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O Grupo Espírita Peixotinho (GEP) começou
por iniciativa de cinco colegas de trabalho,
todos militares da Força Aérea
Brasileira, lotados em Organizações
Militares da Aeronáutica sediadas em
Brasília-DF.
Tudo começou em meados
de 2004, quando um deles, o Sargento Honório,
recém-transferido de Recife-PE para Brasília-DF,
tomou conhecimento de que no auditório
do Grupamento de Apoio de Brasília (GAPBR),
órgão do Comando da Aeronáutica,
eram realizados cultos religiosos semanais promovidos
por irmãos católicos e evangélicos,
em dias específicos da semana. Pensou:
se há a missa católica e o culto
evangélico, por que não um grupo
de estudos espíritas?
O que fazer? Recém-chegado
à cidade, não tinha conhecimento
com ninguém que pudesse secundá-lo
nessa empreitada. O tempo passou e o Sargento
Honório, que havia sido aceito como trabalhador
no Grêmio Espírita Atualpa Barbosa
Lima (GEABL), tomou conhecimento de que o Divaldo
Pereira Franco faria palestra no auditório
do Comando do Exército, à qual compareceu.
Terminada a palestra, ao sair
do auditório, Honório avistou, para
a sua alegria, um rosto conhecido: era o Coronel
Russo, Vice-Chefe do Gabinete do Comandante da
Aeronáutica (CMTAER), com quem trabalhava,
indiretamente.
No dia seguinte, não
perdeu tempo e solicitou uma audiência com
aquela autoridade para lhe falar da idéia
de criar um grupo de estudo da Doutrina Espírita,
no GAPBR. Prontamente, o Coronel Russo aprovou
a iniciativa, dizendo-lhe: “Interessante
idéia. Monte o grupo e eu os apoiarei”.
Isso ocorrera por volta do mês
de outubro de 2004. Naquela época, Honório
já havia feito algumas amizades, dentre
elas, o então Sargento Mariz e o Sargento
Daltro, por intermédio de um amigo comum,
o Sargento Roberto, todos Espíritas.
Certo dia, ao saírem
do refeitório, após o almoço,
Honório revelou aos amigos espíritas
aquela idéia que tanto o fustigava, e para
qual já tinha recebido o aval do Vice-Chefe
do Gabinete do CMTAER. Independente desse detalhe,
Mariz e Roberto, trabalhadores da Comunhão
Espírita de Brasília e Daltro, freqüentador
do CIREFE, entusiasmaram-se com a proposta, assumindo
todos o compromisso daquele novo desafio.
Marcou-se, então, uma
reunião na residência do Daltro,
onde todos compareceram para dar início
ao formato ao futuro GEP.
Na reunião, foram levantadas
algumas questões que ficaram sem resposta:
a) A idéia era viável.?
Teríamos condições de fundar
um Grupo Espírita?
b) Em que dia da semana seria
a reunião? Qual o melhor dia? Em que horário?
c) Que nome daríamos ao
Grupo? Quem deveríamos homenagear com essa
deferência?
Por sugestão do Daltro,
Honório ligou para o Paulo Machado, Presidente
do Cenáculo Espírita Casa de Maria
(CECAM), em Recife, onde trabalhara por vários
anos, e solicitou uma consulta à Espiritualidade,
para que fossem sanadas aquelas dúvidas.
A resposta veio em quatro páginas, pela
psicografia de Suely Calazans (clique
aqui para ver). Inicialmente, esclarecia que
“A maior caridade que se faz à Doutrina
Espírita é a sua divulgação”,
e em seguida acrescentou:
a) Em primeiro lugar, a idéia
não é do Honório. Ela já
existe na Espiritualidade há muito tempo,
esperando apenas que as “peças”
se reunissem e que as condições
fossem favoráveis à consecução
do empreendimento;
b) Em segundo lugar, para quem
quer estudar e aprender a Doutrina Espírita,
qualquer dia é dia. Reunam-se em qualquer
dia, que os interessados comparecerão;
e
c) Por fim, informa que o irmão
Francisco Peixoto Lins (Peixotinho), era já
o mentor do Grupo na Espiritualidade e que por
ele trabalhava há algum tempo. E essa era
a sugestão para o nome do Grupo.
De posse dessas informações,
os quatro amigos voltaram a se encontrar na residência
do Daltro, agora com a participação,
também, do Sargento Raul, recém
chegado da Cidade do Recife, definindo que o grupo
se reuniria às segundas-feiras, no horário
das 12:30 às 13:20 horas, com a seguinte
programação: as três primeiras
segundas-feiras do mês seriam dedicadas
ao estudo do Livro dos Espíritos e na última
haveria uma palestra pública com temas
extraídos do Evangelho Segundo o Espiritismo.
Adotadas as providências
burocráticas e por intermédio do
oportuno auxílio do Tenente-Coronel Martins,
Secretário do Comandante da Aeronáutica,
o Auditório do GAPBR foi cedido para a
realização dos estudos, e em 21
de fevereiro de 2005, o Grupo Espírita
Peixotinho iniciava suas atividades, recebendo
como primeiro convidado o irmão Erdner
Costa Júnior, trabalhador do Grupo Espírita
Fraternidade, que palestrou sobre o tema: O que
é o Espiritismo?
Depois de iniciadas as atividades,
outros irmãos se aproximaram dos trabalhos
e também passaram a se dedicar ao grupo,
tais como: o Brigadeiro Carlos Santos, o Coronel
Rivera, a Sargento Denise Escovino, entre outros.
Como nada acontece por acaso
e, ao que parece, o nosso Mentor sabe muito bem
aonde quer chegar, vieram outras idéias
para melhor divulgar os Trabalhos do Grupo. Assim,
o Raul tomou a iniciativa de construir uma Página
na Internet e por sugestão do Grupo, a
Denise Escovino se prontificou a elaborar o layout
de um Informativo escrito.
Atualmente, o Grupo Espírita
Peixotinho desenvolve, além da programação
inicialmente proposta, temas diversos por intermédio
de filmes educativos, estudo sobre fluidoterapia
(passes) e faz sua divulgação por
meio de cartazes em vários pontos de circulação
das Organizações Militares da Aeronáutica,
na Esplanada dos Ministérios; pelo Informativo
Espírita, que começou a circular
em agosto/05 e pela Internet, no site http://grupopeixotinho.no-ip.org.
Por tudo, agradecemos ao Bom
Deus, ao Mestre e Amigo Jesus, ao nosso Mentor
Peixotinho e a todos aqueles que, de certa forma,
ajudam-nos a manter essa chama acesa. Que possamos
sempre contar com a amparo imprescindível
da Espiritualidade Maior e que Deus nos abençoe
sempre.
Grupo Espírita Peixotinho
Coordenação
COORDENAÇÃO
DO GEP
Coordenação Geral
- Ricardo Honório
Coordenação Doutrinária
- Adilson Mariz
Coordenação de
Eventos - Newton Daltro e Roberto Melo
Coordenação de
Divulgação - Raul Santos e Denise
Escovino
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