AS AÇÕES HUMANAS LEVANDO O HOMEM PARA UM FUTURO DIFERENTE

ANTONIO JOSÉ GOMES ( pesquisador do antigo Egito )

 

 

Livro Arquivo PDF

Home

Principal

Pedra de rozeta

Stone Henge

Obelisco - 01

Como seria o Paraiso

O Momento oportuno da serpente

Museu do Cairo -Egito

Mumificação

Resposta

O Big - Ben

Intrudução

Volto meu pensamento ao criador a ação humana

O homem altera a natureza

Minha filosofia e uma nova ficção

Seções

Pensamento

Nota sobre o autor

 

 

MUSEU DO CAIRO – EGITO

 

Frente a trabalhos maravilhosos realizados por avançada tecnologia, o que mais me chamou a atenção foi um sarcófago inacabado em granito rosa, que se encontra ao lado esquerdo da entrada principal no final do corredor próximo à escada, (IMAGEM).

 

Podemos ver marcas de ferramentas poderosas usadas para executar este trabalho. No fundo, foi deixado um ressalto indicando as medidas dos desbastes, este sarcófago passou por uma tentativa de restauração, usando uma das mais avançadas tecnologias do momento, a serra circular diamantada com 1.500 milímetros de diâmetro para serrar o tampo, mas devido à vibração e desalinhamento do corte, este trabalho não foi concluído e o tampo quebrou-se. Mais tarde, no salão superior frente a centena de peças expostas em prateleiras fechadas com vidro, pude ver um vaso confeccionado em pedra cristal e outros confeccionados em granito e pedra. Nenhuma tecnologia conhecida pelo homem é capaz de executar tal trabalho.

Depois que foram retiradas as tecnologias, nenhum trabalho foi realizado em granito de espécie alguma. Algumas tentativas foram feitas em pequenas pedras, mas sem êxito, como podemos comprovar vendo um vaso torto e rústico, que se encontra em Mênfis, próximo à Esfinge. Mas as habilidades artísticas foram se desenvolvendo, forçadas pela imposição do Faraó e pela necessidade do próprio povo, que necessitava se expressar por meio desses trabalhos, que eram realizados em madeiras, papiros, argilas e pequenas rochas calcáreas e ardósia, (IMAGEM).

Centenas de anos se passaram e o trauma das tecnologias tiradas haviam se apagado, juntamente com as escritas e a linguagem, pois nada se falava. Tudo havia desaparecido no esquecimento. Entretanto, o Egito continuava a grande potência da época.

Como podemos ver relatado pela Bíblia, a estada temporária de

Abraão e mais tarde a fixação de José até a morte, nos mostra claramente o Faraó necessitando de José e nenhum poder tecnológico é citado, a não ser o sistema de conservar alimentos, mantendo-os intactos por sete anos.

A Bíblia nos relata ainda que com o passar dos tempos o trono egípcio foi ocupado por um Faraó que revolucionou todo o Egito. Escravizou os israelitas na fabricação de tijolos e muito sofrimento surgiu naquela época (mais uma vez o Egito é mostrado sem tecnologia). Colocou como prioridade as idolatrias a deuses estranhos, reativando o grave erro cometido pelos seus antecessores mais antigos, ignorando que um castigo viria, com certeza.

Deus Todo Poderoso se aborreceu com as atitudes do Faraó e defendeu o Seu povo por meio de castigos. Forçou o Faraó a libertar os israelitas, tendo como intermediário o Seu servo Moisés. Daí por diante, foi a decadência deste povo, como Marcos pode observar no seguimento da projeção.

Continuaram a idolatrar as figuras já existentes, representando deuses estranhos, criados pela sua imaginação.

Marcos fez uma observação:

- Como podemos ver, se Ramsés II foi o Faraó dessa época, as estátuas que hoje têm o seu nome, de acordo com os historiadores, não poderiam ser dele, pois a tecnologia para executar tal trabalho escultural já havia sido retirada há mais de mil anos.

Continuando a projeção, foi mostrado que, depois de alguns séculos, o grupo cósmico, sabendo das coisas erradas que estavam acontecendo, voltou à Terra, deixando fora da atmosfera uma nave abastecedora e aqui chegando sem dar qualquer aviso. Agiram à noite, e uma ordem foi dada: que todos os colossos (estátuas em pedra) deveriam ser agredidos; as construções que utilizaram da tecnologia também deveriam ser agredidas e todas as imagens de idolatria que fossem encontradas deveriam ser transformadas em pó.

E as naves iniciaram o trabalho começando pelo Vale dos Reis, onde as tumbas se encontram intactas para as visitas de seus adoradores.

Este local, quando foi construído, era protegido por sistema de sensores que atuavam como uma espécie de campo de força, guardando o possível acesso pela terra e pelo ar; tinha iluminação permanente. Agora era protegido pela guarda do Faraó e de pessoas que idolatravam os mortos e que viviam próximas ao local.

A ordem de destruição foi dada. Por ser um Vale, uma forte repulsão direcionada é aplicada pelo anel de ante colisão, que faz a repulsão das matérias pressionando as duas montanhas, e tudo o que está solto na superfície é empurrado para dentro das tumbas e todo o Vale é soterrado.

Em seguida foram aos templos e agrediram todas as estátuas e construções; todas foram danificadas. As estátuas de idolatria, conforme as ordens recebidas, foram transformadas em pó pela energia desintegradora.

As estátuas e construções foram parcialmente danificadas. Estas agressões eram feitas pela energia de repulsão em forma de raio, e este era injetado nas partes determinadas e acontecia uma repulsão interna localizada.

Como podemos ver, as estátuas eram agredidas apenas no nariz, olhos e outras partes que alteram a sua identidade.

Enquanto as naves continuavam agredindo todas as construções que se encontravam às margens do Nilo, montanhas e deserto, chegando até o atual Líbano, México e partes da América do Sul, que também já haviam tido as suas tecnologias cassadas, pelo mesmo motivo. Homens trabalhavam nas destruições dos blocos de granito rosa que compõem o acabamento das bases das duas pirâmides, utilizando das mesmas ferramentas que foram usadas nas extrações desses blocos. Os homens acionavam as suas ferramentas sobre os blocos, abrindo sulcos com medidas uniformes de acordo com o tamanho dos blocos. Estes sulcos medem entre 18, 21 e 30 centímetros de comprimento, 5 centímetros de profundidade e 5 centímetros de abertura. O formato desses sulcos é encunhado dos quatro lados, direcionando a separação dos blocos. Este sulco percorre o bloco no sentido circular, dando o formato de um cinto. A separação do bloco é feita por um tranco gerado pela repulsão localizada; desta forma os blocos eram arrancados da pirâmide em pedaços de até 8 toneladas. O afastamento desordenado dos pedaços de blocos que se apresentam esparramados ao redor das pirâmides era feito como se movimentassem pedaços de isopor. As ferramentas se apoiavam no solo e a repulsão localizada era acionada. Com isto, os blocos era arremessados desordenadamente. Hoje podemos ver milhares destes blocos de granito rosa que foram agredidos e arrancados das Pirâmides e esparramados ao seu redor e ali deixados de forma visível para que alguém no futuro questione estes acontecimentos, porquanto as marcas de uma tecnologia existente no passado ali permanecem, para que o homem em sua fé seja testado, porquanto tudo que podemos ver, como o nosso corpo e suas funções, o sol, a lua, as estrelas, os planetas, a Terra e tudo o que nela há e suas funções, são uma tecnologia criada por Deus.

Sabemos que tudo isso é verdadeiro, mas fingimos ignorar. Por isso poucos são os homens que já assumiram e se conscientizaram dessa verdade, (IMAGEM-01 e IMAGEM-02).

 Só no final da tarde do sexto dia é que o autor pode perceber que alguns blocos, que ele já havia visto por muitas vezes e até mesmo sentado sobre eles para descansar, haviam sido arrancados da base da Pirâmide a propósito de desativar um sistema gerador de energia que vinha funcionando sem interrupção há 2.950 anos. Neste momento foi-lhe dada uma abertura, como se o autor estivesse vivendo o presente do passado que aconteceu há 2.700 anos.

A base de granito rosa fazia o contato das Pirâmides, gerando energia natural. Estas energias eram responsáveis pela mumificação (sistema de conservar e enriquecer os alimentos). Estas energias abrangiam grande parte do deserto, sendo conduzidas pelas rochas e areias. Se hoje fizermos uma avaliação, mesmo com este sistema desativado, podemos constatar que a massa alimentar ingerida pelos- homens e animais que habitam o deserto próximo as pirâmides é muito menor em relação as que são ingeridas pelos homens e animais de outras regiões, (IMAGEM).

 Podemos perceber que este bloco sofreu agressões: - pedaços foram arrancados do seu meio, deixando dois vazios. No meio deste vazio, podemos ver um corte profundo que foi feito com a finalidade de facilitar a execução do trabalho. Esta operação não se consegue realizar por nenhuma tecnologia conhecida até os dias de hoje.

Por isto estas marcas apresentam-se bem visíveis e deixadas propositadamente, para que alguém, no futuro, questionasse estes acontecimentos.

A operação demolição, deveria ser concluída em uma só noite.

Várias naves especiais e homens equipados com máquinas portáteis atuam coordenadamente, orientados pela nave abastecedora que permanece fora da atmosfera. De madrugada, o ataque final. Várias naves voam sobre Mênfis, a cidade mais bonita e melhor projetada já construída até os dias de hoje. Mênfis, se fosse vista hoje por nossos arquitetos, deixaria- os encantados pela sua perfeição.

Os colossos que ali se encontravam se apresentariam como um mistério, mas o que nos chamaria a atenção seria o sistema de iluminação dentro das residências, que era gerada por um ou mais aparelhos, de acordo com o tamanho da construção. Estes aparelhos recebiam energia da fonte geradora e iluminava todos os espaços, sem provocar sombras,(IMAGEM).

Com relação às praças, as iluminações eram geradas pelas molduras que compunham as extremidades das grandes colunas; estas molduras recebiam energia da fonte geradora em forma de raios, que reagiam com a matéria da moldura sem provocar desgastes. Todos estes sistemas já haviam sido desativados, (IMAGEM).

Quanto ao saneamento, os detritos eram canalizados, obedecendo a gravidade e depositados. Recebiam um tratamento semelhante à mumificação, por isso não deixavam mal cheiro e eram utilizados em determinadas agriculturas.

Esta fantástica cidade vai ser destruída.

As naves alinham-se a uma distância determinada. A cidade está acordada devido aos ruídos causados pela demolição mais próxima. As naves acionam os seus sistemas de invisibilizador de matérias em conjunto com o puxador de imagem e som e tudo está sob controle, pois ninguém deveria ser ferido. Os primeiros ataques são feitos aos prédios que se encontram sem ocupantes; as imagens são puxadas e a energia desintegradora é acionada nos pontos de sustentação e acontece uma implosão. Com esse barulho toda a população se agita e os prédios desocupados são instantaneamente implodidos e toda a população corre apavorada em direção ao deserto levando suas crianças, doentes e pequenos objetos e à distância assistem a destruição da sua cidade, sem saber por que tudo aquilo estava acontecendo. Quase tudo se transformou em pó e em pedaços. Em seguida, o extermínio final: o local do castelo do Faraó e das residências dos seus altos funcionários foram totalmente destruídos, transformados em pó, não sobrando qualquer vestígio. Logo após os anéis de ante colisão são acionados e uma força de repulsão superior a de um furacão soterra tudo que se encontra sobre o solo, e a superfície se modela com a superfície do deserto, deixando como vestígio a Pirâmide soterrada com apenas seus últimos três degraus fora da areia. Os vestígios dos Faraós, encontrados nesta ruína, também danificados, pertencem ao primeiro Faraó e alguns Faraós intermediários, porque estes foram justos e algumas de suas lembranças foram poupadas.

Marcos, entusiasmado com a projeção que acabava de assistir, perguntou ao comandante se seria possível dar uma explicação sobre a vinda daqueles homens na Terra.

O comandante respondeu: - Pelo que sabemos e temos registrado, fala-se que estes homens foram autorizados pelo Regedor Único para uma passagem neste Planeta e que sua missão seria construir e deixar ensinamentos para os nativos aqui existentes.

Sabemos também que estes homens assumiram todos os seus compromissos e com muita responsabilidade para aquele que havia autoriza do sua vinda e permanência temporária na Terra.

Deixando uma tecnologia suficiente para a aceleração do aumento da população nativa, este povo, composto por algumas dezenas de pessoas, permaneceram algumas décadas, não chegando a atingir um século e, com suas missões já cumpridas, voltaram para o seu mundo de origem.

O primeiro líder dos nativos foi chamado de Faraó. Durante seu reinado assumia todas as responsabilidades de Chefe, conforme os ensinamentos recebidos. Pouco antes de sua morte deixou um pedido ao seu sucessor: que seu corpo deveria ser enterrado conforme o costume do seu povo e com a mesma simplicidade. Com isto estaria selando um compromisso de igualdade; sendo assim, seu espírito estaria como todos os outros à disposição do Regente Universal, conforme os ensinamentos recebidos pelos homens cósmicos. Quando morreu, seus pedidos foram atendidos.

Sabemos que os seus sucessores, 1º e 2º, agiram da mesma forma até a morte de seus corpos; o 3º, porém, provocou mudanças. Pensamentos diferentes levaram a discussão, chegando a desentendimento geral.

Parte do povo, ao protestar as atitudes negativas, foram expulsos pelo Rei e outros Poderosos. Com isto, afastando-se e permanecendo em outros pontos da Terra, viveram em pequenos grupos.

O afastamento destas pessoas veio causar uma grande decadência nos que ficaram, pois grande parte da tecnologia foi com eles, deixando para trás um povo egoísta e orgulhoso, desajustado e descrente, pois esqueceram-se dos ensinamentos que receberam e agora passaram a adorar suas próprias criações, figuras de sua imaginação, esculpidas em pedras, e todo esse mal já fazia parte da maioria daquele povo.

O mal chegava também atingindo a parte mais importante, o verdadeiro ser e a unidade do próprio espírito, pois quando o seu corpo morria eles eram embalsamados, cumprindo as suas exigências anteriores. Esta mumificação (1) era feita com o propósito de facilitar o trabalho da ressurreição do corpo, para com isto poder receber novamente o ser e o espírito, que também serviria como documento para provar a sua passagem por este planeta. As riquezas e objetos de usos pessoais eram sepultados junto com o corpo, o que seria uma prova concreta que este corpo foi rico e poderoso e quando ressuscitado voltaria a receber as mesmas posições de poderes anteriores.

Com este comportamento, a decadência desse povo ficou bem visível, pois o que restava de conhecimento e tecnologia era misturado com o egoísmo e enterrado com cada um.

Depois de muitos anos, como nada de positivo havia se criado, o povo foi punido. O aparelho mestre de captação de energia e outros aparelhos foram resgatados pelo próprio povo que o havia instalado.

Partes destes aparelhos voltaram ao seu mundo de origem; outros, danificados, foram destruídos e lançados ao mar, ficando como um marco nas areias construções gigantescas e invisíveis para muitos, tão invisíveis como a Terra, o Sol, a Lua e todo o Universo, porque para o homem que vê, um grão de areia significa construção, e para ser um grão de areia este precisou de um construtor (o CRIADOR).

Com estes acontecimentos, Marcos viajava pelas vias de sua imaginação e logo pode entender que a Terra, o Sol, a Lua e as Estrelas, bem como todo o Universo, são uma tecnologia. Com isto pode ver bem claro que o corpo do homem também é uma tecnologia e que nós somos seres com conhecimentos incalculáveis, mas que ocupamos um corpo que nos oferece recursos limitados e que estas limitações vêm liberar somente os itens necessários, com o objetivo de engrandecer o próprio ser, para que com isto possamos desenvolver estes itens, positivamente ou negativamente, de acordo com a nossa vontade, segundo nosso livre arbítrio no período de vida material e espiritual no planeta que vivemos.

A Origem da coroa

 

A coroa usada por um rei representa poder.

Qual a origem da coroa e que poder esta representa?

Se analisarmos os documentos antigos não encontraremos explicação.

Mas, de acordo com as minhas pesquisas e diante de tudo que vi, a origem da coroa e o poder que ela representa foi inspirada no recepitos de energia cósmica localizada no pico da Pirâmide Central.

 

Copyright © 28 de Abril 2005 Jairo Cardoso

Hosted by www.Geocities.ws

1