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O MOMENTO
OPORTUNO DA SERPENTE
Para um Ser e seu Espírito ocupar um
corpo, é necessário que este corpo seja gerado de forma original por um casal.
Pois, no momento da fecundação, é gerada uma grande energia comunicativa
fortalecida pelo amor, que abre as janelas do universo em comunicação com o
desconhecido, acontecendo um convite, (IMAGEM).
Neste momento há uma concepção e o Ser
convidado ocupa um corpo.
Tudo isto só acontece com a autorização
de DEUS.
Quando o homem doa a carne do seu corpo
sem a autorização de DEUS, esta carne é doada com a alma (energia e sensor de
defesa) e se por ventura o homem transformar esta carne em um corpo (DNA), isto não é da vontade de DEUS e este corpo
será ocupado por um dos adeptos da serpente, porque estes estão presentes no
meio de nós.
No seguimento da projeção, Marcos vê a
construção da mais importante tumba do Vale dos Reis, construída na montanha de
calcáreo duro. O local é escolhido; em seguida é feito um nivelamento e nesse
nivelamento uma máquina desintegradora é colocada; em seu visor é inserido o
projeto a ser executado e a leitura é feita e memorizada de acordo com este
projeto. A máquina inicia seu trabalho por partes, direcionando em declive com
lancetes simples compostos por dois raios, sendo um isolante, que determina o
corte e medidas e o outro é o desintegrador, com abertura ocupando a área a ser
removida. Com esta primeira área já desintegrada, é aplicada nessa matéria solta
a energia de repulsão e toda a matéria solta é expelida, deixando o primeiro
lance em prumo e alinhado.
Então Marcos já pode ver a rampa que
irá dar acesso as enormes salas e câmaras. Em seguida a máquina é colocada no
final da rampa e ali ela faz o segundo nivelamento e continua seu trabalho
dentro do projeto.
Conforme as pedras vão sendo
desintegradas, as matérias soltas são expelidas pela abertura da rampa e logo a
seguir mil e quatrocentos metros cúbicos de calcáreo rosado são retirados,
deixando um vazio de vários compartimentos. Este trabalho teve a duração de três
dias e três noites consecutivas. Em seguida, um retoque final é dado no teto e
paredes. Esta mesma máquina usa uma ferramenta inteligente que trabalha a
milhões de micro-vibrações por minuto, criando uma energia abrasiva conjugada
com uma outra energia que é formada por várias energias que provocam uma reação
molecular superficial e esta superfície se torna pastosa, dando condição ao
operador para realizar um trabalho perfeito. A secagem destas é instantânea e
logo já estão prontas para receber as estampas, pinturas e escritas. As estampas
são feitas quase sempre no tamanho daquele que é representado e semelhante a uma
fotografia metálica. Geralmente são copiadas enquanto as pessoas estão vivas, ou
mesmo após sua morte.
Estas estampas são colocadas na máquina
acima citada e seu funcionamento é da mesma forma com milhões de micro-vibrações
por minuto e uma dosagem mínima da reação molecular que irá dar brilho e receber
as cores que são geradas por luzes. Estas estampagens são feitas com profundidade ideal para um perfeito
visual. Muitas outras tumbas foram construídas utilizando esta tecnologia.
Com facilidades para construir, muitos
templos foram edificados.
Nestes templos se concentrava a
idolatria. Muitas imagens eram feitas, esculpidas em pedras e granitos. As
figuras de suas imaginações se tornaram ídolos. Cada templo era composto por uma
ou mais bases de pouso e decolagem. As bases tinham o formato de praças cercadas
por paredes de enormes pedras decoradas e figuras de animais; sua função
principal era de realizar o funeral dos faraós. Nas entradas, conjuntos de
enormes colunas com suportes superiores, eram alinhadas para servirem como
estacionamento.
Em frente a cada praça há um obelisco,
e cada Faraó e rainha que ali eram velados tinham uma mensagem completa em forma
de desenho, gravada na parte frontal do obelisco, e seus familiares quando eram
velados, tinham as mensagens gravadas na lateral.Estas mensagens descreviam a
vivência profissional de cada um.
Estando ausentes por muito tempo,
sabendo de tudo o que estava acontecendo com o atual Faraó, o grupo cósmico
volta para a Terra e se aproxima do Faraó, dizendo: - Porque não seguiu os
ensinamentos dos seus antecessores e não procedeu como eles procediam? E como
castigo iremos tirar tudo que lhes foi dado, pois este foi o tratado que fizemos
com o primeiro Faraó. Mas se você se arrepender e se tornar um líder justo, não
vou tirar o que já construiu. E o Faraó respondeu: - O que fiz de mal? O líder responde: - Você fez
uso da minha tecnologia para esculpir e pintar ídolos e deuses estranhos para
sua idolatria. Você fez tumbas e sepultou seus parentes, usando o
sistema de conservar alimentos e junto colocaram suas riquezas materiais,
prevendo uma ressurreição para exercer os seus mesmos poderes. Por isso não é
digno da minha confiança.
Mas, se houver arrependimento, ficará
com o que já está feito. E deste momento em diante você e todos aqueles que
fazem uso da minha linguagem e escrita ficam proibidos de usá-las. Vocês usarão
sua própria linguagem e se esforçarão para criar uma nova
escrita e tudo isto servirá de lição para você e seu povo, e para toda a
humanidade do futuro, porque o poder do homem é como o próprio homem: é tirado
da terra e depois volta para ela. Mas se você e suas posteridades passarem do
limite, voltarei e reduzirei quase tudo a pó, se isto for a vontade de Deus, que
me irá conduzir, porquanto nada acontece sem a
Sua permissão.
Com isto, voltaram para o seu mundo de
origem, levando tudo que lhes pertencia.
Vários anos se passaram e uma grande
força renasceu neste povo.
O Faraó se arrependeu e passou a ser um
líder justo.
Várias tentativas de trabalho em pedras
foram acontecendo, mas não chegavam a ser realizadas.
As comunicações por letras e desenhos
eram entendidas somente pelo Faraó e seus familiares e pelas autoridades
superiores. Esta comunicação era composta por frases relacionadas as leis a
serem cumpridas.
Leis de respeito ao superior, lei do
trabalho e lei de liberdade. Estas leis Era transmitidas verbalmente ao povo. A
lei de respeito ao superior se encontrava gravada em todos os portais e
monumentos; as leis do trabalho e liberdade se encontravam gravadas em todas as
construções para que as autoridades não se esquecessem que o povo tem que ser
livre. E essa lei foi uma das causas principais do perdão do líder ao Faraó e
seu povo. Mesmo assim, o uso desta comunicação foi expressamente proibido pelo
líder do grupo cósmico.
O atual Faraó governou o seu povo com
dignidade até sua morte.
Seu corpo foi enterrado conforme o
costume nativo. Seus sucessores gradativamente foram transformando suas leis e
costumes, pois o povo não podia mais viver sem cultuar as imagens dos seus
deuses. E recomeçaram o trabalho de mumificação dos corpos, usando a tecnologia
que o grupo cósmico havia deixado para que eles pudessem conservar os alimentos.
Eles conheciam a técnica da extração e
beneficiamento dos metais, mas não tinham acesso às jazidas por falta de
condução utilizavam dos objetos de metais já existentes, transformando-os em
ferramentas.
Os trabalhadores construíam tumbas em
lugares de acesso mais fácil, onde o calcáreo era mole. As tumbas eram
terminadas em acabamento grosseiro, ocupando uma área pequena, dando condição
somente para a colocação do sarcófago e um pequeno espaço livre. Os sarcófagos
eram construídos em pedra mole, com acabamento também grosseiro, ou feitos em
madeira, já com habilidades artísticas.
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