|
MUSEU DO CAIRO –
EGITO
Frente a trabalhos maravilhosos
realizados por avançada tecnologia, o que mais me chamou a atenção foi um
sarcófago inacabado em granito rosa, que se encontra ao lado esquerdo da entrada
principal no final do corredor próximo à escada, (IMAGEM).
Podemos ver marcas de ferramentas
poderosas usadas para executar este trabalho. No fundo, foi deixado um ressalto
indicando as medidas dos desbastes, este sarcófago passou por uma tentativa de
restauração, usando uma das mais avançadas tecnologias do momento, a serra
circular diamantada com 1.500 milímetros de diâmetro para serrar o tampo, mas devido à vibração e desalinhamento do
corte, este trabalho não foi concluído e o tampo quebrou-se. Mais tarde, no
salão superior frente a centena de peças expostas em prateleiras fechadas com
vidro, pude ver um vaso confeccionado em pedra cristal e outros confeccionados
em granito e pedra. Nenhuma tecnologia conhecida pelo homem é capaz de executar
tal trabalho.
Depois que foram retiradas as
tecnologias, nenhum trabalho foi realizado em granito de espécie alguma. Algumas
tentativas foram feitas em pequenas pedras, mas sem êxito, como podemos
comprovar vendo um vaso torto e rústico, que se encontra em Mênfis, próximo à
Esfinge. Mas as habilidades artísticas foram se desenvolvendo, forçadas pela
imposição do Faraó e pela necessidade do próprio
povo, que necessitava se expressar por meio desses trabalhos, que eram
realizados em madeiras, papiros, argilas e pequenas rochas calcáreas e ardósia,
(IMAGEM).
Centenas de anos se passaram e o trauma
das tecnologias tiradas haviam se apagado, juntamente com as escritas e a
linguagem, pois nada se falava. Tudo havia desaparecido no esquecimento.
Entretanto, o Egito continuava a grande potência da época.
Como podemos ver relatado pela Bíblia,
a estada temporária de
Abraão e mais tarde a fixação de José
até a morte, nos mostra claramente o Faraó necessitando de José e nenhum poder
tecnológico é citado, a não ser o sistema de conservar alimentos,
mantendo-os intactos por sete anos.
A Bíblia nos relata ainda que com o
passar dos tempos o trono egípcio foi ocupado por um Faraó que revolucionou todo
o Egito. Escravizou os israelitas na fabricação de tijolos e muito sofrimento
surgiu naquela época (mais uma vez o Egito é mostrado sem
tecnologia). Colocou como prioridade as idolatrias a deuses estranhos,
reativando o grave erro cometido pelos seus antecessores mais antigos, ignorando
que um castigo viria, com certeza.
Deus Todo Poderoso se aborreceu com as
atitudes do Faraó e defendeu o Seu povo por meio de castigos. Forçou o Faraó a
libertar os israelitas, tendo como intermediário o Seu servo Moisés. Daí por
diante, foi a decadência deste povo, como Marcos pode observar no seguimento da
projeção.
Continuaram a idolatrar as figuras já
existentes, representando deuses estranhos, criados pela sua imaginação.
Marcos fez uma observação:
- Como podemos ver, se Ramsés II foi o
Faraó dessa época, as estátuas que hoje têm o seu nome, de acordo com os
historiadores, não poderiam ser dele, pois a tecnologia para executar tal
trabalho escultural já havia sido retirada há mais de mil anos.
Continuando a projeção, foi mostrado
que, depois de alguns séculos, o grupo cósmico, sabendo das coisas erradas que
estavam acontecendo, voltou à Terra, deixando fora da atmosfera uma nave
abastecedora e aqui chegando sem dar qualquer aviso. Agiram à noite, e uma ordem
foi dada: que todos os colossos (estátuas em pedra) deveriam ser agredidos; as
construções que utilizaram da tecnologia também deveriam ser agredidas e todas as imagens de idolatria que
fossem encontradas deveriam ser transformadas em pó.
E as naves iniciaram o trabalho
começando pelo Vale dos Reis, onde as tumbas se encontram intactas para as
visitas de seus adoradores.
Este local, quando foi construído, era
protegido por sistema de sensores que atuavam como uma espécie de campo
de força, guardando o possível acesso pela terra e pelo ar; tinha iluminação
permanente. Agora era protegido pela guarda do Faraó e de pessoas que
idolatravam os mortos e que viviam próximas ao local.
A ordem de destruição foi dada. Por ser
um Vale, uma forte repulsão direcionada é aplicada pelo anel de ante colisão,
que faz a repulsão das matérias pressionando as duas montanhas, e tudo o que
está solto na superfície é empurrado para dentro das tumbas e todo o Vale é
soterrado.
Em seguida foram aos templos e
agrediram todas as estátuas e construções; todas foram danificadas. As estátuas
de idolatria, conforme as ordens recebidas, foram transformadas em pó pela
energia desintegradora.
As estátuas e construções foram
parcialmente danificadas. Estas agressões eram feitas pela energia de repulsão
em forma de raio, e este era injetado nas partes determinadas e acontecia uma
repulsão interna localizada.
Como podemos ver, as estátuas eram
agredidas apenas no nariz, olhos e outras partes que alteram a sua identidade.
Enquanto as naves continuavam agredindo
todas as construções que se encontravam às margens do Nilo, montanhas e deserto,
chegando até o atual Líbano, México e partes da América do Sul, que também já
haviam tido as suas tecnologias cassadas, pelo mesmo motivo. Homens trabalhavam
nas destruições dos blocos de granito rosa que compõem o acabamento das bases
das duas pirâmides, utilizando das mesmas ferramentas que foram usadas nas
extrações desses blocos. Os homens acionavam as suas ferramentas sobre os
blocos, abrindo sulcos com medidas uniformes de acordo com o tamanho dos blocos.
Estes sulcos medem entre 18, 21 e 30 centímetros de comprimento, 5 centímetros
de profundidade e 5 centímetros de abertura. O formato desses sulcos é encunhado
dos quatro lados, direcionando a separação dos blocos. Este sulco percorre o
bloco no sentido circular, dando o formato de um cinto. A separação do bloco é
feita por um tranco gerado pela repulsão localizada; desta forma os blocos eram
arrancados da pirâmide em pedaços de até 8 toneladas. O afastamento desordenado
dos pedaços de blocos que se apresentam esparramados ao redor das pirâmides era
feito como se movimentassem pedaços de isopor. As ferramentas se apoiavam no
solo e a repulsão localizada era acionada. Com isto, os blocos era arremessados
desordenadamente. Hoje podemos ver milhares destes blocos de granito rosa que foram agredidos e arrancados
das Pirâmides e esparramados ao seu redor e ali deixados de forma visível para
que alguém no futuro questione estes acontecimentos, porquanto as marcas de uma
tecnologia existente no passado ali permanecem, para que o homem em sua fé seja
testado, porquanto tudo que podemos ver, como o nosso corpo e suas funções, o
sol, a lua, as estrelas, os planetas, a Terra e tudo o que nela há e suas
funções, são uma tecnologia criada por Deus.
Sabemos que tudo isso é verdadeiro, mas
fingimos ignorar. Por isso poucos são os homens que já assumiram e se
conscientizaram dessa verdade, (IMAGEM-01
e
IMAGEM-02).
Só no final da tarde do sexto dia é
que o autor pode perceber que alguns blocos, que ele já havia visto por muitas
vezes e até mesmo sentado sobre eles para descansar, haviam sido
arrancados da base da Pirâmide a propósito de desativar um sistema gerador de
energia que vinha funcionando sem interrupção há 2.950 anos. Neste momento
foi-lhe dada uma abertura, como se o autor estivesse vivendo o presente do
passado que aconteceu há 2.700 anos.
A base de granito rosa fazia o contato
das Pirâmides, gerando energia natural. Estas energias eram responsáveis pela
mumificação (sistema de conservar e enriquecer os alimentos). Estas energias
abrangiam grande parte do deserto, sendo conduzidas pelas rochas e areias. Se
hoje fizermos uma avaliação, mesmo com este sistema desativado, podemos
constatar que a massa alimentar ingerida pelos- homens e animais que habitam o
deserto próximo as pirâmides é muito menor em relação as que são ingeridas pelos
homens e animais de outras regiões, (IMAGEM).
Podemos perceber que este bloco sofreu
agressões: - pedaços foram arrancados do seu meio, deixando dois vazios. No meio
deste vazio, podemos ver um corte profundo que foi feito com a finalidade de
facilitar a execução do trabalho. Esta operação não se consegue realizar por
nenhuma tecnologia conhecida até os dias de hoje.
Por isto estas marcas apresentam-se bem
visíveis e deixadas propositadamente, para que alguém, no futuro, questionasse
estes acontecimentos.
A operação demolição, deveria ser
concluída em uma só noite.
Várias naves especiais e homens
equipados com máquinas portáteis atuam coordenadamente, orientados pela
nave abastecedora que permanece fora da atmosfera. De madrugada, o ataque final.
Várias naves voam sobre Mênfis, a cidade mais bonita e melhor projetada já
construída até os dias de hoje. Mênfis, se fosse vista hoje por nossos
arquitetos, deixaria- os encantados pela sua perfeição.
Os colossos que ali se encontravam se
apresentariam como um mistério, mas o que nos chamaria a atenção seria o sistema
de iluminação dentro das residências, que era gerada por um ou mais aparelhos,
de acordo com o tamanho da construção. Estes aparelhos recebiam energia da fonte
geradora e iluminava todos os espaços, sem provocar sombras,(IMAGEM).
Com relação às praças, as iluminações
eram geradas pelas molduras que compunham as extremidades das grandes colunas;
estas molduras recebiam energia da fonte geradora em forma de raios, que reagiam
com a matéria da moldura sem provocar desgastes. Todos estes sistemas já haviam
sido desativados, (IMAGEM).
Quanto ao saneamento, os detritos eram
canalizados, obedecendo a gravidade e depositados. Recebiam um tratamento
semelhante à mumificação, por isso não deixavam mal cheiro e eram utilizados em
determinadas agriculturas.
Esta fantástica cidade vai ser
destruída.
As naves alinham-se a uma distância
determinada. A cidade está acordada devido aos ruídos causados pela demolição
mais próxima. As naves acionam os seus sistemas de invisibilizador de matérias
em conjunto com o puxador de imagem e som e tudo está sob controle, pois ninguém
deveria ser ferido. Os primeiros ataques são feitos aos prédios que se encontram
sem ocupantes; as imagens são puxadas e a energia desintegradora é acionada nos pontos de
sustentação e acontece uma implosão. Com esse barulho toda a população se agita
e os prédios desocupados são instantaneamente implodidos e toda a população
corre apavorada em direção ao deserto levando suas crianças, doentes e pequenos
objetos e à distância assistem a destruição da sua cidade, sem saber por que
tudo aquilo estava acontecendo. Quase tudo se transformou em pó e em pedaços. Em
seguida, o extermínio final: o local do castelo do Faraó e das residências dos
seus altos funcionários foram totalmente destruídos, transformados em pó, não
sobrando qualquer vestígio. Logo após os anéis de ante colisão são acionados e
uma força de repulsão superior a de um furacão soterra tudo que se encontra
sobre o solo, e a superfície se modela com a superfície do deserto, deixando
como vestígio a Pirâmide soterrada com apenas seus últimos três degraus fora da
areia. Os vestígios dos Faraós, encontrados nesta ruína, também danificados,
pertencem ao primeiro Faraó e alguns Faraós intermediários, porque estes foram
justos e algumas de suas lembranças foram poupadas.
Marcos, entusiasmado com a projeção que
acabava de assistir, perguntou ao comandante se seria possível dar uma
explicação sobre a vinda daqueles homens na Terra.
O comandante respondeu: - Pelo que
sabemos e temos registrado, fala-se que estes homens foram autorizados pelo
Regedor Único para uma passagem neste Planeta e que sua missão seria construir e
deixar ensinamentos para os nativos aqui existentes.
Sabemos também que estes homens
assumiram todos os seus compromissos e com muita responsabilidade para
aquele que havia autoriza do sua vinda e permanência temporária
na Terra.
Deixando uma tecnologia suficiente para
a aceleração do aumento da população nativa, este povo, composto por algumas
dezenas de pessoas, permaneceram algumas décadas, não chegando a atingir um
século e, com suas missões já cumpridas, voltaram para o seu mundo de origem.
O primeiro líder dos nativos foi
chamado de Faraó. Durante seu reinado assumia todas as responsabilidades de
Chefe, conforme os ensinamentos recebidos. Pouco antes de sua morte deixou um
pedido ao seu sucessor: que seu corpo deveria ser enterrado conforme o costume
do seu povo e com a mesma simplicidade. Com isto estaria selando um compromisso
de igualdade; sendo assim, seu espírito estaria como todos os outros à
disposição do Regente Universal, conforme os ensinamentos recebidos pelos homens
cósmicos. Quando morreu, seus pedidos foram atendidos.
Sabemos que os seus sucessores, 1º e
2º, agiram da mesma forma até a morte de seus corpos; o 3º, porém, provocou
mudanças. Pensamentos diferentes levaram a discussão, chegando a desentendimento
geral.
Parte do povo, ao protestar as atitudes
negativas, foram expulsos pelo Rei e outros Poderosos. Com isto, afastando-se e
permanecendo em outros pontos da Terra, viveram em pequenos grupos.
O afastamento destas pessoas veio
causar uma grande decadência nos que ficaram, pois grande parte da tecnologia
foi com eles, deixando para trás um povo egoísta e orgulhoso, desajustado e
descrente, pois esqueceram-se dos ensinamentos que receberam e agora passaram a
adorar suas próprias criações, figuras de sua imaginação, esculpidas em pedras,
e todo esse mal já fazia parte da maioria daquele povo.
O mal chegava também atingindo a parte
mais importante, o verdadeiro ser e a unidade do próprio espírito, pois quando o
seu corpo morria eles eram embalsamados, cumprindo as suas exigências
anteriores. Esta mumificação
(1)
era feita com o propósito de facilitar
o trabalho da ressurreição do corpo, para com isto poder receber novamente o ser
e o espírito, que também serviria como documento para provar a sua passagem por
este planeta. As riquezas e objetos de usos pessoais eram sepultados junto com o
corpo, o que seria uma prova concreta que este corpo foi rico e poderoso e
quando ressuscitado voltaria a receber as mesmas posições de poderes anteriores.
Com este comportamento, a decadência
desse povo ficou bem visível, pois o que restava de conhecimento e tecnologia
era misturado com o egoísmo e enterrado com cada um.
Depois de muitos anos, como nada de
positivo havia se criado, o povo foi punido. O aparelho mestre de captação de
energia e outros aparelhos foram resgatados pelo próprio povo que o havia
instalado.
Partes destes aparelhos voltaram ao seu
mundo de origem; outros, danificados, foram destruídos e lançados ao mar,
ficando como um marco nas areias construções gigantescas e invisíveis para
muitos, tão invisíveis como a Terra, o Sol, a Lua e todo o Universo, porque para
o homem que vê, um grão de areia significa construção, e para ser um grão de
areia este precisou de um construtor (o CRIADOR).
Com estes acontecimentos, Marcos
viajava pelas vias de sua imaginação e logo pode entender que a Terra, o Sol, a
Lua e as Estrelas, bem como todo o Universo, são uma tecnologia. Com isto pode
ver bem claro que o corpo do homem também é uma tecnologia e que nós somos seres
com conhecimentos incalculáveis, mas que ocupamos um corpo que nos oferece
recursos limitados e que estas limitações vêm liberar somente os itens
necessários, com o objetivo de engrandecer o próprio ser, para que com isto
possamos desenvolver estes itens, positivamente ou negativamente, de acordo com
a nossa vontade, segundo nosso livre arbítrio no período de vida material e
espiritual no planeta que vivemos.
A Origem da coroa
A coroa usada por um rei representa
poder.
Qual a origem da coroa e que poder
esta representa?
Se analisarmos os documentos antigos
não encontraremos explicação.
Mas, de acordo com as minhas
pesquisas e diante de tudo que vi, a origem da coroa e o poder que ela
representa foi inspirada no recepitos de energia cósmica localizada no pico da
Pirâmide Central.
|