador faz os cortes na horizontal.
As separações das irregularidades,
depois dos cortes horizontais, são feitas por um tranco provocado pela energia
de repulsão localizada.
Feito o nivelamento, esta base está
pronta para receber o aparelho lapidador. Este funciona fixo na base e o corte é
feito de fora a fora, determinando as medidas, os prumos e os esquadros. Este
aparelho também usa duas energias: a isolante, que protege as duas faces e
determina o corte; a outra é a energia desintegradora, que age no meio da
energia isolante, executando o corte. Uma abertura é feita, contornando o bloco,
tendo os lados livres é aplicado por baixo o corte horizontal em vários pontos;
em seguida é aplicada a energia de repulsão localizada e o bloco já está livre e
pronto para receber os retoques finais.
Depois de pronto, estes blocos são
locomovidos pelo sistema de repulsão. A nave guincho se aproxima e lança três
raios: dois deles em forma de luz, que fazem a repulsão; o terceiro é invisível
e faz a ligação do bloco com a nave. O bloco é energizado, fazendo a repulsão do
ar e de todas as matérias que se encontram a uma distância determinada ao seu
redor, formando, com isto, um vácuo. Em sua parte inferior se concentra toda a
repulsão necessária, formando uma forte luz com a aparência da luz transmitida
pela solda elétrica. Esta repulsão é controlada do interior da nave e a pressão
dessa repulsão é feita com todo o aproveitamento, ocupando o vazio deixado pelo
bloco, formando, com isso, uma coluna de energia vedada pelas paredes do vazio
deixado. O bloco é levantado a uma certa altura e depois conduzido com
facilidade ao local escolhido.
Os blocos que vão ser transformados em
esculturas e os que vão receber gravuras e outros ajustes são transportados a
uma base de pouso e decolagem especial, equipada com oficinas qualificadas para
executar estes trabalhos.
Com estes sistemas já prontos, algumas
moradias foram preparadas para os visitantes e para os nativos. Uma convivência
de respeito e igualdade acontecia naquela comunidade, e dia após dia, muitas
outras construções eram concluídas. Com o passar do tempo, já grandes amigos, (IMAGEM-01
,
IMAGEM-02,
IMAGEM-03) o Chefe dos nativos pede para repetir a
construção de sua estátua e os visitantes executam um belíssimo trabalho. Um
bloco de granito rosa, pesando aproximadamente cem toneladas é escolhido e
lapidado e depois colocado em um aparador com giro para todos os graus. De um
outro lado é colocado o Chefe nativo em pé em um aparador menor, vestindo, pela
primeira vez, uma roupa ornamentada, confeccionada pelos visitantes. À sua
frente é colocado um tecido branco e uma luz é projetada neste tecido
transformando-o em um espelho.
O
Chefe nativo se agitou, mas recebeu do líder uma explicação e logo achou lindo e
fazia algumas poses frente ao espelho. Seu rosto era bonito, com um sorriso
brotando do seu interior e seu olhar tranquilo como uma bandeira de paz.
Logo em seguida uma máquina, com
aparência de uma filmadora, focaliza o Chefe nativo e as medidas, as
profundidades dos relevos do corpo e do ornamento que compõe as vestes do futuro
rei e primeiro Faraó (título escolhido pelos nativos, composto por várias frases
positivas, formando uma pronúncia forte) são calculadas e depois gravadas em
todos os ângulos. Em seguida esta imagem é mostrada em uma pequena tela e um
apontador é direcionado para esta imagem que depois, (IMAGEM-01
e
IMAGEM-02) irá percorrê-la, milímetro por
milímetro. Do outro lado, um aparelho é fixado em uma base de pedra com espaço
para se movimentar sobre todo o bloco; em seguida dá-se início à escultura.
Na pequena tela, o apontador percorre
vagarosamente a imagem e do outro lado o sensor do aparelho recebe o comando por
um raio de luz que determina o corte e uma ferramenta pesada, com lancetes
especiais inteligentes, faz o primeiro desbaste. Terminado este ciclo, uma
ferramenta menor é colocada e depois outra, que repetirão vários ciclos até
chegar à medida correta e proporcional. Concluídos todos os desbastes, com a
aparência parcialmente formada é feito neste corpo um polimento. São recompostas
todas as falhas que se apresentaram; em seguida o apontador do pequeno visor
aponta para as vestes e ornamentos. Só depois irá apontar para o rosto, cabeça,
dedos e unhas, e uma ferramenta especial sensível e inteligente faz todos os
pequenos detalhes. Este colosso, de aproximadamente 70 toneladas, é colocado em
pé, em um lugar escolhido pelo próprio Chefe nativo. Com feição tranquila e
simpática, a estátua do Chefe nativo que conquistou a confiança e simpatia dos
visitantes e do seu povo, ficará ali exposta por muitos séculos,(IMAGEM).
Continuando a projeção, Marcos chega a
uma sala de aula onde os nativos eram convidados e os interessados recebiam
ensinamentos de como operar os aparelhos de trabalho, como fazer cálculos, até
mesmo de construções sofisticadas.
Os ensinamentos de comunicação através
das escritas e das mensagens completas através de desenhos, só foi passado ao
Faraó e a seus auxiliares, os quais passavam para os seus sucessores.
Continuando a projeção é mostrada uma
oficina artesanal de alta tecnologia, equipada com sofisticadas máquinas.
Pequenos blocos de granito e pedras são torneados, polidos e
transformados em grandes e pequenos vasos, vasilhames, pratos, utensílios
domésticos e objetos decorativos.
Neste mesmo conjunto se encontram os
artesões que trabalham com ouro, metais e outros materiais para confeccionar
jóias, vestes e outros ornamentos. Neste local também funcionava uma espécie de
ferramentaria, onde faziam os moldes para estampar letras e desenhos de todas as
formas, que até hoje podem ser vistas nas gravuras encontradas por todas as
construções.
Foi neste local que Marcos conheceu o
funcionamento de um dos sistemas de iluminação. Normalmente estes operários
trabalham durante o dia, mas em caso de emergência, que era acontecimento muito
raro, trabalhavam à noite. Um aparelho é acionado e recebe energia da fonte
geradora (pirâmide) e todo o recinto é iluminado sem provocar sombras ou
aquecimento. Esta luz iluminava também por dentro das pessoas, acompanhando todo
o sistema respiratório. No caso de trabalho subterrâneo, esta iluminação dá
total condição, iluminando o recinto e todos os pontos vazios, relevos e
escoriações, sem provocar sombras.
Depois desta apresentação, Marcos
passeia na projeção, por onde as obras foram realizadas e a projeção os leva até
a pequena cidade recentemente construída, composta por algumas grandes e
pequenas moradas. Esta cidade logo mais, será a capital do Egito.
Nesta cidade, por meio da projeção,
Marcos recebe o maior ensinamento da sua viagem, quando numa
sala se reúnem visitantes e nativos, (IMAGEM).
Depois de longas conversas agradáveis,
o ensinamento. O Chefe nativo pergunta ao líder visitante como conseguiu este
poder para realizar todos estes tipos de trabalhos, trazendo a luz do sol à
terra para iluminar a noite, amolecendo as pedras e fazendo as montanhas
caminharem pelo ar? Como conseguem voar como pássaros e se alimentarem do vento?
O visitante responde que toda essa tecnologia também está aqui desde que a Terra
foi construída, e que eles apenas juntaram as peças e montaram, e vocês também poderão realizar grandes
descobertas e inventos pela sua fé, pois na verdade tudo isto nos é dado em
igualdade pelo Criador, o Deus Todo Poderoso. Ele é quem nos dá a
vida, pois a técnica da vida e da criação só Ele conhece. Quanto a nós, com todo
esforço do nosso conhecimento, jamais poderemos criar sequer uma folha do mais
simples dos vegetais.
Dizendo isto, o líder dos visitantes e
seus companheiros abraçam os nativos, dizendo que gostam muito deles e que
ficarão mais algum tempo e depois voltarão para o seu mundo, deixando para eles
algumas de suas naves, aparelhos e ferramentas, para trabalho em pedras e
metais. E prossegue dizendo que ficarão com eles enquanto forem dignos para
fazerem uso delas e periodicamente voltarão para visitá-los e ficarem alguns
momentos com eles.
Suas voltas repetiram-se por muitas
vezes e ausentaram-se por algumas centenas de anos.
Continuando a projeção, com
acontecimentos dentro de setecentos anos, o tempo foi passando e outros Faraós
continuaram construindo e aos poucos foram conhecendo o falso poder e por causa
desse falso poder muitas coisas erradas foram acontecendo, como a criação de
imagens de ídolos, conforme as suas imaginações e a adoração de deuses
estranhos.
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