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História Courense
Nesta época, o limite norte do concelho era o rio Minho.
Durante a guerra da Restauração, este concelho foi
o centro das operações militares contra a Galiza
e de defesa contra as invasões espanholas.
Aqui se travou a gloriosa batalha, que ficou conhecida na História
por
"Combates da Travanca" (1663). Neste concelho se preparava
o abastecimento, não só deste exército, como
de algumas praças da margem do rio Minho.
Por isso, a corte de D. João IV lhe concedeu a designação
de "Celeiro do Minho".
A grande produção cerealífera manteve-se
através dos séculos, até meados
do século XX, quando o depauperamento da agricultura de
subsistência ditou
o seu declínio, que, a partir dos anos '60 desse século,
a guerra colonial e a emigração maciça acentuou
e concluiu.
O nome actual surge na década de '70 do século XIX,
quando a sede do
concelho foi transferida de Mantelães para a freguesia
de Paredes e foi criada
a comarca, por agregação dos nomes da freguesia
e do concelho.
Combates da Travanca
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A história de Paredes de Coura tem muito para contar,
desde tempos pré-históricos, passando pelos
medievais, quando era conhecida por
“Terras de Coyra”.
Durante a guerra da Restauração,
o concelho foi o centro das operações militares
contra a Galiza e de defesa contra as invasões espanholas,
travando-se aqui em 1663 a batalha, que ficou conhecida
por "Combates da Travanca".
Desde 1641, que o concelho de Paredes de Coura se preparava
para a guerra, gastando 100 mil réis em pólvora
e munições e mostrando a sua disponibilidade
ao rei D. João IV, conforme carta deste à
respectiva Câmara em que toma nota da despesa e regista
“ o zelo e bom ânimo com que os moradores desse
concelho” acudiam ao seu serviço ; assiste
e participa depois nas investidas à Galiza e movimenta-se
para evitar as tentativas de atravessamento do rio Minho
pelas tropas espanholas.
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