|
ESTES
ACONTECIMENTOS SERIAM POSSÍVEIS?
SERIAM APENAS
CONTOS DA MINHA IMAGINAÇÃO?
SERIA UMA
COMUNICAÇÃO POR MÉTODOS
DESCONHECIDOS?
TERIA EU VIAJADO
A BORDO DE UMA NAVE EXTRA TERRENA?
RESPOSTAS:
É difícil responder a cada uma dessas
perguntas, mas poderá ser encontrada cada resposta, individualmente, caminhando
paralelamente com a tecnologia e pelos bens que são vistos nos mistérios do
CRIADOR, pela natureza, e para contar estas estórias tive como ponto de partida
a felicidade de presenciar fatos importantes em companhia de pessoas da minha
família, como segue:
- Aconteceu quando me encontrava
sozinho em minha casa. Nesta ocasião minha família viajava para Bananal. Senti
uma grande força que me levava a escrever alguma coisa. Peguei um pequeno
caderno e lápis, sentei-me junto a uma mesa de pedra entre duas colunas de uma
sala inacabada e comecei a escrever sobre uma possível nave espacial movida a
energia de atração e repulsão, construída pelo homem, e a descrever com muita
segurança o seu funcionamento e os seus equipamentos, pois era como se eu já
conhecesse esta nave.
Esta confirmação me foi dada depois de
alguns meses, em quatro demonstrações:
Primeira:
Quando vinha da cidade de Redenção,
dirigindo uma motocicleta e levando na traseira meu filho, seguido por minha
mulher que dirigia um carro em companhia de meus dois filhos mais novos e uma
amiga, também com um casal de filhos. Já havíamos percorrido quilômetros, quando
por um momento vi um clarão e senti uma rápida vibração tocando os meus ouvidos.
Logo falei ao meu filho: - você viu isto? Foi o que pudemos ver, pois estávamos
de capacete; mas logo à frente fomos ultrapassados por minha mulher, que logo
parou e deu sinal para que também parássemos. Desceu do carro muito emocionada e
perguntando: - vocês viram? Contava tudo o que tinha visto:
- É lindo! Tem a forma de cilindro, com
a frente em formato de estrela e sua cor é como uma bola de
natal: amarelo ouro e brilhante; passou bem perto de nós acompanhando a montanha
e iluminando toda a estrada e campo.
Segunda:
Aconteceu quando eu e minha mulher
voltávamos da cidade de Redenção da Serra para a cidade de Taubaté. Eu dirigia.
Fazíamos uma viagem calma; a noite estava caindo e o céu estava estrelado.
Lua cheia despontava, sem pressa, entre
as montanhas, do nosso lado direito. Na altura do quilômetro 15 pudemos ver um
objeto que silenciosamente cortava o espaço em direção à lua, com velocidade
próxima a 250km horários, a uma altura apróximada de 50m e distância de 250m
aproximadamente. Emitia luz com aparência de uma lâmpada comum e com uma rápida
mudança, emitia raios, como se estivessem saindo de uma vaso de cristal. Estas
luzes não se apresentam como faróis, pois envolviam todo o corpo do objeto no
percurso em que pude acompanhá-lo com os meus olhos. Foi um tempo de 4 a 5
segundos e pude ver o apagar e acender por 3 vezes, mudando os tipos de luzes
que se apresentavam sem foco. Uma suave vibração intercalada mexia em meus
ouvidos, dando a impressão do que ocorre quando um amigo passa com o seu carro e
nos cumprimenta acionando faróis e buzina. Esta sensação somente eu senti, pois comentava minha
mulher ter visto apenas algo estranho.
Terceira:
Aconteceu quando, também vindo de
Redenção, às 22:00 horas, acompanhado pelo meu cunhado, minhas irmãs e meu
filho, eu dirigia. Meu cunhado estava ao lado. Mais ou menos no quilômetro 9 um
objeto cortava o espaço silenciosamente, fazendo suaves manobras, acompanhando o
estreito vale formado pelas montanhas, a uma distância de
200m aproximadamente, com velocidade
próxima a 200Km/h. Seu formato era oval, envolvido por um anel de luz verde, com
diâmetro próximo a 5m visto à distância, sendo que somente eu e meu cunhado
pudemos avistá-lo.
Quarta:
Aconteceu quando, de passagem por uma
pequena elevação, próxima a cidade de Taubaté, mais ou menos às 20:00 horas,
precisei parar o carro e do lado de fora pude ver, a uma distância de
aproximadamente 10Km, uma luz em forma de bola que se deslocava do solo próximo
ao local onde eu havia visto os outros objetos. Sua decolagem foi feita com
grande arrancada, subindo com pouca curvatura, atingindo mais ou menos mil metros de
altura e, em seguida, direcionando-se a Lua nova, desenvolvendo uma velocidade
próxima de 15 mil Km horários, tanto que para acompanhá-lo com meus olhos até
seu desaparecimento em direção à Lua, que refletia nas minhas costas, foi um
tanto difícil.
|