| Expressionismo,
século XIX |
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| O
Grito Roubado, Edward Dolnick, Relumé Dumará, 2006 |
| Este livro não
é ficção. É um relato jornalístico
excepcional, envolvente, com momentos de tirar o fôlego, pois
se trata de uma empolgante caça ao quadro O Grito, de Edvard
Munch, roubado em fevereiro de 1994. Há semelhanças
com o recente roubo do Masp: acervo milionário sem seguro;
operação de entrada e saída feita com grande
facilidade; instrumentos toscos (uma escada lá e um macaco
hidráulico aqui) e a humilhação das autoridades.Veja
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| Itália
Renascentista - século XV |
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| Os
Cisnes de Leonardo, Karen
Essex,Editora Objetiva, 2006 |
| Baseada em boa
documentação histórica, Karen Essex reconstrói
as tramas, amores e dissabores de duas irmãs da proeminente
família D´Este, que dominava Ferrara no século
XV. Este é o período da Itália fragmentada em
Cidades-Estados, cada qual sob o domínio de famílias
ávidas por manter seus interesses na intrincada política
econômica de comerciantes, militares, do Papado e da nobreza
tradicional. Neste jogo de poder (e de amor), a arte de Leoanrdo Da
Vinci tem papel essencial. Confira
na resenha completa |
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| Holanda
- século XVII |
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A Moça Com Brinco de Pérola, Tracy Chevalier,Bertrand
Brasil, 2005 |
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Toda a trama deste livro é imaginada a partir
de apenas uma pequena tela de Verrmeer, Moça Com Brinco
de Pérola. Suas telas são primorosas pela intimidade
e elegante luminosidade que emana de atividades triviais de pessoas
anônimas, serviçais quase sempre. O ambiente luminoso,
a variedade de texturas e o equilíbrio das cores conferem a
seus personagens um toque de dignidade e profundidade psicológica.
Para o historiador da arte E. H. Gombrich, "Vermeer pintou naturezas-mortas
com seres humanos". Veja resenha
completa |
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| Espanha
napoleônica 1808 |
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| Os
Fantasmas de Goya, Companhia das Letras, 2007 |
| A versão
literária do filme homônimo de Milos Forman é
um excelente mosaico cultural das contradições ideológicas
da Espanha antes, durante e depois do governo de José Bonaparte.
Leitura agradável e envolvente, com inesperadas reviravoltas
na trama vivida por Goya, pintor da corte,e o inquisidor Lorenzo Casamares.
Veja resenha completa |
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| Império
Otomano - 1899 |
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| A
mulher de Pedra, de Tarik Al, Editora
Record, 2006 |
| No terceiro volume
do Quinteto Islâmico, Tariq Ali desloca sua narrativa para os
arredores de Istambul, a capital do Império Otomano, último
grande reinado muçulmano, no final do século XIX. Veja
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| Jerusalém
- 1187 |
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| O
Livro de Saladino, de Tarik Al, Editora
Record, 2006 |
| No segundo volume
do Quinteto Islâmico, o escritor paquistanês Tariq Ali
retrocede para o século XII, enfocando a vitória do
Islã em Jerusalém, sob o magistral comando do lendário
sultão Salah al-Din.Veja
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| Andaluzia
islâmica - 1501 |
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| Sombras
da Romãzeira, de Tarik Al, Editora Record, 2006 |
| Este é
o primeiro volume da coleção Quinteto Islâmico,
em que Tariq Ali, paquistanês radicado na Inglaterra, retrata
episódios determinantes dos embates históricos entre
cristãos e muçulmanos, visto a partir das vivências
de personagens islâmicos. No volume de estréia o autor
apresenta a saga de uma família da aristocracia moura no período
entre a tomada de Granada por Isabel (1492) e a perseguição
brutal de 1502. Veja resenha completa. |
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| Estados
Alemães - 1630 |
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| A
Harmonia do Mundo, de Marcelo Gleiser, Cia das Letras, 2006. |
| Baseado em uma
farta documentação histórica, este romance reconstrói
momentos fascinantes da vida do famoso astrônomo alemão
Johannes Kepler (1571 - 1630). A história é narrada
a partir das memórias de seu mestre do seminário luterano,
que nutria sentimentos de admiração, paternalismo, frustração
e inveja em relação a seu principal aluno. Veja
resenha completa. |
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| Lisboa
- 1147 |
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| História
do Cerco de Lisboa, de José Saramago. |
| Único
nobel de Literatura em língua portuguesa, o mestre Saramago
nos brinda desta vez com uma incomparável narrativa em duplicidade
temporal. No tempo presente um revisor surpreende a Editora que lançará
um livro de história sobre o cerco de 1147. No tempo passado,
o soldado Moigueme se apaixona pela moura Ouroana, enquanto os cristãos
se preparam para tomar de assalto a centenária cidade islâmica
que viria a ser a capital portuguesa.Veja
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| Cristo
e o Renascimento |
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| O
Código Da Vinci, de Down Brown |
| A narrativa
tem uma cadência de filme policial. É de perder o fôlego.
O tema tem caráter altamente polêmico - a história
de Jesus Cristo. Não tem o charme da escrita de Saramago, mas
vale pela reflexão de eventos históricos que são
alinhados na história do cristianismo, ainda que muitas vezes
de forma falaciosa. Veja resenha
completa. |
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| Japão
- 1537 |
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| O
Silêncio, de Shusaku Endo, Editora Civilização
Brasileira, 1979 |
| Shusako Endo,
escritor católico japonês, ganhou grande notoriedade
dentro e fora do Japão devido às controvérsias
religiosas que O Silêncio suscitou. Este livro é profundamente
baseado em documentos históricos que revelam a saga milenar
da introdução do cristianismo naquele país do
extremo-oriente.Veja resenha
completa. |
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| Japão
- 1613 |
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| O
Samurai, de Shusaku Endo, Editora Nórdica, 1980. |
| O Samurai, do
Shusaku Endo, é o segundo romance (depois de O Silêncio,
1967) em que o escritor católico japonês aborda o conflito
entre o cristianismo e a cultura japonesa no contexto da evangelização
do século XVII. A trama agora é ainda mais escorada
na documentação histórica que registra o início
das perseguições religiosas no Japão, às
vésperas de seu período de auto isolamento em relação
ao mundo ocidental.Veja resenha
completa. |
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| Angola
- 1975 |
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| Os
Cús de Judas, de Antônio Lobo Antunes,Editora Objetiva |
| O renomado escritor
portugues, António Lobo Antunes, combateu nas selvas de Angola
na Guerra de Independência daquele país. Este romance
se baseia em suas experiências como médico militar e
se tornou um enorme sucesso, vindo a ser o primeiro grande livro sobre
o conflito e a independência angolanos e uma referência
histórica obrigatória.Veja
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| Império
Asteca - século XV |
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| Orgulho
Asteca, de Gary Jennings, Record, 2002 |
| Composta nos
moldes de um romance histórico que em muito se assemelha ao
"Ramses, Filho da Luz", esta série apresenta de forma
agradável e atraente um painel dos costumes, dos rituais e
da vida sócio-econômica dos povos dominados pelo império
mexica no final do século XV do calendário cristão.Veja
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| Império
Asteca - século XVI |
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| Holocausto
Asteca, de Gary Jennings, Record, 2002 |
| O segundo volume
segue as memórias de Mixtli, um velho escriba asteca que sobreviveu
à conquista espanhola, por outros tantos recantos do chamado
Mundo Único, designação dos povos pré-colombianos
para a área de astecas, maias e povos a eles subjugados. Agora
aparece Moctesuma, apresentado como um tirano fraco, indeciso e aterrorizado
pelas novidades tecnológicas dos cristãos.Veja
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| México
- 1541 |
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| Outono
Asteca, de Gary Jennings, Record, 2002 |
| O terceiro volume
é inspirado na chamada Guerra de Mixtón (1541-1542),
iniciada pela destruição de Tolana, hoje Guadalajara.
O exército rebelde, liderado pelo neto de Mixtili, não
envolveu todas as nações descritas no livro, mas realmente
incendiou a bravura da alma nativa e aterrorizou espanhóis
que, garantem os historiadores, estiveram perto de serem derrotados
e mandados de volta para a Velha Espanha.Veja
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| Egito
- século XIII a.C. |
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| Ramsés
- O Filho da Luz, de Christian Jacq. |
| Este é
o primeiro de uma série de 5 livros de Christian Jacq sobre
a saga de Ramsés II, um dos maiores faraós do Egito
Antigo. Este renomado egiptólogo francês se serve da
linguagem literária para recriar o clima de mistério,
luxo e a grandiosidade do século XIII AC.Veja
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| Egito
- século XIII a.C. |
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| Ramsés
- O Templo de Milhões de Anos, de Christian Jacq. |
| Este é
o segundo da série de Christian Jacq sobre Ramsés II.
Agora a história se inicia com a coroação de
Ramsés, então com apenas 23 anos de idade, estendendo-se
até as vésperas da grande guerra contra os Hititas (tema
do terceiro volume), quando o jovem faraó alcança os
seus 27 anos.Veja resenha completa |
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| Egito
- século XIII a.C. |
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| Ramsés
- A Batalha de Kadesh, de Christian
Jacq. |
| O grande conflito
entre impérios - egípcio e hitita - ocorrido em meados
do século XIII AC, é o foco principal do terceiro livro
da saga de Ramsés. Vários capítulos são
dedicados aos meandros do poder em Hatusa, capital hitita, "um
páis de trânsito, onde circulavam caravanas que pagavam
pesadas taxas ao Estado e alientavam, assim, a casta militar".Veja
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| Egito
- século XIII a.C. |
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| Ramsés
- A Dama de Abu-Simbel, de Christian Jacq. |
| Dois documentos
históricos inspiram a trama do penúltimo livro de Christian
Jacq sobre a vida de Ramsés II, o Grande (1301-1235 a.C.).
O primeiro é uma tabuleta que invoca "um milhar de divindades,
entre os deuses e as deusas do Hatti e do Egito" ( p 350), segundo
o autor, um "texto autêntico conservado nos arquivos hititas
e egípcios". O texto publica o tratato de paz entre as
duas civilizações. O segundo é o livro do Êxodo,
capítulos 1 ao 15, que narram a vida de Moisés, desde
a revelação de sua vocação até
a saída do Egito.Veja
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| Egito
- século XIII a.C. |
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| Ramsés
- Sob a Acácia do Ocidente, de Christian Jacq. |
| O quinto e último
livro da série Ramsés evidencia o intuito de seu autor
de criar um romance de tese: "Jamais houve escravidão
no Egito. Todos os que trabalharam na construção dos
monumentos recebiam salário", afirma Chistian Jacq, em
entrevista à Veja.Veja
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