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CURIOSIDADES
...Este
tópico é para você saber mais sobre essa
bebida conhecida e adorada mundialmente..
*Saiba como é feita
a cachaça
de Alambique!
*Saiba a
Etimologia & Históriada Cachaça!
*Conheça
as diferenças
entreCachaça Artesanal e Cachaça
Industrial!
*Entenda um
pouco mais sobre Aguardente de Cana!
* Você sabe
os Benefícios da Cachaça?
PRODUÇÃO
DA CACHAÇA DE ALAMBIQUE

Após mais de 300 anos de história
no Brasil, a cachaça chega ao século XXI com cinco
etapas básicas de produção: a colheita e
moagem da cana-de-açúcar, a fermentação,
a destilação e o envelhecimento. A crescente busca
de qualidade desafia todas as etapas do processo de produção,
inclusive o plantio e o envase do produto. O produtor deve escolher
as variedades que melhor se adaptem ao solo, período de
safra e clima de sua região, levando em conta as características
de produtividade, riqueza em açúcar e facilidade
de fermentação. A cana-de-açúcar
deve ser colhida madura, com teor de brix (taxa de concentração
de açúcar) superior ou igual a 16º, cortada
a facão, com a separação da ponta e da palha.
Não se queima a palhada para colher a cana-de-açúcar.
Apesar de destinada a facilitar a colheita, a prática
de queimar os canaviais é um fator prejudicial à qualidade
da cachaça. Tal conduta acelera a deterioração
da cana-de-açúcar, ainda no campo, pela inversão
mais rápida da sacarose em glicose e frutose. Além
disso, acarreta o acúmulo de cinzas nas dornas de fermentação,
interferindo negativamente no processo fermentativo.
No que se refere ao paladar da cachaça,
identifica-se com certa facilidade o gosto de queimado, que deprecia
a qualidade do produto. O transporte da cana-de-açúcar
deve ser realizado simultaneamente ou logo após o corte.
Em seguida, a cana-de-açúcar é empilhada
em depósito próprio e deve ser moída no
prazo máximo de 24 horas depois de colhida. O local deve
ser coberto, de maneira a proteger contra sol e chuva, e fresco,
para evitar perda de água por transpiração.
O armazenamento da cana-de-açúcar além de
24 horas e em locais inadequados provoca perdas no teor de açúcar
por respiração e transpiração.
O caldo é filtrado e decantado para a retirada de impurezas como o bagacilho
(fragmentos de cana ou bagaço) e a terra. Quanto mais limpo for o caldo
destinado à fermentação, menores as chances de contaminações
indesejáveis e melhor a qualidade da fermentação. O ajuste
do teor de açúcar do caldo deve ser feito de forma a atingir
o ponto ideal de fermentação, entre 14º e 16º brix,
através da adição de água potável. Teor
de açúcar acima de 15º brix acarreta fermentação
mais lenta e freqüentemente incompleta, além de dificultar a multiplicação
do fermento. Quando se destila o caldo com fermentação incompleta,
ocorrem incrustações no alambique e formação de
furfurol (ou óleo fúsel), que provoca aroma e gosto indesejáveis
na cachaça. Teor de açúcar abaixo de 15º brix permite
fermentação mais rápida, sendo importante na etapa de
multiplicaçãodo fermento.Entretanto, acarreta uma diminuição
no rendimento industrial. Uma das principais características da cachaça
artesanal é a utilização de nutriente natural, ou seja,
ausência de qualquer produto químico no processo de fermentação.
O agente fermentativo natural da cana-de-açúcar é a microbiota
(microorganismo que é agente fermentativo natural da cana-de-açúcar)
natural, que a acompanha desde a lavoura.Na microbiota predominam as leveduras,
e ainda está contida grande quantidade de bactérias

A mesma pode ser enriquecida por nutrientes
orgânicos e minerais presentes no arroz, soja e milho.O
uso de nutriente natural, como o fubá, é um dos
procedimentos que historicamente vem sendo adotado pelos produtores
de cachaça de Minas Gerais. A cachaça é preparada
com o pé-de-cuba (fermento natural) da própria
garapa, a partir de 15 a 17 dias antes de começar a safra.
A cada dia é colocado um pouco de garapa nas dornas, aumentando
gradativamente o seu teor de sacarose, até atingir os
15º brix. Quando zerar a sacarose, o que ocorrerá entre
o 15º e o 17º dia, o que decanta é somente o
fermento composto por leveduras boas e sadias, que será utilizado
na fermentação da nova garapa, e o que fica suspenso é o
vinho da cana-de-açúcar (sobrenadante) pronto para
ser destilado. Importante salientar que a próxima fermentação
levará em torno de 18 a 24 horas para zerar a sacarose,
produzindo mais uma quantidade de vinho da cana-de-açúcar.É a
partir de um bom fermentado que se tem um bom destilado. O aroma
do mosto fermentado deve ser agradável e penetrante, lembrando
o aroma de frutas maduras, com acidez, no máximo, igual
ao dobro da acidez inicial, e decantado, com a separação
do vinho e do pé-de-cuba.A destilaria de cachaça
artesanal é popularmente chamada de alambique, que é,
na verdade, a estrutura de cobre onde é feita a destilação.O
cobre favorece a qualidade da bebida, atuando como catalisador
de importantes reações que ocorrem durante a destilação.
A prática artesanal recomenda o emprego de alambiques
com panelas de capacidade igual ou inferior a 2.000 litros, com
volume útil correspondente a 75% desse valor. O envelhecimento é a
etapa final da elaboração da cachaça artesanal.
Esse processo aprimora a qualidade sensorial das bebidas nobres.
A estocagem é feita, preferencialmente, em barris de madeira,
onde ainda acontecem reações químicas. Existem
madeiras neutras, como o jequitibá e o amendoim, que não
alteram a cor da cachaça. As que conferem ao destilado
um tom amarelado e mudam seu aroma são o carvalho, a umburana,
o cedro e o bálsamo, entre outras. Cada uma dá um
toque especial,deixando a cachaça mais ou menos suave,
adocicada e perfumada, dependendo do tempo de envelhecimento.
Atualmente, o mercado produtor mineiro de cachaça privilegia
a qualidade e o sabor, justificando a crescente produção
artesanal em detrimento da industrial. Apesar do processo ser
mais trabalhoso e demorado, garante a tradição
da melhor cachaça do país e, conseqüentemente,
do mundo.Cada produtor garante ter seu segredo, seu toque, que
faz a sua bebida especial. Podem ser o tempo e os ingredientes
da fermentação, o tipo de cana-de-açúcar,
a época da colheita ou a madeira dos tonéis de
envelhecimento.
O que importa é manter
a tradição de receitas centenárias!!!
Fonte:site www.desvendar.com.br


ETIMOLOGIA & HISTÓRIA
A origem do nome "Cachaça" é desconhecida, mas alguns
acreditam que ela vem do castelhano "Cachaza" que significa vinho
de borra. Outros acham que é de origem africana. Mas Silveira Bueno,
em seu Dicionário Escolar da Língua Portuguesa, diz: "Cachaça
era sinônimo de porco (cachaço) e de porca (cachaça). Como
a carne fosse dura, molhavam-na com aguardente para amaciá-la. Pasando,
assim, o nome de porca (cachaça) a significar aquela aguardente que
hoje todos conhecemos com o nome de cachaça".Desde que a cachaça é cachaça,
sempre teve o nome de cachaça. Mas os que bebem, gostam de chamá-la
de um jeitinho especial.Tem aqueles que batizam a cachaça com sinônimos:
abrideira, aca, água-benta, água-que-passarinho-não-bebe,
aguardente, arrebenta-peito, assovio-de-cobra, birita, branca, branquinha,
cana, caninha, calibrina, cumbé, caiana, caxixi, canjebrina, capote-de-pobre,
esquenta-por-dentro, jinjibirra, marato, monjopina, parati, pinga, tafia, tiquirá,
tira-teima, três-martelos, uca, e por ai vai.

Sua história
A história da cachaça remonta ao século XVI. Sua produção,
no Brasil, está registrada desde 1584. Gabriel Soares informava que
existiam então oito casas de "cozer méis", na Bahia.
Em 1648, Margrave e Piso, na História Naturalis Brasiliense (História
Natural do Brasil), descreviam o método de fabricação
de açúcar em nossos engenhos e mencionavam o fato de a cachaça
também ser destinada à alimentação dos animais
domésticos. Já no livro de contas do engenho de Serijipe do Conde,
dos jesuitas e localizado no Recôncavo da Bahia, aparece, no período
de 1622 - 1653, a água ardente servida aos escravos, durante o trabalho.
De prazer dionisíaco reservado inicialmente a escravos, a cachaça,
com o aprimoramento do fabrico, atraiu outros consumidores e passou a ter importância
enconômica no Brasil Colônia. Isso representou ameaça aos
interesses dos portugueses que fabricavam a aguardente metropolitana bagaceira.
Já em 1635, era proibida a venda de cachaça na Bahia.
Em 1639, deu-se a primeira tentativa de impedir até o fabrico do produto,
mas, a partir de então, começou a reação dos interesses
locais, formada por senhores de engenho, comerciantes, destiladores, e, assim,
enquanto a disputa sofria flutuações, aumentava o fazer e o consumir
das "bebidas de vinho de mel, a cachaça".A metrópole,
sendo derrotada na luta contra a cachaça brasileira, mudou de política
e, em 1756, ela figurava entre os gêneros que, pela tributação,
já concorriam para a reconstrução de Lisboa, após
sua destruição pelo terremoto.No século XIX, o consumo
da cachaça já era alto.Há referências aos sérios
problemas de produtividade insuficiente dos engenhos, em decorrência
do crescimento de seu consumo, principalmente de negros e irlandeses.E, no
mesmo período, já era também pretexto para exaltação
patriótica contra o domínio português. No Nordeste, surge
o movimento da Confederação
do Equador, de inspiração republicana, onde o então
coronel José Félix de Azevedo de Sá. vice-presidente
da Província do Ceará, fazia seus brindes com cachaça
ao movimento nacionalista.Entre os aspectos folclóricos
do consumo da cachaça. começaram a propagar-se os
usos de natureza medicinal, havendo receitas caseiras, muitas elaboradas
com remédios à base da cachaça. Também
no terreno de superstição, surgem procedimentos,
tal como o dever de deixar um pouco da bebida no copo, a fim de
ser jogada fora, por cima do ombro direito, com vistas a um "ofertório" às
almas em geral, em particular às dos bêbados.
Fonte:
Folha Sertaneja (31/12/2005)


CACHAÇA
ARTESANAL x CACHAÇA INDUSTRIAL
Muito se fala sobre as diferenças entre as
cachaças brancas industrializadas, produzidas em colunas
e as de alambique, por muitos chamada de cachaça de qualidade.
Mas quais são realmente as diferenças?
A diferença entre ambas está apenas no processo de produção:
Artesanalmente, a produção é de batelada - enche-se o
equipamento, destila-se e depois o esvazia completamente. No processo de coluna
há um volume maior de produção, a todo momento entra por
um lado o mosto fermentado e do outro sai a cachaça já destilada,
acelerando a produção da bebida.
E onde entra a qualidade nisso?
A cachaça de alambique pode sim ter uma qualidade um pouco superior às
de coluna, desde que tenha um controle de produção e qualidade,
o que na maioria dos alambiques espalhados pelo interior do Brasil não
acontece. A melhoria de qualidade ocorre porque o alambique funciona como um
reator químico, favorecendo a formação de alguns componentes
voláteis do produto final. Também o cobre presente nos condensadores
dos alambiques, por exemplo, funciona como um catalisador, favorecendo a formação
de aromas e buquês. Porém, este artifício é também
usado em muitas destilarias de colunas no Brasil, passando pelo mesmo processo
de formação de aromas.Para os mais radicais, a “cachaça
industrializada” é apenas aguardente de cana. A palavra “cachaça” é apenas
utilizada para a aguardente de cana produzida artesanalmente.A legislação
brasileira atual (decreto nº 4.072, de 2002) define aguardente de cana
como sendo toda bebida obtida do destilado alcoólico simples de cana-de-açúcar
ou pela destilação do mosto fermentado de cana-de-açúcar,
com graduação alcoólica variando entre 38% e 54% em volume
(v/v), a 20º C. Já a cachaça é definida como uma
aguardente de cana de fabricação típica e exclusivamente
brasileira, também a partir do mosto fermentado, com graduação
alcoólica mais controlada (de 38% a 48% v/v, a 20ºC). Portanto,
a grande vantagem da cachaça artesanal em relação a industrial é o
aroma e buquê enquanto a vantagem da cachaça industrial em relação
a artesanal é a padronização do produto, requisito básico
para uma bebida que começa a dar seus primeiros passos na exportação
e aparece cada vez mais na mídia nacional e internacional. Industrialmente,
controla-se cada etapa do processo, desde a quantidade de açúcar,
a temperatura na fermentação e controlando a acidez do produto
final, que por Lei pode chegar até 150 mg/l de álcool anidro.Também
se comenta a respeito de diferenças no sabor das cachaças. Dizem
que a cachaça artesanal é mais suave, apesar de geralmente ter
uma graduação alcoólica mais alta, podendo chegar aos
54%. O que acontece, é que quanto à suavidade, o que realmente
influencia é o envelhecimento da bebida.Normalmente a maioria das marcas
industriais não são envelhecidas , enquanto que as artesanais,
de uma maneira geral, são envelhecida. Pela legislação
brasileira, o tempo mínimo para uma cachaça ser considerada envelhecida é um
ano, porém este tempo pode chegar a 10 anos. Existem barris de diferentes
madeiras como o bálsamo, amendoim, cedro, jequitibá e o mais
tradicional, o de carvalho. Cada madeira oferece permeabilidade e aroma diferentes
ao produto.

Os barris podem ter no máximo 700 litros. No processo de envelhecimento,
a cachaça perde álcool e se enriquece com produtos secundários
aromáticos provenientes da reação entre a madeira, o oxigênio
e outros componentes produzidos na fermentação da bebida, tornando-a
dourada e com um sabor bem mais suave. Outra variação é a
cachaça "amarela", dourada como as envelhecidas, porém,
tem esta coloração devido à adição de extratos
de madeira ou calda de caramelo nas cachaças brancas, tornando seu sabor
um pouco mais adocicado.Este produto não é envelhecido, e sim
uma aguardente composta (preparada). Muitos produtores utilizam uma outra forma
de suavizar o produto, a bi-destilação. Através da bi-destilação
consegue-se diminuir todos os componentes voláteis da cachaça,
inclusive sua acidez.
Este processo, além de tirar as características da bebida genuinamente
brasileira ,é contra a Lei de Bebida, onde por definição,
diz-se que a cachaça é um produto de destilação
simples.
Baseando-se nesta breve explicação,
podemos constatar que a polêmica sobre cachaça de
qualidade como sendo as de alambique não deveria existir,
já que os dois processos podem gerar cachaças com
qualidade. As de coluna por terem um processo padronizado e com
um controle de qualidade semelhante aos dos melhores destilados
do mundo, e a artesanal, que tem qualidade, porém geralmente
não tem controle de qualidade, podendo apresentar diferenças
entre produçãoResumindo:Qualidade tem ou não
tem, a melhor cachaça não existe, vai do gosto de
cada um.
Fonte: http://www.abrabe.org.br/

AGUARDENTE
DE CANA
Aguardente-de-cana, a bebida mais popular do Brasil é definida
pela legislação brasileira como produto alcóolico
obtido a partir da destilação do caldo de cana
fermentado, devendo apresentar teor alcóolico entre 38º e
54º GL. Sua história remonta dos primórdios
do século XVI, como sendo a primeira bebida destilada
entre nós.A partir de 1584 o trabalho escravo foi fundamental
para o desenvolvimento da indústria do açúcar,
concorrendo, dentre outras coisas, para aumentar a produção
da cachaça, pois os alambiques estavam situados quase
que exclusivamente nos engenhos. Inicialmente, a cachaça
era a espuma da caldeira em que se purificava o caldo de cana
a fogo lento e servia como alimento para bestas, cabras, ovelhas.
Assim, pôr algum tempo, foi considerada um produto secundário
da industria açucareira; era mais uma garapa e não
tinha teor alcóolico. Somente depois da metade do século
XVI é que a cachaça passou a ser produzida em alambique
de barro, posteriormente de cobre, sob a forma e nome de aguardente.Com
o passar do tempo a produção da cachaça
foi aumentando e sua qualidade sendo aprimorada. Nos engenhos
do nordeste era costume dar cachaça aos escravos na primeira
refeição do dia, a fim de que pudessem suportar
melhor o trabalho árduo dos canaviais.Reservada, inicialmente
a escravos, a cachaça, com o aprimoramento da produção,
atraiu muitos consumidores e passou a ter importância econômica
para o Brasil colônia. Tal fato tornou-se uma ameaça
aos interesses portugueses, pois a bagaceira passou a ser consumida
em menos escala, enquanto a cachaça saiu das senzalas
e se introduziu não só na mesa do senhor do engenho,
como também nas casas portuguesas.Diante desta realidade,
a venda da cachaça foi proibida na Bahia em 1635 e em
1639 deu-se a primeira tentativa de impedir até o seu
fabrico. Ao tempo da transmigração da corte portuguesa
em 1808 para o Rio de Janeiro, a cachaça já era
considerada como um dos principais produtos da economia brasileira.
Em 1819 podia dizer que a cachaça era a aguardente
do país.
Tornou-se a bebida dos brasileiros que, pôr amor à pátria,
recusavam o vinho, especialmente os que vinham de Portugal, e
faziam questão de brindar com cachaça.Hoje em dia
quase toda a produção da cachaça se faz
em destilarias independentes dos antigos engenhos e das atuais
usinas de fabrico de açúcar. Incontáveis
são os alambiques de pequeno porte, espalhados pôr
todo território.À nível mundial, em termos
de produção e consumo de bebidas destiladas, sem
dúvida a cachaça ocupa, atualmente, um dos primeiros
lugares.
Fonte: Museu da Cachaça


OS
BENEFÍCIOS DA CACHAÇA
Já existe um claro consenso entre os médicos
e cientistas de que o consumo moderado de álcool é benéfico
para a saúde. Os riscos já bem difundidos sobre o
consumo excessivo de álcool não costumam se manifestar
quando se consome a bebida de forma moderada. O único consenso
que ainda não foi alcançado é sobre qual é a
quantidade ingerida que pode ser considerada "moderada".
Há uma tendência em torno das duas doses diárias,
não cumulativas. Duas latas de cerveja, duas taças
de vinho ou dois daqueles simpáticos copinhos de cachaça.
Após os quarenta anos, convém reduzir pra uma dose,
dizem os médicos e pesquisadores do assunto. Mas vamos ver
o que é consenso com relação ao consumo moderado
de bebidas alcoólicas:

Pode reduzir em até 1/3 o risco de ataques cardíacos e isquemias,
ao combater a formação de placas de gordura nos vasos sangüíneos.
Uns médicos mais "empolgados" chegam a afirmar que o consumo
moderado de bebidas alcoólicas pode ser visto como uma medida de saúde
pública! Curioso é como esse benefício foi primeiramente
descoberto. Patologistas que estudavam corpos de pessoas que morreram de cirrose
hepática descobriram que era reduzidíssima a formação
de placas de gordura nos vasos. Quem bebe tem níveis de HDL (o "bom" colesterol)
20% acima dos abstêmios. Além disso, num complexo processo bioquímico,
o álcool interfere na síntese de enzimas ajudam a dissolver coágulos.
Reduz o risco de pedras na vesícula, alguns tipos de diabetes e problemas
vasculares periféricos (circulaçao de braços, pernas,
etc.).
Por prevenir a arteriosclerose, também previne certas formas de demência.
O álcool também teria uma ligeira ação antinflamatória
sobre alguns tecidos.
"É verdade que muitos foram seriamente prejudicados por bebidas embriagantes.
Mas ninguém parece pensar que esses danos vieram não de uma coisa
ruim, mas do abuso de uma coisa muito boa"(Abraham Lincoln).
Fonte:site Museu da Cachaça
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