"Sou um só, mas ainda assim sou um. Não posso fazer tudo, mas posso fazer alguma coisa. Por não poder fazer tudo, não me recusarei a fazer o pouco que posso" 

Francisco Gomes é bacharel em Administração de Empresas com pós graduação em Recursos Humanos, Técnico e Analista Programador, especialista em Tecnologia e Sistemas de Informação. Ministra palestras e cursos voltados à Informática e Recursos Humanos.

Artigos

Sistemas de Informação nas Instituições Hospitalares, sua democratização como tática gerencial.

Informatização nos Hospitais Brasileiros

O Serviço de Hotelaria, como meio de alavancar Receitas nas Instituições Hospitalares

 

 

 

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Projeto LIVROS - Não é de hoje que o ser humano procura deixar registrado as suas experiências, dos contrates da alegria de viver e das inúmeras decepções que ela nos oferece, das experiências familiar, das tragédias e dos inúmeros recomeçar. Tudo é apenas mais um sonho, mas com determinação, coragem e persistência, os sonhos também se realizam. Estou remando em águas brandas, muita pesquisa e escrevendo, mas sei que preciso perder o medo e me jogar em águas profundas, sem medo de atingir mar aberto e revolto

Lápide: A síntese de uma vida

Título e prefácio de livro são as últimas coisas que definimos e colocamos, mas como tudo se dá início com nossos sonhos, eu já escrevi este título algumas dezenas de vezes e ainda não me contentei.

Este livro seria uma auto biografia. Não sei o porque mas sempre quis encontrar um meio de escrever e perpetuar a minha trajetória de vida pessoal e profissional.

Sabendo que ao escrever adquirimos antes de tudo, autoconhecimento. Mas estou consciente de ao escrever o que estou sentindo no momento, ou escrever sobre a minha sua história, principalmente momentos que marcaram a minha vida. Isso trará um entendimento mais profundo de muitas situações que foram deixadas de lado, mas nem por isso deixam de machucar.

Da vida pessoal, em especial, falar dos contrastes, da alegria de viver e das inúmeras decepções que ela nos oferece, das experiências familiar, das tragédias e dos inúmeros recomeçar.

Do exemplo deixados pelos meus pais à eterna ausência de meus irmãos.

Falar de fatos da infância, da pré adolescência, da descoberta de si mesmo, do primeiro beijo, da intensidade do primeiro amor e das "loucuras" dos amores platônicos pelos quais passei.

Nasci na cidade de Osasco, um município próximo à capital de São Paulo, desta cidade me lembro muito pouco, era uma casinha de dois cômodos, mas bem arejada, cujas frestas  enxergava-se o mundo exterior, lembro-me das noites em que minha mãe cantava algumas canções para que eu e meu irmão mais velho pudesse dormir, mas algo me intrigava, muita das vezes, enquanto cantava, minha mãe chorava. Bem mais tarde, acredito que até mesmo após a adolescência, vim a descobrir qual seria o motivo destas lágrimas, a "ausência" de meu pai.

Não sei como se deu a mudança, mas a cidade era pequena, tinha uma estação de trem, toda feita de madeira, apenas dois trens no período da manhã e dois a noite, no resto do dia, circulava apenas trens de carga.

Caulim se chamava o bairro, uma chácara bem pequenininha, uma casinha de bambus entrelaçados e recheados de barro, com cobertura de sapê, na cozinha um fogão a lenha, no cômodo central uma mesa comprida e um banco, no canto minha cama, não me lembro de ter outra, no quarto um velho guarda-roupas e a cama de meus pais, era simples, mas que tinha de tudo um pouco, uma pequena plantação de batata doce, muita verdura, legumes e algumas frutas, um pequeno riacho que dividia de um outro imenso sítio; lembro-me das visitas de meus tios e tias, da alegria que eles tinham em estar num lugar tão belo quanto aquele. Um fato engraçado que ocorreu, foi quando um de meus tios, levou para lá uma bicicleta, e me levou para dar uma volta na garupa, santo Deus, como eu gritava, pois a estrada era de terra, de um lado barranco e do outro imensos abismos, eu gritava desesperado, e ele mais pedalava. Ali também nasceu um de meus irmãos mais novos, não sei dizer se minha irmã ou meu irmão, é...nasceu em casa, a parteira fez o parto de minha mãe, e daquele dia algumas coisas ficaram marcadas. Sou sincero não ouvi aquela criança chorar,  também pudera, eu era muito novo e com certeza não me ative a este detalhe, mas além do nascimento de um de meus irmãos, duas outras coisas me marcaram naquele dia. O almoço, bem acredito que tenha sido uma vizinha que veio fazer o almoço, e não sei o porque eu tive nojo, ela fez uma galinha muito gordurosa, rs, engraçado e hoje eu adoro uma galinha cozida na panela, outra coisa que marcou foi, nós termos escondido de meu pai o nascimento deste meu irmã(o) até a hora que ele foi deitar, foi muito engraçado, minha mãe colocou o nenem, para dormir juntinho dela na cama e meu pai só percebeu quando foi deitar, acredito ter sido uma grande surpresa para ele. Ah neste bairro, de uma única rua, morava um senhor que era o único que tinha televisão, me lembro de assistir a copa de 70 por lá, na verdade nem sei por quanto tempo moramos neste bairro, mas foi ali, que andei a cavalo pela primeira vez, "roubei" muita pêra do quintal do vizinho, também, era uma imensa árvore que fazia divisa com o "quintal" da  casa onde morávamos, vi pela primeira vez uma raposa, claro estava aprisionada com os filhotes dela. Lebre, é...lá existia uma lebre que não sei muito bem se era nossa e fugiu ou se era da mata mesmo e nos visitava as vezes, mas foram várias as vezes em que corremos atrás da bichinha, bem...bem...cobras nem se fala a quantidade,...mudamos para outro bairro

Se chamava 120, talvez pelo fato de o km 120 da estrada de ferro que por ali passava. A casa era maravilhosa, toda feita de madeira, e o telhado era de telhas, não me lembro de divisórias entre quartos, tudo me leva a crer que era um imenso salão e que os poucos móveis que tínhamos era utilizado para fazer a divisão deste salão. Após um período que ali morávamos, um dos irmãos de meu pai veio morar com a gente, mas ele exagerava na bebida, e os dois acabam brigando muito.

O terreno era um pouco menor, apenas uma pequena plantação de verduras, e uma imensa dificuldade, água "potável" somente retirando de um poço de cerca de uns 30 metros, mas na maioria das vezes, para ter água para beber, íamos numa mina (nascente) que existia ha uns 500 metros de casa. Neste terreno, estavam construindo uma casa de tijolos,  local de uma imensa tragédia que mais tarde relatarei. Este era um bairro que estava nascendo, e já existia um pouco de famílias que por ali moravam, mas existia muita dificuldade, minha mãe voltou a trabalhar fora, mas também não me lembro se ela trabalhava fora antes, e uma vizinha tomava conta de nós, eu e meu irmão mais velho, pois o mais novo, minha mãe carregava consigo. As lembranças aqui são um tanto confusas, pois parte da história foi "queimada" de minha memória.

...lembro-me muito bem, pois este dia é inesquecível, 02 de novembro de 1984, por volta das 21h00, a rua era deserta, estava somente eu e ela, e eu meio que sentado e/ou encostado num barranco, os beijos deram início à toda magia, minhas mãos perdidas procuravam abrigo no corpo dela...

Falar de filhos, da felicidade e da saudade que cada um me traz.

O nascimento, a vida e a "morte" de cada um de meus amores, ah.. se eu pudesse tecer detalhes do quanto vivi intensamente cada segundo, mas vou tentar fazê-lo no decorrer do livro, pois acredito ser muito interessante relatar cada experiência vivida ao lado de pessoas que até hoje mantenho contato, pessoas com as quais tive o prazer de compartilhar momentos marcantes de minha vida.

Da vida profissional, falar da saga de um cidadão, oriundo de uma família humilde, pai nordestino e mãe portuguesa, ele pedreiro e ela diarista em casa de família, para estudar, se fazer respeitar e se tornar um profissional, que busca constantemente o reconhecimento.

O início da labuta se deu muito cedo em minha vida, em meus alfarrábios, pude encontrar fotografias que retratam uma época em que eu não tinha mais que sete anos e já empunhava uma enxada. Me lembro da caixa de engraxar sapatos, mas não acredito ter conseguido muita coisa, pois a timidez não me deixava dizer "vai graxa ai moço?"; também freqüentei a feira, claro como vendedor de verduras e legumes, colhidos no quintal de casa, em algumas vezes acompanhei meu irmão mais velho para a capital para ser carregador em feiras.

Por volta dos quatorze anos comecei a trabalhar registrado, era uma pequena engenharia, bem...digamos apenas um engenheiro que pegava serviços de órgãos públicos e contratava pessoas para auxiliá-lo no projeto. Eita servicinho enjoado, abríamos veredas por entre as matas para realizar medições, ou caminhávamos nos labirintos sob as ruas e avenidas das cidades onde a "empresa" conseguia contrato. Um fato que me marcou muito foi quando viajamos para Campos do Jordão, minha missão era mergulhar num lago, levando uma baliza para medir a profundidade; óh céus, que água gelada, mas da equipe eu era o único que sabia nadar...

Bem...é mais um sonho a ser realizado que pode parecer mais simples, mas é neste que estou encontrando mais dificuldade, ainda mais que parte do material que eu dispunha, talvez por descuido, foi jogado fora.

Mas acredito que mesmo assim, utilizando-se do HD ou Winchester que cada um tem dentro de si, eu possa realizar este sonho.

A narrativa se decompõe,  numa poesia literária e numa cronologia que acredito venha a apreender e prender a atenção do leitor do começo ao fim.

Chegarei lá.

Informática
um esporte Radical

Quando participante da maratona de pesquisas para a confecção da Tese de Defesa da pós graduação, e diante do inesgotável material de pesquisa, que muitos nunca foram utilizados. Tenho como objetivo juntar todos estes materiais, fazer um pequeno briefing e disponibilizar de forma bem didática.

Sei que não será uma tarefa fácil, mas o Homem só se completa quando planta uma árvore, é pai e escreve um livro. As duas primeiras etapas já foram realizadas, me falta a última e é justamente esta que me parecia mais simples, está se mostrando muito complexa.

Eu havia convidado um amigo de pós graduação, mas como tantos outros amigos, nos distanciamos e já faz alguns anos que não nos falamos, pela distância, pelas responsabilidades assumidas, pelos compromisso profissionais, mas eu sou Brasileiro, jamais desisto, estou dando continuidade à minha empreitada.

Estou pensando em algo bem objetivo, ou seja, um livro de fácil leitura e interpretação, com uma narrativa singular e que consiga saciar o leitor em todos os teus desejos quando o assunto é Informática. O poderio bélico desta ferramenta, como meios de auxiliar na gestão empresarial, que nos seus capítulos iniciais um meio de situar o leitor no espaço e no tempo, fazendo uma narrativa Histórica de toda a evolução dos Sistemas e das Tecnologias de Informação. Apresentar ainda uma modelagem de como Criar, Implantar, Implementar e Utilizar um pequeno Sistema de Informação.

Gostaria ainda de poder escrever sobre segurança de informação, colocar neste livro todos os passos necessários para a uma análise crítica dos dados armazenados nos Bancos de Dados, maneiras de filtrá-los e transformá-los em informações transformadoras de diretrizes empresarias.

Chegarei lá.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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