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Suevos versus Romanos Hilário Paulo O campo de batalha No meu lado direito existia um rio com 4 montes (A, B, C e D) difíceis - H/S /(Hill Steep) com mata) na parte central, 2 de cada lado fazendo um desfiladeiro.
A colocação dos suevos (da minha direita para a minha esquerda): Bagagem
(Bg) colocada perto do rio com escaramuçadores (Ps - Psiloi) para protegê-la
colocados entre ela e o rio. À
esquerda do desfiladeiro a cavalaria seguida por um gigantesco bando de
guerreiros (Wb - Warband), apoiados por escaramuçadores (Ps - Psiloi). À
direita desse bando e antes do monte "E" estava um outro grande bando de
guerreiros (Wb) também apoiados por escaramuçadores (Ps). À
direita desse bando e para lá do monte "E" a cavalaria ligeira (LH –
Light Horse) dos Alanos.
A colocação dos romanos
(também da direita para a esquerda). 1º comando - Constituído por legionários (Bd - espadeiros), escaramuçadores de apoio (Ps) e archeiros (Bw - Bowmen). 2º comando - Mais atrás e à esquerda dos
archeiros uma coluna de cavaleiros germânicos (Kn - Knigths) e cavalaria
ligeira (LH). 3º comando - na direcção
do monte 5 elementos de infantaria ligeira (AX - Auxílias) e escaramuçadores
isaurus (Ps), à esquerda cavaleiros germânicos (Kn)
e cavalaria ligeira (LH). 4º comando - 2 camelos (LH)
e 2 cavalaria ligeira árabes (LH). O Desenvolvimento 1 Os suevos fizeram aquilo que deles
se esperava. Avançaram tal touros enraivecidos em direcção aos romanos, tendo
esbarrado na capacidade de manobra e até indiferença da cavalaria ligeira. A cavalaria sueva tentou atravessar
o desfiladeiro entre os 4 montes, de forma a atravessar o rio e atacar o
acampamento romano. Os alanos armados em atrevidos
procuraram provocar os cavaleiros federatti, mas deram-se mal. A resposta romana foi cautelosa. A cavalaria ligeira atrasava os Wb,
colocando-se frente aos psilois suevos que vinham na frente dos guerreiros,
obrigando o chefe suevo a carregá-la com os seus psiloi que no caso de perderem
era destruídos no combate. Quando a cavalaria sueva, em coluna,
tentava atravessar o desfiladeiro as auxilias comitatenses que estavam
emboscadas carregaram. O resultado foi tão mau para suevos que só não eram
destruídos se os romanos tirassem 1 nos dados. E imaginem......sim tirei 1. No
contra-ataque da cavalaria foram destruídas 2 auxilias e os sobreviventes
retiraram para o monte, impedindo, mesmo assim a cavalaria sueva de atravessar o
rio. E assim ficaram o resto do jogo, frente a frente. Face à ameaça atrevida dos alanos
foi necessário manobrar com um pouco mais de cuidado, assim enquanto os
cavaleiros federatti aproximaram-se o mais possível de forma a poder carregar
os alanos, a cavalaria ligeira romana manobrava de forma a colocá-los em
“zona de controlo” o comando árabe numa manobra de envolvimento passou por
eles e colocou-se entre o flanco e a retaguarda dos pobres alanos. O Desenvolvimento 2 O avanço da infantaria pesada dos
suevos continuou a ser feito, de forma lenta e controlado pelos romanos, através
de escaramuças com a sua cavalaria ligeira. A cavalaria sueva continuou a olhar
para as auxilias romanas que a controlavam do seu monte. Os alanos pressionados de frente
pelos foederatti, “zocados” pela cavalaria ligeira e flanqueados pelos árabes,
procuraram retirar, mas os poucos pip´s que tiveram levaram a que as suas 2
colunas não se afastassem da distância de carga das tropas romanas. Os romanos lançaram o ataque para a
destruição dos alanos. Os foederatti carregaram, acompanhados pela cavalaria
ligeira e pelos árabes, levando à destruição do comando alano. O Desenvolvimento 3 Os suevos procuraram reagir ao
desastre alano, tentaram retirar a sua cavalaria do flanco e deslocá-la para a
retaguarda do seu principal corpo de infantaria, mas como o seu comandante tinha
poucos pip´s e acabava por necessitar deles para evitar ataques nos flancos das
Wb’s por parte dos escaramuçadores (psiloi e cavalaria ligeira), não o
conseguiu fazer. Enquanto a cavalaria ligeira e os árabes
perseguiam os sobreviventes do comando alano, o Comandante em Chefe romanos
reagrupava os foederatti, para avançar em marchas forçadas para a retaguarda
dos bando suevos que a pouco e pouco se aproximavam da linhas das legiões, que
manobravam para lhes atacar um flanco, enquanto que os foederatti do 2º comando
romano se colocavam em posição para lhes atacar o outro flanco. Mas a impetuosidade dos suevos dá
vantagens e a sua aproximação brusca aos foederatti do 2º comando levou a que
este tivessem de os atacar sem estarem completamente formados em diagonal e o
que poderia ser um ataque devastador tornou-se em diversas lutas
“individuais” de 1 elemento romano (factor de combate 3) contra 4 suevos
(factor de combate 5) e as baixas dos romanos foram aumentando. As legiões iniciavam a manobra para
se colocarem na diagonal dos suevos O Desenvolvimento 4 Os suevos pressionavam e apostavam
tudo na vitória face ao 2º comando, a sua cavalaria via-se incapaz de reagir e
o seu grupo principal de guerreiros continuava a avançar, mas atacado por todos
os lados pelos escaramuçadores romanos. Da parte dos romanos, os árabes
“voavam” em direcção ao acampamento dos alanos (tesouros, mulheres e
escravos) e o 1º comando sob as ordens do Comandante em Chefe avançava a toda
a velocidade para a retaguarda dos suevos. Os foederatti do 2º comando já só
manobravam para não ter baixas. O comando das legiões terminava a
manobra oblíqua. O Desenvolvimento 5 O Comandante em Chefe dos suevos num
esforço supremo, deixando completamente de parte qualquer tentativa de fazer
avançar a sua cavalaria, gastou todos os seus pip´s manobrando os seus
guerreiros face às legiões. De forma impetuosa o resta da
infantaria sueva continuava a pressionar o 2º comando romano. Os Romanos colocaram os foederatti
do 1º comando em linha na retaguarda dos suevos, o seu 2º comando retirou
completamente para forma da distância de carga dos suevos e as legiões
prepararam-se para atacar o Comandante em Chefe dos suevos. O Fim Com os foederatti do 2º comando
romano fora de alcance, coma bagagem dos alanos saqueada, coma
sua própria bagagem em perigo, ao Comandante em Chefe suevo nada mais
restava do que carregar em frente (até porque tirou 1 pip nos dados) e assim
fez, tendo “caído” na armadilha das legiões e tendo sido destruído o seu
elemento. Com a “morte” do seu chefe (mas
tarde depois de reconhecido, foi confirmado que apenas estava ferido) o moral
dos suevos não aguentou e todo o exército quebrou colocando-se em fuga. Fora do jogo Como os suevos estavam na prática
cercados a sua quebra de moral poderia provocar 2 situações: a)
a sua rendição em massa (a hipótese mais interessante para o Império) b)
o seu massacre (a hipótese mais provável). |
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